COLUNA DA TERÇA



(publicada ontem, no Lance!)

A ARBITRAGEM FALIU

Há uma certeza quanto ao desastre do apito no lance do gol(pe) de Barcos, no sábado: encontrarão uma maneira de negar, oficialmente, a interferência externa na decisão final. Não precisa ser uma história convincente. Basta que um “culpado” se apresente, e que ele seja um dos árbitros em campo. Uma curta declaração oficial, do tipo “esta assinatura não é minha”, e fim da história.

Será absolutamente inverossímil, uma tese que abusará de nossa boa vontade. Afinal, o árbitro – em posição privilegiada – não viu. O assistente que fica atrás do gol – especificamente para dirimir esse tipo de lance – não viu. E o assistente de linha correu para o meio de campo, confirmando o segundo gol do Palmeiras. Mas nada mais resta aos envolvidos senão oferecer uma explicação que seja aceita pelas regras do futebol. É a única opção. Assumir o que provavelmente aconteceu, ou seja, que uma informação baseada nas imagens da televisão chegou ao gramado e mudou o placar do jogo, trará o caos.

A utilização clandestina da tecnologia para corrigir equívocos da arbitragem transporta o jogo para um lamaçal filosófico. Divide as opiniões entre os defendem que um erro grave prevaleça, de forma jurássica, pois não se pode concordar com um remédio proibido; e os que entendem que a justiça deve ser feita, com meios que justifiquem os fins.

É ridículo, vergonhoso, quase insuportável, que um gol de vôlei como o de Hernán Barcos (cuja tentativa de ganhar sem mérito, diga-se, fez nascer a polêmica), detectado com absoluta clareza pela televisão no primeiro replay, altere o resultado de um jogo de futebol no ano de 2012. Em que pese a incapacidade de um árbitro que não vê o que se passa diante de seu nariz, nem ele merece ser o único que não sabe o que aconteceu. O jogo precisa ser protegido de seus próprios defeitos.

Mas o argumento de que “se foi gol de mão, deve ser anulado” perde de vista, em seu imediatismo, que a solução não pode ser aplicada apenas em um momento, de um jogo, de uma rodada, de um campeonato. Tal precedente abre as portas para as mais variadas formas de interferência no trabalho dos árbitros de futebol, esses dinossauros que ainda usam lápis, passam mensagens por telégrafos e se locomovem em carroças. Heróis abandonados a quem se pede o impossível.

O que houve no Gigante da Beira-Rio não é inédito. Já vimos episódios semelhantes dentro e fora do Brasil, como a expulsão de Zinedine Zidane na final da Copa de 2006 e o recente pênalti que virou falta em um jogo (Atlético Paranaense x Joinville) da Série B. Apenas dois exemplos, entre tantos. O contraponto a eles é a barbaridade que tirou a Irlanda do Mundial de 2010, um toque de mão de Thierry Henry que a arbitragem não percebeu.

Em todos, a sensação é ruim. Para todos, só há uma solução. O recurso às imagens da televisão deve ser autorizado, de forma a auxiliar o trabalho da arbitragem e aumentar a precisão de decisões que tenham impacto no resultado. Nem que seja apenas para lances como o de Internacional x Palmeiras.

RELÓGIO

O argumento de que o uso do replay transforma a dinâmica do jogo não se sustenta após situações como a de sábado. Não se comentou sobre o tempo gasto para uma decisão a respeito do gol de mão, apenas sobre o motivo da decisão. Se o replay estivesse autorizado, o tempo seria muito menor. E ninguém questionaria o motivo.

FILOSOFIA

Há quem entenda que o futebol, como a vida, não precisa ser justo. Que é exatamente na metáfora do cotidiano que nasce a paixão que temos pelo jogo. Ocorre que, na vida, não deixamos de fazer o que está a nosso alcance para que as coisas sigam bem. No futebol, optamos pelo atraso, praticamente nos obrigamos às injustiças.

LAPSO

O jogo entre Internacional e Palmeiras será lembrado pelo gol de mão misteriosamente anulado. Catástrofe da arbitragem, que errou até quando acertou. Pouca gente se lembrará que o apito, envergonhado, esqueceu de mostrar cartão amarelo para Barcos.



  • ribeiro

    você só esqueceu de comentar um detalhe. antes da “cortada”, o pirata sofreu PENALIDADE MÁXIMA, o que deslocou seu braço para a bola…fica a dica.

    AK: Isso. E se ele disser que é pai do Maradona, você acreditará.

  • Danilo Körber

    Uma pergunta: se fosse adotada a eletrônica para esses casos, entendo que todos estádios do Campeonato Brasileiro deveriam ter o mesmo número de câmeras e todas no mesmo lugar. Como fazer isso em estádios como o Morumbi (gigante) e a Vila Belmiro (apertada)? Não poderia trazer outra injustiça? Sou a favor do apito eletrônico, mas ele deve ser igual para todos.

