COLUNA DA TERÇA



(publicada ontem, no Lance!)

FOCO

Peço licença a Tostão, sábio deste ofício, para publicar aqui o último parágrafo de sua coluna na edição de ontem da Folha de S. Paulo:

“O maior compromisso de um grande talento, em qualquer atividade, é com sua arte, com sua paixão. Não é com o sucesso, a fama e o dinheiro. Por isso e para evoluir, o craque precisa se dedicar bastante à sua técnica, além de atuar ao lado e contra os melhores atletas e times. Imagine se Messi jogasse em uma grande equipe da Argentina. Seria excepcional, mas não seria Messi. Seria um Neymar”.

Reiterando que as comparações entre Messi e Neymar são tarefas impossíveis, pela ausência de elementos comuns – por enquanto – em suas carreiras, e respeitando o potencial de aborrecimento do tema Neymar-deve-ou-não-deve-sair-do-Brasil, Tostão tocou num ponto essencial. Para se conhecer o verdadeiro potencial de um jogador de futebol, é necessário vê-lo em ação no ambiente em que sua companhia e concorrência sejam as melhores possíveis.

Isto não significa que Neymar jogue contra cones em gramados brasileiros. Também não tem nenhuma relação com as discrepâncias entre suas atuações pelo Santos e pela Seleção Brasileira (Messi joga na Europa e até hoje, ainda que com menor frequência, é alvo dos mesmos comentários equivocados). A questão que interessa é que o nível de exigência não é o mais alto, e a amostra que temos não é conclusiva. Não no sentido de identificar precisamente o lugar de Neymar na lista dos principais jogadores do mundo. Entre todos os cotados, ele é o único que está em outro continente.

Neymar tem suas opiniões, seus desejos e o absoluto direito de administrar sua carreira da maneira que considerar mais conveniente. Em última análise, principalmente para quem tem tantas opções como ele, nada é mais importante do que a busca pela felicidade. Não se pode deixar de valorizar, também, as decisões tomadas pelo Santos com o objetivo de criar as condições para mantê-lo no Brasil. A ideia aqui não é aconselhar um lado ou outro.

Mesmo porque a questão não é se Neymar jogará na Europa, mas quando. É o curso natural das coisas para jogadores como ele, um caminho que está traçado e parece mais lógico a cada vez que o Santos entra em campo pelo Campeonato Paulista, torneio pálido que passa a sensação de perda de tempo. Enquanto tenta se empolgar a cada semana, Neymar aguarda pela Copa das Confederações.

Um email de um jornalista inglês recentemente propiciou um debate interessante. Ele dizia que a Europa estava se apaixonando por Lucas, a cada atuação do atacante do Paris Saint Germain. É clara a diferença de talento entre Neymar e Lucas – e aqui não se faz, em nenhuma hipótese, uma crítica ao ex-são-paulino. Mas também é evidente que Lucas só tem uma pretensão na vida: ser o melhor jogador de futebol que ele puder. Entre tantos significados de “felicidade” existentes no dicionário de um futebolista, este é que Lucas escolheu. Em Paris, sua carreira já está posicionada.

Tostão, uma vez mais, está certo.



  • Ricardo Turqueti

    André e amigos, sobre o assunto tudo já foi dito (e tantas vezes, e em tantos lugares!). O próximo momento interessante da carreira do Neymar virá no meio do ano, quando abrir novamente a janela européia, e tem ainda a Copa das Confederações… será que o Neymar deixa dinheiro em cima da mesa pra ir embora? Fato: indo, ganha menos que ficando, simples assim.
    E pra sair do batido, vendo a coisa por um outro ângulo: Neymar hoje é o craque da “ousadia e alegria”, do futebol solto. Não vejo nele a competitividade insana e a gana de buscar pequenos desafios diários pra se manter motivado que fez a vida de gente como Michael Jordan e Roger Federer. E isso, essa centelha, essa competitividade e essa vontade louca de se provar pra todo mundo, todo santo dia… esse fogo queima dentro dele? Talvez isso seja o que diferencia o craque do gênio.

  • Sergio

    André, concordo com tudo o que você escreveu. Ótimo texto, tanto o seu quanto o do Tostão. Sem dúvidas. No entanto, depois de ler mais essa referência ao Tostão e de ver o Linha de Passe ontem, tive o seguinte questionamento.
    Os principais jornalistas da ESPN Brasil têm sempre opiniões muito parecidas. Não estou falando de opiniões sobre fatos pontuais (como se foi pênalti ou não), mas sim visões mais macro, envolvendo o longo prazo. Por exemplo, dentro do assunto Tostão, alguém elogiou a coluna dele ontem à noite no LP. Depois, todos os outros, um a um, também elogiaram. Outros (como é o seu caso) a citam em suas próprias colunas também. A impressão é que elogiar o Tostão é uma atitude quase automática. Não há mistério nenhum sobre o que vai ser dito por vocês sobre a coluna dele. A minha dúvida é até que ponto essa sintonia de opiniões (e um maniqueísmo até certo ponto) é causa ou consequência de todos vocês trabalharem juntos. Ou seja, são jornalistas que, originalmente, tinham visões parecidas e se juntaram em uma emissora, ou essas visões parecidas são resultado de tanto convívio, tendo feito com que, inconscientemente, as ideias acabassem convergindo? Nesse questionamento, inevitavelmente me lembrei da frase atribuída ao Freud: “Se duas pessoas estão sempre de acordo em tudo, só uma está pensando.” Acharia legal saber a sua opinião sobre isso. Obrigado. Um abraço.

