Divórcio da seleção



A impressão que tenho é que o povo brasileiro _ou pelo menos parte dele_ está em processo de divórcio da seleção brasileira.

Almocei perto de casa e no restaurante ouvi pelo menos quatro pessoas dizendo que torceriam pela Alemanha, com receio de que uma vitória brasileira deixaria no esquecimento o fiasco que foi nossa participação na Copa América.

No terceiro gol alemão, do meu prédio pude escutar gritos de “Chupa Mano”, protesto contra o técnico da seleção. Em quatro jogos contra “grandes”, Argentina, França, Holanda e Alemanha, foram três derrotas e um empate. Um ponto em 12, se pontos estivessem em disputa.

Sem falar no desastre que aconteceu na Argentina, na vitória sem graça contra a Romênia, 1 a 0 na melancólica despedida de Ronaldo, enfim, situação difícil. Parece que jogamos um ano de trabalho no lixo. E faltam menos de três para o início da Copa no Brasil. O tempo urge. Para as obras de infraestrutura e para a formação de um time que hoje ainda é uma colcha de retalhos.



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