COLUNA DA TERÇA



(publicada ontem, no Lance!)

PARABÉNS

1 – O fato de não ser um time caracterizado pela elaboração de jogadas, combinado com o regulamento do torneio, determinou como o Flamengo se comportaria no segundo jogo da decisão carioca: à espera do Vasco e de sua necessidade de mexer no placar, programado para o contragolpe que certamente se ofereceria.

2 – O Vasco não recusou seu papel no roteiro. Adiantou-se para ocupar o espaço cedido pelo adversário, sabedor da armadilha que o acompanhava. Um risco que não só não poderia ser evitado, como deveria ser aceito com coragem. Trabalhar para abrir o campo e superar a barreira que se formou à frente da área de Felipe era a única opção. A posse de bola acima de 70% para o Vasco ajuda a entender a dinâmica do jogo.

3 – Apesar das maneiras distintas de atuar, os dois times coincidiram em relação à forma de finalizar no primeiro tempo. Tanto o Vasco, com ataque posicionado, quanto o Flamengo, no contra-ataque, abusaram dos chutes de fora da área. Nenhum ofereceu perigo.

4 – A comparação estética entre os técnicos após a primeira metade do clássico desenhou um retrato fiel do que se viu em campo. Adílson Batista, encharcado, representou o esforço do time que mais trabalhou. Jayme de Almeida, seco como subiu do vestiário, era a imagem da equipe à espreita de uma ocasião.

5 – Em vinte minutos da segunda parte, a única alteração na decisão foi provocada pelas expulsões de Chicão e André Rocha. Mesmo com dez de cada lado, o Vasco continuou propondo e o Flamengo, respondendo. Dois times entretidos em uma conversa que só seria modificada por um gol.

6 – Gol que saiu aos 30 minutos, produto de uma falta – indiscutível – de Erazo em Pedro Ken dentro da área. O gol de Douglas deixou o Vasco a um passo do título e com uma decisão a tomar: seguir com a bola ou entregar ao Flamengo a obrigação de construir o resultado. A inversão de papéis seria estranha aos dois times, mas mais perigosa para os vascaínos.

7 – Mesmo quando o placar interessa, torcer para não sofrer um gol é mais angustiante do que torcer para marcar um. O contingente vascaíno do Maracanã lidava com a tensão que faz o tempo se arrastar, enquanto via o time se proteger da inevitável blitz rubro-negra.

8 – Só há uma coisa mais trágica do que levar um gol decisivo quando não resta mais tempo de reagir: levar um gol decisivo, irregular, quando não resta mais tempo de reagir. Márcio Araújo estava adiantado, com distância tal que o assistente não pode ser inocentado, no momento em que Wallace cabeceou a bola. Registre-se o pecado vascaíno de permitir o cabeceio de um jogador na área, sem marcação. Registre-se o peso da arbitragem na decisão do título.

9 – Para aqueles que entendem que o futebol seria prejudicado pelo auxílio eletrônico ao apito, um – mais um – o sabor de um campeonato decidido por um gol ilegal deve ser insuportável. Que consigam digeri-lo sem ânsia ou azia.

10 – Parabéns ao Flamengo, e a quem é Flamengo, pelo trigésimo-terceiro título estadual.

GRANDE ITUANO

Haveria um momento em que o Ituano, após surpreender tanto e tantos, se entregaria à própria realidade e sucumbiria ao Santos, certo? Errado, muito errado. Tal momento não aconteceu nem mesmo durante o segundo tempo da decisão no Pacaembu, quando o Santos perseguia o gol que lhe daria o troféu no tempo normal. Chances para os dois lados, prova de um jogo equilibrado em que qualquer resultado seria justo. Nos pênaltis, outra ocasião em que o pequeno se apequenaria, o Ituano se negou a ir embora mais uma vez. A cidade de Itu não esquecerá o Campeonato Paulista de 2014, em que seu time superou três grandes, derrubou dois e levantou a taça. O santista também se lembrará – não lhe será permitido esquecer – deste torneio, e seu único consolo será repetir que os rivais ficaram pelo caminho. Mas o demérito dos outros não suaviza o seu.



  • Antonio

    Caro AK

    Por mais que não se queiram analisar o Flamengo jogou 4 decisões em 15 dias (Emelec, Vasco, Leon e Vasco), considerando isso a postura do Flamengo em campo não foi mais de um time cansado do que um que estava jogando pelo resultado?
    Na análise do Arnaldo no Bem Amigos ou impedimento foi claro mais o autor nem tanto o que na opinião dele induziu o bandeirinha ao erro.
    Você ouviu alguém no estádio quando saiu o gol dizer que foi do Marcio?

    • Carlos Prates

      Num debate no fórum que participo, 3 lances das decisões, foram analisados

      1 – O penalti contra o Ituano.
      2 – O penalti não marcado contra o Cruzeiro.
      3 – O gol do Flamengo em impedimento.

      Em tese, o gol impedido do Flamengo foi o mais difícil de ser marcado.

      O bandeirinha estava no lugar certo quando Léo Moura bateu o escanteio. Com certeza, notou o impedimento INDIRETO do Márcio Araújo. Como a regra mudou, ele não poderia validar o mesmo, sem a conclusão da jogada.
      Quando a bola bate no travessão, e passa em frente à baliza, ELE está atrás do Léo Moura que corria pra área.
      Ou seja! Na frente do bandeira, tinham 3 jogadores; Léo Moura, Nixon e Márcio Araújo.
      Nesta ordem.
      Quando Márcio mete pra dentro, a dúvida paira no estádio.
      Quem fez o gol?
      A mesma dúvida que o bandeira teve, todos tiveram…
      Prova disso, é que TODOS correram para o Nixon, e Márcio comemorou sozinho.
      Até mesmo o juiz, anotou o gol como sendo do Nixon.
      Um erro absolutamente compreensível, que poderia ser facilmente esclarecido, pelo auxiliar de linha ao lado da baliza.
      Claro, que sou suspeito!
      Mas também não reclamei, quando Éverton Costa não permitiu que Felipe chegasse na bola, quando Rodrigo cabeceou. Na 1ª decisão.
      Assim como, não entendi o cartão amarelo dado ao zagueiro Luan (15 minutos do 1º tempo), pela agressão ao Éverton, sendo ele o último homem, e com claríssima intenção de gol.
      Com 10 em campo, aos 15 do 1º tempo, com certeza o Vasco teria que se desdobrar para vencer o clássico.

      Sem dúvida alguma, houve um erro absurdo. Ainda mais se tratando de uma decisão.
      Mas… compreensível.

      • Thiago

        É sério que vc escreveu isso? kkkkk, vc não conhece nada de regras de futebol, e outra, me esclarece uma coisa, foi discutido esse lance do everton costa na televisão? só se foi na sua, o jogador do flamengo estava 1 metro impedido, não importa quem fez o gol, quem estava impedido participou diretamente do lance, a sua ignorância é por falta de informação ou vc faz parte do “roubado é mais gostoso”, chega ser piada vc defender aquele roubo descarado!!!

        • Carlos Prates

          O lance do Everton Costa, foi discutido amplamente após o término da 1ª decisão, quando ocorreu.
          Se você estava sem luz em casa, é problema seu e da Ligth.
          Na sua opinião, ele estava impedido. E estava mesmo…
          Em nenhum momento disse que o gol foi legal.

          “Sem dúvida alguma, houve um erro absurdo. Ainda mais se tratando de uma decisão.
          Mas… compreensível”…

          “Mas também não reclamei, quando Éverton Costa não permitiu que Felipe chegasse na bola, quando Rodrigo cabeceou. Na 1ª decisão”…

          VOVÓ VIU A UVA….

  • Cris

    E eu não achei tão óbvio assim o lance impedido, pois não vi os jogadores vascaínos reclamarem na hora, estavam sim estupefatos, pegos pela surpresa, portanto, achar que foi tendencioso é demais… Bom, a mídia pode escrever à vontade, de acordo com a simpatia de cada jornalista, valos lendo as barbaridades. Resultado justíssimo, considerando que o juiz errou tbem para o lado do Fla. Considerando que o Fla foi o melhor do campeonato,considerando que o vasco não conseguir ganhar clássicos. Fala sério…

    AK: Quer relativizar um gol em impedimento, de 70cm, aos 46 do segundo tempo. E quer que falem sério. Vejam.

    • Rogério

      Como rubro-negro, lamento que o gol tenha saído de um impedimento. Foi uma pena o Nixon não ter chegado antes do Márcio Araújo naquela bola. Mas o que eu acho um pecado mesmo foi a bola do cabeceio bater na trave. Tivesse entrado, seria um repeteco praticamente idêntico ao gol do Rondinelli.

      E acho que o Wellington só subiu sozinho porque o Rodrigo, do Vasco, numa nítida manobra malandrística para fazer cera, caiu na área fingindo contusão e teve que ser atendido for de campo na hora do escanteio. Malandragem premiada, coisa que jogador brasileiro precisa parar de fazer.

      Mas sobre os erros, eles de fato aconteceram para os dois lados. Esse foi mais grave porque foi no apagar das luzes. Mas não dá pra concordar que o juiz intencionalmente ajudou o Flamengo. Ele teve muitas oportunidades para fazê-lo, se o quisesse, ao longo dos 90 minutos, sem levantar suspeitas. Poderia ter dado vermelho no primeiro tempo naquela falta que parou o Everton, numa jogada em que ele sairia de frente para o goleiro. Até aceito que a regra permite interpretação mais branda. Mas se quisesse ajudar o Flamengo, poderia ter dado vermelho e as pessoas diriam, no máximo, que ele foi muito rigoroso. Também teve o lance do chapéu duplo do Paulinho, que levou um tranco do Guiñazu digno de um amarelo. Teria sido o segundo, renderia uma expulsão. Se o juiz quisesse roubar pro Flamengo, esta teria sido uma segunda oportunidade “digna”. Enfim, foi mais um erro de arbitragem que prejudicou um time. Infelizmente, não foi o último.

