O OUTRO LINK DA LIGA



O jogo terminou com Messi no banco, Busquets na tribuna, Xavi e Iniesta substituídos.

Para o Barcelona, sinais tão preocupantes quanto o placar final: Bayern 3 x 0.

Se é que faltava – creio que não – alguma coisa a este Bayern avassalador, era dispensar o Barcelona em sua própria casa.

E se é que faltava confiança ao time alemão – também não creio – de que era possível construir um resultado semelhante ao do primeiro jogo, a ausência de Messi lhe deu o sinal verde.

Piqué havia dito na véspera que seria necessário “jogar com a ilusão das crianças” e “abandonar o bom senso”. Eis que o Barcelona foi levado para a escola, sem nenhum senso do que era ou do que deve ser.

Um Barcelona ciente da própria inferioridade, jogando para ser digno.

Um Bayern certo do próprio domínio, jogando para fazer uma declaração.

Um time desfalcado e distante das melhores condições contra uma máquina rodando a 100% de sua capacidade.

O 0 x 0 no intervalo poderia ser considerado um bom placar diante dos sinais enviados pelo time vermelho, firme e organizado. Forte e ousado.

O gol de Robben deprimiu um estádio habituado a sentir orgulho de sua equipe, acostumado a ver partidas decididas pela supremacia técnica, pela virtude e pelo talento.

Qualidades exibidas pelo visitante, que se somaram, novamente, a uma descarga física indiscutível.

O segundo e o terceiro gols completaram a mensagem do Bayern, para que não fiquem dúvidas sobre suas intenções e possibilidades.

A segunda final seguida de Liga dos Campeões, terceira nas últimas quatro temporadas, recoloca o colosso alemão no rumo da conquista do continente.

No passo derradeiro, encontrará um adversário doméstico, assíduo. A situação elimina uma série de elementos que habitam grandes decisões, e de certo modo nivela aspectos que podem pender de um lado a outro.

Mas essa é uma conversa para mais tarde.

As exibições do Bayern nesta edição do torneio, e especialmente nas semifinais, revelam um time configurado para vencer.

Agora e nos próximos anos.

Ao Barcelona, o time dos últimos anos, resta a difícil tarefa de agir corretamente diante de um problema.

Minimizá-lo, como se fosse uma infeliz coincidência de azares, é o mais fácil a fazer. E como quase sempre, um equívoco.

Reconhecer sua gravidade – 7 x 0 no placar agregado é um lembrete adequado – leva à obrigação de tomar providências.

A boa notícia é que Messi tem só 25 anos.

______

PS: Uma outra boa conversa para mais tarde é a decisão entre Bayern e Dortmund sob o ponto de vista de Pep Guardiola.

O catalão foi contratado para agregar sua mentalidade de excelência a um time que pretende recuperar seu lugar no futebol europeu.

O que pode acontecer antes mesmo de sua chegada, alterando dramaticamente o balanço de expectativas e a própria análise de seu desempenho.

Ademais, assumir um time campeão continental seria reencontrar uma situação parecida com a que Guardiola deixou ao se despedir do Camp Nou para um período sabático.

Ok, mesmo imaginando que o Bayern triunfará, estaríamos falando de um time bem menos condecorado do que o Barcelona de Pep.

Mas pode – atenção, trolls: PODE – ser um Bayern campeão alemão com dois meses de antecedência, campeão da Copa da Alemanha e campeão da UCL.

Pode ser um time saciado.

Nunca saberemos, mas creio que, intimamente, Guardiola prefere ver o Dortmund ganhar esta Champions.



  • Thiago

    Terceira final de Champions nos últimos quatro anos.
    Finalista da Champions,e favorito para o título.

    Campeão alemão.

    Semifinalista da Copa da Alemanha.

    Base da seleção alemã.

    O Bayern é,atualmente,o melhor time europeu. Para aqueles que acham,e eu concordo,que os melhores times do mundo estão na Europa,podemos dizer que o Bayern é,atualmente,o melhor time do mundo. Não joga bonito,mas e avassalador,defende-se muito bem e é letal no ataque.

    Mas tomara que não inventem uma “Era Bayern”.

    • André Martins

      Não joga bonito?
      Que isso cara. Esse Bayern joga muito mais bonito que qualquer outro time atualmente. Posse de bola, velocidade, técnica e objetividade.

