CAMISA 12



(publicada ontem, no Lance!)

MADONNA CHEGANDO

Quem poderia nos explica a misteriosa relação entre as apresentações de Madonna no Brasil e as aparições de Marco Polo Del Nero no noticiário?

Em dezembro de 2008, o poderoso cartola paulista conseguiu transformar um pacote com ingressos para um show da cantora (enviado pelo São Paulo para a Federação Paulista de Futebol, por gentileza) em tentativa de corromper a atuação do árbitro Wagner Tardelli, no último jogo do Campeonato Brasileiro. Correu o risco de perder seu cargo, mas foi absolvido pelo STJD da CBF.

Mesma CBF que, quatro anos depois, vê seu atual vice-presidente envolvido em algo bem mais sério. A Operação Durkhein – que investiga lavagem de dinheiro, grampos telefônicos e comercialização ilegal de informações como sigilo fiscal, bancário e telefônico de pessoas e empresas – levou policiais federais à casa do dirigente, nas primeiras horas de segunda-feira.

Após a apreensão de documentos e computadores, e de um “convite” a responder algumas perguntas na delegacia, aguarda-se o indiciamento de Del Nero. Infelizmente para ele, desta vez o STJD está de mãos atadas.

Del Nero apressou-se em explicar que o interesse da Polícia Federal nada tem a ver com sua atividade no futebol ou na advocacia. Como se isso – se corresponder à verdade – diminuísse a gravidade do episódio. Depois, em nota oficial, o dirigente informou que apenas contratou uma empresa para lhe fornecer informações sobre uma pessoa que ele pretendia levar à Justiça.

Claro que o envolvimento da empresa com os crimes investigados pela PF não eram do conhecimento de Del Nero, experiente advogado criminalista. É lamentável que serviços oferecidos na internet nos dias de hoje sejam capazes de ludibriar até um jurista como ele.

O trecho mais interessante da nota trata do motivo que levou Del Nero a se meter inadvertidamente com fabricantes de dossiês. Ele procurava detalhes “acerca da vida pretérita, do comportamento moral e social” de alguém. Tais informações são necessárias a quem quer processar uma pessoa? Quem será o “investigado”?

VOLTA

Com Felipão, e sua inegável experiência, voltamos a um jogo mais defensivo e unicamente preocupado com o resultado. Dá certo em torneios como a Copa do Mundo, como já vimos tantas vezes. Voltamos, também, ao discurso da união, da família, talvez até do “nós contra todos”, como ferramenta motivacional. Se funcionar, ele estará no Olimpo. Se não funcionar, mudaremos de discurso e de rumo de novo, sem perceber a oportunidade perdida.

EXAGERO

Completamente descabida a punição imposta pela Uefa a Luiz Adriano, do Shakhtar Donetsk, pelo gol marcado contra o Nordsjelland. Suspender um jogador por falta de fair play é equivalente a obrigar alguém a ser gentil. E gentileza forçada perde o sentido. Luiz Adriano cometeu uma falta não prevista nas regras do futebol. Erros como o dele devem ser corrigidos no campo. Enquanto ele é suspenso, os mergulhadores continuam jogando.



  • Emerson

    Após o último discurso do Marin, só nos resta concluir que falta patriotismo à Polícia Federal. Talvez para JMM, autoridades policiais boas eram as dos anos 70, que não implicavam com os “marechais da nação” e preferiam caçar os “subversivos”, “terroristas” e “anti-patriotas” como, Vladimir Herzog…
    Sobre a UEFA, se ela está tão preocupada com a moral, por que invés de punir L. Adriano ela não começa a fechar o cerco aos clubes que se alimentam da farra do dinheiro sujo que prolifera cada vez mais no futebol europeu?

    • RENATO

      Concordo Emerson…mas parece que é proibido criticar o futebol europeu…
      onde tudo é lindo, maravilhoso, o dinheiro é limpo, o estado não bota dinheiro público, não existem clubes patrocinados por sites de apostas, jogadores não simulam e a arbitragem não olha a camisa na hora de apitar.
      Abraço.

