PRESENÇA



Um rápido comentário sobre a vitória do Corinthians (2 x 1 no Danubio: Guerrero, Felipe e Barreto) no Uruguai. 

Foi precisamente no momento mais complicado do jogo que o time de Tite elevou seu nível e se impôs na casa de um adversário, sim, bastante inferior. 

O Danubio era mais perigoso no início do segundo tempo, com a típica agressividade de mandante que dura alguns minutos. O pênalti em Elias deu ao Corinthians a chance de ficar em vantagem quando era mais pressionado. Renato Augusto bateu porque o primeiro cobrador, Fábio Santos, não estava em campo. 

Nesta situação, a decisão sobre o batedor normalmente é de Tite. Dois ou três jogadores estão preparados para a tarefa, à espera de uma ordem do técnico. Apesar das condições abaixo das ideais de Renato Augusto, a opção por ele foi correta pois a lesão no tendão não compromete a estabilidade ou o movimento do chute. Renato, simplesmente, errou. 

Paolo Guerrero poderia ter batido e aberto o placar, como se deu sete minutos após o pênalti, em jogada com Fágner pelo lado direito. 

O que Fábio Santos não pôde fazer por estar em recuperação de cirurgia, Guerrero fez no jogo em que voltou de suspensão. Mas o mais importante foi a postura do Corinthians logo depois que a bola chutada por Renato Augusto passou por cima do travessão: em vez de entrar em modo de proteção de um empate que não seria de todo ruim, intensificou a procura da vitória que manteve a campanha perfeita na fase de grupos da Copa Libertadores. 

Não se pode perder de vista, porém, que o Danubio é  um time frágil e o Corinthians que venceu o São Paulo na abertura do torneio ainda não voltou a se apresentar. 



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