    AK: Posso falar por mim. Certamente existe afinidade, mas não necessariamente por termos trabalhado juntos. Não estou sempre de acordo com ele, e já vi companheiros expressarem opiniões diferentes. Um abraço.

    • Dyl Blanco

      O leitor foi incisivo e educado na insinuação, mas conseguiu revelar uma faceta que eu desconhecia em André Kfouri: a saída pela tangente. Claramente o leitor se refere ao convívio dentro da ESPN entre os comentaristas da ESPN e não ao convívio com Tostão.

      AK: Se a pergunta era essa, entendi mal. E nesse caso, discordo. A diversidade de opiniões entre as pessoas com quem trabalho na Espn é ainda maior. E em relação ao que você escreveu: não chame de tangente uma opinião que não lhe satisfaz. Um abraço.

  • antonio leonardo

    André, quero neste espaço fazer uma denuncia, acreditando que você publicara em seu blog. A melhor ciclista do país, Clemilda Fernandes, foi atropelada quando estava treinando p/Copa do mundo e p/ o Panamericano de ciclismo que será realizada na Italia e no Mexico. Ela foi abondonada a sua propria sorte pelo COB e pela Confederação Brasileira de ciclismo. Se não fosse o Fisioterapeuta do Atlético C. Goianiense , Robson Porto, que cuida da mesma em sua clinica. Pode uma coisa dessa acontecer as vésperas das Olimpíadas?
    Att. Leonardo.

  • Willian Ifanger

    Baita texto.

  • [MALDADE-MODE ON]

    Poxa AK, teve que incluir um trecho da coluna do Tostão pra preencher espaço por não ter o que escrever?!

    [MALDADE-MODE OFF]

    Hehehe, brincadeira… concordamos.

    Abraço!

  • Engraçada, esta colocação do Tostão. Partindo desta premissa, podemos considerar que: Como nenhum jogador brasileiro precisou fazer estágio na Europa para melhorar técnicamente e disputar a copa de 1970 , podemos subentender que naquela época só jogamos contra pernas de pau. Ou melhor, não havia craques na Europa para ensinar alguma coisa. Voltando mais atrás, em 58 e 62 também não fizemos estágios. 3 copas então jogadas contra pernas de pau. Depois do 4.2.4 criado no Brasil pelo Martin Francisco, nunca mais ninguém inovou qualquer sistema tático neste país. O que nos falta e técnico com competência e criatividade. Só sabem copiar, não criam nada aproveitando as caracteristicas dos nossos craques.

    AK: Conclusão equivocada de sua parte. O que se argumenta é que os melhores precisam estar entre os melhores para sabermos quem é quem. Nos momentos que você citou, os melhores estavam aqui. Um abraço.

    • AK,

      concordo com você sobre a conclusão do ZAMOT (aliás, não chamaria de “equivocada”, mas “desastrosa”), mas sobre os “melhores estavam aqui”, concordo em partes. Na verdade, na época, não havia grandes diferenças na “gestão do futebol”, ou diferenças táticas, e o que acabava por “decidir” as partidas era a parte técnica, e aí entra a sua afirmação, pois realmente os melhores estavam aqui. Enquanto na Europa você tinha, espalhados em vários países: Eusébio; Banks, Charlton, Best, Moore; Muller, Beckenbauer; Kocsis, Puskas; Cruyff; Yashin; Mazzola, Riva; etc., no Brasil você tinha, reunidos: Didi, Nilton Santos, Domingos da Guia, Zito, Zagallo, Zizinho, Leonidas, Tostão, Rivelino, Garrincha, Jairzinho, Pepe, Canhoteiro, Gerson, Gilmar, Bellini, Mauro, Carlos Alberto Torres… além d’Ele.

      Concorda? 😉

      Abraço!

      AK: De fato não existia uma situação tão polarizada. Quis dizer apenas que havia muita gente boa aqui. Um abraço.

      • Dyl Blanco

        Além de não existir uma situação tão polarizada, ninguém aqui se preocupava com o formato tático, desenho tático, esquema tático ou qualquer “treco tático” que se implantasse na Europa. Simplesmente deixávamos eles se preocuparem conosco, com nossa maneira de jogar. A muitos anos tentamos imitá-los no sentido completo, inclusive na forma de jogar, quando deveríamos copiá-los somente no aspecto administrativo. Esse “complexo de vira-lata cibernético” tem que ser combatido.

        AK: Forma de jogar. É o que sempre defendi. E isso nada tem a ver com jogar na Europa ou aqui. Um abraço.

