OS LINKS DA LIGA



Após a abertura da quinta rodada da fase de grupos da UCL, mais quatro times já se garantiram nas oitavas de final.

Barcelona, Valencia, Bayern e Shakhtar Donetsk.

Os resumos das situações de cada grupo que você encontrará abaixo são um oferecimento dos tweets do meu camarada Leonardo Bertozzi (@lbertozzi).

Vinte e cinco gols foram marcados nesta terça.

Sete desses gols aconteceram no mesmo jogo, a vitória do Shakhtar sobre o Nordsjelland, em Copenhague: 5 x 2.

O primeiro gol do Shakhtar sugere deselegante falta de fair play de Luiz Adriano (que fez 3), ao se apoderar de uma bola recuada para o goleiro dinamarquês. O jogo tinha sido paralisado para atendimento de um jogador do Nordsjelland.

Também pelo grupo E, na Itália, a Juventus goleou o Chelsea por 3 x 0. O resultado deixou os atuais campeões europeus em posição muito difícil.

Fala, Léo: Chelsea precisa vencer o Nordsjaelland e torcer por derrota da Juventus em Donetsk. Do contrário, avança a Juve com o Shakhtar.

Grupo F: o Lille visitou e venceu o BATE Borisov por 2 x 0.

Na Espanha, empate em 1 x 1 entre Valencia e Bayern Munique.

Jogos da última rodada e avaliação de Léo Bertozzi: Lille-Valencia, Bayern-BATE. Resultados iguais deixam Bayern em primeiro. BATE já na Liga Europa.

Pelo grupo G, vitória do Benfica, em casa, sobre o Celtic: 2 x 1.

Em Moscou, o Barcelona ganhou do Spartak: 3 x 0.

Como ficou esse grupo, LB? Benfica precisa do mesmo resultado do Celtic. Mas pega o Barcelona fora, e o Celtic recebe o eliminado Spartak.

Na Turquia, o Galatasaray fez 1 x 0 nos reservas do Manchester United, pelo grupo H.

E na Romênia, o Cluj bateu o Braga por 3 x 1.

Bertozzi informa: Galatasaray pega o Braga eliminado em Portugal. Só depende de si. Precisa no mínimo igualar o resultado do Cluj com o Man Utd.

O blog agradece e recomenda o twitter do Léo.

A quinta rodada da Liga dos Campeões prossegue nesta quarta.

Os gols (e os tweets esclarecedores do LB, espero) estarão aqui.

ATUALIZAÇÃO, quarta-feira 21/11, 08h24 – Abramovich demitiu Roberto Di Matteo. Próximo…

ATUALIZAÇÃO, quarta-feira 21/11, 08h25 – O técnico do Shakhtar Donetsk, Mircea Lucescu, pediu desculpas pelo “lapso” de Luiz Adriano no lance do primeiro gol ucraniano. O atacante brasileiro declarou que seu instinto prevaleceu. Até aí, tudo esperado.

A notícia é que Lucescu não ficou apenas nas desculpas. Disse que mandou seu time deixar o Nordsjelland fazer um gol, o que aconteceu imediatamente.

Ainda há esperança.



  • Emerson

    É, e o Di Matteo caiu! Curiosamente ele ascendeu ao posto de treinador do Chelsea após o André Villas-Boas cair após derrota num jogo da UCL, na Itália, daquela feita, porém, contra o Napoli 3 a 1.

  • Anna

    Ainda há esperança para o Chelsea, mesmo que remota. Veremos quem vai ser o próximo técnico. Imaginei que Di Matteo fosse cair… Crise nos blues! Boa quarta, Anna

  • Há sim, sempre!

  • Thiago

    André, o time dinamarquês não fez gol “deixado”.

    AK: Não há como afirmar isso. E há um técnico dizendo publicamente que sim. Um abraço.

  • André,
    o Lucescu disse que um dos jogadores não entendeu a instrução – entendo que foi o que desarmou o jogador dos dinamarqueses -e que, depois, ‘por sorte’ eles fizeram o gol. Segue o relato da Trivela.com:
    “Ele me falou que fez o gol pelo instinto de goleador. Peço desculpas pela polêmica causada”, declarou Lucescu, que afirmou ter instruído o time a levar um gol logo depois, mas que um jogador não entendeu a mensagem.