  • Massara

    Será que Del Nero contratou Lisbeth Salander para a elaboração de um dossiê sobre Mikael Blomkvist?

  • Teobaldo

    “Quem poderia nos explica a misteriosa relação entre as apresentações de Madonna no Brasil e as aparições de Marco Polo Del Nero no noticiário?”

    Respota – Eu posso explicar. E explico: A Madonna tem um tremendo pé frio e dá um azar danado para o Del Nero!

    Óbvio, não?

    Um abraço!

  • Roberto

    André,

    Diferentemente da gentileza, desrespeito ao fair play mais que insulta, pode alterar completamente o resultado da partida (veja o gol do Luiz Adriano). Pq a FIFA ainda não colocou algum tipo de poder na mão do árbitro pra evitar abusos nesse sentido? Não é algo novo, não tem nada a ver com tecnologia, e é interpretativo assim como a grande maioria dos lances marcados de qqer maneira.

    Não faz muito sentido pra mim isso ficar de fora da regra como algo intocável. É lentidão da FIFA mesmo (tipo, 15 anos de lentidão) ou tem algum outro motivo pra isso?

    AK: O árbitro tem poder quando é ele quem para o jogo para um atendimento médico. Se a bola é tocada para fora, tem-se, sim, uma situação interpretativa, apesar de evidente na maioria dos casos. Deve ser resolvido no campo, como seria no jogo em questão, se o Nords não tivesse feito um gol logo depois. Um abraço.

    • Roberto

      Que tem que ser resolvido no campo, não tenho a menor dúvida. Essa mistura de tribunal e jogo de futebol a meu ver é um absurdo. Acaba colocando só mais uma camada de interpretações duvidosas e politicagem no resultado dos campeonatos.

      O problema pra mim é a omissão ao fair play na regra do jogo mesmo. O árbitro fica de mãos atadas. Seria muito mais fácil se fosse previsto nas regras e ele pudesse ter, logo após o lance, apitado falta técnica por “falta de fair play” do Luiz Adriano pro Nords cobrar, anulando o gol.

      Vai ver por falta de conhecimento estou falando algum absurdo.

      • Renato

        Acredito que se colocassem na regra o fair-play, ajudaria muito o arbitro na partida anular um gol.

        Agora como anular um gol se não ocorreu nenhuma infração?

  • Só pra deixar claro minha opinião sobre o novo técnico da Seleção: apesar de preferir o Pep, creio que a escolha pelo Felipão (ou pelo Tite) foi mais acertada, para o “momento”.

    E o “momento” é de trazer a torcida para junto da Seleção e ganhar a Copa. E ninguém melhor que um dos dois para fazer isso (apesar de não termos ideia se Pep conseguiria ou não. A escolha pelos dois é conservadora, assumo).

    A diferença entre Felipão e Tite é que o segundo teria mais chance de continuar o trabalho do Mano, já que a Seleção joga muito parecido com o Corínthians, na teoria (porque na prática… blergh!). Ele teria “apenas” que aproximar as linhas do 4-2-3-1 sem centroavante, e fazer o DaniAlves e o Marcelo apoiarem alternadamente. Simples. 😛

    Aproveitando, o “Olho Tático” do ESPN.com.br fez um exercício muito legal sobre como seriam as seleções com os 3 que falei aqui. Recomendo.

    Abraço!

  • Anna

    Poderia ser chamado de Madonnagate. Eu acho que o Luiz Adriano foi bem punido,mas entendo seu ponto de vista. Bom final de semana, Anna

  • Roberto Junior

    Grande André, dessa vez discordo. Um erro não pode impedir a correção de outro. Achei válida a punição ao L. Adriano, autor de gesto copiado por outro brasileiro, Carlos Eduardo, por esses dias.

    Mas, no final das contas, acho que o problema é maior. Infelizmente, parece que a nova geração do futebol brasileiro seguirá os passos da anterior, dos “malandros” Robinho, Adriano, Ronaldinho Gaúcho e outras peças.