    • Antonio

      Caro AK

      Um gol em impedimento, de 70cm, só é visto no tira teima, a olho nu você não tem noção da distância. Na televisão o campo de visão é maior do que o olho humano.
      Crucificar um bandeirinha que tem que perceber o momento que o Leo bate na bola, a cabeçada do Wallace, o posicionamento do Marcio num espaço onde existem 14 jogadores se movimentando e se o autor do gol foi jogador que estava irregular, mas o novo entendimento da Fifa sobre o impedimento.
      Sou a favor do auxilio eletrônico, pois acho que são muitas polêmicas desnecessárias e acabaria com as insinuações de má fé ou cegueira.
      Pois se um erro é claro que o “mundo inteiro viu” ou o árbitro é cego ou está de má fé.
      E não se ve ou ouvE ninguém na área desportiva dizer isso, só insinuam.
      PORQUE NÃO DIZEM QUE O VASCO FOI ROUBADO OU QUE A ARBITRAGEM É CEGA?

    • Marelo

      Caro André,
      Em primeiro lugar quero dizer que sempre gostei muito do trabalho do seu pai desde os tempos da revista Placar e até hoje gosto de ouvi-lo no rádio com seu estilo único de informar sobre o esporte.
      Sei que vocês são pessoas diferentes e que você está conquistando seu espaço com seu estilo próprio.
      Porém, realmente me surpreendo com algumas de suas colocações e respostas aos comentários publicados.
      Acho que você entra em contradição ao criticar afirmando “Quer relativizar um gol em impedimento, de 70cm, aos 46 do segundo tempo.” Digo contradição, pois em matéria anterior, é você mesmo que relativiza este mesmo erro ao afirmar um erro no final do jogo é maior do que um erro no início. Você pode relativizar, os outros não?
      Outro aspecto que me causa estranheza é o sarcasmo e ironia de muitas de suas respostas, que muitas vezes sequer rebatem os argumentos apresentados. Desde quando sarcasmos e ironia é argumento? Pode até alegrar alguns que não são afeitos ao debate racional, mas passa longe de satisfazer quem tem capacidade de argumentar e tenta uma contraposição de idéias. Costumo dizer que respostas sarcásticas são instrumentos escapistas de quem não tem argumentos ou que se encontram em desespero, tal qual a fera ferida e acuada que ruge na esperança que seu opositor se afaste. Acredito e espero que este não seja o seu caso. Também espero que deixe tais subterfúgios de lado, aceite as críticas e objeções às suas idéias e se atenha a igualmente refutá-las com argumentos racionais. Também foi interessante quando o Carlos Prates apresentou argumentação lógica e embasada em especialistas do apito que contradiziam sua posição e você fugiu do debate ao afirmar “Para finalizar, não estamos discutindo interpretação da arbitragem, e sim o peso decisivo de um erro, aos 46 do segundo tempo.” Você tinha acabado de postar uma opinião que interpretava a arbitragem para defender sua posição e quando viu que ele apresentou opiniões divergentes bem fundamentadas, isso já não era importante. Escapismo total de sua parte!
      Aliás, vejo outras atitudes escapistas como a de ignorar completamente os questionamentos sobre os efeitos do erro do juiz ao não expulsar o zagueiro Luan no início do jogo, mesmo quando abordados pelos leitores que comentaram o fato. Este erro foi totalmente ignorado pelas suas duas matérias publicadas sobre o jogo. Parece-me que a arbitragem cometeu somente o erro do impedimento que resultou o gol do título. Sei que este erro decidiu o título. Mas, entendo que a não expulsão do Luan também teria decidido o jogo se ele terminasse em 1×0. Pois gostaria de ver o Vasco jogando praticamente toda a partida com um jogador a menos e se o resultado seria o mesmo. Ainda que seja no campo da conjectura, mas a probabilidade daquele time, que pouco ameaçou em igualdade numérica, conseguir produzir igual ou mais ofensivamente e defensivamente seria muito pequena se estivesse com um jogador a menos.
      Sendo sincero, vejo que suas matérias são parciais, até pela análise proposta e pelo fato de ignorar alguns argumentos interessantes (sei que não são todos) apresentados pelos leitores.
      Vai uma crítica sincera e espero que absorva aquilo que você ache proveitoso e refute racionalmente aquilo que discorde.

      AK: Confusão de conceitos de sua parte. Minha crítica a relativizar o lance que decidiu o campeonato diz respeito exatamente ao tipo de argumento que você usou, ao mencionar a não-expulsão de um jogador. Você usa a possibilidade da expulsão (lance subjetivo, que divide opiniões), para imaginar o que poderia acontecer no jogo, como se isso tivesse o mesmo peso de um gol ilegal aos 46 do 2T. Você equipara uma possibilidade ao que, de fato, determinou o placar. É a isso que me refiro. Está errado.
      O link que postei em resposta a um comentário tem o objetivo de contestar a interpretação de que o trio de arbitragem pode ter achado que o gol foi de Nixon. Mesmo nesse caso, Márcio Araújo está impedido.
      E realmente não estamos discutindo interpretações deste lance, porque só o que falta nessa história é alguém querer argumentar que não havia impedimento na jogada.
      Creio que meu ponto esteja bem claro: o jogo e o campeonato foram decididos por um erro da arbitragem, nos acréscimos do 2T, algo grave. O que evidentemente não é nenhuma acusação ao Flamengo.
      Não entendo o “escapismo”, uma vez que estou aqui respondendo comentários. Não tenho tempo e nem intenção de responder todos, mesmo porque as respostas para muitos estão no próprio texto ou em comentários anteriores. De fato, o que escrevo agora está em respostas anteriores.
      E não entendo onde você enxerga parcialidade, uma vez que aqui há a minha opinião e os meus argumentos. Quem discorda está livre para publicar o que pensa, como você fez.

      • Marcelo

        André,
        Respeitosamente, divirjo de algumas interpretações suas ao meu texto.
        1º)Quanto à relativização, fiz menção a sua crítica ao tentarem relativizar o erro crucial do gol impedido, sendo que você mesmo apresentou tese em outra matéria que um gol ilegítimo no início do jogo é menos prejudicial do que se ocorrer no final do jogo, pois haveria tempo para o prejudicado se recuperar. O que eu também não concordo e isso também é relativização. Não concordo porque a possibilidade de recuperação também é uma possibilidade, a qual foi criticada por você no meu texto.
        2º)Não comparei os erros de não expulsar o jogador Luan com o de não ter invalidado o gol do Márcio Araújo. Citei o primeiro lance como sendo um erro importante do jogo e de suas implicações, o qual você, até esse momento, não havia mencionado. Você ignorou totalmente o fato, dando atenção somente ao erro, capital sim, do gol irregular. Tanto não igualei os fatos, que realcei que o impedimento não marcado decidiu o título e fiz a ressalva que as consequências da não expulsão ficam no plano das conjecturas e das probabilidades (releia o texto, por favor).
        3º)No que se refere à discussão sobre a interpretação do impedimento passivo ou ativo do Márcio Araújo no caso da arbitragem ter entendido que o gol teria sido assinalado pelo Nixon, (o que explicaria o erro, mas não legitimaria o gol, pois houve erro de julgamento), ela foi citada para demonstrar que você aceitou a discussão enquanto achava que só você detinha argumentos de especialistas favoráveis à sua tese. No momento em que foram apresentados argumentos contrários também de especialistas, o debate sob o tema deixou de ser importante e o foco da questão. Se não era importante, porque você perdeu tempo em colocar o link, uma vez que, como disse acima, não tem tempo para responder todos os posts.
        4º) O escapismo a que me referi não está nos comentários não respondidos, mas é demonstrado quando foge de argumentos ou assuntos abordados nos comentários (ex: não expulsão do Luan e o encerramento do debate sobre a tese da confusão da autoria do gol como causa do erro) e, principalmente, ao utilizar algumas vezes de respostas irônicas e sarcásticas a alguns comentários. Estas então, invariavelmente não abordavam os questionamentos feitos. Ainda que você entenda que algumas postagens sejam simplórias, sou da opinião que o melhor seria abordá-las de maneira clara e objetiva, demonstrando seus defeitos. Se você acha que sequer mereciam o trabalho de respondê-las, ignore-as. Mas, ao agir com sarcasmo, fica a impressão de ser uma reação passional ou escapista.
        5º) A parcialidade a que me referi está justamente na sua proposição apresentar a arbitragem como autora somente de um único erro que prejudicou o Vasco. Você citou outros fatos determinantes ocorridos no jogo, inclusive o da expulsão, mas ignorou completamente um fato, também importante, que foi a não expulsão do Luan. Mesmo que diga ser um fato de interpretação controversa, isso também pode ser uma opinião parcial, seria uma demonstração de imparcialidade citar o fato como importante, talvez com a ressalva que você o considere polêmico. Outro aspecto de suas manifestações nesse sentido está justamente na oposição ferrenha a qualquer tentativa de se entender a causa do erro da arbitragem. Ao fazer isso, fica claro uma tendência de vitimizar o Vasco e de vilanizar a arbitragem.
        Faço um adendo em que momento algum disse que sua parcialidade estava expressa na censura à opinião dos outros. Isso não ocorreu e seria uma injustiça acusá-lo de algo semelhante.
        Apenas para registro, deixo claro que o erro existiu e foi capital. Apenas entendo que ele tivesse ocorrido no primeiro minuto de jogo e o resultado fosse o mesmo, ele teria a mesma importância do que da forma como ocorreu. Decidiria o campeonato do mesmo jeito. Também entendo que a arbitragem errou ao considerar o gol do Nixon. Não só a arbitragem como até os próprios jogadores em campo, Os do Flamengo foram comemorar com o Nixon e os do Vasco não reclamaram do impedimento porque não o perceberam. Isso legitima o gol? De forma alguma! Isso apenas demonstra que a utilização de recursos extra-humanos é necessária. Enquanto estivermos a mercê apenas dos sentidos humanos, haverá fatos como esse a prejudicar ou favorecer a todos os times. Nesse ponto convergimos nossas opiniões.
        Também sei que mesmo com a adoção de recursos eletrônicos, ainda existirão fatos controversos, especialmente quando houver necessidade de interpretação (Ex: Bola na mão ou mão na bola? Falta para cartão amarelo ou cartão vermelho? Participou ou não da jogada?). Mas. com certeza haveria uma diminuição nos erros e o futebol seria mais justo.

