NOTAS PÓS-RODADA



Das Copas:

* Quanto tempo fazia que o Flamengo (4 x 0 no Botafogo: Hernane-3 e Léo Moura – 50.505 pagantes no Maracanã) não jogava tanto?

* A bola tem se oferecido a Hernane, o artilheiro singular no nome e na quantidade de toques, como faz com os grandes. Ninguém marcou mais vezes no novo Maracanã.

* Hernane não é o primeiro atacante de pouca técnica que cai nas graças do torcedor rubro-negro. E não foi a primeira vez que este torcedor, presente em grande número, transformou seu time.

* Ao Botafogo resta a missão de se levantar e terminar o Campeonato Brasileiro entre os primeiros. Não é pouca coisa.

* Prossegue a temporada excelente do Atlético Paranaense (0 x 0 com o Internacional – 12.629 pagantes no Durival de Britto), semifinalista da Copa do Brasil pela primeira vez.

* Não é em todo time que se percebe o padrão que o Atlético mostra a cada atuação. Essa é uma das maneiras de se avaliar o trabalho de um técnico.

* O Internacional caminha para concluir mais uma temporada em que desempenho e capacidade foram incompatíveis.

* Contra um adversário claramente decidido a se defender e aguardar os pênaltis, o Grêmio (0 x 0 com o Corinthians e 3 x 2 nos pênaltis – 33.503 pagantes na Arena do Grêmio) tinha todas as razões do mundo para estar tranquilo: Dida.

* Todas as situações de gol no jogo foram criadas pelo time que se classificou. Há ocasiões em que os pênaltis fazem justiça.

* Somente um jogador desconectado da realidade faz o que Alexandre Pato fez. Especialmente contra um goleiro como Dida, e numa cobrança que poderia significar a eliminação. Displicente com a própria responsabilidade, despreocupado com as repercussões.

* O Corinthians teve a oportunidade de negociar Pato no final do último período de transferências. A oferta era vantajosa, mas o clube deixou a decisão nas mãos dele. Se pudesse voltar no tempo, provavelmente faria diferente.

* Depois das duas últimas atuações, parece claro que o São Paulo (4 x 3 na U. Católica: Sosa, Aloísio-2, Cordero, Ademilson, Mirosevic e Welliton) recuperou o espírito que parecia perdido. Muricy Ramalho tem a ver com isso.

* O futebol é fantástico porque permite que um goleiro tenha uma das melhores atuações de sua carreira, aos 40 anos de idade.

* Não estou certo de que a noite de Rogério Ceni no Chile foi melhor do que contra o Liverpool, no Japão. Minha impressão é de que não. Mas está perto.

* Duas defesas no segundo tempo, caindo para o lado direito, foram insanas.

ATUALIZAÇÃO, sexta-feira 25/10, 15h18 – Fechando, com o jogo de volta da CB entre Vasco e Goiás:

* Na noite em que o Goiás perdeu Walter, machucado, o Vasco (3 x 2 no Goiás: Thales-2, Hugo, Amaral e Willie – 29.937 pagantes no Maracanã) apresentou Thales.

* Um gol mal anulado por impedimento poderia ter significado a classificação do Vasco, e é sempre triste quando esse tipo de coisa acontece. Bonita atitude da torcida, reconhecendo a atuação do time recheado de jovens.



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