COLUNA DOMINICAL



(publicada ontem, no Lance!)

O BANCO E A BANCA

Entre as pessoas que comandam o Palmeiras atualmente, há um consenso de que a pior administração da história do clube foi a de Arnaldo Tirone, antecessor de Paulo Nobre e pai do segundo rebaixamento no Campeonato Brasileiro. Na lista das gestões catastróficas, de acordo com as mesmas opiniões, o segundo lugar não é ocupado por Mustafá Contursi, mas por Luiz Gonzaga Belluzzo.

Diferentemente de Contursi, Belluzzo não levou o Palmeiras à Série B. Seu pecado teria sido o agravamento das finanças do clube, em nome da montagem do time que esteve próximo de ser campeão brasileiro em 2009. Aquela foi a última temporada em que o Palmeiras disputou a principal competição do calendário nacional com chances de conquistá-la. Iniciou o campeonato com Vanderlei Luxemburgo, teve Jorginho como interino por um mês, e encerrou sob o comando de Muricy Ramalho.

Belluzzo operou com ousadia e não economizou recursos – exatamente o que se cobra de Nobre, hoje – para construir e manter um elenco “compatível com os objetivos do Palmeiras”. Recusou-se a negociar Diego Souza (entre outros) quando o futebol europeu bateu à porta no meio da temporada. Repatriou Vágner Love quando um atacante como ele era visto como a peça que faltava. O Palmeiras liderou o Brasileirão até a trigésima-terceira rodada, antes de sofrer um colapso atribuído a lesões, arbitragens danosas e falta de sorte.

Mas pelo menos um jogador titular daquele time tem outra explicação para a queda que pôs a perder até uma vaga na Copa Libertadores: o grande erro foi a mudança na forma de atuar, após a transição de Jorginho para Muricy, quando o título passou a ser mais importante do que os mecanismos que o tornavam possível. O time se supervalorizou e deixou de jogar com a mentalidade trabalhadora que o caracterizava.

O ex-jogador se recorda de conversas com a comissão técnica no sentido de recuperar o sistema conservador – defesa e a exploração do erro do oponente – que obteve sucesso durante o período de Jorginho. Foi voto vencido, enquanto se falava em sacramentar a conquista com rodadas de antecedência e planejar o ano seguinte. Ele morrerá convencido de que o final seria diferente se todos tivessem se mantido com os pés em contato com o solo.

Jamais se saberá o que teria acontecido, mas é evidente que um título em 2009 teria alterado o destino do Palmeiras. Talvez o clube seguisse no perigoso caminho de gastar o que não tem, ou pudesse se ajustar financeiramente em um ambiente mais tranquilo. Fato é que a qualidade do elenco sofreu a cada ano, assim como suas possibilidades.

O que não mudou foi o pensamento que evoca as gloriosas tradições palmeirenses, independentemente do material que se tem em mãos. Na noite em que o Palmeiras levantou a Copa do Brasil de 2012, Tirone declarou que o troféu era uma comprovação de que o elenco – que terminaria o ano rebaixado – era de “alto nível”. É o mesmo tipo de exagero que levou Paulo Nobre a concluir que Gilson Kleina não está à altura do time atual.

Na visão do titular em 2009, o erro fatal foi “deixar de jogar fechadinho, esperando”. A mensagem não envelheceu. A alternativa a ela é quebrar a banca, decisão pela qual Belluzzo é criticado até hoje.

ATAQUE

Jérôme Valcke declarou que “o Brasil não é a Alemanha”, mas esqueceu de dizer que foi exatamente por isso que a Copa do Mundo não veio diretamente da Europa à América do Sul. A escala na África foi uma aclimatação necessária para evitar sobressaltos, ainda que não haja garantias de que será bem sucedida. A impressão é de que não.

DEFESA

Aldo Rebelo declarou que os ingleses correrão menos riscos no Brasil do que no Iraque, onde praticaram guerras. Mas esqueceu de conferir os números da ONU, que mostram mais homicídios aqui do que lá. O ministro está se especializando em frases bizarras.



  • Ricardo

    Caro André

    Achei bacana ler um texto seu sobre a gloriosa e (logo mais) centenária Sociedade Esportiva Palmeiras, meu primeiro e grande amor!

    Acho que 2009 já ficou para trás, mas a SEP é certamente um dos clubes que mais sofre por conta de gestões danosas a suas tradições e a seus fanáticos milhòes de torcedores.

    Quanto a gestào atual, entre erros e acertos, em minha opinião Paulo Nobre vinha bem, até cometer o equívoco de perder o jogador-referência do time Alan Kardec, longe de ser um craque, mas um 9 trabalhador com boa presença de área, que faz bem o pivô, cabeceia bem, bate penaltis e abre as defesas adversárias.

    Ele “perdeu” não apenas um bom jogador do time atual, mas também a confiança de parte da torcida e a esperança de que neste Brasileiro com alguns ajustes na espinha dorsal Prass-Lucio-Wesley-B.Cesar-Valdivia-Kardec o time poderia ter ambições maiores neste Campeonato.

