RELEITURA



Minha coluna no Lance! de hoje recupera o trecho em que a jornalista Daniela Pinheiro, em primoroso perfil de Ricardo Teixeira publicado na revista Piauí, descreve a cena em uma mesa de cartolas sul-americanos em um restaurante de Zurique.

Com a morte de Julio Grondona, a mesa ficou vazia.

O monarca do futebol argentino era o último remanescente de acajus em atividade, e no poder, tanto em seu país como na FIFA.

Ricardo Teixeira e Nicolás Leoz, os outros dois comensais daquela noite de verão na Suíça, exilaram-se nos últimos dois anos envolvidos em problemas de saúde e honestidade.

Mas, claro, deixaram “herdeiros” dignos.

A cadeira de Teixeira no Comitê Executivo da FIFA está ocupada desde 2012 por Marco Polo Marin (ou José Maria Del Nero, como queira), legítimo representante da linhagem dos acajus, figura híbrida que acumula as funções de atual, ex e futuro presidente da CBF.

O futebol brasileiro continua guiado pela tintura e pelo ambiente descrito magistralmente por Daniela Pinheiro.

O perfil, feito em julho de 2011, é um texto clássico.

Aqui, um post que fiz à época, com os “melhores momentos”.

Vale a pena ler de novo.



MaisRecentes

Desconforto



Continue Lendo

Irmãos



Continue Lendo

Na mesa



Continue Lendo