Mano ou Muricy?



Em entrevista no mês passado para um programa da TV argentina, disse que preferia Muricy comandando a seleção ao Mano Menezes. E ainda prefiro.

Não vou tratar da estreia do Brasil ontem contra a Venezuela, da pífia e burocrática atuação do nosso escrete, porque isso seria repetir o que todo mundo está falando. O que todo mundo viu. Faltou criatividade. Foi um jogo que deu sono. E por aí a coisa vai.

O que acho é que Muricy fez trabalhos em clubes brasileiros muito mais significativos do que Mano Menezes e que se ele estivesse sentado no banco de reservas a atuação do Brasil poderia ter sido outra.

Mas o que mais me impressionou na nossa estreia na Copa América foram problemas de organização. Que não devem ser repetidos na Copa de 2014. Ou seja, não devemos seguir o exemplo argentino. Está certo que a economia dos “hermanos” está com sérios problemas há muito tempo, a nossa só agora acendeu o sinal amarelo, não o vermelho, como lá, mas mesmo assim os investimentos para um evento como a Copa América e especialmente o Mundial têm de ser bem pensados e bem canalizados.

O que adianta gastar mais de 500 milhões de reais, segundo órgãos da imprensa local, ou mesmo 164 milhões de reais, segundo o governo, para reformar o estádio que recebeu o jogo do Brasil se o gramado estava daquele jeito? Cheio de buracos, parecia campo de várzea…

Por que os hinos nacionais não foram tocados? Porque a Venezuela se atrasou no vestiário para entrar em campo? Não pode ter sido só isso. Um amigo que esteve no estádio reclamou dos assentos e da falta de informações para encontrar seu lugar. O que aparentemente funcionou bem foi o telão. Mas aí é outra história, que vou abordar em momento oportuno, não agora. Desde já uma boa semana a todos, João



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