      • Carlos Prates

        Beleza de texto!

  • Emerson Cruz

    Ituano gigante neste campeonato. Parabéns!
    Agora, convenhamos, foi deprimente ver o período de preparação para o que importa na temporada realizado pelos 4 grandes, em especial o trio da capital, 2014 promete pouco para quem torce para um grande de São Paulo.
    Outra coisa que deprime é ver o campeão paulista só voltar a jogar em agosto, quando pode fazer meia-dúzia de partidas e voltar à inatividade já em setembro. Coisas da administração Del Nero/Marin…

  • Flavio

    André, acho que você, assim como a maioria dos comentaristas não entendeu o erro ocorrido no Maracanã. O fato não é os 65cm de adiantamento do Márcio, e sim quem fez o gol. O bandeira teve dúvida, de quem fez o gol, ele achou que foi o Nixon. E de se ressaltar que só da pra ver que foi o Márcio que fez o gol em uma câmera oposta à visão do auxiliar. Então o erro houve, mas massacrar o auxiliar por isso é no mínimo leviano, ou então, algo feito por alguém que não entende nada da dinãmica de um jogo de futebol

    AK: Três coisas: 1) Se o assistente achou que o Nixon fez o gol, deveria ter marcado impedimento do mesmo jeito. Márcio Araújo – impedido – claramente disputa o lance até para quem acha que quem chutou foi o Nixon. 2) O nome de Nixon jamais deveria ter ido para a súmula como autor do gol. Se houvesse dúvida, que o árbitro perguntasse ao assistente que estava atrás do gol. O lance foi na frente dele. 3) Antes de falar sobre “dinâmica de um jogo de futebol”, procure se informar sobre o assunto. Um abraço.

    • AK.
      Vc como comentarista esportivo deveria ser um pouco mais informado a respeito das regras do futebol. Se o gol fosse do Nixon, segundo as atuais regras de arbitragem, o gol seria válido. Que tal uma atualização? O gol do Gremio contra o Atletico Nacional este ano ocorreu em situação parecida e foi objeto de grande discussão da imprensa com a caracterização legal para o tento.

      AK: Informe-se um pouco: http://espn.uol.com.br/post/403766_nixon-ou-marcio-araujo-o-gol-seria-impedido-do-mesmo-jeito

      • Carlos Prates

        Até fora dos gramados, eles não se entendem….

        “- No escanteio não tem impedimento, mas o que conta é a segunda jogada, a cabeçada, que caracterizou o impedimento. O bandeirinha não “fotografou” o lance. Quando a bola bateu na trave, ele já tinha perdido a imagem do impedimento. Na posição em que ele estava era impossível ver (se foi o Nixon ou o Márcio). O lance é dificílimo, porque se ele levanta a bandeira e o Nixon faz o gol, é imperdoável. Entende-se o erro, porque ele não tinha certeza de quem fez o gol” – explicou Arnaldo César Coelho

      • Carlos Prates

        GACIBA

        Com a mudança da regra do jogo, se Nixon fizesse este gol, a jogada seria legal. O fato de Marcio Araujo ter corrido para a bola não caracterizaria seu impedimento. Pode ter havido esta dúvida no momento para o assistente. A lei que mudou no ano passado diz que Marcio só deve ser punido por impedimento se disputar a bola com um adversário, atrapalhar claramente o campo de visão ou participar efetivamente do jogo tocando na bola (o que ocorreu). Ensinamento: Se esta dúvida existiu, o erro foi não utilizar o sistema de comunicação! A orientação nestes casos é, em caso de dúvida, NÃO CORRER PARA O MEIO. Este simples ato informa a dúvida ao central. O correto seria perguntar no microfone “quem fez o gol?” Existia um adicional posicionado a três metros da jogada que poderia acabar com a dúvida. Lembro que toda decisão técnica pode, E DEVE, ser modificada até a bola entrar em jogo novamente.

        OBS: Como são muitos comentários e infelizmente não posso responder a todos pessoalmente, a respeito do que é mais dito que Marcio Araujo está “disputando” a bola com o goleiro, façamos um exercício! Tire Marcio Araujo da jogada! A ação do goleiro do Vasco seria diferente? Creio que não! Ele se jogaria na bola da mesma forma para impedir o gol de Nixon!

        AK: O Márcio Araújo vai para a bola, não há como a participação dele no lance ser mais evidente. Como está aqui: http://espn.uol.com.br/post/403766_nixon-ou-marcio-araujo-o-gol-seria-impedido-do-mesmo-jeito

        • Carlos Prates

          André,
          Como demonstrei, e principalmente na opinião do Gaciba, as opiniões dos JUÍZES são divergentes.
          Sálvio entende de uma forma, Gaciba e Arnaldo entendem de outra.
          Você, menciona os argumentos do Sálvio.
          Mas, é muito relevante o exemplo vindo do Gaciba.

          “A respeito do que é mais dito, que Marcio Araujo está “disputando” a bola com o goleiro, façamos um exercício! Tire Marcio Araujo da jogada! A ação do goleiro do Vasco seria diferente? Creio que não! Ele se jogaria na bola da mesma forma para impedir o gol de Nixon!”

          Arbitragem, é, e continuará sendo, sempre interpretativa.

          Assim como, foi o cartão amarelo dado ao zagueiro Luan, quando na verdade deveria ser o vermelho.

          Último homem, com clara intenção de gol, pontapé no joelho…

          AK: Obviamente respeito a opinião do Gaciba, mas entendo que o exercício proposto por ele é exigir demais do assistente, no instante em que ele tem de decidir. O que se percebe no ato é que Márcio Araújo participa da jogada (por óbvio, pois foi ele quem fez o gol). Para finalizar, não estamos discutindo interpretação da arbitragem, e sim o peso decisivo de um erro, aos 46 do segundo tempo. Um abraço.

          • Carlos Prates

            Agora sim!

            “Para finalizar, não estamos discutindo interpretação da arbitragem, e sim o peso decisivo de um erro, aos 46 do segundo tempo”…

            Neste caso, NÓS DOIS não deveríamos colar link nenhum…

            Realmente houve o erro. Impedimento claro!

            Mas continuo insistindo! Foi um lance complicado.

            47 minutos, com 15 dentro da área, os olhos estavam todos virados para a bola na direção da trave/travessão.

            Grande abraço

            • Luiz

              Engraçado né…….quando ele ficou sem argumento (2 contra 1) muda o foco da sua opinião. Mais um jornalista fraco entre tantos outros que comentam no conforto do seu sofá com uma TV e 5 replays de vários ângulos diferentes. Assim é muito fácil. Nenhum jogador do Vasco, repito, NENHUM reclamou do lance. Ou seja, se o maior interessado não se manifestou, talvez o lance não fosse tão fácil assim…..mas produzir escândalos e teorias da conspiração dá mai ibope, não dá ?

              AK: Não. Mas rende comentários ignorantes como o seu. Um abraço.

              • Nilton

                Luiz é verdade que ele é um jornalistinha de sofá, lembro quando ele ficou todo nervosinho quando teve que ficar na Espanha para acompanhar os 5 jogos entre Real e Barça de dentro do campo. E da vez que teve que deixar o calor do conforto do sofá da sala de estar para passar 1 semana no inverno dos EUA fazendo reportagens sobre um tal de NFL, e o pior foi te que ficar mais de 4 horas na beira do campo sem nenhum conforto.

                Com relação a reclamação dos jogadores do Vasco, quanta vezes você viu um juiz mudar de opinião depois de marcado um impedimento ou anular um gol??? Das últimas vez que vi isto ocorrer foi porque teve alguém de fora auxiliando através da TV.

                E sobre o Ibope, o AK sempre privilegiou a qualidade á quantidade.

      • Andre

        Ah mas colocar a coluna do Salvio não rola. Esse foi um dos arbitros que mais prejudicou o Flamengo.
        Ele devia mudar o nome dele pra “Salvio Corinthians”!

        kkkkkkkkkkkk

      • Iago

        Lamentável o seu senso jornalístico, o lance piora a cada dia na escolha de seus “profissionais”.

        AK: No caso, a escolha se deu há vários anos. Um abraço.