      • Thiago

        André,acho o Bayern o time que joga o futebol mais eficiente e consciente. É impressionante a disciplina dos seus jogadores e a multifuncionalidade dos mesmos. Mas não acho que jogue bonito,não. Eficiente sim,e muito,mas bonito eu não acho.

  • Gustavo

    To com o Guardiola nessa, hehe. Quero ver o Dortmund campeao.

  • Marcelo Morais

    Messi nao entrou em campo. Xavi e Iniesta, aparentemente, tambem nao. O Barcelona, hoje, jogou como um time comum, usando ligacoes de defesa para ataque e abusando dos cruzamentos. Merito de um FCBayern aplicado, forte e de um preparo fisico avassalador. Mas tambem consequencia de um Barcelona apatico, que parece refletir o comportamento de seu tecnico aa beira do gramado.

    Talvez o tempo diga que o Barcelona de Pep foi unico. E que acabou junto com o campeonato espanhol de 2012. Ou, mais precisamente, quando Pep deixou o banco de reservas do Barcelona.

    Nao quero antecipar a conversa que acontecerah mais tarde, mas serah um enorme desafio para o sr. Guardiola sentar-se no banco de reservas do FCBayern. Um time formado, recheado de estrelas, provavelmente campeao europeu – ainda restam algumas semanas, mas o Bayern me parece claro favorito contra o Dortmund. Que filosofia de jogo ou que tipo de disciplina um tecnico latino serah capaz de impor a um bem sucedido time alemao?

  • Rafa

    Sei que muitos torcerão pela vitória do time de Dortmund (afinal, é bem mais divertido torcer para o azarão), mas o Bayern campeão europeu corrige a injustiça do ano passado…

    • Thiago

      Amigo,com todo respeito a sua opinião,mas não acho que tenha sido injustiça. O Bayern estava com a taça na mão e não soube administrar.

  • Cleibsom Carlos

    Caso o título do Bayern na Liga dos Campeões realmente aconteça não tornará mais difícil o trabalho de Guardiola no time alemão do que ele de fato será…O Bayern atual é um time pronto e se o técnico espanhol foi contratado é porque existe a vontade de juntar à eficência mecânica atual um pouco de mágica e magia, não pelos jogadores e torcida, mas sim pela diretoria do time bavário. Quero estar errado, mas Guardiola terá pela frente um elenco hostil e não muito receptivo às suas idéias e tem tudo para fracassar nas terras germânicas.

  • Juliano

    AK, fato raro, tenho de discordar em um ponto:

    “Um Barcelona ciente da própria inferioridade, jogando para ser digno.”

    O Barcelona entrou como derrotado, abdicou de tentar fazer história (e seria muito improvável que conseguiria mesmo), deu razão ao impossível e renegou seu espírito vencedor. Se Messi jogou no fim de semana (27/04) contra as babas do Espanhol, quer dizer que ele estava em condição de jogo. Estranhamente em condição, após ter se arrastado dia 23/04. Foi divulgada a informação de que ele não tinha condições de jogo? (se sim, estou falando bobagem, e já me desculpo se for o caso)

    Messi não ter entrado em campo foi uma falta de respeito à competição, ao espírito do esporte, aos seus companheiros e torcida. Com o que este cidadão nos brindou nos últimos 3 ou 4 anos, poderia sim ter acontecido o quase impossível. Claro, do outro lado estava este fabuloso Bayern que tu descrevestes tão bem, e o Barcelona não iria classificar. Mas poderia ter feito um jogo igual, um jogo DIGNO, talvez até com uma vitória magra. Foi o que o Real fez (guardadas as proporções de que do outro lado estava o Borussia e a missão era menos impossível também no placar).

    Todos os times até então inferiores ao Barcelona tratavam de tentar alguma coisa diferente para enfrentá-los. Exemplo do Chelsea ano passado, do Celtic, Milan e PSG este ano. Eram inferiores, mas tentaram algo que lhes deu um bom resultado. O Barcelona poderia ter tentado algo diferente. Claro que, a urgência tornava isso tudo mais difícil. Mas era um time capaz.

