A arte do improviso



Não me refiro ao imprevisto, mas ao improviso mesmo. Como já dizia o pianista e compositor norte-americano George Gershwin, “a vida se parece muito com o jazz”. “Pois ela também é melhor quando a gente improvisa.” E é mesmo.

Podemos e devemos levar o conceito ao esporte. Por mais “científico” que esteja virando, repleto de inovações tecnológicas de última geração, “ainda” é praticado pelo ser humano. Que é imperfeito e justamente por isso o torna interessante. Mais do que interessante, emocionante é a palavra certa.

É isso que sobrou ao basquete brasileiro que finalmente voltou à uma Olimpíada com os rapazes, depois de campanha épica na Argentina, e que falta à seleção burocrática de Mano Menezes. Precisamos desburocratizar também nosso futebol, improvisar um pouquinho que seja. Se não ele fica sem graça, como sem graça foi o amistoso contra Gana, que preferi nem comentar neste blog e ainda prefiro deixar de lado. Foi um tédio só…



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