    AK: As transmissões de hoje sequem um padrão elucidam a esmagadora maioria dos lances, independentemente do número de câmeras e do estádio em questão. Um abraço.

  • O autoengano do Ribeiro compete com o do Lucas.

  • Fábio Chamusca

    Ah, mas em 2006, contra o Corinthians, na anulação daquele gol lindo do Tevez, não lembro de nenhum palmeirense achando ruim gente de fora do jogo dando pitaco. E olha que naquele lance não houve irregularidade alguma…
    É bom agora sentir um pouco do gostinho…
    Palmeirense tem que aprender o significado da palavra dignidade. Se fosse um time nordestino, NINGUÉM estaria comentando. DE MANEIRA ALGUMA cogitariam sequer a possibilidade de se discutir a anulação da partida.
    O time do Palmeiras é fraco, joga mal e só faz perder. Contaram com a “benevolência” do STJD no caso do Henrique e do Luan, que no clássico contra o Timão no segundo turno deste ano xingaram o árbitro, quiseram agredir o adversário, quiseram agredir o bandeirinha, pintaram e bordaram e nada de punição severa. Se com Henrique jogando a defesa já é aquela baba, imagina sem ele…
    Muito fácil agora querer jogar a responsa da própria incompetência em cima dos outros.
    Cai logo porque tá merecendo, arruma de vez a tal diretoria que é uma casa da mãe Joana, e ano que vem volta forte. Ponto.

  • Iran Né

    Caro André, a verdade é que já passou do tempo de no futebol se usar o recurso eletrônico. Vários esportes já utilizam com grandes resultados vide principalmente o Tênis. Quantos ? games, pontos e até partidas já foram decididas com justiça por recursos eletrônicos. Não venham com essa balela de que atrapalha o espetáculo. Pura conversa fiada. Se demorar 2,3 minutos pra decidir acrecente-se no tempo de jogo. Essa história que a polêmica é o fermento do futebol também é besteira, eu não quero meu time ganhando ou perdendo com erros de arbitragens. Eu quero é gozar o torcedor adversário pela vitória do meu time. E também dizer que alguns estádios da primeira e segunda divisaõ não têm condições de ter o recurso eletrônico e outra falácia todos não têm transmissão pela TV ?
    Um grande abraço !
    Iran Né

  • Iran Né

    Caro André, esqueci de dizer o grande entrave são os velhinhos da INTERNACIONAL BOARD. Que são uns retrógrados.
    Iran Né

  • Alexandre

    Dito e feito, André:
    “Conversei com o árbitro e com o quarto árbitro, e foi o quarto árbitro que viu que houve a mão de uma camisa verde que efetuou o toque em direção ao gol”, disse Aristeu Leonardo Tavares [chefe de arbitragem da CBF] em entrevista à Fox Sports.
    Detalhe: o Palmeiras jogava de camisas brancas…

  • rodrigo lopes

    Respeitado André! Talvez esta tenha sido a ignição de uma transformação inevitável. O uso de meios tecnológicos (agora à disposição do esporte) para minimizar os erros cometidos nas decisões dos árbitros de campo. Vossa Senhoria acompanha bem de perto futebol americano e rugby, e sabe, que raramente, e mesmo com o uso de recursos auxiliares, que alguns equívocos são cometidos nas decisões da arbitragem. Mas reduzir o nível de injustiças se apresenta como medida inexorável para conferir maior credibilidade ao futebol e a arbitragem! Já não é sem tempo! Não se pode aceitar que defender o inescrupoloso, o errado e o injusto sirva de supedâneo a embasar a não inserção de mecanismos capazes de impedir que “malandragens” e “oportunismos” venham a ser decisivos no futebol.

  • Mister krau

    Se o gol de mão do Barcos não fosse tam escandaloso como foi, eu até acreditaria numa anulação da partida. Mas convenhamos, foi verginhoso. Caso essa partida seja anulada, qual será a reação de Clubes como: Bahia, Internacional, Sport Recife. Além da Portuguesa que embora pequena mas ainda pode cair! Panso que o campeonato Brasileiro pode até ser paralizado.

  • Rodrigo Santos

    André,

    Primeiramente, sendo o gol anotado de forma legítima ou não, a utilização de meio irregular para se obter um resultado “justo” do ponto de vista moral é inadimicível, tão inadimicível quanto o próprio “gol de mão” em sí. Se não vejamos:

    1 – O que temos é uma discusão muito comum nas faculdades de direito, principalmente nas matérias de introdução; Deve o juiz (seja ele de direito ou de futebol) utilizar-se de meios outros para formar seu convencimento que não aqueles autorizados por lei? A resposta é simples – Não! Mas a fundamentação é bastante complicada.