    “Iríamos deixar o adversário fazer um gol, mas Stepanenko (Taras, zagueiro) não entendeu as nossas instruções. Por sorte, levamos o gol logo depois”, disse Lucescu (…)

    Enfim, não acho que tenha sido um gol dado, como deveria ser.

    E pessoalmente, achei bem feio o que o Luiz Adriano fez, mais merecedor de críticas que qualquer simulação de falta. E acabou deixando o próprio técnico em uma saia justíssima: como não repreender um lance tão acintoso? E como repreender o cara que fez três gols no jogo? Até que o Lucescu se saiu bem, mas esse tal ‘instinto’ do Luiz Adriano tá mais pra Lei de Gerson que pra faro de matador.

    Uma dúvida: o árbitro não poderia interromper o lance e marcar uma falta por conduta anti-desportiva? Não há essa brecha na regra pra ele usar o bom senso? Rola perguntar para o seu consultor de arbitragem?

    Abraço

    AK: Por partes: creio que o que importa, em relação ao Lucescu, é ele ter tomado a decisão de mandar o time levar um gol. Se ele estiver mentindo, é muita cara de pau. Sobre o lance, não há o que o árbitro fazer. A Fifa até orienta times a não parar o jogo quando houver alguém machucado, para que isso fique nas mãos da arbitragem. Um abraço.

    • André,
      concordo quanto ao Lucescu, mais importante é a iniciativa em si – e não acho que estivesse mentindo. Quanto à arbitragem, o Bertozzi tweetou um link para uma matéria do NY Times de 99 falando de um lance parecido envolvendo o Arsenal, Kanu e Overmars (aqui: http://www.nytimes.com/1999/02/17/sports/17iht-soccer.t_6.html). A brecha na regra a que me referi era essa que a matéria citou.

      ‘Referee Peter Jones felt he had no power to overrule the goal. Actually, the arbiter did have a choice. He could have deemed Kanu guilty of unsporting behavior (FIFA disciplinary Rule 12) and cautioned him with a yellow card. That would have assumed the Nigerian was fully aware of what led to the throw-in, and Kanu swears he was not. The player made a mistake, and Overmars kicked the ball into the net without considering the justice of the moment.’

      A própria matéria dá o motivo para isso não ter ocorrido mais pra frente, dizendo que quanto maior e mais importante o jogo, mais os juízes são estimulados a se restringir às regras e menos a usar o bom senso. Mas entendo que essa seja uma prerrogativa válida – se um lance assim acontecesse no último minuto da final da Champions, o juiz poderia marcar um tiro livre indireto por conduta antidesportiva. Seria mais ou menos como marcar um grito de ‘deixa’, juridicamente falando.

      AK: Entendo. Mas insisto: a Fifa orienta os jogadores a não paralisar o jogo tocando a bola para fora, de modo que a decisão fique nas mãos do árbitro. Quando um árbitro para o jogo e ordena que, na reposição, a bola seja devolvida ao time que a possuía, há razão para dar um cartão amarelo para o jogador que não obedece. Quando é um time que paralisa o jogo, não creio que o árbitro possa fazer algo. O lance está “fora da jurisdição” dele, entende? Um abraço.

  • Massara

    André, gostaria de saber sua opinião sobre o novo patrocinador Master do Corinthians. Parece haver um desconforto de parte da população quanto ao fato de uma empresa pública bancar o maior patrocínio a um clube de futebol no Brasil (assim como já houve com a Petrobras no Flamengo e com a Eletrobras no Vasco). Esse desconforto tem fundamento?

    AK: Sim, porque no Brasil as coisas nunca cheiram bem. Somos assim. Mas é preciso analisar a questão com um mínimo de conhecimento. A Caixa concorre com bancos privados, que gastam dinheiro com estratégias de marketing e tem investido no esporte. A Caixa também tem verba para gastar com marketing e não é anormal, ou imoral, que o faça no futebol, como tem feito no Atlético-PR e no Avaí. É que quando o Corinthians (e Lula, e o Itaquerão…) entra na história, suspeita-se de ligações perigosas com o governo. Um abraço.