    • AH, entendi! Alejjandro, foi por isso que perdemos a copa de 1982. Nem todos os pernas de paus daquela copa, haviam ido aprender na Europa. Os nossos craques também que disputaram a Copa da França em 1998 e perderam, talvez não tivessem assimilado ainda, os ensinamentos ministrados pelos europeus. Na minha opinião, técnicos de futebol no Brasil, salvo rarissímas exceções, só jogam a camisa para cima e mandam pegar. Criatividade Zero. Volto a repetir: Depois de 1950 com o sistema 4.2.4, inovado pelo estudioso Martin Francisco e utilizado na Copa de 1958, pelo Feola, ANULANDO o WM dos Europeus, o que nossos técnicos criaram de novo?

      • Alisson Sbrana

        A pergunta poderia até ser interessante se não fosse a argumentação rasa do assunto Europa vs Aqui. Sobre o Neymar, especificamente, tenho opinião claramente parcial, pois sou santista… Mas tentando defender um argumento extra essa questão de torcedor: a permanência de um Neymar, de um Lucas, de um Oscar, acarretaria na reversão dessa corrente ingrata: os melhores vão/estão “lá”, as sobras estão/ficam “aqui”. Com esses jogadores nos nossos campeonatos, outros se desenvolveriam mais, forçando uma maior competitividade e, quem sabe num futuro distante, um time como o do Santos de 2011 teria alguma chance contra um Barcelona dos últimos anos. Pena que, para isso, não basta vontade de jogador e de torcedor, mas estrutura, administração e outras utopias.

        AK: Exato. Um abraço.

  • Edouard

    É exatamente o que penso. A opinião do Neymar deve ser respeitada e o esforço do Santos para mantê-lo, louvado.
    Pessoalmente, nem acho o Neymar um gênio, como se propaga, embora seja muito bom jogador.
    Mas o fato é que o atleta que tem espírito de campeão deve querer estar entre os melhores. Hoje, teremos PSG x Barcelona na TV. Ele poderia estar disputando campeonatos desse tipo. Mas, ao contrário, tem que esperar semana que vem para iniciar uma disputa contra o Flamengo-PI por aquilo que se qualifica como o grande objetivo do Santos neste ano, a CopaBr. Não sem antes jogar contra Penapolenses, Barbarenses, etc.. É um contraste muito grande.
    Um abraço.

  • Juliano

    AK, que fantástico! E como fico satisfeito de ler isso, sendo santista. Neymar precisa ler isso, Muricy, LAOR, seu estafe pessoal.

    O parágrafo do Tostão é impecável! E último fecha com precisão. Neymar gosta demais de tudo isso aqui. Aqui ele é “o” Neymar. Aqui ele vai pro treino sem dormir, depois de ter passado pelas melhores festas. Aqui ele bate foto sem camisa, na banheira, com cabelo, sem cabelo, com barba, sem barba, e o EGO noticia. Aqui ele vai ao Domingão do Faustão ser reverenciado. Aqui ele coloca a mão na cintura contra um pobre jogador de um pobre time do interior paulista.

    Uma vez na Europa, o foco do Neymar deverá ser TRABALHO. Pois ele não será titular absoluto. Pois, em campo, ele não terá tempo de por a mão na cintura frente ao defensor adversário. Treinar sem dormir poderá acontecer, mas será uma vez só. Aqui ele não leva seu trabalho a sério. Ele já deve ter se perguntado: “será que existe o EGO na internet da Espanha?”

    Se ele tivesse o compromisso citado pelo Tostão, seria ainda melhor do que é. Talvez já tivesse peito de ter encarado as feras que disputam a Champions. Talvez. Mas ele ainda não deve ter parado para pensar nisso. Estava pensando em quem convidar para a próxima festa no iate, ou na próxima foto que iria colocar no instagram.

    O Santos, com LAOR e diretoria, já provaram sua força, sua criatividade. Mas nada disso seria possível se o jogador tivesse vontade ou ambição de ir pra fora. Já deu, foi bacana, rendeu Copa do Brasil e Liberta. É hora de deixar as coisas tomarem seu curso natural.

    Vai logo, Neymar! Foque no compromisso. Seja melhor do que ontem. Antes que se torne um Denílson ou um Robinho…

    Abraço!!!

    • Matheus Brito

      Sabe qual o grande paradoxo desse último parágrafo seu? Ao contrário do Neymar, Denilson e Robinho saíram logo daqui.

      AK: O que possibilitou uma melhor avaliação. Um abraço.

      • Eu diria mais: o que possibilitou colocá-los onde realmente deveriam ficar.

