CORINTHIANS BRANDO



Tenho uma coluna para escrever para o jornal de amanhã, e obviamente o tema é o mesmo deste post. Portanto serei sucinto, agora, sobre a vitória que classificou o Corinthians para a final do Mundial de Clubes.

O objetivo foi atingido, mas o segundo tempo não era exatamente o que o Corinthians previa. Em especial porque a primeira metade do jogo foi normal, tranquila. Teve o gol que ajudaria a encaminhar uma vitória sem sustos, o que não aconteceu porque o Corinthians perdeu sua principal qualidade: a intensidade.

Sem ela, o que deveria ser uma configuração de contra-ataque deu lugar a um posicionamento defensivo que apenas chamou o Al-Ahly para perto da área. Mesmo com o perigo maior, um mérito: o bloqueio obrigou o time egípcio a chutar de longe.

O Corinthians não correu grandes riscos, mas deveria ter vencido com mais folga e autoridade.

O problema é a queda de intensidade. Não, na verdade, o problema real é o que causou a queda. É o que Tite precisa descobrir.

A atuação do Corinthians serviu para animar o Chelsea. Imprensa britânica já debocha, dizendo que não há com o que se preocupar.

Se o time inglês estiver de acordo com a análise baseada em um jogo, será bom para o Corinthians.



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