    2 – Ao permitir que se utilizem meio ilegais para se obter uma prova, seja ela de natureza moral ou amoral, se invalida completamente o procedimento legal, pois como posso dizer que há um procedimento a ser seguido se paralelamente admito um segundo procedimento como possível? Passando para o caso do futebol é como se alguém estabelecesse que: Não se pode fazer gol com a mão! Mas se a equipe que fizer o gol (com a mão) tiver mais posse de bola o gol será validado. É lógico que esse é um exemplo exagerado mas dá pra entender a essencia da regra: Ou a lei vale para todos os casos ou não vale para nenhum!

    3 – Antes que os mais exaltados, ou aqueles que tem dificuldade de entender o conceito passem a esbravejar nos seus teclados, explico que tal conclusão (de que a regra deve ser cumprida em todos os casos, mesmo quando a decisão final seja errada do ponto de vista moral) não quer dizer que não possamos mudar a regra, que no caso se encontra obsoleta e prejudicial.

    Mas não podemos fazer “justiça com as próprias mãos” e permitir que a regra não seja cumprida. Tal conduta leva a um perigoso precedente: No próximo jogo, agora que todos sabemos que é possível modificar a regra com a ajuda da TV, será que os jogadores, dirigentes, técnicos e etc respeitarão a decisão do árbitro? Ou haverá uma imensa pressão sobre o delegado da partida por parte de ambos os clubes para rever as decisões do árbitro?

    Com a evidência da interferência, os clubes podem muito bem designar uma pessoa (dirigente, auxiliar ou até um advogado) somente para ficar fazendo pressão sobre o delegado da partida e se esse indivíduo for expulso por sua incoveniência não causará qualquer prejuízo ao time.

    4 – Esse é só um exemplo de que ou se põe na regra como deve ser usado o recurso de TV, ou então vale tudo, a desordem, o caos, uma verdadeira bagunça!

  • Fábio L

    Nesses momentos fica nítido a boçalidade e “imparcialidade” de pseudos-comentaristas de futebol ao fazer vistas grossas do FATO do Barcos estar sendo abraçado, puxado, agarrado pelo Índio. De duas uma, ou são incompetentes e cegos tal qual os árbitros ou possuem interesses ao omitir fatos, desvirtuar a própria imagem, divulgar mentiras dos bastidores dos clubes. Lamentável o nível do futebol, arbitragem e jornalismo esportivo brasileiro.

    AK: Na verdade, o que se pretende é abrir espaço para mensagens geniais como a sua. Um abraço.

  • Ado Marcelo

    Alguns dizem que não dá para ter camera em todo jogo de futebol, da série C, D etc.. oras que se faça para série A pelo menos., se não pode ser 100% … 95% já não está bom?

    AK: Esse argumento é tolo. As competições mais importantes – em todos os aspectos – estão na TV. Um abraço.

  • Dorival

    Dois erros não fazem um acerto, se a decisão foi baseada na TV que esta proibido esta decisão só pode ser anulada. Se o arbitro não viu e ninguém em campo viu, não faz muita diferença de como foi gol, o que esta em dircusão é a interferencia externa que não deve existir.
    Num mundo perfeito o jogo deveria ser repitido sem publico, mas isto não vai acontecer nunca será passar atestado de incompetencia. E o Palmeiras não esta na condição que esta porque tem jogado um bom futebol quando a vida de seu time se resume a um lance isolado tem algo muito errado.

  • Junior

    Excelente visão da relação do esporte em nossa sociedade, não poderia concordar mais com esse texto. Parabéns André, melhor post do ano!

  • Felipe Lima

    André, na sua opinião: com essa história toda do “Gancho” do Barcos, e possíveis protestos do Palmeiras, existe alguma chance de termos um imbróglio semelhante à 1999? Eu sei que os casos são diferentes, mas dependendo do que ocorrer, podemos ter apelações e apelações até um desfecho qualquer!

  • paulinho alvinegro

    ah não.. vc é fraco.. só carrega o sobrenome.. abs

    AK: Você me lê e ainda comenta. Imagine se eu fosse bom… Um abraço.

  • Conrad

    O que eu acho uma pena é que não se discuta em nenhum momento a integridade e o caráter do jogador!

    Em 26/09/12, há cerca de um mês, pudemos ver a atitude exemplar do Klose, ao admitir diretamente ao árbitro que havia tocado a bola com a mão durante a partida entre Lazio e Napoli.