        (meio “grosso”, não?! :-P)

  • diogo

    dessa vez concordo , grande André kfouri , com todo o conteúdo desse post .
    tenho também minha opinião própria e posso te dizer que qualquer trabalhador só irá conseguir render 100% de seu potencial e isso serve pra qualquer profissão , onde este se sinta feliz , realizado não só em sua vida profissional mais também na pessoal , e todos nós sabemos que o neymar no momento está priorizando sua vida pessoal , tanto é que caiu de rendimento e isso é visível até para um leigo que não acompanha futebol diariamente (o que não é meu caso rsrs)
    profissionalmente dar a entender que ele deseja sair , mais pessoalmente ele tem um grande e belo motivo pra continuar aqui no brasil (bruna marquezine) e isso de certa maneira confundi muito sua cabeça e afeta seu desempenho dentro de campo , nota -se as ultimas partidas que fez após assumir o namoro publicamente , a queda de produção foi visível . E quanto ao lucas já existi burburinhos em que seus colegas de paris saint german já estejam com ciumes por causa do valor em que ele foi negociado e que isso já estaria interferindo no ambiente do clube , você sabe algo sobre isso ? abraço e mais vez , belo post !

  • Emerson Cruz

    Também concordo com Tostão, apesar de querer ver o Neymar por muito mais tempo atuando no Brasil. Aliás, minha utopia em relação ao futebol brasileiro, é um dia ver todos nossos melhores jogadores atuando aqui, quiçá, com a companhia de muitos dos melhores gringos, todos jogando uma liga de futebol tão atraente, quanto as melhores ligas da Europa e sem terem que perder tempo disputando paulistinhas, carioquinhas, gauchinhos… Uma pena que isto esteja longe de acontecer.

  • Sergio Maldonado

    Só uma coisa me deixa muito triste e, ao mesmo tempo, preocupado. Pelo jeito, incorporamos a idéia de que para aprender a jogar futebol, tem que ir para a Europa. Houve tempo em que tinhamos orgulho do nosso talento, dos nossos campeonatos, dos nossos times. Diziamos com orgulho: somos os únicos tri, tetra e penta. Hoje, ligamos as tvs para assistir comentaristas dizendo que o verdadeiro futebol se joga na Europa.
    Pode até ser. Mas, talvez por ser saudosista, continuo torcendo por um time brasileiro, pela seleção brasileira e para que nossos melhores jogadores permaneçam aqui.

    AK: Os melhores jogadores do mundo estão no futebol europeu por vários motivos. A questão aqui não é tratar desses motivos, e sim do fato de eles estarem lá. E é por isso que, para um jogador do nível de Neymar, o auge da carreira chegará quando ele participar desse ambiente, que propicia avaliações realistas. Numa nota pessoal, eu também gostaria de que os nossos melhores jogadores estivessem aqui, assim como os melhores de outros países. Infelizmente, não estão. Um abraço.

    • Dyl Blanco

      Ter os melhores aqui não parece mais um sonho tão distante. Demandará um esforço grande e conjunto, unindo todos os setores no mesmo objetivo. Criticar o desproporcional esforço no custeio da Copa 2014 é um papel importante e legítimo da imprensa esportiva, porém mais importante do que isso, seria incentivar ações que tornassem possível o aproveitamento da estrutura física moderna e atraente, tal qual a européia, viabilizando aporte de recursos financeiros que nos trouxessem de volta os melhores, jogando aqui com rendimentos similares ao que tem lá, em campos iguais aos que tem lá.

    • Penso que um dos problemas de o nosso futebol estar tão decadente, foi abordado no blog de outro membro da família Kfouri, com a reprodução de uma entrevista do Paulo Autuori: nosso técnicos são fracos, muito fracos. Estão parados no tempo.

      Logo, pensando no crescimento profissional, não há nenhum motivo pra algum jogador ficar aqui: futebol de baixo nível, campeonatos ridículos e acrônicos como os estaduais e técnicos ultrapassados.

  • JOAO CARLOS

    Messi nunca jogou em seu país,foi pra la ainda dente de leite,não provou os dois lados,apenas jogou na Europa;portanto,não se pode dizer que ele seria o que é hoje se jogasse por aqui.Neymar pode sentir os dois lados e se tornar ou não a principal estrela do futebol atual de uma maneira mais justa.Neymar é o nosso principal astro,temos que torcer para que ele fique por aqui,Ele é uma exceção,neste momento de escassez técnica no nosso futebol,e não ficarmos exigindo que ele vá embora o mais rápido possível.Temos que exigir um maior nível técnico de nossos times,porque cresci ouvindo dos mais renomados entendidos de futebol que aqui se praticava o melhor futebol do mundo.O que houve?Será que desaprendemos.Antes as camisas no corpo das crianças eram:Flamengo,Santos,São Paulo,etc….Hoje são: Barcelona,Milan,PSG Etc…Penso que valorizamos muito o que é de fora, principalmente nos meios de comunição,que influenciam muito o torcedor atual.Eu que cresci vendo o brasileiro sendo o melhor,não consigo me acostumar com isto

    • Realmente, é trágico ver a molecada com camisa dos times europeus.

      Mas aí eu pergunto: será que isso é só porque os times de lá são tecnicamente melhores ou porque há um constante crescimento de descrença e desilusão no nosso futebol?