    Abraço!

  • Francotimao

    Pelo jeito essa dupla Dick Vigarista/Tião Gavião, ainda vão dar muitas noticias e aparentemente muita noticia ruim,como dizia o Barão de Itararé: “De onde menos se espera é que não sai nada mesmo”…qto a punição do Luiz adriano pra mim foi normal, fugiu as regras, mas nada de tão revolucionario…Abs!!!!!!!!!!

  • Ricardo

    Acho que seria ótimo para o resgate do verdadeiro futebol brasileiro (ele ainda existe?) a vinda do Guardiola para a Seleção.

    Mas é bom lembrar que na Seleção, ao contrário dos clubes, os jogadores se reúnem de vez em quando nos aeroportos, mal tem tempo de treinar e jogam contra seleções meia boca pra encher os cofres da CBF e fazer a alegria do Galvão Bueno

    Me parece improvável que o “Pep” que encantou o mundo com o Barça teria condições de impor seu estilo na seleção brasileira. Talvez para depois da Copa-2014.

    Acho que a escolha por Scolari ( e Parreira), por mais retrógrada que possa parecer, foi uma escolha pragmática.

    Ambos ganharam Copa do Mundo (que na verdade não são 7 jogos, mas 4, já que passar da primeira fase é obrigação) jogando correndo pouquissimos riscos e com atacantes foras de série que resolveram a parada.

    Resta saber se Neymar estará pronto ( e se terá Cia….) pra segurar a gigantesca pressão de uma Copa disputada no Brasil

    • Raposo

      Será um milagre se estiver pronto. Sua copa será a próxima, mina esperança êh o Felipao achar um jeito de motivar o gaúcho.

  • Juliano

    Precisa a nota sobre Felipão.

    PS: Nova York não está correto.

    Abraço!

    AK: Sim, está. Um abraço.

    • Juliano

      Por alguma razão tenho colocado a resposta e não tem passado. Vou tentar colar a explicação sem o link, talvez seja este o problema.

      AK, sou cliente assíduo do espaço, e só sou porque sou admirador do trabalho, opinião e textos do interlocutor. Faço essa ressalva pra dizer que não estou aqui pra procurar deslizes (irrelevantes, repito), não vejo motivo pra isso, nem nada. Estou sendo chato, desculpe, este espaço é para o esporte, apesar do fino trato que sempre deste à escrita. Retorno ao tema simplesmente porque EU fiquei com dúvida.

      As explicações:

      1 – “‘Nova Iorque’ é uma locução. Locução é uma palavra composta, ou seja, duas ou mais palavras com valor de uma. Não existe na língua portuguesa locução mista, com uma parte em português e outra em língua estrangeira. Ou é tudo na língua original, ou é tudo aportuguesado.
      Repare que, se fosse possível o disparate “Nova York”, faríamos o mesmo com outras locuções, como “new wave”, que viraria “nova wave”. Mas quem em sã consciência já grafou “nova wave”?
      Ninguém, nem mesmo os que escrevem “Nova York”.

      No entanto, a locução “new wave” pode ser aportuguesada para “nova onda”, que é uma forma com muitos adeptos, do mesmo modo que “New York” pode ser para “Nova Iorque”, que também tem muitos adeptos.

      E há mais argumentos contra a grafia “Nova York”: qual o adjetivo relativo a esse nome?
      Dicionários e o Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa só registram “nova-iorquino”.
      Ora, se o adjetivo é dessa forma, com “i” e “q” na segunda palavra, não há coerência em escrever “Nova York”.
      Coerência, aliás, não é o forte dos que preferem a grafia “Nova York”, pois, quando usam o adjetivo, escrevem “nova-iorquino”.
      Deveriam escrever “nova-yorkino”, não é mesmo?
      E, para encerrar, desde 1940 a Academia das Ciências de Lisboa prescreve a grafia “Nova Iorque”, o que é corroborado pelo vocabulário da Academia Brasileira de Letras.”