    Segundo relato do site da revista placar:

    “Quando o placar apontava 0 x 0, Hernanes cobrou escanteio e Klose, posicionado entre o goleiro e o zagueiro rivais, mudou a trajetória da bola com a mão direita, suficiente para ela morrer no fundo das redes. Indignados com o gol assinalado, os jogadores do Napoli correram em direção ao árbitro. Antes que qualquer protesto se intensificasse, Klose foi até o apitador e admitiu a irregularidade. Prontamente, o alemão foi cumprimentado pelos rivais.”

    Infelizmente, o julgamento do árbitro só se faz necessário, neste tipo de lance, por conta da falta de caráter do Barcos em admitir o erro imediatamente após o ocorrido…

  • Nilton

    Vejo algumas pessoas questionando com o Barco foi segurado/puxado no lance, se o uso de imagem fosse permitido teria sido analisado os dois casos e o que ocorreu primeiro teria sido marcado.
    Acho que com o uso de imagem teria fim o agarra agarra dentro da area. o que vc acho?

  • Vamos lá então e só para criar polêmica: dentro desta lógica deveríamos então devolver os títulos da volta da França para o Armstrong? Já que ninguém pegou na época e depois dos resultados consagrados vamos mante-los e fingir que são coisas da regra ou retiram os títulos como aconteceu? O que devemos dizer então para a molecada? Toda desonestidade pode ser recompensada ou vale a pena arriscar e dane-se os prejudicados.
    Querem validar um gol irregular sob a alegação que o juiz não viu e supostamente teria sido auxiliado por informação de recurso eletrônico que o quarto árbitro teria usado e assim estamos preservando o futebol?
    Agora cabe a pergunta, embora escandaloso o gol tinha que ser válidado e o Bahia (eventualmente ou outro time que venha a cair por um gol escândaloso destes) que se dane? Depois ficam discutindo se a conquista deste ou daquele não vale por causa da jogada XYZ que o juiz deu ou deixou de dar, sabe aquele penalti claro…..

  • Francotimao

    André, pelo jeito o palmeiras este ano quer ser notado de qualquer forma,rsrrsrs!!!!….se o gol tivesse sido legal ai então seria direito fazer-se toda essa polemica, mas o gol foi irregular, pronto acabou…mas a discussão em torno do uso da tecnologia no futebol é oportuna e necessária e deve ser fomentada, até q os “velhinhos” da FIFA ouçam e apliquem..abs!!!

  • Tecnologia já !

  • Rodrigo Banho

    Não estaríamos discutindo essas coisas secundárias se no momento do lance o Barcos fosse homem, honesto e dissesse que tinha colocado a mão na bola… assim como o fez o Klose recentemente. Esse é o ponto principal que deve ser discutido, abordado, evidenciado.

    AK: Sobre Klose: se não queria levar vantagem, por que fez o gol com a mão? Acusou-se porque foi pressionado. Um abraço.

  • Dan

    Que as câmeras sejam usadas a favor da arbitragem, mas que isso seja uma regra para TODOS, e TODAS AS PARTIDAS que preciso for Usa-las. E que não seja uma exceção, assim como estão tratando para esse jogo contra o Palmeiras. E mais, caso fosse utilizado o recurso de TELEVISÃO que dessem então o Pênalti do zagueiro Índio no Atacante Palmeirense Barcos.

    Mas o que querem enfatizar, é uma coisa que não está em discussão (gol de mão), o ponto central é que há uma regra e quem decide um lance são os árbitros, sem recursos extra campo, que inclusive a FIFA e CBF proíbem, As regras devem ser seguidas, assim como é no Xadrez, dama ou qualquer outro tipo de esporte. O ÁRBITRO INFRINGIU A lei. E isso não pode acontecer !

  • Simões

    André, a reticência que existe, numa visão completamente esportiva, é na mudança ou não do ritmo de jogo do futebol. O argumento que a “dúvida” é uma virtude para os debates da televisão, nem deveria ser considerado. Outro ponto importante é se há uma chancela da FIFA e confederações para a corrupção, o que ainda não se pode afirmar ou duvidar.
    A parte mais importante do debate, pelo menos ao meu ver, sobre a mudança ou não do ritmo de jogo, deveria ser debatido por especialistas constantemente. E especialistas, entram todos os profissionais que trabalham com o futebol em alto nível e com sucesso. Antes eu não tinha bons olhos, mas a instantaneidade da tecnologia vem surpreendendo tantos nas outras transmissões de outros esporte como agora na do futebol mundial.
    Um ponto sobre isso é a marcação de impedimentos. Como boa parte dos lances de impedimento são duvidosos, o aumento nas jogadas de construção larga, passes em profundidade, iriam aumentar caso a arbitragem televisiva existisse. Uma saída que eu vejo seria o banderinha apenas quando tiver uma dúvida gigantesca (sim, ele vai ter que ser um baita profissional em todos os sentidos, um verdadeiro Profissional da Área, ganhar a profissionalização remunerada) iria correr com a bandeira levantada indicando que a jogada continuará e será revisada no decorrer e caso necessário após.
    Entre os diversos gols comemorados de forma única se comparado a qualquer outro esporte, haveriam alguns que teriam sua cultura alterada, seria uma especie de NFL.
    Acredito que o trabalho semanal de períodos e períodos não pode mais ser prejudicado pelo esporte. Os árbitros não conseguem mais acompanhar a velocidade do jogo em todos os sentidos, como a bola e os contatos físicos. A culpa não pode mais ser jogada pra eles.
    Abraço

