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A última rodada das oitavas de final da Liga dos Campeões só teve jogos memoráveis.

As partidas desta quarta-feira, acredite (se não viu, claro), mantiveram o patamar estabelecido no dia anterior.

Na bola e na emoção.

Bayern e Arsenal jogaram em Munique, no que para muitos seria apenas a conclusão da classificação dos alemães após a vitória por 3 x 1 em Londres.

E foi, mas a um preço muito mais caro do que a Allianz Arena poderia imaginar.

O Arsenal venceu por 2 x 0 e só não alcançou as quartas de final porque levou um gol a mais em seu estádio.

Os ingleses marcaram no começo e no fim do jogo. Entre os dois momentos, tiveram menos posse (46%-54%) e concluíram menos (5-21), mas deixaram a impressão de que um gol poderia alterar o rumo do confronto.

Esse gol aconteceu aos 41 minutos do segundo tempo, fez o Bayern sofrer um pouco.

O Arsenal deixa, mais uma vez, a Liga dos Campeões nas oitavas de final. Deixa também uma imagem menos caricata em relação ao que fez em casa.

O Bayern segue, avisado de que nada está garantido no futebol, lição que precisa ser renovada de tempos em tempos.

A noite em Munique certamente recuperou as sensações desagradáveis da final da última edição da Champions, que o Bayern deixou escapar, nos pênaltis, em sua própria casa.

Time e torcida foram embora decepcionados, mas agradecidos por ainda terem jogos a disputar.

Em Málaga, a atmosfera no estádio La Rosaleda foi totalmente diferente.

O time espanhol carregou os desejos do torcedor durante todo o jogo contra o Porto. Com o placar de 2 x 0, está entre os 8 melhores times da primeira UCL de que participa.

O Málaga tem breve história em competições europeias, mas jamais perdeu (9V, 4E) em seu estádio.

O gol da classificação saiu aos 32 minutos do segundo tempo, com Roque Santa Cruz, mas os eventos que prepararam a festa em La Rosaleda se deram entre o fim da primeira metade e o começo da segunda.

Isco fez 1 x 0, aos 42 da primeira parte. No intervalo, João Moutinho, o melhor jogador do Porto até aquele momento, ficou no vestiário.

O time português não foi o mesmo com James Rodríguez, e ficaria ainda pior após a expulsão de Defour, aos 4 do segundo tempo.

A antecipação do gol decisivo aumentou o nível de tensão na casa do Málaga, que explodiu após a cabeçada de Santa Cruz.

O Málaga é uma dessas histórias improváveis que o futebol costuma contar, que ficam mais interessantes a cada página.

Camisa e experiência (como clube) jogadas pela janela. Valores individuais e coletivos evidentes.

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As previsões, feitas em 20 de dezembro do ano passado, estão aqui.

Seis em oito.

O sorteio das quartas acontece nesta sexta-feira (ESPN Brasil, 8h).

 

 



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