Copa Rio 40º: o dia em que fui um camelo



Calor. A marca registrada do Rio de Janeiro foi a grande vilã dos atletas e da imprensa no primeiro jogo da final da Copa Rio, que aconteceu no Estádio de Los Larios na última quarta. Pelas minhas contas, estive sob calor de 80º: 40º no termômetro, +10º de sensação térmica, + 10º por estar em Xerém, +20 pelo asfalto que está sendo colocado na entrada do estádio.

Inclusive, fiz uma pesquisa. Repórter: é um jornalista que pesquisa a informação apresentada em diversos tipos de meios de comunicação. Camelo: animal natural de áreas desérticas, resistente a altas temperaturas e seca. Conclusão: sou um camelo – ou ao menos, fui.

No raro momento em que senti calor, me aventurei indo comprar uma água e um refrigerante e lá se foi todo o meu salário. A lei da oferta e procura nunca fez tanto sentido pra mim e a tia da cantina nunca viu uma repórter tão bronzeada. Quem estava mais preocupado em torcer do que em reclamar do Astro Rei, se deu bem e assistiu a um belo duelo, que terminou com vitória do Boavista sobre o Duque de Caxias por 1 a 0 com gol de Júnior. O resultado deixa o time de Saquarema perto de um oásis: o título inédito da Copa Rio. Enquanto a imprensa segue trabalhando no deserto.

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