UM ÓTIMO 2016…



… a todos. 

Férias. O blog retornará ao ritmo normal na última semana de janeiro. Até lá, descanso. 

Como sempre digo, é verdadeiramente um privilégio que este espaço exista e que aqui possamos nos encontrar. O tempo faz com que tomemos as coisas como garantidas e deixemos de ter a noção de que basta uma alteração conjuntural para que tudo mude.

Nos últimos meses, blogs foram encerrados, empregos desapareceram e a profissão sentiu o baque de uma crise econômica agravada pela crise existencial que já se prolonga, apresentando cada vez mais desafios. 

Sinto-me agradecido por poder continuar a escrever no Lance! e no Lancenet!, sempre renovando o compromisso de merecer a leitura de quem se interessa pelos temas que normalmente escolho. 

Desejo a todos uma passagem de ano tranquila e um excelente 2016. 

Muito obrigado por serem leitores. 

Um abraço. 



  • Anna

    Feliz Ano Novo, André. Até o Superbowl! Grande abraço, Anna.

  • José Henrique

    Um excelente 2016 para você André, e me desculpe se algumas opiniões que expressei aqui não tenham sido adequadas. Como corinthiano, e principalmente torcedor, nós falamos com o coração, enquanto o jornalista tem que manter uma postura profissional. Se, a profissão sentiu o baque de uma crise econômica e você se mantem, é sinal que a linha de postura que você escolheu é a mais correta. O jornalismo reativo tem cansado os leitores e perdido espaço, o que é ótimo. Até 2016.

  • Fabio

    Parabéns pela continuidade e feliz 2016.
    Mais Gêlo em 2016 ?
    rsrsr….

  • João Henrique Levada

    Feliz 2016, André.

    Até logo e um forte abraço.

  • Vicente Alves

    Saudações. Timao Made in China ? Os clubes esportivos nacionais estão de mãos atadas em sua maior fonte de renda : a formação de atletas. Com a limitação temporal estatal de cinco anos para a duração de contratos, conforme artigos 29 e 30 da Lei Pele, 9.615 / 98, os clubes não podem negociar com atletas os riscos e custos inerente a fundamental atividade, por meio de contratos de prazos mais longos, protegendo suas estratégicas receitas na formação de talentos. Não há como clube esportivo ser sociedade empresarial, se alijado de sua principal fonte de renda , a formação de atletas. E … quando as condições são adversas, e os impostos muito altos, o empresariado, se possível, internacionaliza sua produção. Ou alguém acha que os chineses vão chorar se , novamente, técnicos e jogadores falarem que estão “trabalhando por amor ?”. Pela remoção do limite temporal estatal de cinco anos para os contratos entre clubes e atletas.

    • José Henrique

      Parabéns pelo comentário acertando no fígado do problema. A grande questão para modificar isso é conseguir que os defensores da Lei Pelé, reconheçam que erraram feio. Hoje temos clubes falidos e empresários intermediários ricos. Não adianta se defenderem dizendo ” má gestão” ” amadorismo”, etc. tudo isso realmente existe, mas nada se compara ao dano causado ao futebol com a transferência de recursos dos caixas dos clubes para o bolso de pessoas físicas e empresas financeiras e até supermercados. Um absurdo. Esperar que o orgulho desse pessoal desapareça é uma utopia.

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