    • Roberto

      André,

      Suspeitas de favorecimento surgem principalmente de inconsistências com o que se praticava antes do fato. Independentemente da ligação com o Lula, duas informações que seriam interessantes para balisar essa discussão são:

      1) A Caixa aumentou significativamente a quantidade de verba destinada ao marketing de um ano para o outro? E da alocação dessa verba de marketing ao futebol?

      2) A Caixa tinha competidores nesse patrocínio ao Corinthians que estariam dispostos a pagar algo próximo ao que foi fechado?

      Não sei se a primeira informação é pública. Sobre a segunda não me lembro de ouvir nem especulações.

      • Teobaldo

        Gostei muito de seus questionamentos, Roberto. E você abordou um tema que merece (ou merecia) um debate mais profundo, que é o seguinte: Ora, se a CAIXA ofereceu 30 milhões e necessita tanto de marketing (eu não vejo essa necessidade toda para uma instituição pública, principalmente no futebol profissional, mas, enfim….), era de se esperar que instituições privadas também estivessem interessadas em fazer tal patrocínio, não é? Aí, sim, o investimento se justificaria (ou não) pela necessidade da concorrência. Entretanto, não vi, não li e não ouvi nada a esse respeito. Logo, um patrocínio com esse valor, partindo de uma instituição pública soa, no mínimo, estranho. Ainda mais da forma como esse tipo de coisa acontece no Brasil, pois como bem destacou o André Kfouri “no Brasil as coisas nunca cheiram bem. Somos assim”. Infelizmente (complemento meu). Um abraço a todos!

        AK: Elementos para o debate: http://t.co/uR1PSZQD

        • Roberto

          André,

          Obrigado pelo link. Mas convenhamos que essa matéria tem muitas e muitas conjecturas e nenhum “hard data”. Dos pontos q eu tinha colocado antes, não respondeu nenhum.

          É compreensível que a Caixa precise aumentar marketing para atingir os clientes do tipo “banco de varejo”. E é inquestionável que investir para ter a marca divulgada em um time como o Corinthians trará retorno. O problema aqui é o valor investido e o retorno esperado. Pq existem outras opções. Gastar os mesmos R$ 30MM em propagandas de massa na rede globo bem posicionadas daria mais ou menos retorno (tipo Itaú)? E fazer eventos criativos relacionados ao esporte com uma fração desse montante (tipo Coca Cola, AmBev)?

          Como o retorno do investimento em marketing “above the line” é sempre difícil de ser medido (muitos profissionais do marketing vão chiar desse meu ponto), não vejo como contestar a decisão. E aí volto ao meu ponto anterior: Isso só é um problema se a exposição estiver sendo “paga demais”, ou seja, se a Caixa conseguiria o mesmo patrocínio pagando menos. Ou se for uma exceção no plano de marketing (algo que é feito no longo prazo, seguindo a estratégia da empresa) aberta especificamente ao Corinthians.

          Acho bem difícil conseguirmos informações sólidas sobre esses questionamentos.

          Abraço.

          AK: Vamos lá. Não é difícil entender a opção da CE por um clube de futebol. Os concorrentes dela investem no esporte. Itaú (Seleção), Bradesco (Olimpíadas), Santander (Libertadores), BB (vôlei)… a camisa de um clube de futebol é uma maneira evidente de se posicionar neste cenário. Também não é difícil entender a opção pelo Corinthians, tanto em termos de exposição de marca quanto em termos de conquista de novos clientes. Com a visibilidade que o Corinthians tem e terá, é complicado criticar a escolha. Quanto ao valor do negócio, aspecto fundamental da discussão, temos o seguinte: os concorrentes da CE gastam mais de R$ 30 milhões/ano com patrocínio esportivo, levando em conta tudo o que fazem na área, e têm menos exposição do que uma marca que estará na camisa do Corinthians durante uma temporada inteira. Se o patamar de 30 mi estivesse completamente fora do que se pratica em termos de patrocínio de camisa dos maiores clubes do Brasil, teríamos algo estranho. Não está, e, novamente, falando do clube que tem mais visibilidade no principal mercado consumidor do país, não creio que seja anormal o valor ser mais alto. De modo que, se a CE está pagando mais do que a camisa do Corinthians vale, ou é porque seus executivos são burros, ou porque “o Lula mandou”. Não acredito em nenhuma das duas hipóteses. Isto dito, entendo que outras questões podem ser propostas, como por exemplo o fato de a CE aceitar pagar esse valor e ainda conviver com outras marcas na camisa corintiana. E, claro, o contexto geral, do estádio com isenção fiscal em especial, faz com que o tema seja sensível. Espero ter ajudado. Um abraço.