      2- “ou usas New York, ou Nova Iorque (ou tudo em Inglês, ou tudo em Português). Nem sempre poderás optar pelo aportuguesamento do nome, porque o processo de adaptar nomes geográficos só foi ativo até meados do século XVI. Depois disso, usamos os nomes como eles são lá fora. Iorque (a velha), no entanto, já era comum no Português, e a criação, na América, de uma cidade do mesmo nome, com o adjetivo Nova, não nos atrapalhou nem um pouco. Do mesmo modo Jersey/Jérsei, New Jersey/Nova Jérsei. Há cidades que só são chamadas por seu nome aportuguesado: Londres (e não London), Munique (e não München), Marselha (e não Marseille), etc. Outras, embora exista a forma aportuguesada, são chamadas preferencialmente pelo seu nome original: Nuremberg, Avignon, Canterbury (e não, como muito se sugeriu em Portugal, Nuremberga, Avinhão, Cantuária).
      Friso um detalhe que talvez tenha passado despercebido: evitei, em minha resposta, falar em “tradução” do nome geográfico. É que Nova Iorque, por exemplo, é tradução só no que se refere ao adjetivo nova; Iorque é uma simples adaptação do nome estrangeiro ao nosso sistema ortográfico e fonológico. Assim também Londres, Bolonha, Marselha — não são traduções de London, Bologna e Marseille. Abraço. Prof. Moreno”

      Como não conheço os autores, não posso atestar que estão corretos. Mas são convincentes. (Havia tentado postar com os links, acredito não estar passando por algum filtro).

      Desculpe, novamente, isso é irrelevante e não é o assunto aqui. Havia postado isso ontem, acredito que foi moderado (ou meu navegador está com problema).

      Repito: sou fã do espaço, apesar de chato não estou aqui pra te pentelhar.

      Abraço!

      AK: Obrigado. Eu acho que nunca vi alguém escrever o nome da cidade inglesa de York como Iorque. Um abraço.

      • Emerson

        Se me permitem a intromissão, eis o que nos diz o professor Sérgio Nogueira no portal G1:
        “É questão de padronização.
        O nome da cidade (= New York) é uma homenagem à cidade de York, que fica na Inglaterra. É uma nova York. Quem prefere a forma Nova York (= traduz o new e mantém York em inglês). Entre outras justificativas, afirma: ninguém faz o aportuguesamento da cidade inglesa de York, ninguém escreve duque de Iorque.
        Os defensores da forma Nova Iorque alegam falta de coerência: traduz a primeira palavra para o português e mantém a segunda no inglês.
        Outro argumento é o adjetivo gentílico (= nova-iorquino), totalmente aportuguesado.
        Portanto, é uma questão de preferência, e não de certo ou errado.”

        Link: http://g1.globo.com/platb/portugues/2011/03/

        AK: Estou nessa. Um abraço.

      • Marcos Nowosad

        André, apesar de que o uso de “Nova York” ser mais comum (o que, segundo o texto citado pelo Juliano, é incorreto) se der uma procurada no Google verá que o uso de “Nova Iorque” não é incomum (10 milhões de referências contra 29 milhões de referências da outra forma).

        Entre as referências, estão alguns sites conhecidos, como a versão em português do Wikipedia e o Globo.

        AK: Sim, não é incomum. O que não significa que seja correto. Novamente, se não se usa “Iorque”, não vejo por que usar “Nova Iorque”. Um abraço.

        • Júnior

          Ambas as grafias estão corretas, é apenas uma questão de preferência.
          Estranho é fazer o mesmo exercício com “New England”

          AK: Seria um exercício totalmente descabido. Um abraço.

          • Marcelo

            Concordo com o Juliano.
            Alguém fala Nova Zealand?