    Quanto a Kleina, para mim em 20 meses não mostrou que tem trabalho para estar á frente da SEP. Treinador novato, não deu padrào tático a equipe, foi eliminado em 2 Paulistas, 1 Sul-americana, 1 Libertadores e 1 Copa do Brasil. Ainda falta muito para GK estar á frente da CT de um grande clube. Essa decisão achei acertada, mas…

    ….A realidade do mercado de treinadores é cruel, a começar pelo terrível e lamentável W.Luxemburgo, que um dia (muito longínquo) já realizou grandes trabalhos. Dorival Jr. é mediano, Ney Franco não inspira suspiros, Doriva ainda é um novato, enfim, nomes “maiores” exigiriam um investimento que hoje talvez o clube não possa (e não deva) fazer.

    O que nos resta é que PN cometa menos erros, que tenhamos um comandante que “acerte a mão”, que venham jogadores “que honrem a camisa” e que logo mais joguemos na Arena mais espetacular da América Latina ( e uma das mais espetaculares do mundo!!), Allianz Parque.

    Avanti Verdão!!!

    • Gilson

      Data vênia, Kardec também é coisa do passado. O Henrique chegou e mostrou que o problema do Palmeiras não é na frente e sim nas laterais. Tanto Wendel como Juninho sempre comprometem todo um trabalho. Quanto aos acertos e erros do Paulo Nobre é inegável que são mais acertos do que erros. Maior acerto… não fazer graça com o dinheiro do Clube. Maior erro… Patrocínio Master.

      Gilson

  • Thiago Mariz

    Recordo-me muito do seu pai, efusivamente celebrando Belluzzo como a personificação do gestor moderno no futebol brasileiro. Até que ele começou a gerir. Lembro-me até de algumas críticas do Kfouri pai à gestão, mas não de um mea culpa, assumir o erro da sua previsão. O mesmo ocorreu com Eurico Miranda. Não seu pai, mas o tom das críticas a ele são bem menores que a Roberto Dinamite, cuja eleição foi comemorada e o comportamento similar a Seu antecessor, via de regra, é mencionado em nota de rodapé para parecer jornalismo imparcial.

    Sem nenhum desrespeito da minha parte, foi a primeira coluna que li e não compreendi muito bem. A lembrança da gestão de Belluzzo, da forma como você expõe, é favorável a ele (visivelmente na ilustração no caso de Diego Souza), mas sem se explicitar, ou cairia em contradição óbvia ao criticar os que usam dois pesos e duas medidas com Belluzzo tendo dois pesos e duas medidas você mesmo (já que você é defensor da gestão responsável financeiramente falando).

    Disso decorre a confusão em mim. Pode ser que você não quisesse parecer favorável a gestão, aí a confusão se deveu a ausência de posicionamento seu. Os motivos que o levaram a isso não cabem a mim saber e talvez nem a você expor publicamente.

    Porém, pareceu-me uma coluna dialogando com essa tentativa de justificar o injustificável na gestão de Belluzzo.

    • Rodrigo-CPQ

      Thiago, você quis dizer que as críticas ao Eurico são maiores ou menores que às dirigidas ao Dinamite? Confesso que fiquei confuso. Quanto aos elogios do JK ao Beluzzo, me lembro bem.
      Sobre o texto do AK, entendi que a crítica ao Beluzzo foi referente à gastança. No caso específico do Kleber, AK diz que Beluzzo não aceitou propostas da Europa para mantê-lo no elenco, quando poderia diminuir um tanto o rombo financeiro concretizando a negociação. É mais ou menos assim: exigem hoje do Nobre a mesma postura adotada pelo Beluzzo tempos atrás: abrir os cofres e manter/contratar jogadores, o que percebemos que foi uma conduta bem… digamos… “devastadora” para o clube.
      Aaaaaacho que é isso… inté!

      • Thiago Mariz

        Quis dizer que as críticas a Eurico são maiores que a Dinamite.

    • vanderlei patricio

      Acho até muito bonito, a atenção que você e outros deram a publicação do AK, mas eu acho que ele como corintianoque é, deveria se ater aos problemas (que não são poucos) do time dele. O VERDAO sabe caminhar sozinho e tenho certeza que encontrará o rumo perdido.

      AK: Vejam, um ombudsman.

      • Rodrigo-CPQ

        Aí, se você publica uma coluna do Corinthians a cada “sete meses e trinta e dois dias”, o cara vem falar que você só escreve sobre o “Curintia”… meu Deus…

      • Klaus

        Ombudsman? Ombudsman?! Como você ousa brincar com a memória de tão nobre torcedor do São Paulo da década de 1940 que assistiu a todos os 141 gols de Leônidas da Silva pelo Tricolor, inclusive o derradeiro, em 4 de janeiro de 1950, seis meses e 20 dias antes da primeira Copa no Brasil?!! Armelino Donizetti Bellini Ombudsman Pompeu de Ceni Santana da Silva influenciou muitos futuros craques, especialmente no nome, e merece mais respeito de vocês jornalistas…

        Pronto, agora temos comentários de mesmo nível para todo o Trio de Ferro.

        Um abraço e boa sorte, André.

