Diário de viagem: Joguei no Pedrocão



Dizem que todo jornalista esportivo é um atleta frustrado. Claro que trata-se de uma generalização simplista como qualquer outra, mas, no meu caso, é verdade. Antes de querer ser qualquer coisa na vida, eu quis ser jogador de basquete. A primeira atividade extracurricular que fiz na vida foi a escolinha da modalidade no Colégio São Domingos – no qual estudei do maternal até o terceiro colegial – ministrada pelo professor Ricardo Francisco, quem me fez gostar do esporte.

Pois bem: a falta de aptidão, tanto física quanto técnica, tratou de deixar meu sonho a cada dia mais distante. Depois de jogar basquete no time do colegial do São Domingos, conhecido como Fênix, cursei jornalismo na Universidade Presbiteriana Mackenzie entre 2007 e 2010. Fiz estágio no Núcleo Poliesportivo do LANCE! entre 2010 e 2011 e, em 2013, retornei à empresa como editor do site.

O basquete, claro, nunca saiu da minha vida. Me tornei assinante do League Pass da NBA para acompanhar cada vez mais de perto a liga e, principalmente, o San Antonio Spurs, time para qual dedico parte do meu tempo na produção de um blog específico. Comecei a tomar cada vez mais gosto pelo ascendente NBB. As peladas em parques e praças sempre estiveram presentes.

Uma união de todos esses fatores me fez realizar parte do meu sonho nesta quinta-feira. Convidado pela Liga Nacional de Basquete para cobrir o fim de semana do Jogo das Estrelas pelo LANCE! em Franca, tive a oportunidade de participar do festivo jogo da imprensa. No Pedrocão, um dos templos da modalidade no país.

Eu nem sequer havia pisado neste belo ginásio em meus 27 anos de vida. Um crime para um brasileiro que se diz basqueteiro. A sensação de adentrá-lo pelos vestiários, como atleta, foi inesquecível. Me ajudou a ter o gostinho de realizar parte do meu sonho de infância.

Eu no Pedrocão: lembrança para sempre

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