COLUNA DA TERÇA



(publicada ontem, no Lance!)

PENITÊNCIA

Tudo o que já foi dito e escrito para qualificar o declínio de Vanderlei Luxemburgo empalidece diante do que o próprio declarou na última sexta-feira. Esqueça os comentários dos críticos, as avaliações dos dirigentes, esqueça até o inclemente passar do tempo desde seu último trabalho relevante. Luxemburgo apequenou toneladas de cobertura negativa com uma surpreendente confissão.

“Troco qualquer coisa que eu conquistei até hoje, qualquer título, tudo o que eu ganhei no futebol, por este título que é manter o Fluminense na primeira divisão”, disse o técnico do clube carioca, em entrevista na cidade de Atibaia, onde o Fluminense se preparou para enfrentar o Corinthians. Um momento quem-te-viu-quem-te-vê em que talvez, apenas talvez, a conhecida necessidade de Luxemburgo de dirigir a narrativa tenha traído seu – ainda mais conhecido – orgulho profissional.

O último troféu de importância inegável foi a conquista do Campeonato Brasileiro de 2004, pelo Santos. Uma consulta ao currículo de Luxemburgo mostra, de lá para cá, títulos de nível regional e trabalhos interrompidos por falta de resultados. O período tem sido ilustrado por demonstrações públicas de arrependimento por parte de dirigentes que o contrataram, e também por elogios que não encontram respaldo em seu desempenho.

Apesar dos riscos, o mercado de treinadores brasileiros permite que Luxemburgo continue sendo prestigiado pelo que um dia fez, e remunerado como se ainda fizesse. A lista de clubes acometidos por essa confusão de conceitos é composta por Santos, Palmeiras, Atlético Mineiro, Flamengo, Grêmio e Fluminense. São os últimos seis clubes dirigidos por ele, desde a passagem pelo Real Madrid.

Sempre que foi confrontado pela realidade, Luxemburgo reagiu com inflexível indignação. Jamais acusou o golpe, sempre lançando mão de explicações pouco convincentes apresentadas de forma enfática, o que não as torna verídicas. O “eu conquisto” já não faz sentido há tempos, mas a celebridade continua lá. Na mesma entrevista de sexta-feira passada, a vaidade que ele alega não possuir reapareceu com uma busca nos arquivos (“troco todos os meu títulos, que não são poucos…”), mas o estrago já estava feito. Vanderlei Luxemburgo, dono de cinco títulos brasileiros, soou como um técnico do passado.

Ao dizer que evitar o rebaixamento do Fluminense vale tanto quanto toda a prataria de sua carreira, parece evidente que o plano de Luxemburgo era ressaltar um comprometimento que vem sendo alvo de críticas. O que imediatamente conspira contra a credibilidade da declaração. As comemorações efusivas na linha lateral também exalam a postura midiática que caracteriza sua trajetória. Podem ser sinceras, mas não parecem.

No Rio de Janeiro, há quem diga que Caio Júnior só não assumiu o Fluminense há cerca de dez dias porque estava na Europa, em imersão por clubes estruturados. Em São Paulo, oposicionistas à ideia do retorno de Luxemburgo ao Palmeiras comemoram o fim de temporada sofrível do treinador. Na sexta-feira, o próprio Luxemburgo lhes deu razão.

(como se sabe, o Fluminense demitiu Vanderlei Luxemburgo ontem à tarde. Dorival Júnior foi contratado)

SUPERIOR

O saldo de gols do Cruzeiro (40) é maior do que a soma dos saldos dos cinco primeiros times (36) que estão abaixo. O Cruzeiro é a única equipe do campeonato com gols a favor na casa dos sessenta (69) e uma das duas únicas com gols contra na casa dos vinte (29). Fora o Cruzeiro (71,7%), ninguém tem aproveitamento acima dos 60% no BR-13. Sem mais.