    O que o Barça irá fazer daqui em diante não é fácil. Mas deve-se, sobretudo, manter a espinha dorsal, se livrar das “feridas” e montar uma zaga decente. Disso todo mundo sabe.

    O PS é perfeito.

    Um abraço!

    AK: Messi tem uma lesão muscular. Jogou meia hora no fim de semana para não piorar suas condições físicas, e ficou no banco ontem porque não poderia jogar toda a partida. A ideia era utilizá-lo caso as coisas estivessem indo bem para o Barcelona e o time precisasse de um impulso no segundo tempo. Como sabemos, aconteceu o oposto. Um abraço.

    • Cara, pra mim o Barça deixou de jogar digno quando Tito tirou Xavi e Iniesta.

      (estou fazendo esta declaração “polêmica” pra ver se alguém me explica porque cargas d’água ele fez isso. INACREDITÁVEL!)

      • Juliano

        Essa é mais fácil, a vaca tinha ido completamente para o brejo… preserve seus melhores jogadores (acidentes pode acontecer a qualquer momento) e dê alguns minutos de UCL para jogadores menos rodados. Naquela altura do jogo, achei prudente.

        Abraço!

        • Paulo Pinheiro

          Juliano,

          Acidentes podem acontecer, mas é improvável que aconteçam quando se enfrenta uma equipe que joga limpo como o Bayern. E aí você está conduzindo a sua equipe num vexame histórico em casa, no torneio mais relevante que seu time disputa, e vai preservar os jogadores para o campeonato espanhol?

          Eu acho que a questão levantada pelo Alejjandro é perfeita: o Barcelona perdeu a dignidade ali. Passa a impressão de que Xavi e Iniesta são de um pedigree superior aos dos outros companheiros e não podem estar ali naquela situação humilhante.

          Eles tinham que estar ali, levando aquele olé junto com os companheiros e provar que são grandes mesmo nessa situação.

          Também fiquei incomodado com a atitude do técnico.

          • Paulo Pinheiro

            Em tempo: com relação ao Messi acho que nem deveria ter ido a campo. Está contundido. Não está em condições. Que não jogue para não agravar.

    • Juliano

      Valeu AK, falei bobagem.

      Sendo insistente, visto que o campeonato espanhol está ganho e logo os times entrarão em férias, acho que daria pro Messi fazer este esforço… (já vinha fazendo há algum tempo – meia hora contr o PSG, 90 minutos contra o Bayern jogo 1 e 30 minutos no fim de semana). Em breve estará recuperado e em férias.

      Abraço!

      • Thiago Mariz

        Eu já não concordo tanto que valeria o esforço. Você tem um jogador machucado que entrou em campo DIVERSAS vezes MUITO ABAIXO dos 100%. Afinal, contra o PSG estava de fazer pena. Contra o Bayern ele ainda estava bem abaixo, o que significa que sua lesão não estava nem perto de estar bem.

        O enigma fica por conta do fim de semana. Não sei se ele entrou pra manter as condições físicas (se AK viu isso de uma fonte da equipe ou tirou suas conclusões, não sei. Vou imaginar a segunda opção para poder argumentar), mas mesmo que tenha sido, não faz nenhum sentido. Completamente lesionado, já tendo forçado por duas vezes sua lesão…

        Aí ainda entrar numa decisão que já está 4×0 pro time oposto? Arriscar-se a perder por mais tempo ainda Messi? É meio curioso ter que lembrar isso, já que ele não se machuca, nunca cansa, todo jogo faz gol, mas: Messi não é uma máquina e pode se lesionar pra passar meses sem jogar. Será que vale à pena mesmo correr esse risco? Eu acho que não.

  • A historia do esporte nos mostrou que todos os times grandes tem seu momento glorioso em média cinco anos Flamengo(80)Atlético Mineiro(80)Milan(final década de oitenta inicio década de noventa),com exceção do Santos e do Real Madrid que eram de época anteriores ao poderio financeiro dos clubes europeus atuais.Quanto ao Barcelona tem tudo para manter esse belo time de futebol.Obs o time do Atlético Mineiro entrou nessa lista por ter jogadores maravilhosos que juntamente com o Flamengo eram a base da seleção de 1982.