            Abraço a todos

            AK: Zelândia é um termo usado normalmente. Assim como Gales (para escrever New Wales) e Inglaterra (Nova Inglaterra). Quando a cidade de York aparecer escrita como Iorque, e o duque como Duque de Iorque, escreverei Nova Iorque. Um abraço.

          • Júnior

            Com certeza é totalmente descabido, mas não deixaria de ser divertido.

            Quando disse que amboas as grafias estão corretas, é porque “Nova Iorque” consta nos dicionários em português.

        • Juliano

          Como eu disse no início, não posso atestar o modo correto. Legal saber que é questão de preferência. No início, lá atrás no texto em que cita, fiquei com dúvida. Agora, sanada.

          Abraço a todos!

          AK: Um abraço.

    • Raposo

      De acordo, esta, new se traduz como nova, não há tradução para york.

  • RENATO

    Sobre esses dois casos, na FPF e CBF, fico me lembrando que o SPFC vive dizendo aos quatro cantos que é oposição à todo o poder que comanda o futebol, seja estadual, seja nacional…desde que o mundo é mundo.
    Parece que NUNCA esteve dentro da “panela”.

    Mas, quando Del Nero se afastou da FPF, quem assumiu foi um “representante” do SPFC.
    Quando RT deu pista para Miami, quem assumiu foi Marin, representante tricolor dentro da CBF.

    Pra quem diz que é oposição ou que não tem representação…”é estranho, é estranho…”

    Isso pra não falarmos dos tempos do guaraná de rolha…o irmão caçula dos grandes paulistas sempre fez parte do poder, desde o nascimento.

    Como dizia o excelente comercial da Folha…”é possível dizer um monte de mentiras, contando só verdades…”

    Abraço.

  • Rita

    Zagallo como técnico, campeão com uma senhora seleção numa e uma final desastrosa noutra;
    Telê foi técnico duas vezes, sendo a segunda não tão especial quanto a primeira;
    Parreira campeão numa e uma lástima na segunda;
    Vamo ver o Scolari, se ele chegar até lá, claro!

    Agora francamente, que preguiça essa coisa de família, amerelinha, “nós contra todos” e tal.

    Meu escolhido seria o Abel, a quem admiro desde a época da Ponte, qd não abandonou o navio e mais que isso, trabalhou dignamente mantendo a Ponte na série A naquele ano.

  • Jefferson Fernando

    AK, até agora não vi nenhum jornalista fazendo uma análise da indicação do Felipão como novo técnico da seleção brasileira. O que eu mais ouvi foi que o Mano agora não deveria ter saído, pois tinha achado o time, ou seja, estava no caminho certo. Agora eu pergunto, o que esperar de um técnico ultrapassado, em que a sua grande tática de jogo é a “motivação” a criação de uma “nova família Scolari”. Um técnico em que o seu último bom trabalho foi na seleção portuguesa na copa de 2006, onde chegou em 4 lugar, ou seja faz 6 anos que não apresenta um resultado decente, ser campeão no Uzebequistão não preenche o curriculum de ninguem. Ele foi técnico de um dos times mais ricos da Europa o Chelsea, e conseguiu ser demitido, um dos jogadores brasileiros que atuava no time, não sei se foi o Deco ou o Belleti, que perguntado sobre o esquema do Felipão no time azul, deixou bem claro que o esquema tático do time era bem fraquinho. Pelo visto, vamos ter que esperar chega o dia 14 de junho de 2014, para dizer que a escolha do Felipão para comandar a seleção na copa de 2014 no Brasil, foi um erro, um técnico que acabou de ser o maior responsável pelo rebaixamento do Palmeiras, como prêmio pela sua incompetência ganha o comando da seleção. Aquela seleção de 2002 tinha em seus times muitos jogadores que eram protagonistas nos melhores times do mundo, como Roberto Carlos, Cafu, Rivaldo, Ronaldo, Ronaldinho, Denilson, etc. E hoje, o que temos apenas o Neymar.

  • Caio Lineu

    O que estaescrito em “exagero” é simplesmente perfeito!
    Parabéns Andre!

    Abraço!

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