  • Gabriel Lessa

    Mais uma vez, estamos indignados por injustiça direcionada “não por acidente” ao Club de Regatas Vasco da Gama. Se em outros momentos fomos cercados de vitórias e atuações de gala orquestradas por nossos maiores ídolos, como nosso maior jogador (não o presidente) Roberto Dinamite, Edmundo, Romário, Juninho Pernambucano, etc, hoje temos que conviver com atuações pífias onde só se destaca, por vezes, vontade, garra, mas com clara carência de material humano. Mas não é disso que estou falando hoje. Não hoje. O que nos revolta após a desgraça de mais um rebaixamento pela desorganização e indiferença aos exemplos do passado por parte de nossa medíocre diretoria, é sair de um campeonato em que jogamos com especial garra, determinação, da forma como ocorreu ontem. Mais uma vez, repita-se, o Vasco, outrora gigante de fato, se viu prejudicado por uma arbitragem que já se anunciava desastrosa para nós, conforme anunciado nas mídias sociais na semana anterior ao jogo decisivo da final do campeonato carioca. Mesmo assim, nossos dirigentes, passíveis por natureza aos problemas passados por nosso clube nos últimos anos, seja em julgamentos, no mínimo, suspeitos, onde nossos principais jogadores eram invariavelmente punidos com rigor excessivo por atos idênticos aos praticados por outros clubes de renome, ou ao ver suas cotas de televisão, patrocinadores caminharem por caminho contrário ao de nossas cores, mostraram-se mais uma vez impotentes, assim como nós, ao poder do time “da moda”, “da mídia”, “da GLOBO”. Realmente lamentável! Que o Flamengo é o maior time em torcida e simpatia das pessoas, por assim dizer, não há dúvida. Mas daí ao favorecimento descarado visando evitar a notória crise que se encaminhava até os 47 minutos do segundo tempo da decisão do carioca não podemos admitir. Me questiono se vale a pena realmente brigar por isso, me manifestar por amor ao clube que escolhi e, sinceramente, ainda não sei ao certo. Me sinto, por mais uma vez, indignado, e não envergonhado, pela clara sensação de ter sido roubado, garfado, zoado, esculachado, sacaneado, ou qualquer sinônimo que exprima o real sentimento de todos os vascaínos nesta segunda-feira chuvosa. Acho, de fato, que algo precisa ser feito, pois aceitar calado o vice-campeonato brasileiro de 2011 após seguidos erros de arbitragem (só contra o flamengo, em ambos os turnos, deixaram de ser marcados dois pênaltis escandalosos, que até hoje me causam uma ira tamanha) e após um dos árbitros confessar publicamente que “foi orientado a ajudar o Corinthians” a ser campeão naquele ano, tivemos que suportar calados o vice campeonato por dois pontos de diferença, sem que a grande mídia desse importância a tal fato. Agora, somos mais uma vez açoitados por uma arbitragem escandalosamente corrupta ou, ao menos, totalmente despreparada. O curioso de toda essa questão é que o “chororô” como popularmente ventilado por nossos rivais diz respeito à seguidos erros grotescos (ou de interpretação, para minimizar) envolvendo não raramente o “mais querido”. O que nos causa estranheza, no entanto, é o fato da dúvida, da interpretação, do favorecimento… estar sempre a favor do aludido clube, beneficiado em uma infinidade de oportunidades pelos erros de árbitros e auxiliares. Será, penso eu, racionalmente, sem clubismo, que existe uma luz divina que sempre está do lado do Flamengo? E pior, sempre por um detalhe, qual seja, um impedimento não marcado, um pênalti inexistente, ou por outro lado, um gol invalidado do rival, um pênalti não marcado, a administração duvidosa dos árbitros no decorrer da partida, e por aí vai… Certamente, há algo muito maior, o que certamente não tem nada a ver com divindade, coincidência, força da torcida ou muito menos “deixar o mengão chegar!” De fato, o que ocorre às claras é o invariável favorecimento ao Club de Regatas Flamengo, ao menos, no Rio de Janeiro, onde o Tribunal, comissão de arbitragem ou Federação não ousam prejudicar, mas somente favorecer, ou dar o benefício da interpretação, por assim dizer. Acho que nós, torcedores de verdade, que acompanhamos com orgulho (na maioria das vezes) a história de nosso clube, devemos fazer algo, mostrar nossa insatisfação. E digo isso em especial aos torcedores do Vasco, como até mesmo do Botafogo, que por vezes foram igualmente prejudicados por desmandos de autoridades desportivas e arbitragens suspeitas. Com isso, vimos nos ser imposta uma imagem de choro, bandeira defendida pelos parciais veículos de mídia, sobretudo a impressa, para abafar o real propósito das legítimas reclamações, quando em verdade buscávamos uma discussão mais do que legítima pelos seguidos erros que observamos em especial no Estado do Rio de Janeiro. Enfim, o que busco com todo esse desabafo, é demonstrar minha insatisfação, desgosto, em nome certamente de milhares, senão milhões de vascaínos como eu, bem como dizer que enquanto o futebol não voltar a ser o esporte adorado pela grande maioria da população, a começar por mim, e disputado entre dois times com onze jogadores, e não onze contra doze, treze, vinte, vou me reservar ao direito de não mais acompanhar o futebol brasileiro que, diga-se, vai a meu ver, de mal a pior a cada temporada. Talvez passado esse momento de raiva, indignação, o que eu não acredito que ocorrerá, eu venda minha alma às podres realidades do futebol e retorne a ver ou comentar algo sobre futebol caso contratemos um valorizado causídico como o das laranjeiras, ao qual daremos a camisa 10, ou quando colocarmos na presidência da CBF alguém que olhe por nós e seja tão corrupto como o Sr. Ricardo Teixeira, ou por fim, quando tivermos trânsito livre e benefícios ilimitados junto aos Tribunais Desportivos ou Federação de Árbitros como faz jus nossos oponentes cariocas. Aliás, por fim se faz mencionar, que a comemoração de grande parte dos flamenguistas nessa semana, exprimem não por acaso, a realidade brasileira, ou seja, a de um povo acostumado a fraudes, corrupção, injustiças de toda sorte e que, certamente, em posição idêntica a de seus tão criticados políticos e árbitros de futebol não fariam nada diferente a não ser aproveitar a oportunidade e favorecer aos seus sem pensar em qualquer valor moral ou ético. Esse é o Brasil da Copa do Mundo! Onde o que importa é o futebol (a cachaça do povo que esconde tudo de ruim que a sociedade apresenta), a bunda e o samba, este último, diga-se, amparado pelos políticos e orquestrado pelos maiores marginais de nossa sociedade, no maior esquema de lavagem de dinheiro que se tem notícia.
    Agora, com licença, pois vou assistir a algum jogo de qualquer campeonato europeu, onde o futebol é de qualidade e os torcedores de qualquer clube têm igual sorte.
    Desabafo de um verdadeiro torcedor.

    • Smith

      Gabriel, isso. Vá assistir a Champion League, pois por aki o seu timeco ruim, que vc mesmo confessa, também já deitou e muito nesse berço. VC reclama dos dirigentes (q todos sabemos q são corruptos, como os políticos), como Ricardo Teixeira (q se diz flamenguista, mas nunca o beneficiou em nada, como os paulistas fazem e muito bem), mas esquece as décadas passadas, onde Eurico Miranda em conjunto com fatídico Caixa-D’água, já amealhou muitos pontos e títulos para o seu timinho. Sempre na cara dura. Sempre nos conchavos obscuros de gabinetes mal frequentados, e na calada da noite. Onde ACORDOS eram costurados, mas sempre que o beneficiado não era o vasco, era prontamente rasgados, e comemorados com baforadas de charutos.
      Nessas tantas viradas de mesa, conluio, armações, conchavos, quase sempre comandadas ou com apoio desses “dirigentes” (Eurico incluso), nunca ouvi um vascaíno levantar a voz, ou uma faixa contra, inclusive você!
      Vem agora vc falar em moralidade de flamenguista, como se o vasco nunca tivesse um jogo ou título ganho sem questionamento. Se vc não se lembra, vou lhe recordar: O ABC de Natal, lamenta um pênalti inexistente, que foi determinante (como o AK gosta.) para a classificação imerecida do plantel vascaíno. Não bastando o assalto ao time do ABC, eis que em uma final de Copa do Brasil, em um jogo nervoso, com um árbitro leniente e compreensível com a cera dos vascaínos (tinha a vantagem do empate), surge um Dedé afoito, dentro da área, derrubando de forma inquestionável o jogador do Coritiba. Várias câmeras, bandeira, assistente, e o Árbitro? Nada… Manda seguir…
      Realmente, o vasco é o coitadinho do futebol. Sua torcida, ordeira e pacífica nunca matou nem agrediu ninguém! As imagens mostradas em rede nacional, foram MONTAGENS da FlaGlobo, ou flamenguistas vestidos com a camisa do vasco, a pisotear e socar os torcedores adversários.
      Lembro-me muito bem, agora recentemente, onde o Cabofriense, com um bom time, colocou o vasco na roda, e ia golear de 3 ou 4 gols, mas eis que surge juiz e salva o vasco de mais um vexame. O mesmo aconteceu em 2013, onde vários pênaltis inexistentes marcado a favor do vasco, o capacitou de disputar as finais com o Botafogo. De forma totalmente imerecida.
      Esse blablabla de falso moralista eu já estou de saco cheio! Moral que é bom, é só o que me convém. Isso é que é ser vascaíno… Isto é, ser hipócrita!!!