  • walter

    Engraçado, tem coisas que só acontecem no Palmeiras.

    O Belluzo, foi o único, que teve um pensamento grande, e até hoje é falado como um péssimo presidente.

    Ao meu ver, ele foi o único que pensou como presidente de time grande, afinal ele ousou nas contratações, porém acertou-se em cheio com a torcida, baniu aquele pensamento do bom e barato, manteve um ótimo elenco, contratou uma ótima peça, e por muita má sorte, não deu muito certo.
    Fala-se na divida imensa que ele deixou, mais agora eu lhe pergunto, que time do Brasil não deve ?! E como se consegue receita no futebol ?
    Não é com títulos ? disputando grandes competições ? Com um elenco qualificado, voce chama o torcedor para os estádios, logo, gerando mais receita !

    O Nobre vai na contra mão disso, vive com discurso que não vai comprometer a folha salárial do elenco, porém, olha onde o Palmeiras esta. No ostracismo, sem empolgação, sem ter elenco, pensando pequeno, filosofia do bom e barato não da certo, o time não fatura,

    ACORDA PAULO NOBRE.

    Gozado que times como Grêmio, Santos, Atletico MG, Corintians, devem valores muito mais astronômico que o Palmeiras, e isso ninguém comenta, não é ?

    O Santos, mesmo com a venda de Neymar, Ganso, Diego, Robinho, tem uma divida estipulada em 190 milhões de reais !!!

    O Atletico mg, a tempos atrás era considerado um time inexpressivo, rebaixado, contratou, ousou, e veja aonde chegou, ao título da America !!!!!

    Teve um jogo que a torcida colocou 60 mil pessoas no mineiras, e pelo que me parecia o ingresso mais barato custou 150 reais,

    faça as contas, e veja o lucro que obteve em apenas um jogo, pagou o salário de muita gente por muito tempo.

    É foda, o PN, é um presidente covarde e medroso, mais que isso, falta para ele, malícia e inteligência.

    Malicia e inteligencia, que teve o Andres Sanches, por exemplo……

    Perdemos peças como Henrique e Kardec, e o discurso do começo do ano, era manter a base e fazer boas contratações.

    CADE ????????!!!!!!!

    Vejo tudo ao contrário, perdemos as melhores peças, não repomos a altura. e ainda somos obrigados a aturar jogadores como Wendel, Josimar, França, Mazinho…. que são de baixíssimo nível técnico, e pior é aturar jogadores como Paulo André e Victorino, que nunca jogaram!

    Favor a empresário ?! vai saber…

    como eu disse coisas que só acontecem no Palmeiras.

    • Luciano

      Ótimo comentário Walter! O PVC comentou na última semana que o Palmeiras foca em reduzir migalhas e não pensa no principal, que é RECEITA. O Palmeiras não tem patrocínio, vive em conflito com o WTORRE em vez de sentar na mesa e negociar e com este time dificilmente vai levar público ao estádio….pensamento pequeno, time pequeno….falta criatividade e ambição …

    • Mauro

      Concordo Walter.

      Não se esqueça que foi na gestão do Belluzo que finalmente o acordo para a Arena saiu. Antes dele era só muita falação e nd.

      Veja o nosso time hj com essa economia. Ano de centenário, time fraco, não arranja nem patrocínio. Impressionante isso.

      Não ver que um time bom, brigando por títulos é o que traz retorno. Tanto de premiações, patrocínio e torcida. Isso que é uma tremenda burrice.

  • Gustavo Esposte

    Sempre atribui a falha no Brasileirão de 2009 à vaidade de Belluzzo. Vaidade, sim, porque ele não precisava ter demitido o Luxemburgo naquela ocasião. Tudo o que o treinador fez foi questionar uma decisão que a diretoria tomou nas suas costas, tinha todo o direito de criticar. Talvez não publicamente, como aconteceu, mas uma multa seria suficiente, assim como viria a calhar quando Obina e Maurício se estapearam no gramado rodadas depois.

    Se o Belluzzo tivesse sido mais paciente e racional e menos vaidoso e impulsivo, Luxemburgo se acalmaria com a contratação de Love e todos comemoraríamos o nono título Brasileiro… sem contar que entraríamos fortes na disputa da Libertadores de 2010, com um elenco de ponta e um treinador ainda mais empolgado.

    Belluzzo assumiu o Palmeiras com o objetivo de melhorar o caixa do clube, teve uma mudança drástica de ideal e quase conseguiu garantir o que seria a maior alegria alviverde desse Século. O maior erro de Belluzzo depois de demitir Luxa, foi contratar Muricy, e assim eu temo que seja com Nobre ao contratar outro treinador. É fato que Kleina não tinha uma gestão semelhante à de Luxa, longe disso, mas devido às opções do mercado e às pequenas intrigas entre essas opções e as peças do elenco (Leandro com Luxa e Lúcio com Ney Franco), o que nos limita ainda mais.

    • Pirlo

      Na boa,
      Acho dificil o Luxemburgo ganhar mais qualquer coisa.
      Tem feito trabalhos horrorosos.
      Abs

  • Edson

    “É o mesmo tipo de exagero que levou Paulo Nobre a concluir que Gilson Kleina não está à altura do time atual.”