PAREDE

Não, desculpe, há algo mais: que atuação de Fábio contra o Grêmio. Entre os melhores momentos de um campeonato brilhante do goleiro.

EMPURRÃO

O lugar do Botafogo na Copa Libertadores do ano que vem está em risco. Quem acredita que o time deveria estar disputando o título comete dois equívocos: exagera na análise sobre a capacidade coletiva da equipe e não percebe que o Botafogo jogou acima de suas possibilidades durante a perseguição o Cruzeiro. Agora é o momento de o torcedor ajudar.



  • Emerson Cruz

    Posso estar enganado, mas a impressão que o Botafogo passa é que o ambiente em General Severiano, incrivelmente, não se diferencia do vivido nas Laranjeiras ou em São Januário. Sendo que Fluminense e Vasco, aparentemente, tem neste momento suas torcidas ao lado do time (vejamos se os tricolores lotarão o Maraca na próxima rodada, confirmando as expectativas). Incompreensível a revolta, o clima de ” droga, sabia que isso iria acontecer!” e o consequente abandono dos botafoguenses – verificado na presença de público nos jogos da equipe como mandante – para com um elenco que chegou tão longe e que faz a melhor campanha do clube no Brasileirão, desde 1995. Quase duas décadas!
    Se é para alguém ser alvo de pressão neste momento, deveria ser a diretoria que foi incapaz de criar condições para a manutenção de muitos jogadores fundamentais para a equipe e pelos constantes atrasos salariais de um elenco tão brioso.
    Ao botafoguense que está reclamando deste time, que se agarra a qualquer desculpa para não ir ao Maracanã e que proporciona a este elenco um clima de time em crise eu digo: Vocês mereciam ter Alexandre Pato no time de vocês, talvez assim aprendessem alguma coisa.

    • Broc

      Concordo em número, gênero e grau.

    • Benjamin

      Emerson,
      concordo em gênero, número e grau com o que disse o Arthur Dapieve dias atrás. Estão tomando a torcida como bode expiatório, para justificar o fracasso do time. Não dá pra cobrar essa clarividência (a melhor campanha desde 1995!) pra uma torcida acostumada a ver um time sem pegada, que promete, ensaia, parece que vai, e no final amarela. Isso é pior do que a pior campanha. E não dá pra concordar com o Kfouri. O Flamengo, por exemplo, tem um time horroroso e vai levar a Copa do Brasil. Tudo o que vale, para o bem ou para o mal, para os outros times, com o Botafogo não funciona. Quanto o time é ruim, é porque o time é ruim. Quando o time é bom, morre na praia. O fato é que tem sido, como sempre, desgastante acompanhar a trajetória do Botafogo. Em todas das vezes (repito: TODAS!) em que o time jogou partidas decisivas (que valiam liderança, manutenção de posição ou classificação, perdeu). Isso é motivo suficiente para o descrédito. Os jogadores falam que não podem se comprometer com o passado, que esse derrotismo é sentimento herdado, mas eles não percebem que são rigorosamente a reprodução deste passado no presente (este time, que não teria compromisso com esse passado derrotista) está reproduzindo exatamente o que os outros fizeram. Sinceramente, tem coisa mais séria que se passa com esse time, com o clube, com a torcida. Beira o inexplicável. Tem uma inhaca que não nos larga mais depois dos 21 anos sem título. Vai demorar pra sair. A torcida, também derrotista, só espelha o que é o time. A coisa é mais séria do que cobrar presença da torcida, portanto. Vou sempre ao estádio, mas compreendo tranquilamente a não-presença. Falta alma a esse time, como tem faltado a todos nos últimos anos.

