Amigos, amigos



O presidente da Autoridade Pública Olímpica (APO), Márcio Fortes, tem se mostrado muito ligado a Carlos Arthur Nuzman, presidente do COB e principal responsável pelo comitê local de organização dos Jogos de 2016, de quem é considerado bom amigo.

Isso tem deixado preocupado quem trabalha ao lado de Fortes, pois corre o risco de ser “engolido” por dirigentes esportivos no processo de gerenciamento de verbas e cobrança dos poderes políticos ligados ao evento. Ex-ministro das Cidades no governo Lula, ele tem que garantir o bom andamento das obras de infraestrutura, comunicações, transporte e segurança para os Jogos.

Henrique Meirelles, presidente do Conselho Superior da APO e ex-presidente do Banco Central, é tido como mais independente. Seria distante de Nuzman e mais próximo de Dilma do que Fortes, apesar de o último ter sido nomeado pela própria presidente e já aprovado em sabatina no Senado.



  • Alessandra

    Seu blog tá com problema pra postar comentário. Dizia que o Fortes me parece um bom nome por não ser da área, mas por não ser da área pode ficar nas mãos do Nuzman, só que é mais esperto e inteligente do que o ministro dos Esportes que virou o maior aliado do Nuzman e do Teixeira também.

    • janca

      Também considero, em tese, Márcio Fortes um bom nome. Tem que se cercar de assessores competentes, pois tem condições de fazer um bom trabalho, contanto que não fique dependente nem nas mãos dos dirigentes esportivos. Abs.

  • Fabio

    Sabe quanto o ministro vai ter que gerir de dinheiro? E porque não criar uma autoridade futebolística para organizar a Copa?

    • janca

      Não há uma cifra definida, mas provavelmente algo em torno de 40 a 50 bilhões de reais. Cifra que pode subir, pois você sabe que estamos no Brasil… Sobre uma espécie de APO para a Copa Dilma já pensa nisso. Não seria Pelé, que é nosso embaixador, nem Orlando Silva, ministro do Esporte. Abs.

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