O técnico e o comentarista



Vida de técnico não é fácil. A de comentarista… É o que Falcão deve estar sentindo nesta sua retomada como treinador de futebol, empreitada que começou lá no final dos anos 80, quando dirigiu a seleção brasileira. Considero que com sucesso, pelos jogadores que revelou com a camisa do Brasil, mas nem todos viram assim, tanto que não chegou ao Mundial de 1990, na Itália. Uma pena.

Agora, no Inter, o lance que chamou atenção de todos, inclusive da Globo, foi o da marcação de um impedimento em ataque dos gaúchos no primeiro tempo. Falcão, que estava bem posicionado em campo, reclamou até não poder mais. Mas o bandeirinha foi melhor e tinha razão. O impedimento foi bem marcado, sim.

Se estivesse na cabine ou nos estúdios, comentando, a visão de Falcão e sua postura também certamente seriam outras. Isso fez eu lembrar do livro “Então foi assim”, que reúne crônicas do jornalista Eugenio Goussinsky, um dos maiores especialistas em futebol que conheço e que chamarei para me ajudar no blog aqui. Eugenio lembra que a luz que chega à retina de um juiz pode ser diferente da que chega aos olhos do comentarista. Certamente é. E poderia ter concluído dizendo que tampouco é a mesma da que atinge os olhos do treinador. Que o diga meu amigo Falcão…



  • Fabio Castro

    Reparou na gafe do Caio? Ele foi falar do Falcão e disse que ele iniciava carreira como técnico. Acho que não sabia que chegou a ser técnico do Brasil! Quaquaquá!

  • Fernando

    Falcão foi um dos melhores jogadores do nosso futebol mas como comentarista e como técnico deixa a desejar.

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