        • Teobaldo

          Consultei o link, li e entendi (obviamente posso estar errado) que foram colocados apenas os pontos positivos (na visão do colunista) do tal patrocínio. Na verdade o colunista apenas defende de forma cabal e com muitos argumentos (alguns até de forma desnecessariamente grosseira), o investimento. Seria interessante ver, também, alguns pontos negativos levantados por especialistas do marketing/economia criticando a ação do banco estatal. Talvez esses pontos negativos não exitam, admito que isso também seja possível, o que revelaria que esta foi, realmente, uma jogada de mestre dos executivos da CE. Não sou nenhum especialista, mas alguns argumentos contidos no texto chamaram a minha atenção pela subjetividade:

          1 – “A necessidade de internacionalização da marca”. Em dois jogos? E se perder a semi-final, o efeito será tão positivo assim?

          2 -” Logomarca exclusiva no mundial”. E para o restante do ano (o patrocínio é para o ano todo?), não há que dividir a camisa com outras N logomarcas?

          3 – “Ser o patrocinador master por um ano (é um ano mesmo?), pagando 30 milhões”. Qual patrocinador-master paga 30 milhões e a qual clube? Ora, se até hoje (final de novembro) o Corinthians não tinha um patrocinador-master, não seria possível uma negociação melhor? Talvez não, mas isso nunca saberemos, mas o Corinthians se arriscaria a ir ao Japão sem um patrocinador-master?

          4 – “O banco vai lançar cartões de débito/crédito para sócios torcedores”. Ora, e se houvesse patrocínio para todos os clubes (essa tendência socialista ainda me mata), o alcance não seria maior? Afinal, estaria com a marca exposta em todos os jogos.

          5 – “A marca Corinthians está na Globo e na Band”. Óbvio, pois a primeira é a detentora dos direitos de transmissão e a segunda só faz o que a primeira permite. Ora, joguem as imagens do jogo do Corinthians para MG, ou RS e simultaneamente, em outro canal, joguem imagens dos jogos de Atlético, Cruzeiro, Inter, Grêmio e meçam os índices de audiência. Somos consumidores de futebol, mas os caras só enfiam na nossa guela o que interessa a eles; qual a nossa opção?

          6 -“A Petrobras investiu no Flamengo para ter mídia”. Esse argumento chega a ser infantil, afinal de contas o colunista quer que acreditemos que a Petrobras, uma das maiores empresas do mundo, precisaria do Flamengo para ter mídia.

          7 – “Comparar os investimentos do Itaú (Copa do Mundo, Sel. Brasileira); Bradesco (Olimpíadas) e Santander (Copa Libertadores)” para justificar o investimento no Corinthians é, no mínimo, desproporcional, uma vez que aqueles são eventos mundiais em que as logomarcas dos patrocinadores ficam expostas em todos os jogos, durante todo o torneio.

          Concordo que afirmações de que tal patrocínio foi feito porque “o Lula mandou” ou porque “os executivos da CE sejam burros” soam como argumentos infantis, típicos do “IUPST” (ainda hoje leio aquela coluna e tenho bons momentos de diversão com os comentários, mesmo depois de decorridos quase 4 anos, se não estou enganado, daquela publicação), mas a tradição de se manter obscuras todas as transações efetuadas por empresas públicas, sempre levam-nos às mais insanas teorias da conspiração.

          Valeu a dica do link. Um abraço!

          AK: Correndo o risco de me tornar repetitivo, creio que o debate gira em torno das seguintes questões: faz sentido, em termos estratégicos, que a CE opte por patrocinar a camisa de um time de futebol? Faz sentido que esse time seja o Corinthians? Faz sentido investir R$ 30 milhões de reais por ano no patrocínio? Elas já foram respondidas. Um abraço.