      Não na qualidade técnica, mas na ausência de ídolos, na bagunça, na falta de figuras folclórica como Vampeta, Danrlei, Edmundo, Marcos e cia., que colocavam fogo nos clássicos e sempre tinham algo diferente pra dizer, que tinham uma grande identidade com suas camisas?

      Hoje os jogadores brasileiros estão pasteurizados.

  • Walter Herrera jr

    Nada e certo, Robinho e Denilson e muitos outros foram e fracassaram e outros foram craques e voltaram piores!
    Tostão nao e o dono da verdade,alem de ser melhor cronista do que medico e jogador, que na época foi o jogador mais caro do Brasil,por fatalidade+falta de estimulo com a carreira,fracassou no Vasco e teve uma carreira curta e talvez questionável e só avaliada pela Copa de 70,onde até Brito jogou!
    O que e certo;estando no Brasil principalmente ou na Europa, Njr será o Barbosa dos anos 2000,e pagara a conta sozinho pelo fracasso da pobre e corrompida Seleção.
    Por fim;estar perto dos melhores,se regra tb deveria ser aplicada a Mídia Brasileira,que e recheada de incompetentes e oportunistas!

    AK: Lamento sua dificuldade em captar o que estamos discutindo. Um abraço.

  • Que tal deixar o Neymar em paz? Por que será que não vejo um só torcedor santista compactuando da pretensa preocupação da mídia com o futuro do Neymar? Elementar: por que tal preocupação é fabricada pela própria mídia, descaradamente passional, a ponto de noticiar, de maneira leviana e irresponsável, anos atrás, que Ganso iria para o Corinthians, o queridinho de todos os veículos de comunicação paulistas. Pois, se a mídia lesiva e corrosiva de hoje em dia atuasse nos tempos de Dorval, Mengálvio, Coutinho, Pelé , Pepe, Zito, Mauro Ramos de Oliveira, Calvet, Carlos Alberto Torres, Ramos Delgado, Joel Camargo, Rildo, Lima, Clodoaldo, Negreiros, Edu, Abel, Toninho “Guerreiro”, Manuel Maria e Douglas, certamente defenderia a saída dos referidos craques para o exterior, por motivos nada nobres, tampouco altruístas. Lembremo-nos do Santos de 2002, campeão brasileiro, jogando com Diego, Robinho, Renato, Elano, Léo, Maurinho, André Luís, Alex, Alberto, Fábio Costa. O que rendeu, em termos técnicos, a ida de alguns deles para clubes estrangeiros? O Cruzeiro do próprio Tostão, Dirceu Lopes, Zé Carlos e de tantos outros craques reforça meu ponto de vista. Alguém já leu, no Lance, alguma crônica defendendo a ida de jogadores do Corinthians para fora do País? Pelo contrário: esse jornal passional e tendencioso costuma alardear que fulano vai permanecer no queridinho da mídia, ou que beltrano (como se pretendia no caso do Ganso) quer jogar no queridinho da mídia. Convenhamos: a parte da crônica esportiva que integra o Lance, a Gazeta Esportiva, a Globo e a Bandeirantes padece de total falta de isenção; já os jornalistas da ESPN, assim como o Tostão, no mais das vezes corretos, julgam-se os professores de Deus.

    AK: Miau…

  • Sergio

    André, na sua opinião, nunca saberemos o quão bom Oscar Schmidt realmente foi por nunca ter jogado na NBA? (não se discute que ele foi excepcional, mas nunca passou uma temporada sequer jogando com os melhores do mundo). Um abraço.

    AK: Situações diferentes. Por um lado, sim, seria bom vê-lo na NBA. Por outro, a amostra que temos da carreira de Oscar pela seleção brasileira de basquete (que se reúne com mais frequência e disputa mais competições do que o time de futebol) permite que tenhamos uma opinião bem fundamentada sobre ele. Nós vimos Oscar jogar entre os melhores, diversas vezes. A comparação não cabe. Um abraço.

    • Marcos Nowosad

      Mas, Andre’, eu sinto que faltou ao Oscar jogar contra contemporaneos como o Magic Johnson, Larry Bird, Kareem Abdul Jabbar, Isaiah Thomas, Julius Erving e mesmo o (ainda jovem) Michael Jordan para realmente aferirmos o seu talento.

      (Nota: Desconsidero o confronto do Brasil com o Dream Team em 1992. Ali o desnivel tecnico entre os 2 grupos de jogadores era tao abissal que nao havia mesmo como o Oscar se destacar)

      Por mais que admire o Oscar, nao podemos considerar que o brasileiro realmente jogou contra os melhores da sua geracao.

      Os seus adversarios europeus ainda estavam muito distantes da qualidade tecnica das estelas da NBA dos anos 80.

    • Dyl Blanco

      Esse é o raciocínio a ser seguido. Intercâmbio. E intercâmbio é diametralmente oposto a fornecimento de mão de obra. O que fazemos a muitos anos é desfigurar nossos times para fornecer matéria prima de alta qualidade aos europeus em troca de um dinheiro mediano. O dinheiro europeu hoje está ficando escasso. É a hora de realizarmos o intercâmbio, criar e participar de campeonatos contra equipes europeias. As condições propícias já existem. Talvez falte coragem.

