No LANCE! de hoje 



E NADA MUDOU

1 – Não houve o que se convencionou chamar de “período de estudos” no Allianz Parque. Palmeiras e Flamengo logo tentaram causar estragos do jeito que preferem. Os líderes, ocupando o campo de ataque e fazendo a bola chegar. Os vice-líderes, conduzindo-a em movimentos ordenados. Ninguém teve sucesso.

2 – Pouco jogo em meia hora. Baixo índice de bola em movimento, finalizações defeituosas e nenhum perigo. O apito não saiu da boca do árbitro André Luiz de Freitas Castro, que interpretou todo contato como falta.

3 – Dois cartões amarelos para Márcio Araújo excluíram o volante do Flamengo do jogo. O primeiro foi merecido e, ao fazer a falta que lhe valeu o segundo, ele já sabia que seria expulso. Em inferioridade numérica antes do intervalo, a noite se complicou para os visitantes.

4 – Surpreendente escolha de Zé Ricardo, ao retirar Diego para a entrada de Cuéllar.

5 – O grito de gol palmeirense estava preparado quando Gabriel Jesus tomou a bola de Réver e armou o chute. Extraordinária defesa de Muralha.

6 – Cuca voltou do vestiário com um atacante (Barrios) no lugar do volante (Gabriel) que marcava Diego. A posse do Palmeiras naturalmente aumentou, mas sem as ideias necessárias para aproveitar o jogador a mais. Apenas dois momentos com Gabriel Jesus.

7 – Logo após ser chamado por Zé Ricardo para dar ao Flamengo um pouco mais de jogo, Alan Patrick foi acionado por Everton e tirou o ar do Allianz Parque. O Flamengo vencia e ameaçava tomar a liderança em pleno estádio palmeirense.

8 – O Palmeiras não conseguia conferir clareza à disposição para empatar. Faltava organização ofensiva e sobrava espaço para contragolpe do Flamengo. Desmarcado para dominar a bola que saiu da área, Gabriel Jesus solucionou o problema: o chute colocado passou por Muralha, tocou na trave e entrou.

9 – O empate não alterou a classificação. O Palmeiras lamenta.

SUMIÇO

O deputado federal Marcelo Aro (PHS-MG), que bajulou Eduardo Cunha com o título de cidadão honorário de Belo Horizonte, faltou à sessão da Câmara Federal que lhe cassou o mandato, na segunda-feira. A conduta de Aro é compatível com sua atuação como diretor de Transparência e Ética – um cargo cuja existência ainda não foi explicada – da CBF: ausente.

PRESENÇA

Excelente começo de temporada de Fernandinho, do Manchester City. Atua à frente dos zagueiros, distribuindo o jogo, mas também se molda a duas outras funções, como aconteceu no recente clássico da cidade. Fernandinho ainda tem força para cobrir uma grande extensão do campo, tornando-se um jogador importante para o sistema do técnico Pep Guardiola.

(publicada em 15/9/2016, no LANCE!)



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