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Declaração de José Mourinho, após a derrota do Chelsea (PSG 3 x 1: Lavezzi, Hazard, David Luiz-contra e Pastore) em Paris:

“O jogo estava sob controle com 1-1. Mas aí nós fizemos um gol contra e o terceiro gol foi uma piada”.

O técnico português tem um jeito peculiar de responder questões e analisar partidas em entrevistas, característica que o transformou em um personagem midiático de sucesso.

Não se pode dizer que o resumo do jogo feito por Mourinho está equivocado (ainda que, por breve, não contenha os méritos do adversário), mas a frase salta aos olhos pela estocada em David Luiz e na pane que permitiu o terceiro gol francês.

Mourinho voltaria a mencionar o gol contra, dizendo que o zagueiro brasileiro tentou defender o gol, e não provocá-lo, o que é óbvio. Reclamou também do fraco desempenho dos atacantes do Chelsea.

Como é frequente, Mourinho disse várias coisas exatamente por não dizê-las. Como por exemplo a assistência de Terry para Lavezzi na abertura do placar.

E as surpreendentes colaborações de Lampard e Cech no gol de Pastore, nos acréscimos, que condicionou o confronto ao determinar um placar que não reflete o que se deu em campo.

Não é fácil – e certamente não é saudável – criticar a velha guarda do Chelsea.

Ainda há jogo em Stamford Bridge, mas ficou muito complicado para os ingleses.

No Santiago Bernabéu, o Real Madrid (3 x 0: Bale, Isco e Ronaldo) lecionou o Borussia Dortmund e só não alcançará as semifinais se não entrar em campo na próxima semana na Alemanha.

O gol de Ronaldo o deixou ao lado de Altafini e Messi como máximos goleadores (14) em uma edição do principal torneio de clubes da Europa.

Foi o décimo-primeiro jogo oficial seguido, por clube e seleção, em que Ronaldo marcou.

Jurgen Klopp não jogou a toalha, mas o momento está próximo.



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