Fugindo do óbvio no Jogo das Estrelas do NBB



Fui um dos convidados pela Liga Nacional de Basquete (LNB) para indicar jogadores rumo ao Jogo das Estrelas do NBB, que será disputado em Mogi das Cruzes (SP) no dia 19 de março. Como critério para montar minhas equipes, optei por indicar atletas que fazem uma boa temporada ao invés de nomes de peso do basquete nacional, figuras carimbadas no evento nos últimos anos.

Meus times foram formados por Deryk, do Brasília, Pedro, do São José, Marquinhos, do Flamengo, Ronald, do Brasília, e Caio Torres, do Paulistano, no NBB Brasil; e Caleb Brown, do Macaé, Bennett, do Pinheiros, Holloway, do Pinheiros, Meyinsse, do Flamengo, e Toyloy, do Paulistano, no NBB Mundo.

Na equipe brasileira, Marquinhos e Caio são os mais conhecidos da torcida brasileira. Os outros três, no entanto, são gratas novidades da atual edição do NBB.

Armador de apenas 21 anos de idade, Deryk é um dos comandantes do Brasília, que ocupa a quarta colocação no campeonato. Com médias de 14,9 pontos e três assistências em 28,3 minutos por exibição, o jovem mostra que tem basquete para mostrar quando tem espaço, já que recebe o maior tempo de quadra da sua carreira depois de passar cinco anos em Limeira.

Apesar de não ser tão jovem, Pedro é mais um caso de jogador que deslancha quando recebe espaço. Depois de cinco temporadas no Paulistano, o ala-armador de 28 anos de idade assumiu protagonismo no São José,e vem apresentando médias de 16,4 pontos e 2,8 rebotes em 29,9 minutos por exibição.

Por fim, Ronald, de 24 anos de idade, é um jovem pivô que conseguiu absorver os ensinamentos dos veteranos que o Brasília tem e que passaram pelo time nos últimos anos. Com 14,2 pontos e 6,1 rebotes em 24,9 minutos por exibição, se tornou uma importante presença interna para a equipe da capital.

Se no NBB Mundo somente o ala-armador Corderro Bennett, que faz sua primeira temporada no Brasil, fugiria do óbvio, na equipe nacional pode ser importante dar espaço para caras novas. Afinal, a liga faz parte do processo de renovação que cobramos para a Seleção e para a modalidade no país.



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