Brasileiros da NBA têm desgaste reduzido



Claro que ninguém vai festejar ao ver que, dos nove brasileiros que estão hoje na NBA, somente o surpreendente Raulzinho tem uma vaga de titular no seu Utah Jazz. Mas a notícia pode não ser tão ruim quanto parece. Isso porque, com o tempo de quadra reduzido, os jogadores – em especialmente os mais experientes – devem chegar inteiros na Seleção rumo à Olimpíada.

Os casos mais expressivos da tendência são Tiago Splitter e Nenê. O primeiro foi trocado do San Antonio Spurs, equipe em que era o pivô titular, para o Atlanta Hawks, time em que tem visto Paul Millsap e Al Horford formarem a dupla de garrafão. O segundo, por sua vez, segue no Washington Wizards, que, em busca de uma formação mais levo, tirou-o da função de ala-pivô do quinteto titular para torná-lo pivô da segunda unidade.

Os dois parecem ser, nesse momento, os únicos com chance de virarem titulares. Em relação ao Hawks, há quem defenda um quinteto com Millsap na 3, Horford na 4 e Splitter na 5. E o Wizards parece sofrer na defesa sem Nenê.

Enquanto isso, em relação aos demais jogadores mais experientes, a função deles parece bem clara. Anderson Varejão luta por minutos no Cleveland Cavaliers em um garrafão que contou com as voltas de Kevin Love, recuperado de lesão, e Tristan Thompson, que renovou seu contrato. Leandrinho é um dos reservas do profundo elenco do Golden State Warriors, atual campeão da NBA. Por fim, Marcelinho Huertas chegou mesmo para ser reserva dos jovens armadores D’Angelo Russell e Jordan Clarkson em um Los Angeles Lakers que olha mais para o futuro do que para o presente.

Bruno Caboclo e Lucas Bebê, do Toronto Raptors, e Cristiano Felício, do Chicago Bulls, têm pouco espaço, como esperado. A boa notícia é que todos devem estar inteiros para quando a Seleção precisar.



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