          • Roberto

            André,

            De acordo.

            Gostei muito a discussão. Obrigado pelo tempo dispendido.

            Abs

          • Teobaldo

            Em assuntos que não domino nunca me canso de ouvir (neste caso, ler), portanto, não se preocupe em ser repetitivo… eu sei, torra a paciência e ainda gasta-se um tempo enorme, mas está (está?) incluído no pacote. Respondendo suas perguntas (tudo bem, eu sei que não era para responder, mas eu não consigo deixar de ser prolixo; na verdade, chato… desculpe-me):

            1 – Faz sentido, em termos estratégicos, que a CE opte por patrocinar a camisa de um time de futebol? Sim, mas o link indicado tenta justificar o patrocínio com argumentos frágeis (na minha opinião, é claro)

            2 – Faz sentido que esse time seja o Corinthians? Sim, mas não somente o Corinthians. E como já existem suspeitas demais sobre ele por ações passadas (Lula, Itaquerão, como escrito em resposta ao Massara) ficam sempre no ar suspeitas de algo ilegal.

            3 – Faz sentido investir R$ 30 milhões de reais por ano no patrocínio? Não, uma vez que não existem no mercado valores de patrocínios anuais como esse no futebol brasileiro oriundos de empresas privadas.

            Valeu pelo debate. Um abraço!

            AK: 2 – Para a CE, era Corinthians ou Flamengo, por motivos que não precisam ser explicados.

            3 – Errado. Existem, sim, próximos. Como já foi explicado, não surpreende que o valor pago ao Corinthians seja maior.

            Um abraco.

    • Massara

      Obrigado pela resposta. Abs.

    • Paula

      Eu acho que, por mais que estatais de mercado precisem fazer marketing, devia existir uma lei que proibisse patrocínio ou propaganda veinculada em canais que estejam em dívida (fisco ou trabalhista) com o governo.

      • Alexandre Reis

        Paula, isso já existe.
        Empresas estatais só podem efetuar a liberação dos seus pagamentos mediante a apresentaçao da CND ( Certidão Negativa de Debito) do contratato. Não sei se é exigido a CND na assinatura dos contratos.

        Abs

  • Roberto

    André,

    As demissões anteriores do Chelsea tiveram seus motivos, de maneira um pouco velada, muito associados à boicotes internos por parte de algumas panelinhas de jogadores do time, não? Pelo q eu me lembre, o Villas-Boas, Ancelotti e Felipão foram assim. No caso do Di Matteo imagino que tenha sido pela incapacidade de montar um time consistente com os jogadores que tem.

    A meu ver, diferentemente das anteriores, é uma mudança de técnico que finalmente abre uma discussão sobre qual técnico pode montar o time mais competitivo com o elenco que o Chelsea tem (e não qual técnico conseguiria dominar o elenco de estrelas – Drogba, Cech, Lampard, etc).

    O Chelsea me parece um time em transição, tanto no estilo de jogo quanto no elenco. Todo time acaba passando por isso eventualmente, vê uma mudança nos seus líderes em campo e não raramente, em sua forma de jogar. Hoje o elenco me parece mais leve, mais habilidoso, porém com uma perda na “pegada”.

    Pergunta: Vc acha que veremos um Chelsea na próxima temporada mais ofensivo, jogando um futebol mais leve, de posse de bola? Qual é o técnico que vc acha que cairia melhor para montar esse novo Chelsea?

    Parabéns pelo blog e tbem pela nível que vc conseguiu imprimir nesse espaço de comentários. É um Oásis.

    Abraço.

    AK: Com os jogadores que estão no clube hoje, seria um crime tentar fazer o time jogar de maneira defensiva. Mas nunca se sabe. Quanto ao técnico, parece que o favorito é Rafa Benítez. Guardiola já disse não. Obrigado e um abraço.

  • Leandro Azevedo

    Muitos falam do toque de bola do Iniesta, mas esquecem que ele tambem sabe fazer isso:

    http://www.marca.com/2012/11/20/futbol/equipos/barcelona/1353446130.html

    E o Chelsea demitindo e contratando no mesmo dia, provavelmente o Benitez, vai cair no mesmo erro de sempre.

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