Cidadão do mundo



A sede do Sportv fica no Rio. Trabalhei lá de 2005 a 2006, quando fui transferido para a sucursal paulista e permaneci em SP como chefe de reportagem e comentarista até 2009. Daí minha vida tomou outros rumos…

Ontem voltei à Globosat, que antes ficava no Rio Comprido e agora passou para a Barra da Tijuca. Fiquei impressionado com as novas instalações do Sportv, que são fantásticas. Mas o que me impressionou mesmo foi o número de amigos que fiz no Rio de Janeiro e no chamado canal campeão.

Fui participar de um programa no Premiere FC sobre a Lusa, campeã brasileira da Série B. Discutimos a Portuguesa mas fomos além do time do Canindé, de Edno e cia.

Falamos sobre Série A, seleção brasileira, samba, cinema e não deixamos de lado o documentário que fiz com três amigos intitulado “Sobre Futebol e Barreiras” e que passa no Rio semana que vem.

O que mais me comoveu foi entrar na redação e rever amigos tão queridos, pessoas que ajudaram a fazer dos dois anos que passei no Rio de Janeiro um período de liberdade.

Amigos como os que fiz no LANCE!, pois assei nove meses no diário no Rio antes de me transferir para as Organizações Globo. Fui tão bem acolhido nas duas casas que me senti… quase um carioca.

Lembro de um dia em que fui a uma festa em Ipanema, aniversário de um colega do L!, e chorei no caminho. Chorei ao perceber que nossa casa pode ser aonde a gente quiser. Aonde nos recebem bem. Aonde nos acolhem como somos, com nossas qualidades e nossos defeitos.

Foi o que senti no Rio e é por isso que amo aquela cidade. E amo meus amigos cariocas. Cariocas que trataram tão bem este paulistano. Um paulistano que é mais do que paulistano. É português, lituano, norte-americano, quatrocentão e… carioca. Um carioca com sotaque paulista. E o que é um carioca com sotaque paulista? Um cidadão do mundo.



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