  • Emerson Cruz

    Verei a final pela qual torci. Salve, a força germânica!
    Quanto ao Barça se faz necessário uma renovação, não se trata, contudo, de mudar metade do elenco. Mas ficou claro que jogadores como A. Sanchéz e D.Villa já cumpriram um ciclo no clube, não fizeram uma grande temporada e talvez seja o momento deles saírem, o que tornaria obrigatória a contratação de outros dois atacantes. Também é necessário trazer ao menos 1 zagueiro e mais um meia.
    Vejamos como será o Barça dos próximos anos, tomara que o estilo de jogo não seja alterado.

    • Juliano

      Gosto do Villa. Acho a situação do Fabregas pior, não disse a que veio.

      Quanto ao estilo de jogo, é necessário que existam planos de jogo B ou até C. Para isso vai precisar de um elenco mais eclético. Além disso, precisa conseguir aliar a força física à sua técnica, coisa que o Bayern conseguiu combinar brilhantemente.

      OBS.: Quando falo em força física, não me refiro àquela imagem medonha de brucutus e futebol força. Mas sim em superioridade de condicionamento no sentido mais amplo. O Bayern é fisicamente forte. E técnico!

      • Emerson Cruz

        Quanto ao Fábregas, acho que ele ainda não encerrou um ciclo no clube, ao contrário de A. Sanchéz e D.Villa, pelo menos esta é minha impressão. Também acho importante que o time tenha algumas variações no seu jeito de atuar, por exemplo, tendo um centroavante típico como opção no banco para determinadas situações. O que eu não gostaria que acabasse é a manutenção do estilo posse de bola, marcação no campo de ataque, excelência no toque de bola…

  • Fábio Minghetti

    Grandes jogos! Barcelona ficou no topo bastante tempo, e merecidamente. Mais que 4 ou 5 anos é difícil manter-se no mesmo ritmo. Acredito que precise de pelo menos duas contratações grandes para voltar a jogar no nível necessário.
    A final será excelente! Bayern favorito. O fato da final jogada em partida única dará ao Borussia a grande chance de vencer. Se o Chelsea conseguiu, o Borussia pode conseguir, mas vai ser preciso muita aplicação tática e o Lewandowski não desperdiçar a chance que tiver.

  • Marcel de Souza

    Interessante a questão da preferência do Guardiola. Particularmente ele assumindo o time campeão de tudo a pressão por esse lado (o das conquistas) seria menor. Mas seria absurda a expectativa de ele montar um supertime que ganhasse tudo (de novo) jogando (mais) bonito. Ainda bem que eu não estou na posição dele. 1 abraço!

  • Colosso alemao, de fato. Duas apresentacoes que serao lembradas por muito tempo, com certeza.

    Quanto ao Guardiola, acho que o Bayern pode te-lo contratado ja esperando entregar um time multi campeao em suas maos. Como voce sempre pontua, Andre, o Guardiola tem a capacidade de fazer o time sentir fome de vitoria e titulos a todo momento. Se o staff alemao percebeu isso e o contratou como uma estrategia de negocios a longo prazo, ja antevendo a situacao “confortavel” em que o time do Bayern se encontrara ao fim da temporada, estamos diante nao so de uma revolucao futebolistica, mas tambem na gestao do esporte.

    Abs

  • André, no final das contas o técnico Jupp Heynckes iria/vai realmente se aposentar, foi convidado a se retirar ou o que?

    Tudo bem que estamos falando de Guardiola, mas se dispensaram mesmo o pobre alemão… sacanagem das bravas essa, hein?

    AK: Ele estava pensando em se aposentar. Agora, tem dito que mudou de ideia. Não acho que terá dificuldade para arrumar emprego. Um abraço.

    • Que vá para o Barça então!!! Fora Tito!

      Me desculpe, mas não deu liga… jogadores ‘escolheram’ Tito da mesma maneira que sempre acontece mundo afora: técnico sai, jogadores se unem e apoiam o interino, pois são avessos às mudanças! Funciona? Raríssimas vezes vi dar certo…

      Barça precisa de sangue novo para mesclar com esse magnífico grupo… tanto dentro de campo como no comando do time!

      • Juliano

        felldesign, Tito teve números ainda melhores que os de Guardiola no começo da temporada. Depois se ausentou por motivo de força maior, muito maior, em tratamento contra o câncer. Nos últimos jogos não se sabia se ele estaria no banco. Seu trabalho não teve continuidade, foi interrompido pelo motivo de saúde citado.

