A cara de Chicão



A cara de Chicão no Corinthians segue de poucos amigos. Ele ainda não se conforma com a decisão de Tite de colocá-lo na reserva contra o São Paulo, o que motivou o ex-capitão corintiano a abandonar a concentração do time antes do clássico.

Chicão alegou que não ficaria à vontade na reserva, podendo atrapalhar o desempenho da equipe, inclusive se tivesse que entrar durante o jogo.

No seguinte não foi nem selecionado. Andou treinando durante a semana sempre com cara de poucos amigos.

A atitude de Chicão não tem muitas justificativas. Como se sentem seus companheiros de time sabendo que ele se acha melhor do que os outros? E se ninguém mais quiser ficar na reserva por achar que quer ser titular? A revolta contra a escolha de Tite reflete no grupo. E o fato de Chicão ter abandonado a concentração prejudicou mais do que se tivesse ficado na reserva. Então não venha dizer que estava pensando no grupo, quando seu único pensamento era… consigo mesmo.

O ser humano é, por natureza, é egoísta. Mas Chicão poderia ter maneirado. Talvez tenha apostado que o Corinthians perdesse para o São Paulo, mas empatou. Depois bem ou mal fez o dever de casa contra o Bahia, vencendo por 1 a 0. Tite segue enfraquecido com a torcida, mas ainda tem o apoio da diretoria. Ganhou total antipatia de seu ex-capitão, que fez questão de exibir a todos o quão mal humorado ficou com a decisão do treinador antes do jogo contra o São Paulo. O problema pode ser entre os dois, mas que muito jogador também está de cara feia pra Chicão está. Uma ação pode provocar reação. E uma reação, outra ação. Por isso controlar a impulsividade é tão importante, embora admita que muitas vezes não seja fácil. Nada fácil.



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