KALIL, JUVENAL E SANCHEZ



O encontro entre Atlético Mineiro e São Paulo, pela fase de oitavas de final da Copa Libertadores, é o pano de fundo para uma movimentação importante nos bastidores do futebol brasileiro.

Causou interesse entre dirigentes paulistas o fato de Alexandre Kalil, presidente do Atlético, ter acompanhado Marco Polo Del Nero e José Maria Marin na viagem a Assunção, por conta da renúncia de Nicolas Leoz.

Apenas presidentes de Associações Nacionais foram chamados à sede da Conmebol.

A notícia de que os jogos entre Atlético e São Paulo terão arbitragem internacional (o que, por norma, depende da solicitação de apenas um dos clubes envolvidos em confrontos domésticos) começou a esclarecer o propósito da presença de Kalil no Paraguai.

Nesta quinta-feira, uma informação gerou convulsões no São Paulo: o pedido do Atlético de apito estrangeiro teria contado com o apoio do presidente da CBF.

Além de desprestigiar os árbitros brasileiros, o envolvimento de José Maria Marin foi digerido como traição pelo clube do Morumbi, que até há algum tempo o considerava um aliado. A relação pode azedar de vez.

Os dois jogos anteriores entre ambos foram mediados por juízes brasileiros, sem maiores problemas. O clube paulista não se opõe a um apitador de outro país, mas aparentemente se incomoda com o que enxerga como
influência de Marco Polo Del Nero – este sim desafeto – na questão.

O episódio pode concretizar uma aproximação improvável com vistas à sucessão de Marin na CBF. Juvenal Juvêncio e Andrés Sanchez têm se falado com frequência ultimamente.



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