    Então seu André, me diga então o que o GK fez pra este time do Palmeiras? Me mostre?
    Você jornalistas são todos uns maria vai com as outras. Só porque o GK ganhou uma série B, exalta o trabalho dele ( além de ter perdido várias partidas, levou sufoco contra time de fazenda ). Você porque acaso assiste a todos os jogos do time? Tem idéia de quanto o cara não sabe cobrar, não sabe escalar, não tem visão, não tem padrão tático? Não, vocês às vezes assiste aos melhores momentos ( que na era do GK resumia-se a 02 ou 03 ataques ).
    Pare de falar bobagem. Investigue melhor e depois opine.

    AK: “Vocês jornalistas…”. Vejam o nível.

    • Leu

      Assino em baixo.

    • Mauro

      Concordo Edson

      É fácil comentar só olhando o resultado. Mas muitos jogos ganhamos na sorte ou tomamos um tremendo sufoco de time pequenos.

      Paulo Nobre até agora só fez de bom é colocar em dia o pagamento de salários e só. No resto vem sendo desastroso.

      Sem time, sem patrocínio no ano do centenário (impressionante), negociações estúpidas e por aí vai.

      André, quando vc for fazer um texto sobre o Palmeiras, estude um pouquinho mais do que se passa no clube e o descontentamento da torcida. Nós somos extremamente críticos, acompanhamos tudo como se fosse uma religião e falamos a mesma língua. Os erros são unanimidade entre nós e os acertos tb.

      O maior erro do Belluzo foi contratar o Muricy, perdemos o título ali, quando ele entrou e mudou o esquema para 3 zagueiros pq achava o time frágil, isso mesmo tendo o melhor ataque da competição e a liderança isolada.

      AK: “André, quando vc for fazer um texto sobre o Palmeiras, estude um pouquinho mais do que se passa no clube e o descontentamento da torcida”. É ou não é espetacular?

      • Mauro

        Se doeu né?

        Estude mais um pouco, depois conversamos.

        AK: Vejam o nível. Surpreende a alguém que ele não tenha compreendido uma vírgula?

      • Adriano

        É!

  • José Henrique

    A lamentar as críticas de ingleses ao Brasil. Eles, que não olham o próprio rabo, permitindo que dinheiro de russos ricos, fugidos daquele país, comprem livremente os seus passaportes naquele pais.
    Lembro que por aqui, vinha um jornalista inglês, diversas vezes, (não sei com dinheiro de quem), em televisões, rádios, jornais, criticar nosso país, coisa que caberia a nós exclusivamente, e nunca ví esse personagem dizer uma palavra sobre a lavagem desenfreada nos times de futebol de sua terra.
    O mesmo vale para esse Valke.
    E quanto aos alemães, devem ser muito burros mesmo. Onde já se viu lutarem tanto para levar outra copa para lá, “essa porcaria”, que só serve para “roubalheira”, “não deixa legado algum”,como constatamos nós,”iluminados” brasileiros?

    • RENATO77

      Os ingleses só viraram oposição à FIFA depois de perderem a corrida para sediar a copa de 2018.
      É a ética da conveniência.
      Abraço.

  • walter

    Luciano, você tocou em um assunto muito importante,
    Por que nós não temos um patrocínio Master na camisa ?

    Se estamos tão endividados, nos damos o luxo, de dispensar, 20…25 milhões anuais, que normalmente um patrocínio master rende ?
    Porque cargas d’água não temos um patrocínio ? me explique por favor Paulo Nobre.

    Olha, o PN, pode até ter boas intenções, é realmente muito Palmeirense, mais para ser presidente, infelizmente ele não serve, péssimo dos péssimos, deixa muito a desejar.

    Tem de ter a inteligencia de chamar a torcida junto com ele, empolgar, ter atitude, pro torcedor falar. AI SIM EU VI VANTAGEM.

    Mas não, má notícia atrás de ma notícia, perda de jogadores, sempre o mesmo discurso, e pouco trabalho eficiente. Vive difamando a marca Palmeiras dizendo que esta sem grana, (isso afasta bons jogadores)

    E o pior de tudo é.

    CONTINUAMOS ENDIVIDADOS !!!

    Se pelo menos, neste ano que passou, e neste que esta se passando, as dividas fossem diminuindo, eu ficava queto, mais só o que se vê,

    Palmeiras deve 50 milhões, palmeiras deve 70 milhões….. e hoje a nossa divida esta estipulada em 80 milhões, ou seja. continuamos endividado, e com um elenco fraco, sem treinador, sem patrocínio, sem ideia, dependendo de um jogador bichado que as vezes tem lampejos de craque (Valdívia) e que ganha 500 mil mês. É FODA!

    GUSTAVO ESPOSTE ! ÓTIMO COMENTÁRIO, acho que você conseguiu frisar corretamente o que nos afundou em 2009. Parabéns.

