O GOL, ESSE DETALHE



Você deve ter visto que aconteceu um gol do Goiás no jogo contra o Santos, ontem à noite no Pacaembu.

Se não viu, está aqui.

É um descalabro, um acinte, uma provocação.

A bola entrou MUITO e o árbitro assistente ao lado do gol estava “bem posicionado” para que a trave não obstruísse sua visão.

É inaceitável que um gol deste tamanho não tenha sido validado em um jogo do principal campeonato de futebol do Brasil.

O principal campeonato de futebol do país da Copa do Mundo.

A propósito: você sabe onde estão os equipamentos de tecnologia de linha do gol que foram utilizados nos estádios da Copa?

Estão aqui no Brasil, amontoados em algum lugar, juntando pó.

A FIFA não os levou embora.

A justificativa para não serem usados no futebol brasileiro é o custo (já escrevemos sobre o tema aqui, após um gol do Vasco que foi ignorado em um clássico no Maracanã).

É caro?

Quanto custaram os relógios Parmigiani que a CBF deu de presente para dirigentes internacionais, contrariando as normas da comissão de ética da FIFA (confesso minha permanente dificuldade para juntar essas últimas cinco palavras)?

De acordo com a própria CBF (devemos acreditar?), os mimos totalizaram R$ 1.300.000,00. E foi só um presentinho, uma gentileza. De onde saiu o dinheiro para o brinde tem muito mais. Mas MUITO mais.

De modo que a explicação orçamentária não vai colar.

Vergonha, descaso, absurdo.

E você que a essa altura está dizendo que o gol não fez diferença nenhuma no jogo, pois o placar já estava 2 x 0 para o Santos, pense que o Goiás pode ser rebaixado por saldo de gols.



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