    • ALEXANDRE

      Gabriel
      Seu Vasco foi ajudado inumeras vezes em sua história (principalmente sob o comando de Eurico/ Caixa dágua
      Teorias ridículas de conspiração, globo, Time da moda, como poderia explicar então esse mesmo vasco ter sido campeão em 2003 em um jogo com um gol mal anulado, pois o Athirson estava em clara posição legal (um lance até menos complexo do que o que estamos discutindo). O problema esta no desespero dos torcedores de um clube em decadência!

      • Matheus Brito

        Pelo que me lembro em 2003 a final foi entre Vasco e Fluminense. Você deve estar falando das finais que o Flamengo ganhou no apito em cima do Botafogo não?

  • rafael

    “AK: Três coisas: 1) Se o assistente achou que o Nixon fez o gol, deveria ter marcado impedimento do mesmo jeito. Márcio Araújo – impedido – claramente disputa o lance até para quem acha que quem chutou foi o Nixon. 2) O nome de Nixon jamais deveria ter ido para a súmula como autor do gol. Se houvesse dúvida, que o árbitro perguntasse ao assistente que estava atrás do gol. O lance foi na frente dele. 3) Antes de falar sobre “dinâmica de um jogo de futebol”, procure se informar sobre o assunto. Um abraço.” Essa foi sua resposta para o Flávio, meu caro jornalista, você sabe mesmo regra de impedimento?!!!Sabe que a mesma foi atualizada né? E falo mais…até pela televisão várias pessoas acharam que quem fez o gol foi o NIXON….para de xororo meu amigo

    AK: Informe-se: http://espn.uol.com.br/post/403766_nixon-ou-marcio-araujo-o-gol-seria-impedido-do-mesmo-jeito

    • Pedro

      Gaciba, que possui opinião diversa do Spinola, não curtiu isso.

      AK: Só porque há discordância?

      • rafael

        Desculpe AK , o exercício proposto por Gaciba foi perfeito…se o Marcio não estivesse na jogada o goleiro iria sair do gol da mesma maneira(nao interfere em nada).Ainda acho que seu texto está com uma crítica exagerada…em vários pontos…nao sei se a revolta o fez escrever desta maneira….até mesmo com uma dose de implicância com o Jayme..pegue o vídeo do mesmo no jogo contra o Leon(está seco e calmo..como sempre foi)….faça o mesmo com Adilson(sempre transpira) resumindo, suor de técnico não é fator determinante para qualificar se uma equipe ou outra foi mais “trabalhadeira”. Repito mais uma vez…na televisao vendo a jogada o nixon que fez gol(no replay é outra coisa). Faz o seguinte, visualize a jogava de novo e finja verdadeiramente que ela é ao vivo…tente ainda por cima fingir que você nunca viu a mesma antes…depois disso de sua opnião de quem fez o gol.

        AK: Revolta? Além de não haver motivo, o texto foi escrito durante o jogo. Implicância com o Jayme? Clique no link que está no final do post abaixo deste (O erro que decide) e veja o que escrevi sobre o Jayme. E invista em interpretação de texto, será bom para você.

        • Matheus Brito

          O exercício que o Gaciba propôs é algo de quem apitou futebol mas nunca jogou. O goleiro corre para o mesmo lado mas vê dois jogadores podendo chegar na bola e tem que tentar se antecipar a quem ele imagina que vai chutar. Jure pra mim que você realmente acredita que o Marcio Araújo não participaria da jogada mesmo que o gol fosse do Nixon.
          fora tudo isso, é preciso lembrar que:
          1 – o gol não foi do Nixon
          2 – quando eles fizeram a súmula eles sabiam que o gol não foi do Nixon.
          3 – acreditando que eles não anularam porque viram gol do Nixon, em sua tese, podemos entender que ele viu que o Marcio Araújo estava impedido?

          eu tenho certeza absoluta que ele não marcou porque não viu o impedimento do jogador.

        • rafael

          Sr AK..se você escreveu um trecho do texto de forma confusa a culpa não é minha…o mesmo da margem para mais de uma interpretação.Sobre investir em interpretação eu acho uma boa..todo conhecimento extra é válido.Ainda bem que na minha profissão não utilizo do mesmo.Acho bem melhor você posicionar uma negativa sendo uma questão de opinião ,até porque poderia contra atacar o sr falando para investir na interpretação(da mesma forma que você interpreta diferente do Gaciba e Arnaldo(nova regra)).Isso que escrevi não vem muito ao caso…deixo uma dica como leitor e crítico..seu texto ficou um pouco agressivo…e as repostas dadas aos internautas que rebatem o Sr também.Também aproveite para rever o lance como falei….

          AK: A única coisa confusa aqui é sua leitura. E, sim, a culpa é sua. Um abraço.

          • rafael

            Como diz o budismo, a vaidade é um doença!Sim o seu texto está claro e a culpa é minha.Forte abraço e boa sorte na sua carreira

            AK: O budismo tem pouca chance de te ajudar nisso. Obrigado. Um abraço.

  • wagner, de curitiba

    Parabéns, André Kfouri!
    O Flamengo, verdade seja dita, mereceu e por isso estou feliz, comemorando o título.
    A falha da arbitragem provavelmente se deu pelo fato de o Nixon ter comemorado mais efusivamente o gol. Tanto isto parece verdade que nem os jogadores em campo nem o banco do vice reclamou naquele momento. Mas isso não é problema da nossa torcida, pois só fizemos o gol no momento certo para responder aos gritos de “olé” e de “é campeão” da torcida e dos jogadores do nosso maior freguês, antes do tempo!
    PS.: Obséquio abraçar em meu nome o seu colega Antero Grecco por ter analisado com isenção e correção as gozações do goleiro Felipe! Oportuno e brilhante, é um dos poucos jornalistas que não afloram, ao vivo, seus preconceitos, recalques e paixões ou frustrações clubísticas…

    • Alexandre de Barros Mauro

      Boa tarde, André Kfouri.

      Não tenho o costume de comentar em blogs de jornalistas que cobrem ou estão de alguma forma diretamente ligados ao futebol, mas a credibilidade que passa tanto no “lancenet” quanto na ESPN, me motivaram a tecer esse comentário.

      Não há dúvidas que o Marcio Araujo estava em posição irregular, isso é fato incontroverso, no entanto, há pontos que merecem ser destacados pela mídia, que ao meu ver, estão ficando de lado:

      1. No momento do lance do tão polêmico gol, é impossível se saber quem fez o gol: se foi o Nixon ou o Marcio Araujo, pois a jogada se desenrola em questão de segundos, tanto é que, como citado em vários comentários aqui, não se sabia no Maracanã quem teria sido o autor do gol que manteve o enorme tabu que perdura desde 1988. Isso é importante destacar porque torna o lance interpretativo, muito embora poderia ter o árbitro “sem função”, que fica ao lado da trave, ter avisado o bandeira ou o juiz pelo rádio. Ao que parece, nem conseguiu ver quem fez o gol. Se o Marcio Araujo disputava a bola com o goleiro ou não, isso tem certa carga de interpretação, pois já vi jornalistas dizendo que o Martin Silva não estava ma jogada mais, o que particularmente não concordo;

      2. Embora tenha sido esse o lance (2º gol do Flamengo) que deu a cara do jogo, pois tirou a mão do Vasco da taça e botou a mão do Flamengo na taça (que até pouquíssimo tempo era muito desvalorizada, diga-se de passagem), em vários lances houve erros de arbitragem contra o Flamengo:

      2.1 – Falta no Éverton no primeiro ataque do Flamengo no jogo, onde o jogador ia sair na “cara do gol”, mas foi interrompido com falta. Certamente era lance para expulsão;

      2.2 – Falta do Guiñazu, que já tinha cartão amarelo e não foi expulso.

      2.3 – No lance em que Chicão e André Rocha foram pro chuveiro, muitos analisaram e tiveram a conclusão que a expulsão direta dos dois foi exagerada, bastando tão somente a aplicação do cartão amarelo, situação essa que faria com que somente o André Rocha fosse expulso.

      3. No gol do Vasco, no primeiro jogo da final, houve falta clara no Felipe, que foi impedido de sair do gol. Isso passou e está passando em branco.

      Conclusão: no que diz respeito especificamente a esta final de 180 minutos, houve erros para os dois lados, entretanto, o erro que vai ficar marcado é esse último, do gol irregular no Marcio Araujo. Um ponto positivo: Rodrigo foi fatalmente castigado pela cera feita.

      • FELIPE

        Vc está brincando ou falando sério?
        Quer falar do primeiro jogo ou do segundo jogo?
        Vamos ao primeiro jogo:
        -Rodrigo é puxado pelo Wallace dentro da área “PÊNALTI A FAVOR DO VASCO”
        -Se aquilo que o Éverton fez em Felipe for falta houve o pênalti nele naquile lance na qual foi esbarrado dentro da área.
        -O lateral direito fez várias faltas para cartão sendo que a última do primeiro tempo era para ser expulso de campo. Bateu em dois jogadores no mesmo lance.
        -Everton Costa nem escostou no jogador do Flamengo no lance em que foi expulso então cartão amarelo por simulação para Luis Antônio que já tinha um amarelo e chuveiro.
        Agora o segundo jogo é sacanagem. André Santos deu umas 10 cotoveladas e agarrou Willian Barbio pela camisa.
        Está de brincadeira, né?