      AK: Um dos principais aspectos é a vontade dos jogadores de ir. Há várias questões envolvidas, não só a esportiva. Um abraço.

      • Dyl Blanco

        E qual seria o combustível desse desejo dos jogadores em ir embora ?
        Dinheiro ? Hoje já está comprovado que conseguimos equilibrar essa balança. Lá ganha-se mais porém em compensação gasta-se muito mais com impostos e padrão de vida caríssimo.
        Aspecto técnico ? O diferencial chama-se Champions League, acessível a pouquíssimos com reais chances de brilhar, já que os campeonatos nacionais são meros elementos classificatórios para a Champions. Se o PSG não passar pelo Barcelona Lucas não será nem lembrado. Nosso Campeonato Nacional é conceituado como o melhor do mundo em dificuldade e motivo de comentário de muitos jogadores europeus que gostariam de disputar um campeonato assim (fontes: Evaristo de Macedo e Dino Sani). O que está faltando é arrojo, para formatar a maneira de atrair o interesse. A parte estrutural, na minha opinião a mais difícil, o povo já pagou, com os estádios da Copa, abrir os cofres do mercado esportivo (em franca ebulição) é o próximo e bem plausível desafio. Desculpe se me alonguei.

        AK: Organização, estrutura dos clubes e a noção de estar entre os melhores são aspectos que acompanham a parte financeira. Não é verdade que o futebol brasileiro conseguiu equilibrar a balança do dinheiro. Isso ocorre em alguns casos, com jogadores especiais. A Europa “periférica” continua sendo atraente, porque paga bem e é vizinha dos grandes centros. E jogadores falam sempre no nível dos gramados, por exemplo. Joga-se em campos ruins lá também, mas não em tantos como aqui. Agora, veja, eu nem acho que seria preciso pagar tão bem quanto a Europa para convencer os jogadores a ficar aqui. Se a organização empatar, creio que o Brasil leva vantagem. Mas ainda estamos longe. Não se preocupe com o tamanho do comentário. Conversa boa é assim mesmo. Um abraço.

        • Dyl Blanco

          Teremos a base pronta em breve, com bons jogadores em abundância e bons estádios espalhados por todo o país. Se a intenção dos eternos administradores e aproveitadores de nosso futebol foi espalhar estádios em regiões não muito atentas aos fatos e assim conseguirem embolsar mais dinheiro, acho que deram um tiro no pé. A base de qualquer estrutura esportiva de sucesso é extrair a qualidade da quantidade. Hoje um garoto que se destaque no Amazonas por exemplo, terá a difícil missão de sair de cidade em direção a centros mais desenvolvidos, se afastando da família em uma época da vida que não tem a mínima condição de entender ou decidir nada. A chance de sucesso desse garoto cai pela metade. Com o equipamento lá na sua região ele poderá se fortalecer e se desenvolver para quando ocorrer a migração ele esteja mais seguro. Usando as estruturas de forma atraente, aproveitando as poucas brechas que ainda existem, esse garoto teria a oportunidade de ver jogadores de primeiro nível, jogando ao lado de sua casa, numa espécie de clínica popular de aprendizado, observando detalhes que só se enxergam ao vivo, e se motivando pela coisa. Não estou dizendo isso em teoria, pois fiz um estudo que possibilitaria por exemplo nos meses de Fev/ Mar de 2013 a realização de um torneio envolvendo Santos, Botafogo, Internacional e Cruzeiro junto com dois clubes da região escolhida, que levariam com certeza mais de 40.000 torcedores em média por jogo. Esse pode ser o tiro no pé que os cartolas deram. Se uma iniciativa dessas tomar corpo, muitas mudanças ocorrerão e na direção certa, na direção de nosso sonho.

  • joão paulo tricolor

    Infelizmente ele está certo. O Brasil precisa como diz o PVC criar as condições para que um neymar fique e seja um grande craque. Não é só questão de dinheiro, pois isso o Santos fez. É questão de aprimoramento na parte técnica.
    Quando junta Tostão com André Kfouri é quase impossivel contrariar.
    Abraço

  • joão carlos

    Antigamente dizia-se que o jogador brasieiro,tinha que ir para o exterior para fazer sua independência financieira,hoje dizem que deve ir para se aprimorar tecnicamente.Isto para mim é o fim….O que se deve fazer na minha opinião é melhorar tecnicamente o nosso futebol,pois sempre fomos os melhores e agora ficamos admirando estrangeiros na televisão;temos que voltar as nossas origens.Temos que começar a reformar o nosso futebol começando pelos dirigentes, depois pelos técnicos.

  • Estranho! Estranho!, a posição de jornalistas de “futebol”, pois vivem do meio, e quando pinta um jogador diferenciado, logo querem mandar para o velho continente, será que voces não percebem que isso é um tiro no pé, e quem vai se interessar por jogadores ruins, campeonatos ruim, voce teriam que ser os primeiros e aplaudir o SANTÃO e nosso reymar, e fazem justamente o oposto, gente a proxima copa do mundo vai ser no Brasil, não avizaram a voces não?, porque tem que ir para europa.? tem muitos interesses excluso nisso tudo, aiiiiii temmmmmm.