      • Emerson Cruz

        Sem comparar a grandeza de cada um com a do Bota, mas pense nos torcedores de Criciúma, Santa Cruz, Paysandú, Remo, Sampaio Correia, entre outros e (se quiser) reflita:
        Os torcedores destas agremiações não tem motivos mais do que justificáveis para sentimentos derrotistas? E eles têm?
        Qual a relação que mantém os torcedores destes times para com os seus clubes?
        Alguma destas torcidas se apega a superstições e ao retrospecto de insucessos de suas equipes e os usa como pretexto para abandonar suas equipes?
        Se você continua achando que este tipo de botafoguense tem razão para não apoiar o time e marcar presença no estádio, se apegando ao eterno “há coisas que só acontecem com o Botafogo”. Definitivamente vocês precisam de Alexandre Pato no vosso time.

  • Um dos problemas do Luxemburgo é com certeza a vaidade, pois, quando excessiva, acaba tornando difícil enxergar e encarar a realidade. O orgulho e a vaidade com certeza não são bons conselheiros. Ele é bom técnico, senão, jamais teria ganho 05 campeonatos brasileiros. Talvez seja hora de recomeçar, quem sabe se espelhar na conduta do “Avô Jaime”, técnico do Flamengo.
    Ao Cruzeiro, só resta aplaudir.
    O Botafogo, como você disse, jogou acima de suas possibilidades, mas ainda pode se manter no G4, já que veio até aqui. Mas não vai ser fácil.

    Abraço.

  • Andre Luiz

    André porque um profissional como o Luxemburgo é tão achincalhado pela imprensa, não consegui levantar outro técnico que tivesse um tratamento tão ruim por parte dos profissionais da mídia. Algo pessoal(não de sua parte)? Na minha opinião foi algo que foi crescendo a partir de um problema pessoal com algum influente jornalista e os colegas de profissão acabam por comprar brigas que não são deles e a bola de neve é irreversível, todo dia um fracasso é super valorizado e as conquistas diminuídas até certo ponto que o treinador já não é mais prestigiado pelo seu trabalho. A forma de falar é motivo de piada, a palavra projeto é algo que agora é motivo de piada. Sou Corinthiano e grato ao Luxemburgo, apesar de seus problemas internos no clube sempre o time jogou um grande futebol ao seu comando, avaliar vida pessoal, se está jogando poker ou saindo com mulheres é pauta para programas de fofoca. “Podem ser sinceras, mas não parecem”, apenas aqui acho que exagerou, pareceu algo pessoal, embora acredito que não. Ainda não vi o mesmo tratamento para o técnico Muricy por parte da imprensa, o que Dunga fez na copa do mundo, o treinador do SPFC vem fazendo há 6 anos no mínimo, talvez sua falsa modéstia venha enganando os colegas de sua profissão. Enfim acho que estão exagerando ao tratar o Luxemburgo dessa forma, os clubes pagam o que foi combinado, as vezes acreditam que o treinador ainda pode dar o mesmo que a anos atrás, todos mudam e normalmente para pior, naturalmente nessa profissão vários técnicos foram ficando ultrapassados e novas gerações assumiram o protagonismo, contudo ironizar cada palavra dita, qualquer emoção ser motivo de dúvida é passar dos limites nas análises.

    AK: Como sempre digo, falo por mim. Análise profissional. E discordo de sua visão. Um abraço.

    • RENATO77

      Concordo com o André Luiz.
      Em geral, a imprensa exagera quando analisa a carreira do Luxa…minimiza os acertos e maximiza os erros.
      A maior qualidade do Luxemburgo, fora os títulos, era indicar bons jogadores a serem contratados pelo clube em que estava trabalhando. Desde Alex do Coxa…mas é verdade que faz tempo que não dá uma dentro.
      Abraço.

    • Cláudio

      Concordo com o André Luiz também.

  • Murilo

    Oi André, não teremos a análise dos jogos do final de semana? Desculpe-me, mas tenho a impressão que a inexistência da coluna posterga o regular começo da minha semana… 🙂

    AK: Perdão. Ficarei devendo as notinhas desta rodada. Um abraço.

