As obras e os holofotes



O valor total das obras de mobilidade urbana para a Copa de 2014 ainda não é claro. Das 12 cidades-sede sete nem começaram a se mexer.

O caso mais grave é o de São Paulo, maior cidade do país e que quer ser palco da abertura da Copa. O valor varia de acordo com a fonte consultada. Segundo informações iniciais da Prefeitura, governo do Estado e União, a ideia inicial era gastar pouco mais de 2,8 bilhões reais com mobilidade urbana na capital paulistana. O valor, porém, já ultrapassou a casa dos 4 bilhões e não há certeza sobre onde terminará.

Lembrando que a cidade teve quase quatro anos, desde o anúncio oficial de que o Brasil seria sede da Copa-2014, para investir pesado em transporte coletivo. E agora faltam menos de três anos para o início do Mundial.

Prefeitura, governo do Estado e União seguem batendo cabeça, mas com ou sem obras iniciadas, com ou sem orçamentos fechados, o prefeito Gilberto Kassab e o governador Geraldo Alckmin já avisaram o Comitê Organizador Local que irão à Suíça, em outubro, assistir ao anúncio do palco de abertura do Mundial. Apostam todas as fichas no Fielzão. Tanto que o próprio Alckmin, que prometera não colocar um centavo em arena privada, já disponibilizou mais de 50 milhões de reais para ampliar o futuro estádio do Corinthians, montando uma estrutura móvel que aumente sua capacidade e atenda às exigências da Fifa para o jogo inaugural. Na hora do holofote todos querem brilhar.



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