    • José Henrique

      Apenas palpite. São Paulo, Palmeiras e Santos, estão sem patrocínio. É evidente que as empresas recuaram por algum motivo.
      Atribuo em parte, às manifestações contra a Copa do Mundo, e muitos formadores de opinião, infelizmente darem muito mais destaque aos fatos negativos do futebol.
      Não raro ler, opiniões que apontam e exageram o descrédito do torcedor.
      Também em parte esse recuo das empresas, pode ser creditado ao momento político do país, e a infeliz mistura de politica e futebol.
      O dano que está sendo feito aos clubes me parece irreversível, a continuarmos nessa linha.
      Comentários recorrentes sobre “entrega de jogos”, “violência”, infelizmente tem a preferência de grande parte da crônica esportiva, em razão da busca por audiência.
      Raros jornalistas observadores técnicos, e com entendimento razoável sobre o que se passa no gramado, hoje quase assunto secundário em qualquer discussão sobre futebol.

      • Juliano

        José, numa boa hoje, vamos lá:
        Você dá muita importância aos “formadores de opinião” (para usar as suas palavras). Acho muito difícil atribuir “a eles” este peso.
        Agora, o momento político, econômico, sim, pode ser. Mais que isso: vou tomar o exemplo do Santos, sem patrocínio master desde a saída de Neymar, não foi capaz de atrair um patrocinador nas cifras estipuladas pela diretoria e se julgou grande demais para fechar valores menores. Preferiu “dois voando” do que “um na mão”. Eu atribuo à incompetência das diretorias dos clubes de futebol, não aos formadores de opinião. Os clubes não são capazes de gerar receita, por incompetência – pra não dizer outra coisa leviana. O mico de ficar 2 anos sem patrocínio (e contando) não é o único, pois erram também em outras áreas (formação do elenco, cifras pagas, vide o recente exemplo do Damião, que recebe um salário exorbitante pro seu futebol minúsculo e todo o esquemão envolvendo a Doyen). É isso que está falando com o futebol do país, diretorias incompetentes nos clubes.

        Hoje apenas clubes com grande torcida não têm dificuldade em fechar com patrocínio master justamente por este motivo, o retorno é mais seguro com visibilidade em clubes de massa do que em clubes com torcida menor e, agora, sem nenhum jogador especial. Ainda assim o Flamengo passou por dificuldades para acertar seu último patrocinador.

        Pondero que, sim, a violência pode afugentar patrocinadores (o caso recente KIA x Vasco ilustra isso), mas toda a violência DEVE ser relatada, por todos os veículos, para que um dia possamos acabar com ela. Não é o comentário que é recorrente, é a violência que é recorrente. A culpa é de quem a pratica, não de quem a reporta. Isso não é questão de “preferencia da grande parte da crônica esportiva”, isso é questão de JORNALISMO. Sinceramente, quando vc escreve essas coisas, parece o discurso do Pelé sobre manifestações e Copa do mundo, parece coisa de quem vive em outro mundo.

        “Entregas de jogos” não vale a pena discutir, porque é especulação.

        Se o que se passa no gramado é secundário, não é culpa de jornalista e comentarista, é culpa dos envolvidos que não conseguem tratar decentemente do seu produto, deixando que problemas como violência, ou problemas jurídicos (caso Portuguesa, por exemplo) tomem os holofotes, por pura incompetência dos envolvidos em organizar o que deveria ser o melhor produto esportivo produzido no país. Não te parece claro isso? A sua mira está apontada pro lado errado, parece uma fixação por este alvo.

        • José Henrique

          Juliano, penso sim que empresas estão com grande preocupação de vincular suas marcas a clubes de futebol.
          Afinal o que a gente lê, é o que você acabou de escrever: “Incompetência de dirigentes”, “culpa deles serem incapazes de gerar receitas”.
          Isso é verdade em parte.
          Os formadores de opinião que você defende, preferem essa linha realmente.
          No entanto, esses mesmos formadores não batem no prego certo. Porque não sei.
          A legislação atual, sacramentou o enriquecimento de pessoas físicas, e empresas, hoje donos dos direitos de todos os jogadores, e deixou para os clubes todo o ônus, como pagamento de todos os direitos trabalhistas, enfim, barriga de aluguel de uma mercadoria que não é sua no final.
          Raros são os casos em que o clube fica com uma fatia maior do que investiu em um atleta.
          É fato notório que garotos muito jovens, já são fatiados em diversos donos, tudo isso com a permissividade da lei vigente.
          Isso leva pessoas físicas, (investidores, agentes, procuradores, sei lá mais o que) a terem mais recursos do que muitos clubes, alguns em processo lento de falência.
          No entanto, apesar disso, vemos a nossa imprensa esportiva não bater firme nesses “chupins” do futebol. Prefere acusar um dirigente, talvez um apaixonado, e impotente ante esse status quo.
          Desfila limpo e puro, um agente desses, embolsando boladas em comissões, enquanto o clube recebe algum troco, em uma venda.
          Bom, se é isso que se pretende para o futebol, clubes pobres endividados, e aproveitadores com os bolsos cheios, então, que deixe tudo como está mesmo.
          Veja por exemplo o nosso STJD, um torcedor briga no estádio, o que faz esse órgão?
          Pune o clube, com portões fechados, perda de mandos, ou seja, prefere ensaboadamente aplicar penas financeiras onerando o clube. E coitado do dirigente é “incompetente porque não conseguiu impedir a briga em seu estádio”
          Quer coisa mais idiota do que essa? E tem formadores de opinião que endossam descaradamente essa medida dita “profilática”.
          Eu como empresário, vou patrocinar um clube, ou colocar um placa, em estádio fechado, com meu patrocínio na camisa exibido para moscas?
          Erro crasso. Estamos falando em mediocridade.
          Esperava um jornalismo esportivo mais participativo e interessado em promover os clubes de futebol e seus interesses.
          No entanto o que a gente vê, em alguns casos é o contrário. Prejudicando os interesses de clubes.

