O povo de olho…



A pressão popular é importante para o governo tomar determinadas medidas ou recuar de algumas que pretende ou pretendia tomar.

Um bom exemplo é no caso do auxílio do BNDES para a fusão do Pão de Açúcar com o Carrefour. Diante da repercussão que não foi das mais positivas, Dilma Rousseff já age para que o banco não continue no processo de intermediar a transação. Ela demandaria nada mais nada menos do que 4 bilhões de reais da instituição financeira.

O mesmo se dá com o Ministério dos Transportes que teve sua cúpula demitida logo depois das denúncias da “Veja” sobre esquema de propinas na pasta. Dilma agiu bem rapidamente, o que é bom sinal.

E o mesmo pode se dar em relação aos gastos e investimentos com a Copa de 2014 e os Jogos de 2016 se o povo ficar de olho.

Quando o Rio anunciou o projeto do Pan-2007, a prefeitura divulgara que o metrô chegaria à Barra da Tijuca e que não só o transporte mas o sistema de saúde também seria melhorado. No final nem uma coisa nem outra. E os gastos subiram de pouco mais de 400 milhões de reais para mais de 3,5 bilhões. Que o mesmo não aconteça com o Mundial e a Olimpíada de 2016. E que o legado seja algo concreto para o povo brasileiro, com melhora na infraestrutura do país e da cidade do Rio de Janeiro, não algo maquiado apenas para turista ver.



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