  • Luis Marcos

    Para tornar o futebol melhor:

    1- barcos pediria desculpa,confessando gue tinha colocado a mão na bola,levaria cartão a

    marelo e o gol é anulado.

    2- O zagueiro pediria desculpa,confessado que segurou barcos,o cartão do Barcos é anulado, Indio recebe amarelo,é marcado penalti.

    3-A imprensa esportiva em sua totalidade,pediria desculpa a todos os torcedores,principalmente aos palmeirense.Porque o árbrito não ver o toque de mão é absurdo,não ver o agarrão nem tanto,já éla [Imprensa ]que vio o lance ,um milhão de vezes,de varios angulos,ignorar completamente o agarrão,é porque o clubismo e a parcialidade à estão deixando céga!

  • Bruno Ceolin

    André reveja o lance do gol de mão do Barcos e analise se aquilo que o Índio fez com ele não é pênalti…. O Índio simplesmente com uma mão está grudado na cintura e com a outra empurrando o ombro para baixo. Ainda se ver na câmera que pega a imagem de frente do Mauricio Ramos é possível ver que o Barcos está a pelo menos 50 cm mais baixo que ele pulando… será que o MR é tão bom assim em impulsão:???? ou será que é o Barcos que não consegue sair do chão?? Já que o recurso da tv foi usado deveria ter marcado o pênalti que ocorreu antes do toque de mão do atacante palmeirense. Contra as imagens não existem argumentos…

  • Vilnei Loss

    Caro André!
    Sou contrário a utulização do “olho eletrônico” no futebol, por várias razões, mas principalmente porque penso tornaria a partida muito chata, pois teríamos intermináveis lances para serem analisados. Respeito todas as opinião, apenas estou expressando a minha.
    Vou colocar um pouco de lenha nesta fogueira…….
    Há algumas rodadas no jogo entre Atlético MG e Sport teve aquele lance no final da partida em que o jogador do Atlético “coloca o braço” na bola e todos viram o lance, inclusive o árbitro do jogo que fez sinal de bola na mão. Na minha opinião e na maioria das pessoas que leio e ouço, disseram que foi penalti. O árbitro interpretou bola na mão, não mão na bola. Digamos que fosse utilizado o recurso eletrônico neste lance, qual seria a decisão a ser tomada? O árbitro viu o lance, mandou o jogo seguir. Se a pessoa encarregada de analisar o lance na televisão disser que foi penalti, como fica?
    Este é só um exemplo. Sei que não tem a ver com o episódio do Barcos, mas gostaria da tua opinião a respeito.
    Abraço

    AK: Seria necessário determinar que tipo de lance poderia ser revisado. Na MLB, só dúvidas em home runs podem ser analisadas pelos árbitros (mas já se fala em expandir o uso de replay para jogadas nas bases). Tudo é uma questão de aplicação racional do que está disponível. Um abraço.

  • Marcelo Santos

    De 1 a 100, nota 100. Não teria expressado melhor. Parabéns, AK, por sintetizar tão bem um ideal de justiça no esporte, deixando de lado bobagens como o argumento de que o futebol sobrevive da polêmica e da “discussão de bar”.

    AK: Obrigado. Tem quem goste das coisas como são hoje, e de situações esdrúxulas como a de sábado. Faltam apenas argumentos consistentes. Um abraço.

  • Marcelo

    Não acho bom que tenhamos regras diferentes dependendo da importância do jogo.
    Por enquanto o Mazembe e o Barcelona jogam sob as mesmas regras.

    Quanto ao lance do Barcos o replay não resolveu a polêmica: alguns ainda acham que houve falta no Barcos.

    AK: Não são regras. São recursos. Nem todo torneio de tênis usa o olho do falcão. Quanto ao lance do possível pênalti no Barcos, se o replay fosse oficial, a decisão seria tomada por árbitros com acesso aos ângulos disponíveis. Uma decisão que teria chances muito maiores de ser correta. Um abraço.

  • Luiz Ribeiro

    1- O auxiliar de linha de fundo foi instituído para auxiliar o árbitro e reduzir as decisões duvidosas desse último. Mas a julgar pelo que temos visto neste campeonato, os resultados não estão sendo os esperados. Acredito que esta estratégia deva ser reavaliada.

