NOTAS PÓS-RODADA



Das Copas:

* Após dois chutaços impressionantes, o Flamengo (1 x 1 com o Atlético Paranaense: Marcelo e Amaral – 15.494 pagantes no Durival de Britto) está a um 0 x 0 de ser campeão no Maracanã.

* Parece simples. Não será.

* Felipe poderia ter defendido o chute de Marcelo? Essa foi a impressão.

* Passaram-se quatro segundos entre a bola chegar a Amaral e ele disparar da intermediária. No futebol de hoje, é liberdade exagerada. Pareceu que o volante do Flamengo carregava o crachá de “deixa chutar”.

* O Flamengo está mais próximo do título da Copa do Brasil por causa de mais uma demonstração de controle e maturidade. Mas o Atlético não é um time contra o qual se deva apostar.

* Não creio que Jayme de Almeida permita que o oba-oba que já atrapalhou o Flamengo entre em campo desta vez.

* Termos como “histórico” e “épico” são frequentemente usados para episódios que não merecem tal qualificação. A vitória da Ponte Preta (3 x 1 no São Paulo: Ganso, Antônio Carlos-contra, Leonardo e Uendel – 53.302 pagantes no Morumbi) não é um desses episódios.

* Vale dizer que a campanha da Ponte nesta Copa Sul-Americana é épica. Venceu o Vélez Sarsfield fora de casa, também.

* Em jogos eliminatórios, em que erros e acertos são magnificados, não é comum o time visitante não apenas construir a virada como aumentar a diferença de gols. O São Paulo permitiu um resultado dificílimo de apagar.

* Como explicar a postura do São Paulo no intervalo entre o 1 x 0 e o 1 x 1?

* É preciso considerar o estímulo extra que a briga nos bastidores em torno da capacidade do Moisés Lucarelli deu ao time de Campinas. Não é interessante presentear o adversário com motivos a mais para vencer.

* Muitas coisas precisam acontecer – todas elas contra a Ponte Preta – para que o São Paulo alcance a final. Extremamente improvável.



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