  • mateus almeida

    OBS: sou galo forte vingador.

    ak :1) Se o assistente achou que o Nixon fez o gol, deveria ter marcado impedimento do mesmo jeito. Márcio Araújo – impedido – claramente disputa o lance até para quem acha que quem chutou foi o Nixon

    errado, AK. Va ate a pagina do gaciba e verá que voce esta desatualizado quanto á regra do impedimento.Inclusive, meio decepcionante voce nao saber disso..é o seu trabalho, e as regras do futebol mudam bem pouco pra se ficar pra tras como voce ficou.

    Pela nova regra, que ja esta em vigor a algum tempo( eu vi o arnaldo explicar isso tem meses), o jogador so esta impedido se tocar na bola, ou se disputar a bola com o adversario. Entao, se foi o nixon que fez o gol, o fato do marcio araujo(MA) estar em posição irregular nao invalida o gol. Esta é a regra, atualize-se.

    Sendo assim, vamos voltar a situação do gol: a bola bate na trave no fim do jogo, uma bola que mudaria o resultado..todo mundo olha pra bola, e ninguem ve que o marcio esta impedido…o bandeirinha, provavelmente viu(é o que se espera dele), so que ..se o marcio nao toca na bola ele nao tem que levantar a bandeira…a bola corre na frente do gol e nixon e M.A correm pra ela…a bola entra( e pelo replay se ve que o bandeira teria facilidade pra ver se estivesse do outro lado do campo, de onde ele estava nao era facil). Desta forma, se o nixon fez ele nao pode levantar a bandeira, se o MA fez ele tem que levantar. Ele nao viu bem…ele esta na duvida, e pela regra, mais uma vez, na duvida, deve-se favorecer o ataque.
    Entao, ele nao levanta, como qualquer um que conhecesse a regra, e nao tivesse a certeza de quem tocou na boa faria.

    acredito que o absurdo que alguns estao vendo no lance, seja exatamente por nao conhecerem a regra do impedimento.Foi um erro? foi!mas nao nao foi um erro absurdo… longe disso.

    AK: Atualize-se: http://espn.uol.com.br/post/403766_nixon-ou-marcio-araujo-o-gol-seria-impedido-do-mesmo-jeito

  • marcos

    foi a primeira e ultima vez que li sua coluna, vc é péssimo, é o retrato do futebol brasileiro seus comentários s/ o jogo, foi de infeliz a parcial. E graças a vc e outros que esquecem da verdadeira palavra que representa um jornalista. Isenção. Lamento vc como jornalista é digno de pena.

    AK: Sentiremos sua falta profundamente. Mas procure descobrir o significado de isenção.

  • Teobaldo

    Prezado AK, considerando que “o quinto árbitro deveria ter visto quem fez o gol” (Nixon ou Márcio Araújo, esse não seria mais um argumento que reforça a necessidade de que tal cidadão deveria ficar do lado oposto ao do árbitro assistente para, assim, ter um ângulo de visão diferente de um mesmo lance? Por que, mil vezes por que, esse infeliz continua posicionado naquele local, com praticamente o mesmo campo de visão do árbitro assistente? Não vale responder que “é determinação da FIFA”, porque recuso-me a crer em tamanha sandice! Um abraço!

  • Carlos

    Veja o gol do waldir, decisão carioca 2004, Flamengo x vasco esperai me fala de não foi igualzinho! E lá valeu o gol! Você comentou algo na época? Tem como provar???

    AK: Vejam o nível. É a personificação do comportamento mencionado no texto.

  • Paulo Pinheiro

    * Houve um erro claro, porque o Márcio Araújo estava em posição de impedimento e fez o gol;
    * O trio de arbitragem entendeu que o autor do gol foi o Nixon que NÃO estava em posição de impedimento;
    * A questão de o impedimento ter que ser marcado mesmo que o gol tenha sido do Nixon é interpretativa: como vemos nos posts acima temos três opiniões de especialistas que divergem a respeito;
    * Importantíssimo notar que esses mesmos especialistas deram opinião baseado em imagem parada; durante a narração do jogo passaram a imagem umas 3 vezes até terem certeza de que foi o Márcio Araújo; ninguém no time do Vasco percebeu a irregularidade no lance; o erro é comum;
    * O Flamengo foi prejudicado na primeira partida, o Vasco na segunda; isso falando apenas em lances capitais; se tomarmos a questão de critério de cartões e faltas o Vasco foi várias vezes beneficiado com dois pesos e duas medidas do árbitro, que se recusava a correr para o campo de ataque do Flamengo e parava a maioria das jogadas de contra-ataque invertendo faltas ou ignorando faltas cometidas pela defesa vascaína;

    CONCLUSÃO: realmente perder uma partida com um erro de arbitragem no último minuto é terrível, mas daí pra desmerecer o título do adversário (que superou o Vasco em 9 pontos na fase de grupos) e criar teorias da conspiração é falta de consciência de alguns leitores aqui.

  • Fabiano

    Pra você AK

    Uh pulaê!!! Vai ser vice até morrer!!!!

    Já deu pra perceber pelas suas respostas a quem era contrário a sua opinião para qual lado você TORCEU na final. Analise os dois jogos…. a decisão foi em DOIS jogos.

    O gol do vice no 1º jogo não alterou tbm o resultado????

    AK: Mais um que personifica a primeira frase do texto. É espantoso.

  • Marcel

    André, porque você fica repetindo o link do Salvio Spinola como se ele fosse a verdade absoluta, quando outro árbitro, como o Gaciba discorda?
    Concordo que foi impedimento (não tem como discordar), mas caso o Nixon que tivesse tocado na bola seria uma questão de interpretação. Apesar de ter ido na bola ele não impediu a ação do goleiro.

    AK: Não te parece claro que eu concordo com a interpretação do Sálvio? A participação do Márcio Araújo, tendo ele tocado – e tocou! – na bola ou não, é escandalosamente evidente.

    • Marcel

      Sim, ficou bastante claro que você concorda, André. A questão é que você coloca o link repetidas vezes, como se fosse uma verdade incontestável.
      Concordo com você na questão, quem quer que houvesse tocado na bola, mas acho que caso fosse o Nixon seria uma questão de interpretação.

      AK: Cara, “verdade incontestável”? Usei como fonte de informação, em respostas de comentários.

  • Robson

    AK

    Por Favor;

    Para com essa demagogia, quando as coisas acontece contra o time do Flamengo, o foco e para toda a semana, não foi nem uma nem duas vezes, que lances como esse se repete contra o vasco, lembro a vc meu querido comentarista e colunista que o jogador do flamengo já estava em posição de impedimento quando a bola chegava para o zagueiro, esse erro não foi uma jogada dificílimo como se comenta ouvir esse tipo de comentário como só seu só indigna mais a inda, não quero que concorde comigo só seja decente e coerente em um comentário, e parabenizar um campeão que o foi de forma “roubada” só incentiva uma violência em uma país onde parece quem procede errado é parabenizado como vc,

    AK: Vejam… um vascaíno reclamando aqui. É a glória.

  • Fabiano

    É muito fácil falar quando se tem um replay à disposição. Deixando as brincadeiras de lado, quando eu vi a falta no felipe no 1º jogo foi somente porque vi o replay. Do mesmo modo o gol do Flamengo no 2º jogo, duvido que alguém tenha visto de 1ª e mesmo que tenha visto não é a mesma visão que o juiz e seus auxiliares tem no campo.
    Sou a favor do uso da tecnologia em lances decisivos.

  • Paulo Wagner

    AK, perfeita análise e perfeitos os comentários!
    Bom, eu tenho um comentário e uma pergunta: o comentário é que, como diz um antigo ditado (se não me engano da própria imprensa), “uma mentira, quando repetida inúmeras vezes, acaba se tornando verdade”. Não sei de onde os comentaristas e analistas de outras emissoras/órgãos de imprensa tiraram que se o Márcio Araújo não tivesse feito o gol, não haveria impedimento. Em nenhum lugar isso é dito. O que a regra (ou interpretação da regra) fala é sobre participar ou não da jogada. Interferir ou não na jogada. E o Márcio Araújo não apenas interfere/participa da jogada, como faz o gol. Em qualquer caso, fosse ele ou o Nixon o autor do gol, o impedimento deveria ter sido marcado. E o impedimento nem era tão difícil assim de ser assinalado. Um “quinteto” de arbitragem digno de uma final de campeonato acerta lances muito mais difíceis que esse….

    Bom a pergunta é simples: juiz/bandeirinha torce por algum time de futebol, certo? Existe algum controle sobre isso nas federações? Ou seja, um juiz, torcedor do time A, jamais poderia apitar uma final em que o time A estivesse, correto? Isso é feito?