    • Teobaldo

      Já viu, né Murilão, vai enrolar o patrão uma semana, heim véio? Ah, Ah, Ah!!!

      Agora falando (escrevendo) sério, prezado AK, fico estarrecido de, em momento nenhum de sua carreira, o Fábio não ter sido considerdo um dos três melhores goleiros do Brasil (para mim, o melhor há pelo menos 5 anos) ao ponto de nunca ter sido convocado para a Seleção Brasileira. Esse fato para mim, como Atleticano e, portanto, neutro nessa questão (Rs, Rs, Rs) chega a ser surreal.

      Particularmente, no BR-13, vi nele, principalmente, e no Nilton (podem rir, amigos, eu não ligo) um futebol muito mais importante para a sedimentação da campanha do Cruzeiro do que o futebol apresnetado pelo Éverton Ribeiro, embora esse último,pelos golaços feitos durante a temporada, tenha recebido maior destaque na imprensa (não adianta perguntar, pois eu não sei quem é “a imprensa”). Um abraço.

  • Vitor H. M.

    AK,

    O Luxemburgo sempre foi visto como um técnico que montava grandes equipes quando tinha um elenco bom. Por muito tempo esse foi o seu argumento (e de seus fãs) quando ele era criticado ao não obter resultados satisfatórios em clubes que ele passou. A sua defesa sempre foi dizer que o clube não comprou o “pojeto”.

    A grande verdade é que, tirando o Bragantino quando o referido técnico foi revelado, ele não fez nenhuma boa campanha ao dirigir times com elenco mais fraco ou com um orçamento mais modesto. O Luxemburgo sempre foi refém de bons elencos.

    Não dá para negar a sua qualidade, ele sempre foi um bom estrategista. No entanto, o seu método de trabalho que é trazer uma comissão que custa 500 mil (fora os 500 mil dele), ter participação sobre revelações, trazer os jogadores dos seus empresários e ter praticamente total autonomia na hora de contratar é um método que só funciona em clubes que a cartolagem antiga ainda é forte. Para clubes que são mais organizados, esse método é inaceitável e a forma de trabalhar do Luxa está cada vez mais minada dentro do ainda desorganizado futebol brasileiro (mas que, aos poucos, bem aos poucos, vai se organizando).

    Em virtude de todo o seu custo, a relação custo x benefício é muito ruim, e o clube que o contratar ou está com caixa de sobra, ou tem um presidente irresponsável, quem sabe ambos até.

    Hoje em dia muitos clubes são estruturados e já tem uma comissão técnica permanente com preparadores físicos, médicos, preparadores de goleiros, fisiologistas etc. Sem contar que muitos tem diretores executivos no cargo de gerente de futebol. Visto isso, é notável que o Luxemburgo tem que far uma reciclada na sua forma de trabalhar. A sua ideia de ser um “manager” não serve para o futebol atual, hoje, para o cargo de técnico, o foco deve ser a parte técnica, pois o nível competitivo está muito alto e se o técnico ainda estiver preocupado com dinheiro e com empresários, os resultados em campo ficam ameaçados.

    Outro fator que também vem atrapalhando o técnico do “pojeto” são as suas ideias ultrapassadas. Um técnico que vai disputar a Taça Libertadores e contrata 2 atacantes de alto nível (sem contar os 2 que lá estavam) e não contrata bons zagueiros e ainda dispensa o Vilson, tem que rever seus conceitos. Hoje não dá para ter um time de futebol tão para frente como o Palmeiras de 93-94, é importante que os times sejam equilibrados e que todos do time marquem atrás da bola e isto não tenho visto nos últimos trabalhos dele.

    Talvez, se o Luxa abaixar a sua pedida salarial, se preocupar apenas com a parte técnica e fizer uns cursos e intercâmbios em times da Europa, ele consiga voltar a conquistar grandes títulos. No entanto, se mantiver a sua forma de trabalhar, vai sempre cair em times desesperados, com dirigentes irresponsáveis e em situações delicadas.

