Chapecoense: a força de um clube - Blog do Capretz

Chapecoense: a força de um clube



Um clube de futebol é grande por vários fatores: pela sua história, glórias, torcida, pelas pessoas que compõe o seu capital humano e diversos outros fatores.

E a questão de grandeza também é relativa. Real Madri e Barcelona, por exemplo, são gigantes mundiais. Flamengo e Corinthians são grandes aqui no Brasil – ou temos corintianos e flamenguistas em massa na Ásia, como no caso dos clubes espanhóis? Conheço até time grande dentro do futebol de várzea de uma cidade do interior.

Pois bem, vejamos o que fez a Chapecoense.

Começou um trabalho do zero, da maneira mais trágica possível.  Sabendo que sucesso no futebol é composto por sequência, conjunto e manutenção de filosofia de trabalho, o que poderíamos esperar da Chape?!

É verdade que erros foram cometidos. Por exemplo, o time foi dirigido por três treinadores nas 38 rodadas do Brasileirão: Vágner Mancini, Vinicius Eutrópio e Gilson Kleina.

Mas quem imaginaria que essa equipe chegaria a Libertadores 2018?! Esqueça que é G-8 (um absurdo, concordo!).  Pense que não havia jogadores, técnico e a maior parte do corpo diretivo há um ano.

Um clube como um todo é muito maior que a soma das partes. Há algo que vem de dentro, da alma, do simbolismo de um brasão, do imponderável, muitas vezes até do inexplicável (logo eu que gosto de saber o porque de tudo).

A Chapecoense 2018 é o retrato disso!



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