Venezuela 0 x 2 Brasil



1 – Uma cortesia do goleiro Hernández para Gabriel Jesus deu a vantagem ao Brasil logo aos 7 minutos. Passe que saiu da área pelo meio, risco máximo que o atacante do Palmeiras transformou em um categórico toque por cobertura. 

2 – O gol precoce parece ser um hábito deste Brasil: Miranda no primeiro minuto contra a Colômbia, Neymar aos 10 contra a Bolívia e Gabriel Jesus contra a Venezuela. 

3 – O jogo coletivo do Brasil chegava fácil ao ataque, setor do campo em que o time se instalava com autoridade, acionando preferencialmente, no início, Willian pelo lado direito. 

4 – Combinada com o empate uruguaio na Colômbia, a vitória parcial do Brasil significava a liderança das Eliminatórias. O jogo controlado em Mérida deu a impressão de satisfazer a Seleção, que perdeu um pouco da intensidade das atuações anteriores.

5 – O primeiro tempo foi um convite a comparações do Brasil com o próprio Brasil. É tentador concluir que o desempenho contra times mais fortes do que a Venezuela deveria ser repetido, embora o futebol não funcione assim. Faltou ritmo ofensivo, sem dúvida. 

6 – O placar passou a ser mais condizente com o que se esperava quando Willian completou um cruzamento de Renato Augusto, que atravessou a área e encontrou o meia do Chelsea na segunda trave. Ótima finalização cruzada, na rede lateral: 2 x 0.

7 – A Venezuela entrou em modo kamikaze ao se lançar à frente e oferecer campo para os velozes atacantes brasileiros. Phillippe Coutinho criou o terceiro gol para Paulinho, chegando à área como opção. O chute facilitou a defesa de Hernández. 

8 – Pouco depois de Willian atravessar uma placa de publicidade, correndo o risco de se machucar (aliás, como ainda existem placas ao redor do campo que podem ferir jogadores?), os refletores do estádio Metropolitano de Mérida se apagaram. Jogo paralisado aos 28 minutos do segundo tempo.

9 – No recomeço, uma bonita defesa de Alisson, impedindo um gol de cabeça de Rondón, foi a única ocasião de destaque. 

10 – A quarta vitória seguida levou a Seleção Brasileira ao primeiro lugar na classificação das Eliminatórias Sul-Americanas, um salto de cinco posições desde a troca de comissão técnica. Diferentemente dos três jogos anteriores, em Mérida o Brasil foi competente, sóbrio, sem ser brilhante. 



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