  • André Kfour, que negocio é esse de deixar agora o impedido participar das jogas só falta deixar o cara chutar a gol. pois chutar a gol e confundir o bandeirinha com outro jogador colado nele pode. então que impedimento é esse maluco. pois se o cara está impedido tem que sair fora do impedimento e voltar em condições de jogo para não acontecer as medas. será que um impedido participando da jogada mesmo ele não podendo chutar ou qualquer outra forma de fazer o gol. ele tendo o direito de chegar na linha da bola e impedindo o goleiro de dar um salto e com a mão evitar que o outro jogador chegue antes dele. no caso o nixon. será que sem um impedido o goleiro não teria defendido o gol. então agora o impedido serve para alguma coisa e com isso piorar o pobre futebol Brasileiro. pra mim o cara impedido está fora do lance e deveria ficar até ele voltar a ter direito. e peru de fora belisca titica. e agora não dá para entender como os três caras que sendo pago para ver tudo e o juiz sendo pago para ver tudo e acertar tudo… não teve a inteligência e nem noção de perceber que o Araújo estava bem adiantado e que o bem mais distante da bola e o Nixon mais longe ainda para chegar e chutar ao gol ou ele viu o Nixon pedindo ao Araújo para baixar o pé e deixa-lo chegar na bola e chutar. se fosse isso daria a qualquer olho humano a enxergar isso. pois seria uma coisa mais lenta. eu acho que primeiro deveria se apostar no Araújo e depois no resto. pois ele estava lá na frente sozinho. numa banheira a quase um metro de profundidade. e com isso afogaram o titulo do Vasco. olha, o título desse ano carioca foi muito pichado e agora sem valor nenhum. pois saiu de um erro cabeludo. pois se eu tivesse que ter duvida… eu teria do Nixon e não do Araújo e vendo ele a quase um metro impedido… na hora eu teria anulado para não manchar a minha carreira e dos colegas e do já falido carioca. mais como agente erra e não admite o erro e não deixam voltar atrás… agente vai ficando sem futebol. e sim torcendo pra essa lambanças todas. hoje é coitado do Vasco, amanhã é coitado do botafogo, depois é agente e no fim os tricolores… e pior que tem gente que é contra o discurso correto. pois levar na bagunça é mais gostoso. agora eu pergunto… vale a pena pagar uns 100,00 no mínimo para ver esse desastre todo. o futebol que é bom já sumiu a muito tempo. mas, a bagunça não some nunca. que azar ! os árbitros tem que ter visão eletrônica tbm. ele tem a obrigação de ver certo, para marcar certo par não ter a desculpa depois de dizer que não viu direito o lance.pois hoje em dia ninguém que saber se o erro do árbitro foi perdoado porque ele não viu. então ele tem o direito de comandar uma partida de futebol.mas, não tem mais direito de errar com tanta tecnologia a sua disposição. é caro comprar ? ver jogos tbm é muito caro hoje em dia. e se pode deixar um jogador impedido… tbm pode dar seguimento a todas as jogadas de gol e o gol é a coisa mais importante de uma partida e depois tira a prova dos nove na imagem eletrônica para decidir a validade do gol. se correu tudo certo. vida que segue e se não… o gol passa a não existir para não trocar o real valor da partida. porque fica um vexame pro resto da vida. uma câmera ligado ao computador, já bastaria ver o lance o regra de três, só apertando um botão e passaria tudo rápido, tipo videogame. a cada gol, o lance do gol repete na tela na hora. ai então se tira a duvida do juiz. é só a imagem mandar pra um relógio do árbitro uma mensagem dizendo com palavras escritas do seguinte modo: gol impedido, penalti, bateu na trave e entrou. eé só dizer que gol , quando é gol legitimo e pronto. nos o consumidores não podemos ter mais preju por causa de um juiz de futebol. se eles cobram da gente para ver um jogo… então eles não podem errar no produto… pois se cobram… então não é de graça. então basta . fui

  • Jorge

    AK, compreendo sua opinião, mas a proporção que este lance está tomando na mídia é extremamente exagerada. Os flamenguistas estão experimentando o mesmo tipo de perseguição que corinthianos também sofrem ai em São Paulo, quando o erro ocorre ao seu favor. Algo que ocorre pelo tamanho de suas torcidas, e pela necessidade de se criar uma teoria da conspiração de favorecimento deliberado a ambos os clubes. Erros como esse, e outros muito piores, ocorrem o tempo todo no futebol, e vc sabe disso melhor do que eu. Como sabe que se o erro fosse a favor do vasco e não do Flamengo, a importância dada pela imprensa ao fato seria certamente bem menor. A indignação do vascaíno é super compreensível, só não se compreende é o tamanho que a mídia está dando a um fato que já ocorreu incontáveis vezes no futebol… E continuará ocorrendo. Boa noite e sucesso sempre!

    AK: Obrigado. Mas gol ilegal aos 46 do 2T, que decide título, não acontece sempre. Um abraço.

    • Carlos Prates

      Jorge,

      Concordo completamente contigo, assim como com André.
      Realmente foi um gol com requinte de crueldade.

      Boa frase!

      “A indignação do vascaíno é super compreensível, só não se compreende é o tamanho que a mídia está dando a um fato que já ocorreu incontáveis vezes no futebol… E continuará ocorrendo”…

      Quando se jogava com bola de meia, era mais romântico!!!
      O juiz cheio de cana, e cada bandeirinha num time…

      Mesmo que contratem a NASA, The Best em tecnologia, esses erros vão continuar acontecendo.
      Talvez por isso, o futebol seja tão imprevisível.

      Abraço

      AK: Evidentemente não. A tecnologia impediria que um erro como esse – que não acontece com frequência – decidisse o jogo.

      • Paulo Pinheiro

        André,

        Acontece com frequência, SIM. Contra o Flamengo acontece. Lembro de um jogo contra o Avaí, pelo Campeonato Brasileiro, em que o tira-teima apontou um impedimento de inacreditáveis DOIS metros do jogador do Avaí. Naquela mesma partida o Flamengo teve um gol anulado. O árbitro alegou que o Deivid tinha empurrado o adversário ao cabecear, mas o adversário estava nas costas dele.
        Não deu essa repercussão na época.
        Ano passado o Elias teve que fazer 3 gols contra o Botafogo na Copa do Brasil pra poder valer um. Anularam erradamente dois gols.

        Com todo respeito: o lance merece e TEM que ser mencionado em qualquer resenha a respeito da partida. Mas tem que ser de uma forma que mostre que isso não desmerece em nada a excelente campanha que o Flamengo fez no campeonato. Jogando praticamente com a equipe reserva o Flamengo terminou 9 pontos na frente do Vasco. Acho que isso diz tudo.

        AK: Que coisa impressionante. Eu vou repetir uma vez mais: estamos falando de um gol ilegal, aos 46 do 2T, que decidiu um campeonato. Perdoe o uso de maiúsculas, mas isso NÃO ACONTECE com frequência. Aponte uma ocorrência igual. No mais, o post e a proposta de debate que ele apresenta, não desmerecem ou desconsideram a campanha do Flamengo. Essa tentativa de relativizar o absurdo é verdadeiramente assustadora. Um abraço.

        • Paulo Pinheiro

          Aponto, André. Semifinal da Copa do Brasil 1999: Palmeiras x Flamengo. Cobrança de escanteio aos 48 do segundo tempo e o Euller segura o goleiro Júlio César, que fica impossibilitado de fazer a defesa. Gol irregular do Palmeiras. Resultado: 4×2 para o Palmeiras e o Flamengo foi desclassificado (com 3×2 ainda daria Flamengo).
          NINGUÉM fez esse celeuma que estão fazendo hoje pelo Vasco.

          TODO MUNDO “relativizou” o erro na época. E ninguém achou isso “assustador”.

          Perguntado ao final se havia sido falta a resposta do Euller foi: “Fiz, mas o juiz não marcou. Azar”. E falou muito bem. Chega de falso moralismo. Se o árbitro errou o Palmeiras não tem nada com isso.

          E digo mais: o Flamengo deveria ter tido forças pra evitar esse escanteio. 48 do segundo tempo: não dá pra tocar a bola no campo de ataque? Essa é a hora de fazer uma auto-crítica, e não de ficar caçando bruxas. É por isso que o Vasco não evolui.

          Em tempo: também uso maiúsculas, não no sentido de grito, mas no sentido de ênfase, já que não dispomos de recursos como o negrito no editor de texto.

          AK: Eis aí o recorde da relativização. Estamos falando de um título. E eu não escrevi que o Flamengo tem algo a ver com o erro. Um abraço.

          • Carlos Prates

            Paulo Pinheiro

            Como a mídia vai se virar, se não houver Flamengo, Corinthians, Vasco, Palmeiras etc… etc… etc…

            Principalmente o Flamengo!

            Veja!
            Felipe, um goleiro com histórico de 22, após ser achincalhado pela torcida do Vasco, usou aspas na palavra “roubado”, e está em todos os noticiários da mídia.
            Nem mesmo querem entender, que o cara não estava se referindo a um campo social amplo. Mas sim, se referindo a uma metáfora que faz parte do futebol.
            Acredito, que não exista um prostíbulo, em que as mães dos juízes sejam proprietárias.
            Mas, “Juiz fdp” é mais antigo que andar pra frente.
            Entendo, que um profissional tem que se policiar. Até porque, como vive disso, não pode fechar portas.

            Mas sendo o goleiro do Flamengo, o caos quando abre a boca, é quase pena de morte.

            Pois bem!
            No mesmo dia, houve um penalti não marcado pró Atlético Mineiro contra o Cruzeiro aos 39 minutos do 2º tempo.
            A vitória daria o título ao Galo.
            O que o presidente Kalil disse e gesticulou, ao final do jogo, é proibido para maiores de 90 anos…
            Não li no noticiário, nem uma linha sobre a ira passional do Kalil.
            Estamos falando do presidente de um grande clube.
            Não, de um funcionário com histórico pra lá de questionável.

            A diferença? O Flamengo…

          • Paulo Pinheiro

            E você acha que o prejuízo que o Flamengo teve em 1999 foi diferente do que o Vasco teve este ano? Em ambos os casos todo o projeto pelo título se esvaiu num erro de arbitragem nos acréscimos. Não somos nós que estamos relativizando. Você é que está de má-vontade. Os argumentos são sólidos. Ou comparar uma semifinal com uma final é mesmo o “recorde da relativização”?