  • Mateus Gonçalvess

    Fluminense, o eterno oito ou oitenta. Impressionante como esse clube oscila, quanto não está brigando pelo título, está brigando para não cair, vem sendo assim há muito tempo. Se cair, vai ser uma tragédia, pois vai ser, justamente, no momento em que o clube respiraria financeiramente, depois de longas décadas. Entre o risco de cair para a segunda divisão e o equilíbrio financeiro, Peter escolheu o equilíbrio financeiro. Ao não repôr ninguém no elenco, ao apostar nos meninos de Xerém, o presidente tricolor radicalizou como nunca, e o resultado é o que estamos vendo. Como tricolor, torço para um final feliz. Concordo com a demissão do Luxa, com ele era certo o rebaixamento, pelo menos agora temos uma chance.

  • Magdiel Gomes de Moraes

    Já foi tarde. Aliás,nem deveria ter vindo.Não tem o perfil do Flu. Vive do que fez no passado.abç

  • Paulo Pinheiro

    Considero o Fábio um dos atletas mais injustiçados por sua seleção.

    Não é deste ano que esse belíssimo goleiro vem fazendo grandes atuações.

    Mas… fazer o que… pra jogar na seleção tem que ser “da família”.

  • waldir

    todos criticam o luxemburgo inclusive eu mas o renato gaucho com a sua arrogancia nunca ganhou um titulo expressivo em nivel nacional como treinador

  • Carlos Leite

    Sobre o goleiro Fábio do Cruzeiro o Juca Kfoury falou ontem no programa da ESPN que o referido jogador não é visto com bons olhos pela comissão técnica da seleção brasileira por ser formador de “panelinhas” com outros jogadores crentes.

    Afirma que segundo fontes fidedignas esse é o motivo de não mais chamarem o Fábio, apesar de suas grandes atuações.

    No último jogo contra o Grêmio no Mineirão os jogadores entraram com uma faixa: “Jesus, O segredo do Sucesso” e concordo que ele mistura as coisas, religião/futebol e é uma pena pois poderia estar disputando a próxima Copa do Mundo.

  • Eddie The Head

    Flamengo x Atlético-PR,final da Copa do Brasil,jogo da volta,Maracanã. O ingresso mais barato custa absurdos 250 reais. Imagine se o cidadão quiser levar o filho,coisa tão comum nos estádios. Serão 500 reais,fora gasto com condução,bebida e lanche. Creio que na atual realidade do nosso país isso é quase um assalto.

    A diretoria,para justificar,disse que o clube precisa de ajuda e pediu para o torcedor colaborar,pois precisa fazer caixa. Disse que se vender a carga toda fatura cerca de 9 milhões de reais,creio eu que a maior renda da história do nosso futebol.

    Dadas as justificativas,o que o nobre blogueiro acha de tudo isso?

    AK: O blogueiro não é nobre, é apenas blogueiro. E, como já escreveu, entende que a principal missão de quem toma decisões no futebol brasileiro é fazer tudo o que for possível para que estádios sejam ocupados. O que o Flamengo está fazendo é um grande equívoco. Um abraço.

    • LM

      Não acho que a diretoria do Flamengo esteja equívocada. Equivoco eh existir gratuidades e meia entrada, sem controle. Futebol eh negocio, e deve ser tratado como tal.
      O jogo da NBA praticou ingressos mais caros.
      A sony ao lançar a nova versao de seu Playstation dobrou o preço.
      Sou socio torcedor e estudante poderia pagar 75$, acho caro e verei o jogo em casa. Mas conheço.diversos flamenguistas que pagaram aos cambistas mais de 500$ na “final” conta o gremio em 2009, e devem estar comprando os ingressos nos preços praticados.
      Por isso acredito que o sucesso ou fracasso sera consequencia da venda ou encalhe dos ingressos.

