NOTINHAS PÓS-RODADA



Abrindo a rodada 22 do Campeonato Brasileiro:

* O Vasco perdeu de novo (Vitória 2 x 1: André, Alemão e Marquinhos – 3.508 pagantes em São Januário) em casa. E de virada.

* E do jeito mais doloroso: sofrendo um gol aos 44 minutos, cortesia de Marquinhos.

* Após o segundo resultado ruim seguido em seu estádio, o Grêmio (1 x 1 com o Santos: Elano e Willian José – 12.447 pagantes na Arena do Grêmio) ficou a 11 pontos do líder.

* Artilheiros do jogo em Porto Alegre foram algozes dos ex-clubes.

* Segundo empate consecutivo do Coritiba (2 x 2 com o Goiás: Lincoln, Roni, Eduardo Sasha e Robinho – 7.982 pagantes no Couto Pereira) como mandante.

* O jogo teve 4 bolas na trave. Três para o Coritiba.

* O Fluminense (2 x 1 no Criciúma: Lins e Bruno-2 – 10.344 presentes no Heriberto Hulse) não perde há cinco rodadas.

* A arbitragem interferiu no resultado. Anulou um gol legítimo do Criciúma e exagerou no pênalti marcado para os donos da casa.

* A Ponte Preta não vencia (2 x 0 no Corinthians: Felipe Bastos e Adailton – 6.777 pagantes no Moisés Lucarelli) havia oito jogos.

* O Corinthians vive seu pior momento desde o vexame para o Tolima. Na ocasião, as pessoas acima de Tite tiveram calma e criaram o ambiente para tudo o que aconteceu depois. É preciso fazer o mesmo agora.

* É visível a alteração de confiança no time do São Paulo (1 x 0 no Atlético Mineiro: Welliton – 28.503 pagantes no Morumbi), vencedor de três jogos seguidos.

* Marcos Rocha teve uma atuação para esquecer. Envolveu-se no que aconteceu e no que deveria ter acontecido.

* No encontro dos primeiros colocados, o Cruzeiro (3 x 0 no Botafogo: Nilton e Julio Baptista-2 – 43.361 pagantes no Mineirão) não mostrou apenas quem é o líder. Mostrou por quê.

* Notável ver o Cruzeiro adiantar a marcação e pressionar a saída do oponente, na metade DO SEGUNDO TEMPO.

ATUALIZAÇÃO, sexta-feira 20/9, 15h32 – Fechando a rodada:

* O Flamengo começou bem, terminou mal (Atlético Paranaense 4 x 2: Hernane, Luiz Antonio, Fran Mérida, Dellatorre, Marcelo e Roger – 16.014 pagantes no Maracanã) e perdeu seu treinador. Em virtude das declarações de Mano Menezes nos dias anteriores ao jogo, foi surpreendente sua decisão de se demitir.

* Foi a primeira vitória do Atlético sobre o Flamengo, no Maracanã.

* O gol mil na história do Campeonato Brasileiro foi o primeiro da vitória do Bahia (2 x 0 no Internacional: Feijão e Fernandão – 6.715 pagantes na Fonte Nova), algo que não acontecia havia cinco rodadas.

* O trio gringo (D’Alessandro, Forlán e Scocco) do Inter não jogou.

* A Portuguesa (3 x 0 no Náutico: Moisés, Gilberto e Bruno Henrique – 1.808 pagantes no Canindé) deixou o calabouço.

* Formidável gol de Gilberto.



  • Emerson Cruz

    Para mim este é o pior momento do Corinthians desde o rebaixamento, pior até do que o momento pós-derrota para o Tolima, pois queiram ou não, aquele vexame e tudo que ele trouxe de negativo ao ambiente do clube, foi amenizado 4 dias depois com uma vitória sobre o Palmeiras. De qualquer forma espero que Tite, outra vez, permaneça.

  • O pênalti favorável ao Cruzeiro simplesmente não existiu. Falam do pênalti inexistente em Criciúma e esquecem da invenção do árbitro em MG.

  • Que golaço do Nilton, hein?

  • Ah… e que bola do Seedorf no lance do pênalti…

  • Eduardo Mion

    André,
    muito mal contada essa demissão do Mano. Além dos pontos que o Mauro citou, ainda tem o fato do time ter jogado muito bem por 20 ou 30 minutos. Ou seja, alguma coisa do ‘jeito que ele pensa o futebol’ deve ter sido entendido pelos jogadores. E ainda tem essa multa contratual, de cerca de R$ 1 milhão. Quem em sã consciência quebra um contrato assim por estar desgostoso com o próprio desempenho?

    Domingo tem o encontro entre o time mais ‘quente’ e o mais ‘frio’ do campeonato no momento (o Náutico já congelou, não entra na conta). Salvo alguma surpresa, o Corinthians deve tomar uma paulada do Cruzeiro. No Corinthians das antigas, antes da manutenção do Tite pós-Tolima, essa situação era certeza de queda do treinador. Espero que não seja o caso agora, mas todos os indícios apontam pra um retorno do Mano. Triste, seria mais um clube ‘diferenciado’ voltando às origens…

    Abraço

  • Renan

    André, muito complicada essa história da demissão do Mano.
    Sou Atléticano, fiquei imensamente feliz com a vitória de ontem, mas achei esse pedido de demissão do Mano uma questão no mínimo estranha.

    Justamente no momento em que os técnicos começam a se organizar de forma a garantir um maior respeito por parte dos clubes para com os profissionais, um homem do calibre do Mano fazer uma coisa dessas. É a mesma história do Renato Gaúcho no próprio Atlético em 2011. Chegou com ares de salvador da pátria, achou que só o seu nome ia levar o clube de volta ao rumo das vitórias, quando viu que “seria difícil” abandonou o barco e deixou o clube na mão.

    É complicado os treinadores pedirem mais respeito, se quando o clube acredita no trabalho do treinador e decide mantê-lo no cargo, é ele quem abandona o barco, só nesse brasileirão temos vários exemplos: Paulo Autuori no Vasco, Jorginho no Náutico e agora o Mano no Flamengo são os que lembro logo de cara.

    É o outro lado da moeda, não só os clubes “desrespeitam” os técnicos demitindo-os em momentos complicados e jogando a culpa toda em cima deles, como os técnicos muitas vezes fazem a mesma coisa, largando o clube que acreditou e continuaria acreditando neles e em seu trabalho porque a “coisa está difícil”.

    Qual sua opinião sobre essa questão? Seria um ótimo assunto para uma coluna.

    Abraço.

    AK: Intrigante. E estou de acordo quanto ao tema para uma coluna. O problema é que ainda faltam argumentos. Vamos ver. Um abraço.

  • Rodrigo Souza

    Gostaria do Link da Cronica feita por você sobre o Cruzeiro, apos o jogo entre os lideres na quarta. Foi mostrada no Sportcenter de quinta-feira. Adorei ela gostaria de revê-lá.

    AK: Obrigado. Infelizmente foi feita apenas para a tv, não existe link. Lamento. Um abraço.

    • Rodrigo Souza

      Obrigado E parabéns cronica emocionante!

      AK: Eu que agradeço. Um abraço.

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