        Não sabemos se seria diferente, mas é digno que o Barcelona o mantenha, desde que tenha condições, de treinar o clube durante uma temporada sem interrupções.

        Abraço

    • Se ele vai se aposentar, difícil dizer. Mas achei notável o semblante do velho Heynckes no terceiro gol, durante o qual ele faz o movimento do cabeceio junto com o Müller e depois solta um sorriso ao mesmo tempo orgulhoso e maravilhado, do tipo: “Excelente, rapazes! Entenderam o que pedi e ainda fizeram melhor”!
      André, já dá pra dizer que a mentalidade vencedora voltou?
      Um abraço!

      AK: Do futebol alemão, sim. Do Bayern, não. Um abraço.

    • Paulo Pinheiro

      Acredito que a saída do técnico não representará de forma nenhuma algum demérito. Assim como não foi demérito a saída de Guardiola do Barcelona. Trata-se de um projeto que está chegando ao fim. E um novo começará.

  • Thiago Mariz

    Creio que Guardiola terá um desafio monumental se o Bayern for campeão. Fora aquele modo menos intenso que sempre é acionado após ter conquistado tudo, como você já falou, AK, ainda tem o aumento da resistência dos jogadores ao Pep. Resistência essa que já existe. Afinal, ninguém tira da minha cabeça que o Jupp Heynckes foi aposentado, ainda mais com essa de que mudou de ideia agora. Claro que os jogadores terão uma certa resistência.

    Até para implantar sua filosofia de jogo, Pep terá problemas. Trabalhar o psicológico para mantê-los no modo intenso. Desfazer um clima estranho feito por essa contratação inesperada do Bayern. É muito trabalho. E a maioria dele é extra-campo. Caso o time se mantenha (imaginando-o campeão europeu) vencedor, Guardiola definitivamente vai para o hall das lendas. Torcerei pelo Dortmund para que o trabalho dele seja menor. Apesar que um time 3x vice-campeão é duro. Mas seria MUITO interessante do ponto de vista do espectador.

  • Thiago Mariz

    Essa não tem que ver com o post, mas é digno de nota. No outro post comentando sobre a atuação de Mourinho, falava-se em sua obsessão pelo Barça. Agora, roda uma foto na internet em que ele, sorridente, mostra os 7 dedos em referência ao sacode do Bayern. Mostrando, mais uma vez, que para ele o que importa é a derrota do Barcelona. Não imagino como um treinador de um time eliminado pela terceira vez seguida da UCL sob seu comando possa estar feliz como ele se mostra na foto apenas pelo rival ter sido eliminado. Só pode ser obsessão.

    AK: A obsessão é evidente e está amplamente documentada. Um abraço.

    • Marcos Nowosad

      Era uma experiencia para fazer historia nas enciclopedias do futebol.

      Comecou o seu “reinado” no Real Madrid sofrendo uma goleada de 5×0 do Barcelona.

      Perdeu em sequencia varios classicos. Foi eliminado da Champions League em 2011 pelo time catalao, que ainda por cima se sagrou campeao, para “passar sal na ferida”.

      Viu o time madrilenho relegado ao segundo plano, com publico e midia exaltando o futebol do Barcelona e ignorando o time treinado por ele.

      Nao e’ a toa que ficou o recalque…

    • Paulo Pinheiro

      Será que se ele assumir o Barcelona vai deixar o Messi no banco, como ele fez com o Özil no Real? (sim… estou sendo cínico)

      Eu não confio nesse Mourinho. Pra mim aparece demais e produz menos do que outro técnico produziria.

  • Edwin Perez

    Uma olhada pela história, parece que a a derrota é que coloca estes times na história do futebol mundial, pois a dimensão delas é que proporcionam o tamanho da queda do gigante.
    Até hoje se fala da derrota do Santos de Pelé para o Cruzeiro na Taça Brasil em 1966, assim como a Hungria de Puskas, a Holanda de Crujff e o Brasil de Têle.
    O Barcelona ainda ganhará certamente títulos importantes, não com a nítida superioridade de antes, mas ganhará. E ele ocupa um lugar definitivo neste século XXI e na história do futebol mundial.

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