          AK: “Esperava um jornalismo esportivo mais participativo e interessado em promover os clubes de futebol e seus interesses”. Equívoco grave de expectativa, que ajuda a explicar confusões de conceito.

          • Juliano

            José, quando acompanho determinadas mídias, o faço por concordar com sua filosofia editorial. Quando os que escolhi ver/ler/ouvir relatando os problemas do nosso futebol, ENTENDO que o façam na melhor das intenções. Só apontando os erros é possível identificar o problema e, os interessados, se assim quiserem, corrigir.

            No seu entendimento o “jornalismo esportivo” é quem cria o problema. Divergimos fortemente nisso.

            O problema é crônico e não é apenas em uma esfera. Por exemplo o caso Márcio Chagas: as federações lavam as mãos transferindo a responsabilidade de organização do evento (jogo) para o time mandante, que é pouco competente em fazê-lo e depende da colaboração de outros (policiamento, por exemplo). Qual o resultado? Houve CRIME de racismo e os criminosos não foram punidos, ninguém detido. Sim, o tribunal puniu o clube, lhe tirou os pontos que culminou no seu rebaixamento. Está errado? Claro! Fosse o Grêmio ou o Inter, aconteceria o mesmo? Óbvio que não! O clube foi onerado, mas ele só tem PARTE da culpa. Agora tome como exemplo o caso Daniel Alves. Foi identificado o INDIVÍDUO que sim, foi punido (ao menos pelo clube, que o proibiu de frequentar novamente o estádio). Entendeu o ponto? Houve COMPETÊNCIA em se identificar o infrator. Isso acontece por aqui? Identifique os criminosos (agressores, racistas, violentos em geral), os puna (com prisão ou banimento dos estádios) e a violência irá diminuir. Associando uma política de valores de ingresso decente, clubes com um bom futebol, e você terá estádio cheio para colocar o seu anúncio. Aqui podemos identificar vários problemas e seus “culpados”: Federações, clubes, poder público (segurança), os próprios torcedores violentos, etc. Não consigo encontrar aqui culpa no jornalismo esportivo. E isso não significa que eu os esteja defendendo, é uma questão de não ver neles parte da responsabilidade que você vê. Assim sendo, entendo novamente que sua mira está errada.

            O que tu sugere que ocorra quando acontecem problemas desta natureza no futebol? Que se noticie ou que se varra tudo para debaixo do tapete?? Fico com receio da sua resposta.

            Agora, quando mencionas alguns fatores que contribuem para a situação financeira atual dos clubes (o caso dos empresários, os tais “chupins” e os jogadores fatiados), concordo. E de quem é a culpa para este modelo atual? Certamente não é do jornalismo esportivo…

            • José Henrique

              Vamos lá o que eu sugiro. No caso de racismo, veja bem a imbecilidade. Um cidadão ofendeu um negro, foi identificado, e o que fez o nosso “impoluto” tribunal?
              Portões fechados do pobre e pequeno Mogi Mirim.
              O que isso resolveu?
              Puniu-se pecuniariamente o Mogi, e por tabela, o seu Presidente que é negro, limitando seus recursos, e puniu, com esse absurdo, todos os torcedores negros do Mogi, impedindo-os de entrar no estádio em um jogo.
              E o que lemos de crítica a essa justiça? Nada.
              E a ultima (vou falar do meu clube, não particularizo a critica), no jogo com o Flamengo, todos os torcedores do corinthians foram retirados antes do estádio, e depois os flamenguistas brigaram entre eles.
              O que fez o tribunal? Indiciou o Flamengo, e o Corinthians. Isso é justiça, na “Casa de Irene”, aquela da musica italiana.
              A propósito, sobre o poder e a responsabilidade que tem, quem recebe uma concessão publica para se manifestar com um microfone ou uma câmara, que entra em nossos lares, é muito, mas muito grande.
              Se servir, há uma leitura recomendável, para o momento atual, seria interessante essa do observatório de imprensa, não especificamente sobre o futebol, mas, sobre as consequencias de uma pratica sensacionalista de setores da imprensa:
              http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/reflexoes_sobre_o_boato_mortal
              Abraços

          • José Henrique

            Tudo bem. Apenas presumo que um clube de futebol, quando faz um pedido a imprensa, esta, como sobrevive em simbiose com a existência desse, deveria ter um mínimo respeito em atender, desde que, o pedido seja justo.
            Mas, evidente que isso é uma utopia. Prevalece o clubismo sempre.
            Além do mais, o estímulo a rivalidade com manchetes provocativas, é um convite a violência, desde que, é voz corrente que todos os torcedores são analfabetos funcionais, e incapazes de discernir uma “singela brincadeira”.
            Contribuir com o futebol, envolve tudo isso, também. Infelizmente se foram os Fiores, Mários, e tantos outros que se preocupavam em promover os espetáculos, abrindo e encerrando as cortinas.
            Mas, eu devo ser mesmo um poeta saudosista. Tudo bem então.

