Brasil 0 (4) x (3) 0 Paraguai



1 – No primeiro momento do Brasil, com três minutos, Everton, Daniel Alves e Firmino mostraram o que seria necessário para vencer um Paraguai determinado a esperar. Movimento e velocidade na articulação. A finalização do jogador do Liverpool não foi tão boa quanto ele gostaria.

2 – Não é verdade que “o gramado ruim é ruim para os dois”. É pior, por óbvio, para quem tem a bola por mais tempo e a obrigação de construir o caminho até o gol. E é um aliado para quem trabalha no sentido oposto, destruindo.

3 – E apesar dos esforços nos últimos dias, o gramado da Arena do Grêmio não está à altura. Não apenas da Copa América, mas do futebol brasileiro. O problema é crônico.

4 – Outra chance para Firmino, após desarme brasileiro próximo à área. Ao ser acionado por Coutinho e dominar, ele foi bloqueado por Gustavo Gómez antes de bater.

5 – O Brasil tinha a bola e o controle, mas não teve nada que se aproximasse da oportunidade de Derlis González. Arzamendia o encontrou na área, livre de marcação. O gol não saiu porque Alisson fez seu trabalho.

6 – Tite inverteu Gabriel Jesus e Everton de lado. A seleção tem uma tendência natural a ser ofensiva pela direita, pela presença de Daniel Alves. A questão é se Everton, o atacante brasileiro em melhor momento, se sente à vontade para causar danos por ali.

7 – Encontro difícil. O Paraguai marcava individualmente com abnegação e o árbitro parecia admirar o jogo faltoso. Além dos problemas para atacar, o Brasil era travado nos eventuais contragolpes. As coisas iam bem ao gosto paraguaio quando a partida chegou ao intervalo.

8 – A saída de Filipe Luís, substituído por Alex Sandro, piorou o quadro. Filipe atuava como articulador por dentro, acertando passes no gramado problemático do estádio gremista.

9 – Pênalti marcado, Balbuena em Firmino. Dentro ou fora da área? O VAR mostrou que foi fora, e por isso o zagueiro paraguaio foi expulso por impedir uma jogada clara de gol. Fosse pênalti, não haveria cartão vermelho. Brasil em vantagem numérica aos 14 minutos.

10 – Teste duplo: da capacidade de sacrifício dos paraguaios e do poder ofensivo da seleção brasileira. Jogo convertido em um exercício de ataque contra defesa durante algo mais do que meia hora.

11 – Willian em campo, no lugar de Allan. Tite ordenou um assalto à área paraguaia com Willian e Everton abertos, Gabriel Jesus e Firmino quase dentro do gol. O público pedia pressa na Arena, enquanto o relógio trazia a ameaça dos pênaltis.

12 – Gol perdido por Jesus, após lance individual de Everton pela esquerda. Notável como o gremista desequilibra no um contra um.

13 – Aos 39 minutos, Lucas Paquetá estreou na Copa América, no lugar de Daniel Alves. Brasil em modo de ataque total.

14 – Drama. Bola na trave em chute de Willian, segundos antes de subir a placa anunciando 7 minutos de acréscimo em Porto Alegre.

15 – Fim. O Paraguai comemora: PÊNALTIS. Hora de Alisson e Gatito.

16 – Gustavo Gómez (grande atuação): ALISSON.

Willian: gol.

Almirón: gol.

Marquinhos: gol (Gatito tocou na bola).

Valdez: gol.

Coutinho: gol.

Rojas: gol.

Firmino: FORA.

Derlis: FORA.

Jesus: GOL. Brasil nas semifinais.



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