    2- Não é correto que a tecnologia, através das dezenas de câmeras de tv espalhadas estrategicamente pelos estádios, seja utilizada somente para que o público e os jornalistas tenham uma imagem privilegiada dos lances, inclusive dos lances duvidosos dos árbitros. Sou a favor da utilização das imagens nos moldes do futebol americano, onde o árbitro tem a opção de acionar o “auxiliar de imagens” nos lances em que não tenha segurança.

  • André Bastos

    AK, sei que esse não é o assunto do post, mas vou perguntar assim mesmo.
    Previsões para NBA em breve por aqui?
    Lakers “galático”?
    Brasileiros coadjuvantes?
    Comemoração à brasileira da torcida do SF Giants?

    Desculpa pela bagunça…
    SRN

  • Teobaldo

    A utilização do recurso eletrônico transcende o lado moralizador relacionado à necessidade que todos nós sentimos de “se corrigir os erros dos árbitros”, em nome de uma possível justiça. Entendo que a indispensável utilização do recurso eletrônico deve vir, antes de tudo, para ajudar a recuperar a credibilidade do futebol. Um abraço!

  • David

    O que me deixa mais triste é ler tanta gente querendo enxergar e enfiar guela a baixo dos outros uma “falta” no Barcos no lance… É em momentos assim que perco a esperança da isenção dentro do futebol. É muita gente agindo e comentando por dentro de um filtro com as cores do seu clube.

  • Emerson

    O pior de tudo é ler que “nada houve de anormal”… Comentar mais o quê? Viva o futebol brasileiro! Viva a CBF! Viva nós, trouxedores!

  • Lucio Feldes

    Ora, vamos combinar uma coisa(Sem muito trólóló): O GOL ANULADO FOI COM A MÃO ESCANDALOSA DE JOGADOR DE BASQUETE, E PRONTO ! ! ! Ou querem oficializar e perpetuar a ESPERTEZA….a SAFADEZA….a FALCATRUA…a BURLA ??? O resto, é o resto . Não vamos fugir do cerne da questão, por favor, me poupem !

  • Marcos Vinícius

    Antes de postar o que Marcelo Damato escreveu sobre os árbitros usarem recurso extra oficial,uma observação:

    A resposta ao ribeiro foi muito maneira. Pai do Maradona foi muito boa.

    Segue abaixo o link do texto escrito por Marcelo Damato,que fala sobre alguns árbitros usarem a TV para resolverem algumas questões que acontecem durante o jogo. Vale ressaltar que esse artifício é TOTALMENTE ILEGAL,pois a FIFA não permite o uso de recursos de TV.

    http://blogs.lancenet.com.br/deprima/2012/10/30/arbitros-dizem-que-colegas-apitam-com-ajuda-da-tv/

  • Rodrigo CPQ

    Putz, devido a correria master, só agora consegui ver o tal lance… tem gente que ainda acredita que ele colocou a mão porque foi deslocado?? É isso mesmo? Meu Deus…

  • Augusto

    AK, vc vai para o céu mesmo, ou vira no mínimo um dos guardiões estelares da liberdade de expressão, afinal, dar-se ao trabalho de responder tantas ofensas dos ornitorrincos do terceiro milênio… Vc é certamente um ser superior a mim, um pobre mortal!

    BTW, belo texto. Abraço.

    AK: Obrigado. Um abraço.

  • Sérgio Chiaratto Cavalcante

    Perfeita e extremamente lúcida a sua análise dos fatos. Foi a melhor que eu li sobre o caso. Parabéns!

  • Cleisson

    Caro Alexandre o Palmeiras jogou de branco

  • Leonardo

    Boa noite. Você não acha que ao menos os jogadores que tentam levar vantagem nestes lances não deveriam ser punidos? Afinal, o STJD vem fazendo isto com frequência. Sobre o uso da tecnologia, deve ser adotada sim. Mas os erros continuarão a existir.

    Gostaria ainda de ler sua opinião sobre o seguinte fato: Atualmente, times são punidos severamente por copos e outros objetos jogados a campo, sob a alegação de não darem segurança ao jogo. Porém, no jogo Santos e Atlético MG, um jogador poderia ter morrido por falta de estrutura no estádio. O Santos não deveria ter tido uma punição igualmente severa, por ser ele o dono e administrador do estádio?
    Obrigado

  • Leonardo

    PS: Deveriam ser punidos…

  • concordo totalmente com o texto, e é mais engraçado ainda ler os comentários agora que o STJD mandou retirar os pontos do Inter.

    apenas um ponto que todo mundo passou em branco até agora: o lance foi na verdade um tiro de meta – bem claro, até. Mas o péssimo árbitro deu escanteio, não viu um gol de mão claro e, para algumas pessoas, ainda sonegou um pênalti. Mas se ele fosse MINIMAMENTE competente, nem o escanteio teria sido marcado…

  • Felipe

    Ótimo artigo, não fez vista grossa.