            AK: Ou talvez você acompanhe os “formadores de opinião” errados. Um abraço.

            • José Henrique

              Fique tranquilo André, não acompanho, nem me cadastro onde estão hospedados.
              Como prova, estou aqui. Encare como elogio, e acompanho seu pai, leio, gosto, mas não me cadastro pelo motivo acima. É um direito do leitor, telespectador, não clicar, ou manejar o controle remoto.
              Porém é ótima a sua sugestão para que todos os leitores “deletem” os “referidos”.
              Seria ótimo um saneamento.
              Outro abraço.

  • Scrazolo

    André, O GK é o pior de todos os técnicos que vi no meu Verdão nos últimos 10 anos. O time joga há um ano e meio sem esquema tático definido e mal-escalado. Metade dos titulares são piores que os reservas que o Palmeiras tem no elenco. Esse fracassado manteve por quase 2 anos o Juninho na lateral esquerda, insistiu com Mazinho, Tiago Alves, Felipe Menezes, Eguren, Wendel, Leandro, Serginho, Miguel, Bruno…Dá pra montar um time inteiro de jogadores que não jogam nem série B. E se estão lá, é porque tem a confiança do Kleina. Ele não dá confiança pra jogadores da base, liberou o João Denoni pra ficar com o Marcio Araujo, não põe o P. Vieira pra jogar, Matheus Muller, Wellington (muito melhor que o Tiago Alves).
    Se o Luxa chegar, manda meio time embora rapidinho.

  • Que volte o luxa..chega de treinadores fracos.
    Vamos pensar grande nobre.vamos apostar na mulekada..

  • WILLIAN

    SELEÇÃO BRASILEIRA
    2000 – Campeão Torneio Pré-Olímpico
    1998 – Campeão da Copa América

    FLAMENGO-RJ
    2011 – Campeão Carioca
    2011 – Campeão da Taça Guanabara
    2011 – Campeão da Taça Rio
    1995 – Campeão da Taça Guanabara
    1991 – Campeão da Taça Guanabara

    ATLÉTICO-MG
    2010 – Campeão Mineiro

    SANTOS-SP
    2007 – Campeão Paulista
    2006 – Campeão Paulista
    2004 – Campeão Brasileiro
    1997 – Campeão Torneio Rio-São Paulo

    PALMEIRAS-SP
    2008 – Campeão Paulista
    1996 – Campeão da Copa Euro-América
    1996 – Campeão Paulista
    1994 – Campeão Brasileiro
    1994 – Campeão Paulista
    1993 – Campeão Brasileiro
    1993 – Campeão Torneio Rio-São Paulo
    1993 – Campeão Paulista

    CRUZEIRO-MG
    2003 – Campeão Brasileiro
    2003 – Campeão da Copa do Brasil
    2003 – Campeão Mineiro

    CORINTHIANS-SP
    2001 – Campeão Paulista
    1998 – Campeão Brasileiro

    BRAGANTINO-SP
    1990 – Campeão Paulista
    1989 – Campeão Brasileiro da Série B

    RIO BRANCO-ES
    1983 – Rio Branco-ES (primeiro título como treinador)

    RESUMO:
    2 títulos com a Seleção Brasileira
    5 títulos do Campeonato Brasileiro
    1 título da Copa do Brasil
    2 títulos do Torneio Rio-São Paulo
    1 título da Copa Euro-América
    8 títulos do Campeonato Paulista
    2 títulos do Campeonato Mineiro
    1 título do Campeonato Carioca
    1 título do Campeonato Capixaba
    3 títulos da Taça Guanabara
    1 título da Taça Rio

    • Eddie The Head

      Realmente o homem tem bons números,na minha opinião seu maior mérito foi inovar quando a maioria achava que a receita era sempre a mesma,o que mudavam eram as peças. Mas sua fórmula passou,suas conquistas passaram,ele passou. Apareceu muita gente boa,e mais barata que ele,depois de tudo o que você citou. É competente,sem dúvida,mas tem gente melhor que ele no mercado. Cristóvão Borges,por exemplo. E não sou tricolor.

      • Tia Dona

        Deuxxxxxxx que me livre !!!!

  • Elielde

    Por mim deixava o técnico interino ou trazia o Jorginho e contratava dois caras bons com perfil de agregadores de elenco. Já que o presidente quer respeitar os cofres, então mais trabalho e menos malas.

