Aeroportos de quinta



A questão dos aeroportos no Brasil tem de ser uma das prioridades do governo para a Copa.

Em Congonhas, há duas semanas, o aeroporto fechou durante quase três horas por conta da neblina e não havia lugar para as pessoas ficarem, já que não podiam despachar as bagagens. Não há o mínimo de estrutura. Cumbica _o aeroporto de Guarulhos, principal do país_ é mínimo. É capaz de você ficar três horas para passar pela imigração e pela alfândega tal a falta de estrutura.

Os aeroportos de outras cidades, então, não têm nem assento para todo mundo. São aeroportos que assustam de tão pequenos que são.

Agora as regras diferenciadas para as construções da Copa-2014 e dos Jogos-2016 devem valer também para os aeroportos. Espero que as obras e as melhorias sejam feitas, são fundamentais se quisermos trazer turistas para o Brasil e incentivar o turismo interno também, mas temos que ficar de olho no preço.

Se não acontece o que está ocorrendo com o trem-bala, que passaria por Campinas, São Paulo e Rio. É uma obra para ser abortada. Há outras prioridades no país. E o custo do maldito trem subiu de 19 bilhões para 55 bilhões de reais. Fora que as construtoras interessadas no projeto querem cada vez mais financiamento público para tocá-lo.

Chegou a hora de dar um basta. Ao trem-bala, que não é necessário para a Copa, ao contrário da ampliação e melhoria nos aeroportos, e ao PR, partido que tem de ser erradicado do setor de transportes do país depois dos escândalos em que atolou o ministério. Que herança maldita, o PR de Valdemar da Costa Neto, deixaram para a presidente Dilma…



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