Orquestras em 2014/16



Depois da Sinfônica de Heliópolis foi a vez de a direção da Orquestra Juvenil da Bahia ser contatada para participar de cerimônias durante a Copa de 2014 e a Olimpíada de 2016.

A ideia dos organizadores dos dois eventos é mostrar que não só o esporte mas também a música pode ser importante instrumento de inserção social.

Na abertura do Mundial ou dos Jogos Olímpicos não está descartada a presença de uma das duas orquestras, embora não sejam as únicas na parada.

A Sinfônica de Heliópolis já havia sido sondada pelos organizadores da Copa para estar na cerimônia de abertura, especialmente se São Paulo for confirmada como palco de abertura.

Já a Orquestra Juvenil da Bahia faz parte de um programa do governo local que adotou como modelo projeto desenvolvido na Venezuela com objetivo de disseminar a música erudita entre a população carente. Seu maior representante é o maestro Gustavo Dudamel, que faz muito sucesso não só entre os venezuelanos mas também no exterior. Recentemente ele se apresentou em solo brasileiro, assim como o violinista Joshua Bell. Mas a apresentação de Joshua Bell, um músico excepcional, foi privilégio da elite. O ingresso, afinal de contas, custava 750 reais… Salgado, não?

 

 



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