    É criança quem pensa que se julgará o certo no tribunal; é a força política da CBF contra o Palmeiras.

    Sobre futebol: sendo a Série A a mais importante porque não começar por ela ? Câmeras não faltam.

    O jogo não irá ficar mais parado do que está com tanta faltinha e cera. O bom é se terá um nível maior de confiança e segurança contra Roubos.
    Que se use o recurso em um sistema parecido como o da NFL, apenas em alguns lances críticos.

  • Paulo Pinheiro

    Eu costumava defender o uso de recursos tecnológicos para acabar com a vitória da mediocridade espertinha contra o talento ingênuo.

    Mas desde que o STJD puniu o então flamenguista Obina naquele jogo com o Internacional em Porto Alegre, ao agredir o zagueiro Índio eu me pergunto: quem vai selecionar as imagens? Quem viu o que o Índio deve ter feito antes? Aí pune-se um lado só e onde está a procurada justiça?

    Aliás, essa é a grande questão desse jogo também. O quarto árbitro é sempre da federação local (ou estou errado?) e neste país ninguém faz cerimônia de só enxergar as imagens que prejudicam apenas o seu lado.

    Essa é a principal questão.

    • zanotti

      não se preocupe depende de quem a emissora esta recebendo ou dando ,eles irão decidir de acordo com a moral desses jornalista ,pimenta da veiga que o diga

      AK: Vejam o que aparece por aqui.

  • Você colocou a opção de responder os comentários!
    Parabéns!
    Valeu mesmo!

    Agora sim!

    rs!

    • Ó que beleza!

      hahahahah!!

      • Bruno

        Se só!

        • Alexandre

          Mais um!

          • Bruno

            “Ao infinito – e além!”
            Buzz Lightyear

            • hahahahahahahahaha!
              Só dah doido!!!!

  • Massara

    A necessidade de utilização da tecnologia para lances como este é evidente. É provável que ela tenha sido usada de forma clandestina na anulação do gol de Barcos, o que é errado. Mas não é possível modificar o que está feito a esta altura. Qualquer medida que o STJD venha a tomar, que não seja a manutenção do placar, será extremamente perigosa. Da mesma forma que será perigoso continuar conduzindo torneios de futebol sem a ajuda do apito eletrônico de forma legítima.

    Abs.

    • Bruno

      Heh, gozado que parece que chegamos numa espécie de paradoxo – se punirmos a clandestinidade do ato, validamos então o gol de Barcos inválido? Ou, se mantivermos o gol anulado, deixamos impune a clandestinidade? 😀

      • Massara

        Eu entendo o seu ponto. A situação é mesmo paradoxal. E a única forma de não repetirmos esse episódio, como eu disse, é permitindo o uso da tecnologia.

        Mas acho que o que está feito, está feito. Entendo que a anulação da partida não seria o caminho correto. O placar do jogo tampouco pode ser alterado. Que isso sirva para alimentar ainda mais a discussão sobre o uso do apito eletrônico.

  • zanotti

    alem de tudo e covarde pois não poem todos os comentarios so os que te interessa

    AK: Mimimi…

    • Bruno

      Tem razão, acho que o AK deveria chamar de covardes aqueles que o insultam assim, gritar “FILHO DA P*** É VOCÊ, SEU V*****! ” quando lhe responderem no mesmo teor, e buscar uma melhor argumentação contra “JORNALISTA VENIDIDO!!! SÓ VEM FALAR MAU E CRIAR INTRIGAS DO MEU “. Afinal, só assim se chega numa discussão lúcida e racional acerca de um tema.

      Aliás, se ele aprovar este comentário isso demonstrará que ele reviu seus conceitos e aprovará respostas com palavras de alto-calão como as que eu usei aqui de agora em diante. Parabéns pela sua incrível retórica.

  • Ricardo Duraes

    O Palmeiras sofreu demais no primeiro turno com os erros de arbitragem. E não houve direito utilização de recursos externos para “acertar”, aquele penalty fora da área contra o cruzeiro, ou o gol anulado do Barcos contra o botafogo, quando o jogador partiu quase 3 metros atrás do zagueiro e foi dado impedimento. Fica a sensação de que se aplica um esforço diferenciado para se fazer justiça em alguns casos e em outros nem tando.
    A processo que o Palmeiras move acho benéfico ao futebol e a arbitragem, não por conta do lance ou de se anular a partida, que julgo até improcedente levando-se em conta a justiça e não o direito. Mas pelo fato de realmente irão dar maior importância a questão que esteve “adormecida” até então, deve-se procurar a aplicação de igualdade de critérios a todos. Se ninguém pode utilizar replay para corrigir quando foi prejudicado (e não foram poucos e nem pequenos os erros acontecidos neste BR2012), que continue assim até o fim. E se acharem que a tecnologia é benéfica ao futebol, que se crie regras e oficialize na próxima competição…..

