NOTAS PÓS-RODADA



Das copas:

* Na última vez que o Flamengo recebeu o Atlético Paranaense no Maracanã, uma noite como a de ontem (Flamengo 2 x 0: Elias e Hernane – 57.991 pagantes) só seria possível em sonhos.

* O interessante é que o pior momento da temporada – quando o time se viu sem técnico e sem saber direito por quê – talvez tenha sido o instante em que um título começou a ser gerado.

* A sobriedade de Jayme de Almeida e a energia da torcida no Maracanã (o jogo contra o Cruzeiro, para mim, se destaca dos demais) são as impressões digitais da terceira Copa do Brasil que fixará endereço na Gávea.

* É claro que há mais. Os gols de Hernane, a liderança de Elias… e que atuação de Luiz Antônio ontem.

* Os gols só saíram no final, mas o Flamengo os procurou desde o início. Merecimento incontestável.

* O Atlético apostou num gol como produto da sequência de jogadas aéreas. Por algum motivo, foi menos competitivo do que de costume.

* Parabéns ao Flamengo e aos rubro-negros.

* A página mais bonita da história mais do que centenária da Ponte Preta (1 x 1 com o São Paulo: Leonardo e Luis Fabiano – 12.161 pagantes no estádio Romildo Vitor Gomes  continua a ser escrita na Copa Sul-Americana.

* Mais um campeão continental, e mundial, ficou pelo caminho.

* No “Mogistoso”, a Ponte teve segurança, cabeça e sorte. Atributos que serão necessários para que esta inesquecível aventura termine em glória.

* Fala-se em disputar a decisão no Pacaembu (a AAPP é mandante no primeiro jogo), o que pode produzir um cenário diferente e interessante.



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