  • Alberto Bertoni

    Sem quaisquer restrições ou críticas infundadas; Sem passionalismo, bairrismo ou simplesmente paixão clubística, aprecio todo o trabalho expresso pela Espn, seja o televisivo ou o radiofônico. Aprecio ainda mais, os comentários de gente séria, correta e sem qualquer preocupação em expressar a verdade, doa à quem doer. Adjetivos estes tão raros, especialmente nos meios esportivos televivos deste País, onde algumas pouquíssimas redes de televisão tem a preocupação em efetivamente agradar à poucos e não apenas à alguns. Contudo, acho que há uma forte tendência em simplesmente pretenderem mandar “Neymar pra fora deste País”, por preocupações meramente “clubísticas”. Na verdade, todos, e dentre estes incluo AK, deveriam preocupar-se em fortalecer o material de trabalho deste País, mesmo que seja uma trate-se de uma “mera utopia esportiva”. Um abraço….

    AK: Minha posição é a mesma e já escrevi bastante a respeito. O que não me impede de entender que, tecnicamente, Neymar teria mais a evoluir no futebol europeu. Um abraço.

    • Roberto dos Santos Silva

      Perfeito falou a verdade nua e crua!

  • Marcos Lúcio de Sousa

    André Kfouri…
    Você e muitos jornalistas não estão respeitando uma simples coisa que está se repetindo há anos: a vontade do Neymar.
    São opiniões como essa sua (alias, em geral o texto estava bom) dizendo que a questão não é SE mas sim QUANDO, que entraram pro time das soberbas e ridículas, pelo fato de atropelar as CENTENAS de declarações do próprio.

    AK: Acho que seria interessante você se informar sobre o assunto. Um abraço.

    • Marcos Lúcio de Sousa

      Eu sei que ele ficou mais flexível ultimamente, mas vocês se acham profetas. Mas você é um cara que eu respeito. Mas não concordo não.

  • Alexandre

    André,
    Concordo que um esportista só consegue desenvolver todo o seu potencial e até saber qual é seu nível real se jogar com e contra os melhores.
    Só não concordo com a contraposição que você faz no último parágrafo, entre o Lucas, que “só tem uma pretensão na vida: ser o melhor jogador de futebol que ele puder”, e o Neymar, que, subentende-se, teria outras prioridades.
    Descontando-se os simplesmente maldosos, que afirmam que ele está mais interessado na badalação, em ser “popstar”, do que em jogar futebol, ou afirmam que ele tem é medo de ir jogar entre os melhores, assusta que muitos analistas sérios acreditem que falta ambição esportiva ao Neymar simplesmente porque ele não se transferiu a um time europeu na primeira oportunidade que teve.
    Me parece, ao contrário, que a decisão de ficar no Brasil até 2014, foi muito bem pensada e calculada, por ele e sua família, levando-se em consideração uma série de fatores: técnicos, físicos, emocionais e financeiros. Foi aquilo que, certo ou errado (ninguém tem bola de cristal), poucos jogadores são capazes de fazer: planejamento de carreira, pensando no longo prazo.
    Você mesmo disse que a questão não é se Neymar jogará na Europa, mas quando. E ele tomou as rédeas para si e decidiu o “quando”. Aos 22 (só vinte e dois!) anos de idade, e com experiência em diversos campeonatos internos do Brasil, em Libertadores e em Copa do Mundo.
    Veja que se trata do assunto com uma simplicidade que ele não tem: “vá logo jogar entre os melhores, que automaticamente e milagrosamente seu verdadeiro futebol irá aflorar, e saberemos logo se você é um gênio ou apenas mais um “Robinho” da vida”.
    A realidade é bem mais complexa.
    Será que não teria sido um desastre se aquele Neymar imaturo que discutiu com o Dorival em 2010 tivesse ido jogar com os macacos velhos do Chelsea, em 2011?
    Ele estava emocionalmente pronto para abandonar os seus aos 18, 19 anos?
    Fisicamente, o “filé de borboleta” daria certo?
    Teriam paciência com a sua mania brasileiríssima de cavar faltas, que ainda persiste, mas é menor hoje do que já foi?
    A experiência que ele tem ganhado nestes anos de Santos não será positiva para a adaptação? Não valeu de nada?
    Minha opinião é que o Neymar de 2014 terá muito mais chance de desenvolver seu real potencial do que o Neymar de 2010 ou de 2012 teria. E que ele está certíssimo em não querer queimar etapas. Muitos “futuros craques” se perderam por terem sido forçados “pelo sistema” a isso.
    E digo mais: se Messi atuando na Argentina seria apenas “um Neymar”, que desastre para o futebol argentino ter perdido o seu “Neymar” aos 14 anos, e não aos 21, 22 ou 23.
    Que tragédia para o “porteño” amante do futebol saber que não teve nenhuma gota do melhor futebolista que surgiu em décadas. Que tem algum “catalán” por aí disfrutando “ao vivo” no lugar dele.
    Fazer o quê, talvez quando suja o próximo “raio” no Brasil, ele siga o consenso geral e se transfira para o “Barçadrid” já aos 8 anos.
    E nos orgulharemos que um brasileiro seja campeão da Champions League aos 17 anos, e campeão da Copa do Mundo aos 19, jogando pela Espanha, pois é o que nos restará…

    AK: O texto é claro quanto ao gerenciamento da carreira de Neymar. É atribuição dele. Tampouco acho que lhe falte ambição esportiva. Um abraço.