      • Eddie The Head

        Prezado LM,não dá para comparar o que acontece na NBA com o que aconteceu no nosso quase amador futebol. Não dá para comparar o padrão de vida nos EUA com o do Brasil. Meia entrada está previsto em lei,embora nem sempre quem paga meia tenha,de fato,direito a mesma.

        Torço para que a final seja o maior fracasso de bilheteria da história,pois se der certo todas as finais no Rio terão seus preços superfaturados. Daqui a pouco estarão cobrando pratas por uma final do “fortíssimo” estadual carioca.

        Nota: O preço atual do PS3 está em torno de 1200 pratas. O do PS4,quando chegar ao Brasil,será em torno de 4000.

        • LM

          Tinha feito referência ao jogo da NBA no Brasil. Paguei 180 $ no ingresso, pois comprei no setor mais barato. O mais caro era 2000$.
          Agora a final vai ser sucesso de público, em 30 minutos venderam quase 20 mil ingressos antes do servidor cair em virtude do acesso elevado.

  • Paulo Roberto

    Sou atleticano, este cara é muito ruim!!!!!!!!!!

  • André, concordo em parte com sua análise, de marrento o futebol está cheio, Luxemburgo encabeça alista, mas temos Muricy , um grosso , que faz questão de mostrar sua educação em qualquer resenha esportiva, Renato Gaúcho, outro que se acha. Deveriam ter sim um contato mais próximo com, Ney Franco, Cristóvão, Abel, Enderson Moreira , esses sim bons técnico e pessoas educadas. E o Luxa depois dessa, disse que deveria tirar férias, coisa que não faz a 20 anos, vou além se aposenta meu camarada e vá curtir o resto da sua vida. A pior coisa que poderia acontecer é ver meu Tricolor ser rebaixado e no comando um flamenguista declarado e ultrapassado. Disse ainda, não deveria ter assumido e assumiu porque tava no osso. Vá descansar LUXA.
    ST, Carlos Castilho

  • Frederico Gosling

    Veja como a Imprensa é capciosa, talvez a única frase verdadeira e dita com o coração pelo Luxemburgo seja “Troco qualquer coisa que eu conquistei até hoje, qualquer título, tudo o que eu ganhei no futebol, por este título que é manter o Fluminense na primeira divisão”, demonstrou que esta ciente e consciente de sua incapacidade para salvar o meu Fluminense, talvez tenha sido seu único momento de lucidez à frente do Fluminense e a Imprensa, como sempre só faz críticas, é muito fácil ser pedra o difícil e ser vidraça.

    AK: Tem uma coisa mais fácil: acreditar no que parece mais conveniente, com base apenas nos próprios desejos. Um abraço.

  • Juliano

    Luxa da manicure!! Sensacional!!

    AK, o que acha da modalidade de demissão via telefone? Foi assim com Mano (pela espetacular CBF), com Muricy (me mata de vergonha, Santos), e agora com o Luxa (por mais que não gostemos do Luxa, uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa).

    Que cartolagem fantástica temos! O país do futebol! E o governo federal ainda vem com a piada pronta na propaganda: “o melhor do Brasil é o brasileiro”. Não.

    Abraço!

  • Ailton

    Caro André

    A 6 anos só existem 2 certezas no campeonato brasileiro: o Internacional monta time para ser campeão e o Botafogo chega e no final os dois ficam pelo caminho.
    Sobre os ingressos da final da Copa Brasil terá cambista cobrando R$ 750,00 e torcedores comprando, entre ganhar o Flamengo ou os cambistas que ganhem o Flamengo.
    Tirando a questão da gratuidade que na minha opinião deveria ter um borderô da gratuidade, pois ninguém sabe quantos idosos, crianças, ex-combatentes, etc usufruíram dessa gratuidade.
    Caro André, você saberia dizer quem é quem nas gratuidades?

    Abraços

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