Guga, o polvo e o filme



Gustavo Kuerten sempre foi muito mais do que um “simples” jogador de tênis. Não é que graças ao instituto fundado por Guga temos visto uma série de benfeitorias para a população de Santa Catarina? A última tacada do tenista que leio na imprensa local é a ajuda que deu para 26 projetos em mais uma dezena de unidades da Apae no interior do Estado. Acho Guga sensacional desde que o conheci. Um sujeito com bom senso de humor, de bem com a vida, engajado, sem ser chato e cujo sucesso definitivamente não subiu à sua cabeça.

Leio também sobre a escolha do sucessor do polvo Paul, o vidente da Copa da África. Há coisas mais importantes do que isso. Mas o povo parece ainda precisar de pão e circo. E no circo o que não gosto é da forma como os animais são tratados. Parece que queremos humanizá-los, mas os humanizar significa, muitas vezes, maltratá-los. Domesticá-los para quê? Para termos alguns momentos de “diversão’? A que custo?

É hoje também a estreia do documentário de que participei com José Menezes, Lucas Justiniano e Arturo Hartmann aqui em Floripa, no Florianópolis Audiovisual Mercosul, sobre o qual já escrevi no post de ontem. Estou curioso para ver a reação do público. O olhar do outro pode incomodar, mas pode ser bem interessante. Abraços de Floripa, João



MaisRecentes

A matemática do futebol



Continue Lendo

A melhor do mundo



Continue Lendo

Aprender a perder



Continue Lendo