  • Eddie The Head

    Teve um detalhe no seu post que acho que ninguém reparou: O (ex) jogador por daquela temporada por você citado.

    Aposto um dedo como era o Marcos.

  • Uelson

    André, ao ler seu comentário, cheguei a duas conclusões…a primeira é que você não é palmeirense, portanto não sofreu na pele o que nós, que torcemos para o clube, sofremos com as peripécias do Kleina no comando do time. A outra conclusão é que você, provavelmente pelo acumulo de trabalho e muitas partidas e esportes para analisar ao mesmo tempo, não pode mesmo ter assistido aos jogos do Palmeiras, caso contrário, com certeza, não consideraria exagerada a demissão do citado técnico…o cara é muito ruim….serve, sim, para a série B e ponto. Abraço.

  • giulio

    André. Desculpe… mas percebi uma forte dose de petulância nas suas respostas aos leitores do blog. Afinal, são torcedores nem sempre atentos a concordância de tempo dos verbos. Ou ainda, não têm instrução para escrever corretamente. Mas creio não ser tão ininteligível. Afinal de contas você é jornalista… e nem assim pode ser considerado um astro da flor do lácio. Não se esqueça que somos nós a lhe proporcionar o privilégio “por não conseguir diferenciar o trabalho de diversão”. Considerações palestrinas!!!

    AK: Veja, pelo seu comentário, que quando chamo atenção para “o nível”, a questão não tem nada a ver com uso do idioma.

  • ricardo

    sou palmerense e gostaria muito de ver o ex goleiro marcos como treinandor do palmeiras, ele sabe tudo e mais um pouco do verdão. e ja que tem uns cara sem experiencia no comando que tal o são marcos.

    vamos levantar essa bandeira marcão treinador do verdão

  • concordo com seu comentario, apenas gostaria de acrescentar que a arbitragem foi fator preponderante para que o palmeiras não tenha ganho o campeonato na primeira gestão e tenha sido rebaixado na segunda. na primeira gestão, depois de disparar em primeiro lugar, com uma larga vantagem sobre os demais foi duramente castigado pelos “arbitrários”, foram no mínimo três jogos consecutivos, que poderia ter ganho não fosse a péssima atuação desses caras. juntando os nove pontos que não perderia com os nove a favor já que a vitória estava quase garantida são dezoito pontos no preju. o maior pecado da diretoria foi deixar passar tudo naturalmente, fosse um outro clube e haveria um grande rebuliço, comprometendo até o prosseguimento do campeonato. na segunda administração os prejuízos com a arbitragem foram também grandes e desastrosos. só pra citar o mais vergonhoso e evidente, que custou o rebaixamento foi aquele jogo com o inter em Porto Alegre. o zagueiro do inter fez um penalti escancarado no barcos e que quase caindo tocou de forma imperseptível com a mão pras redes. o orbitrário, bandeirinhas, o cara que fica atrás do gol, o quarto arbitro todos deram o gol. ai, um fato inusitado, na transmissão pela band o neto disse que achava que tinha sido com a mão, uma reporter da propria band ouviu e questionou o quarto arbitro que imediatamente acionou o arbitrário que simplesmente anulou o gol sem nem se preocupar em rever o lance pela tv. novamente ninguém reclamou e fomos pra segundona. se tivessem “melado” o campeonato não seria tão vergonhoso como caso foi o do fluminense no ano passado.

    • RubCortez

      Li todas as opiniões estranhando que ninguém tenha protestado em relação ao campeonato brasileiro de 2009. Foi uma “cariocada” mais grave do que manter o Fluminense, mais uma vez, na série A neste ano. Além do roubo descarado operado pelo árbitro(?) Eugenio Simon para, mais uma vez, salvar o fluminense da série B, fomos prejudicados por jogadores flamenguistas: Obina; que iniciou a cena inexplicável da briga e, ainda, do Wagner Love que, no jogo contra o flamengo, errou três arremates, sozinho em frente ao gol, numa participação pífia, recebendo como prêmio um contrato com o Flamengo, logo em seguida. É importante, também, tomar conhecimento do site http://www.placarreal.com.br/ e ver quantos erros de arbitragem fizeram do fluminense o campeão de 2012, quando na verdade, o Atlético Mineiro seria o verdadeiro campeão

  • Dr Gori

    Observação honesta: “os números da ONU, que mostram mais homicídios aqui do que lá”, na Inglaterra. Quando faço o contraponto meus amigos querem me bater; não compreendem!. Vc teve coragem, porque a maioria dos jornalistas esportivos na maioria jogam ficam só no “oba oba”, ziriguidum balacobaco terecoteco !!! “Pão e circo”, como faziam os imperadores romanos!

  • Jorge

    Finalmente aparece um colunista que em um artigo preciso e objetivo, aponta um dos maiores culpados pela perda do título de 2009: o Sr. Muricy Ramalho!

  • Marcello

    André, excelente comentário além de cronologicamente preciso! Parabéns!
    Achei seu resumo profissional muito inteligente!
    Vou ler mais o que vc escreve. Muita qualidade.
    Abraço

    AK: Obrigado. Seja bem vindo. Um abraço.

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