CBF dá aval pra bebida



O presidente Ricardo Teixeira, da CBF, considera que saiu fortalecido da reunião entre Dilma Rousseff e Jérôme Valcke.

O fato de Joseph Blatter não ter ido se encontrar pessoalmente com a presidente para discutir a Lei Geral da Copa foi tido como ato de desagravo, isto é, solidariedade ao dirigente brasileiro, escanteado por Dilma no processo decisório sobre 2014. Blatter colocou à frente das discussões seu secretário-geral, que ganhou a batalha com a presidente.

Mais motivo para Teixeira comemorar. A queda de braço entre governo e Fifa foi vencida pela entidade. Dilma, afinal, cedeu às pressões e já admite negociar todos os pontos polêmicos da lei, menos o direito de os idosos pagarem meia entrada.

Para comemorar, o Comitê Organizador Local já avisou a Fifa que não haverá problemas para a venda de bebida alcoólica em estádios durante o Mundial de 2014, uma das exigências da entidade. A venda de bebidas no estádio é fruto de regulamento de competições da CBF, mas será permitida nas partidas da Copa.  O anúncio oficial será feito na reunião do Comitê Executivo da Fifa, do qual Teixeira faz parte, em 20 e 21 de outubro.

Pelo jeito Dilma latiu, latiu, mas não mordeu.



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