JORNALISMO ESPORTIVO PREMIADO



Filipe Coutinho, Julio Wiziack, Leandro Colon, Rodrigo Mattos e Sérgio Rangel, jornalistas da Folha de S. Paulo, ganharam o Grande Prêmio Esso de Jornalismo de 2012.

A série “O jogo suspeito e a queda de Ricardo Teixeira”, com 20 reportagens sobre as transações por trás do amistoso entre Brasil x Portugal, recebeu a principal condecoração do jornalismo brasileiro.

Um prêmio para os repórteres, para o jornal e para o jornalismo esportivo.

Pretensos jornalistas, equivocados na função ou enganados pela ideia de que um espaço na internet basta para exercer a profissão, devem estar um pouco confusos num dia como hoje.

Um prêmio tão importante para uma série de matérias investigativas ligadas ao futebol é algo que contradiz o que alguns “pensam” a respeito do que jornalismo deve ser.

Pode, e deve, ser várias coisas. Mas nenhuma é mais importante do que o exercício da crítica, da desconfiança, da investigação, da procura pela verdade oculta.

A noção de que, como já se disse, notícia é algo que alguém, em algum lugar, quer esconder.

O mesmo se aplica a quem, de cima para baixo, determina as linhas editoriais de veículos de imprensa. O Grande Prêmio Esso de Jornalismo de 2012 é um valioso lembrete.

Parabéns aos colegas premiados. Tremendo trabalho.



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