    • Alexandre

      Onde se lê “disfrutando”, leia-se “desfrutando”. E “surja”, ao invés de “suja”, por favor…

  • Roberto dos Santos Silva

    Me pergunto se Neymar jogasse no time patrocinado pela mídia haveria tantos jornalistas mandando ele embora, creio que não, pura hipocrisia até porque trabalham no futebol brasileiro, assim diriam que ele deveria permanecer para valorizar o nosso futebol, mascaram sua parcialidade com argumentos vazios não respeitando nem a vontade do jogador, comemoram quando o Pato vem, mas expulsam o Neymar, mudem se para Europa então e arrumem emprego nos periódicos de lá e deixem de ser hipócritas!

    AK: #miau… e mal informado, pois sempre elogiei tanto o esforço do Santos e como a decisão de Neymar de jogar no Brasil. Mas parece ser difícil entender um texto simples. Um abraço.

  • Roberto dos Santos Silva

    E continuamos como fornecedores de mão de obra barata para o futebol europeu, a inveja dos jornalistas”torcedores” é terrível!

  • Guilherme Rodrigues

    Olha acho interessante o neymar sair do santos, eu sou santista eu quero o neymar fora do santos, ele ja nos deu uma libertadores, sei que quando o neymar for embora o santos vai ter alguem melhor ou igual a ele na base, só queria entender algumas coisas…

    1º Pato sai do Inter como um excelente jogador… Me diz quantas ligas dos Campeões ele ganhou
    2º Robinho saiu do santos como um dos melhores jogadores e quantas ligas dos campeões ele ganhou?
    3º o Diego saiu do santos para europa… quantas ligas dos campeões ele ganhou…
    4º o fred… me diz quantas liga dos campeões ele tem?
    5º poderia citar vários jogadores… agora vamos ver… o Santos manteve o neymar ganhou titulos será que não podem deixar o cara em paz?
    6º la o Neymar pode ser bem mais que um lucas… convenhamos. PSG, Ajax, Juventus, Galatasaray, Porto, Lyon e outros times de la só servem mesmo para ganhar o nacional
    7º Se for para o neymar ser alguém no futebol ele tem que ir para o Barcelona ou para o Real Madrid por que?
    8º Porque o Brasil não faz uma lei que menores de idade não podem sair do pais para trabalho assim porque dar emprego para os pais dos atletas até eles terem a idade de assinar um contrato é tenso
    9º Porque no Brasil quando esse tipo de pessoas que vão para la para isso quando pisem em solo brasileiro não tem prisão decretada
    10º E ultima me diz uma coisa André e não quero ouvir miau de resposta porque acho esse tipo de resposta ridicula e não a nessecidade disso porque você não fala um pouco do que você acha de jogadores que vão para o exterior menores de idade assim como o messi entre outros diz o que você acha disso porque podemos debater esse assunto ja que parece ser facil dar um emprego para os pais dele e falar ahh ele veio para trabalhar quando na verdade sabemos que é apenas para que o filho fique no futebol local e não em um time do brasil e o que acha de times brasileiros não contratarem jogadores de 26 anos ou mais já que para europa jogadores com 26 anos estão já velhos ai eles ficam la mofando ou vão para a arabia que tal? O que você acha disso? disserte para nós

    Grato

    Guilherme Rodrigues

  • Michel Adriano

    Boa tarde a todos !!
    A.K, gostei muito do texto, sou santista de coração e alma, não me diga que não entendi o texto pois entendi muito bem e ainda por cima li todos os comentários e respostas suas, mas até agora não entendi o porque do miau… poxa cara nós santistas estamos cansados desta mídia suja e nojenta apoiar um clube só. Quando alguns amigos cita esta mídia e por fim acaba incluindo grande parte dos jornalistas como você, aí vem miau… aqui é democracia sei e também apoio a ida do Neymar à europa, pois o mesmo já nos deu muitas alegrias e tenho certeza que num futuro muito próximo nos dará mais, mas a imprensa tem que deixar de ser bairrista e ser mais parcial, isso serve não só a você mais a todos os seus amigos de profissão.
    Abraço.

    • concordo com vc michel, oque move hoje e dinheiro o Neymar vai deixar de ganhar 4 milhões , para ganhar talvez menos de 2 milhões ele não e trouxa, um dia ele vai não agora.

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