            AK: Eu estou de má vontade? Primeiro: não foi semifinal, e sim quartas-de final (você realmente quer comparar essa situação com um título?). Segundo: não foi aos 48 do 2T, e sim aos 44. Terceiro, e principal: não há, na jogada, nada que seja parecido com “Euller segura o goleiro Júlio César, que fica impossibilitado de fazer a defesa”. Há um contato entre eles, no limite da pequena área. De modo que, sim, você quebrou o recorde de relativização, o recorde do desespero para encontrar uma situação que fizesse com que o que aconteceu no último domingo fosse visto como algo corriqueiro. É triste, é lamentável, e é errado. Um abraço.

            • Paulo Pinheiro

              Não só houve falta (admitida pelo próprio Euller) como ainda o Ozéas estava impedido no lance.
              Correto: foi nas quartas-de-final, mas eu sustento que ser alijado de um torneio nas quartas-de-final, semifinal ou na decisão dá no mesmo, principalmente num país que não valoriza vice-campeonatos. Alijado com erro de arbitragem… todo o projeto por água abaixo.

              Acho que lamentável e errado é fechar os olhos pra infrações como essa do Euller no Júlio César e a do Everton Costa no Felipe só pra sustentar sua tese… Num desespero (posso usar esse termo pejorativamente também?) pra parecer que a arbitragem não errou para os dois lados.

              E outra: não considero “corriqueiro”. Mas continua sendo humano.

      • Carlos Prates

        Um dia, ainda veremos futebol sem impedimento…
        Juiz invalidar (não é o caso) um gol, porque o atacante tem o dedão maior que o zagueiro, é dose pra mamute enfurecido…
        Acho até, que a tecnologia deveria ficar fora deste fundamento.

    • Jorge

      Esse caso por exemplo André. Não foi bem mais grave?

      http://www.estadao.com.br/noticias/esportes,gol-irregular-classifica-franca-para-a-copa-do-mundo-de-2010,468573,0.htm

      Não acontece sempre, mas acontece… Coisas do futebol!

      AK: E foi um escândalo internacional. Até onde vai a tentativa de relativizar o que se viu no domingo?

  • Guilherme

    AK, quando alguém questiona que o gol seria legal caso o Nixon tivesse chutado, vc bota “informe-se” e cola o link do Salvio dizendo que na “opinião dele”…

    Porém, eu já vi o Arnaldo Cesar Coelho, o Gaciba e o próprio Rabello dando certeza que não haveria impedimento caso o Nixon fizesse, pelas novas diretrizes da FIFA.

    O gol não foi anulado pq o Marcio Araujo estava 10 metros na frente da linha, e sim porque na hora todos imaginamos que o Nixon havia feito o gol. Eu, você, os jogadores do vasco, etc. Portanto, vocês estão tentando explicar um erro, por uma variável que não foi a causadora do mesmo e que intensifica muito a “gravidade” desse erro.

    Estou respondendo educadamente a você pelo exemplo de profissional que sempre foi, espero que entenda minha opinião e que tenha humildade para refletir sobre.

    AK: O Márcio Araújo, impedido, participa do lance. Um abraço.

  • Ciro

    Veja só André.. o gol do Vasco no primeiro jogo foi ilegal.. a micro-câmera da Globo mostrou a falta de Éverton Costa em Felipe.. mas erro contra o Flamengo não repercurte.. é impressionante.. é como se o erro de arbitragem só fosse digno de ser reclamado quando é contra o mais fraco.. como por exemplo o Corinthians sendo bastante garfado na final da copa do brasil contra o Sport em 2008.. vamos ser honestos.. 1 gol ilegal no 1º jogo e 1 gol ilegal no segundo.. um pra cada lado.. ficou tudo igual… mas a que ponto chegamos.. erro contra o Flamengo não é erro.. é equilibração de forças..

    AK: O ponto a que chegamos é tentar relativizar um gol ilegal, aos 46 do 2T do jogo decisivo, citando uma falta – que não aconteceu – em um gol no primeiro tempo do primeiro jogo. É espantoso que não se perceba isso. Um abraço.

  • Roberto A. Silva

    Eu posso ficar p da vida com esta notícia, será que os Flamenguistas que comemoraram no domingo podem:

    O Senado aprovou nesta terça-feira (15) a medida provisória 627 que traz uma série de mudanças tributárias para multinacionais brasileiras no exterior e também anistiou multas dadas pela ANS a planos de saúde
    O Senado aprovou em sessão nesta terça-feira (15) uma medida provisória que determina a anistia de R$ 2 bilhões aos planos de saúde. O montante, estimado pelo Ministério da Saúde, refere-se a multas aplicadas aos planos pela ANS (Agência Nacional de Saúde). A presidente Dilma Rousseff tem até 15 dias para vetar ou sancionar a MP.

    Originalmente, a matéria (627/2013) tratava apenas da tributação dos lucros obtidos por empresas brasileiras no exterior. Enquanto tramitou na Câmara dos Deputados, no entanto, o texto recebeu uma série de emendas que versam sobre temas estranhos ao assunto original. O relator na Câmara foi o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), pivô de um desentendimento entre parlamentares peemedebistas e o PT no mês passado.

    Como o Senado não acrescentou ou retirou emendas do texto, a matéria segue direto para o gabinete da presidente. Dilma já sinalizou que pretende vetar a emenda que trata do perdão aos planos de saúde. O ministro da Saúde, Arthur Chioro, afirmou ser contrário a anistia das multas.

    As multas perdoadas variam de R$ 5.000 a R$ 1 milhão, segundo informou o jornalista Elio Gaspari, colunista da Folha de S.Paulo, e referem-se ao não cumprimento dos contratos com os clientes.

    A MP estabelece um teto para o pagamento das infrações. Por exemplo, o plano autuado de duas a 50 vezes com multas da mesma natureza, para apenas duas deles; o que recebeu de 50 a cem autuações, pagará quatro multas; acima de mil multas, serão cobradas apenas 20 multas.

    Para ilustrar, um plano que recebeu cem multas de R$ 50 mil, pagará R$ 200 mil, em vez de R$ 5 milhões.

    De acordo com dados do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), os planos de saúde doaram R$ 12 milhões para campanhas de 157 candidatos, filiados a 19 partidos diferentes, nas eleições de 2010. No pleito de 2006, as doações alcançaram R$ 7,1 milhões.

  • Charles

    Tomara que esse erro grotesco na final, seja um divisor de águas no Vasco Da Gama.
    Com uma união de todos para fortalecer e mostrar quem realmente é o VASCO !

  • Douglas

    Blog digno de pena! Chora, seu fraco! Seja lá pra qual time você torça! Não houve falta no Felipe? Luan não merecia ser expulso? Guiñazu não merecia ser expulso? E relativizar é o caramba! Vimos muito bem o que a diferença de um homem faria neste jogo, justamente no primeiro da final! Imparcialidade ZERO! E eu também não acredito que você é pago pra exercer dessa forma ridícula tua “profissão”. Até nunca mais!

    AK: Vejam o nível rasteiro do que aparece por aqui. Apenas uma amostra de indigência. “Relativizar é o caramba”.

  • marcos oliveira

    Sr A.K,pq vc nao diz logo q o Vasco foi roubado??Fica insinuando q o lance nao acontece frequentemente numa final aos 46,mas o q me deixa bobo,e q ninguem lembra q o msm vasco foi beneficiado com gol irregular durante o campeonato contra um time pequeno,ah,pra refrescar sua memoria,em 1999 o Flamengo precisava ganhar pra ser campeao em cima do msm vasco,o entao jogador do Flamengo,Beto,fez um gol em posiçao legal e o bandeirinha anulou,entao,seja mais imparcial e deixe seu clubismo de lado……

    AK: Tente se relacionar melhor com a Língua Portuguesa e releia o texto quantas vezes forem necessárias para compreendê-lo. Certos questionamentos são preocupantes. Não digo que foi “roubado” porque “roubado” sugere intenção. Afirmo, no entanto, que o Vasco foi prejudicado por um gol ilegal aos 46 minutos do segundo tempo do último jogo do campeonato. Se você não consegue entender isso, ou se acha que mencionar o que aconteceu em outras ocasiões a favor deste ou daquele tem algum significado no que estamos discutindo, procure se manifestar em outro lugar, o conteúdo deste blog não é indicado para você. Um abraço.

  • Ricardo

    Sensacional! Haja estômago. Ou o sujeito se diverte respondendo os comentários ou vomita a cada vez que acessa a página. O exercício em ficar indiferente deve ser cruel.

    AK: A diversão prevalece. Um abraço.

    • Carlos Prates

      KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

      Mas Ricardo!
      A intenção é se divertir mesmo.
      Acontece, que no meio disso tudo, bem ou mal, o responsável pelo blog nos responde….

      Uns 10 dão adeus… uns 15 morrem de rir… e os outros, deixam o enterro seguir em frente…

  • Julio – Vilão BM

    Para começar, sou Mengão CAMPEÃO carioca de 2014.
    AK, não sei o porque de parecer que somente eu entendi o seu texto, alo NAÇÃO RUBRO NEGRA, o rapaz está descrevendo sobre o fato e as consequências que um erro crucial causa no futebol e só, em momento algum desmereceu NOSSO TÍTULO. Realmente houve obstrução no Felipe no gol do VICE no 1º jogo, porém o foco do post não são os dois jogos das finais e sim o Gol impedido dado ao MENGÃO (Graças a Deus,rsrsrsrs, ficou mais gostoso assim) em cima do vice aos 46″ do 2º tempo do ultimo jogo da final.

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