Fifa ataca governo Dilma



Na reunião do Comitê Executivo da Fifa em 20 e 21 de outubro em Zurique, na Suíça, a entidade quer pressionar o governo Dilma Rousseff em relação aos preparativos da Copa de 2014.

Inconformada com os atrasos nas obras e com o recente anúncio de que o Maracanã não será mais finalizado em 2012, como prometido anteriormente, mas apenas no início de 2013, a Fifa partirá para o ataque e pedirá um relatório atualizado da situação no país.

Aproveitando a presença de políticos brasileiros, entre os quais governadores e prefeitos de Estados e cidades que serão palco dos jogos da Copa, vai pressioná-los em relação a questões de infraestrutura, como reforma e construção de estádios, mobilidade urbana e a crise do setor aeroportuario.

A Fifa, que na ocasião irá anunciar os locais de abertura e encerramento do Mundial, também reclamará da demora para emissão de vistos de trabalho a seus funcionários e da morosidade para adequar a legislação brasileira a suas exigências.

Joseph Blatter repetirá o discurso de que está mais complicado trabalhar com Dilma do que com Lula e vai apoiar seu amigo Ricardo Teixeira, presidente da CBF e do Comitê Organizador Local, que está cada vez mais escanteado pela presidente da República.

 



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