    teve outro blogueiro que fez uma comparação perfeita na minha opinião a este caso… é como uma pessoa que foi condenada por um crime através de escutas telefônicas ilegais, apesar da condenação justa, ela é ilegal e será improcedente nas leis atuais. Tem que se respeitar a lei, e se ela não está atendendo aos anseios do seu propósito, mude a lei, mas não se pode ignorá-la enquanto for vigente….

    Abraços

  • Alexandre

    A maioria dos que não entenderam do que se trata, insiste em focar no Palmeiras.
    “Nada deve ser feito porque o Palmeiras fez um gol irregular”, ou “O jogo deve ser anulado porque o jogador do Palmeiras sofreu um pênalti antes do lance”.
    As pessoas tem dificuldade em isolar o problema. Não se trata do Palmeiras!
    Se o Palmeiras tivesse ganho este jogo, não teria nenhum interesse em anular a partida, mesmo com a lambança do árbitro. Ainda assim seria dever do STJD investigar o que aconteceu. E anular a partida se provada a ilegalidade.
    Claro que há aqueles que acham que nada deve ser investigado, já que as chances de se provar a ilegalidade são muito pequenas. Mas este são apenas cínicos.

    AK: Exatamente. Como escrevi no domingo, há um certo tipo de “torcedor” que tem necessidade de se sentir ofendido, mesmo quando consegue ativar os neurônios e captar o que está escrito. Esse sujeito, apesar de sempre reclamar de perseguição, não quer imparcialidade. Quer apenas que escrevam o que ele gostaria que fosse verdade, ou seja, não se importa que jornalistas sejam parciais, desde que o sejam a favor do time dele. É um comportamento patológico. Um abraço.

    • Paulo Pinheiro

      Brilhante, Alexandre.

      Esse é o ponto. Investigue-se, julgue-se e puna-se.

  • Edouard

    Opiniões sempre haverá, para todos os gostos. E, desde que postas adequadamente, devem ser todas respeitadas.
    Mas dói no fígado ter que ler alguém sustentar a existência de um “direito à manutenção do gol ilegal”.
    Isso sem falar nos “inadmicíveis” da vida.
    Tem dias, aposto, que o blogueiro pensa “e eu nem ganho tão bem assim pra isso”.
    Um abraço.

    AK: Nunca chegou a isso. Mas mesmo nos dias em que a coisa fica especialmente ignorante, há comentários – como o seu – que recuperam o espírito do que fazemos aqui. Um abraço.

    • Pois é amigos, lei , e entenda o que nosso amigo Quiz dizer, não se fala sobre anulação de gol e sim do justo, porque não se pode analisar lances pela imagem da TV, e nem [elo delegado da partida, isso a FIFA é contra. então por isso que as opiniões são diversas, um abraço.

      • Edouard

        “Não se fala da anulação do gol e sim do justo”. Então o justo é validar o gol feito com a mão. Agora sim, entendi.
        Um abraço.

        • Paulo Pinheiro

          O justo é usar a tecnologia pra analisar erros contra OS DOIS LADOS.

          E não apenas um.

          Ou isso é justo pra você?

          Então tá… entendi…

          • Bruno

            Duvido que alguém aqui questionaria sua afirmação. Não é esse o ponto principal da discussão.

            A questão é que a tecnologia ainda não é utilizada no futebol, mesmo com as óbvias e benéficas consequencias que ela traria. O fato do gol de mão de Barcos ter sido anulado corretamente e incorretamente só escancara a ambiguidade da situação.

            O futebol no Brasil já se tornou algo chato e estúpido por causa das intermináveis discussões acerca da legitimidade dos resultados devido aos erros da arbitragem, sejam eles intencionais ou não.

            Retirar um fator que deveria ter baixa correlação com o espetáculo em si já seria um enorme avanço em prol do aumento da qualidade das discussões atuais.

  • BASILIO77

    Só posso dizer que gostei bastante do debate nos comentários do texto anterior, “elemento comem”, acho que Edouard e Alexandre…
    Compreendo a posição dos dois lados. Sobretudo a da torcida verde que viu seu time ser “prejudicado” por erros de arbitragem de maneira ímpar, se tratando de “clube grande”, nesse brasileirão.
    Aceitar a influencia externa, sem a devida regulamentação é perigoso, muito perigoso…
    Abraço.

  • Mateus

    mas ninguém,absolutamente ninguém, o que inclui o André Kfouri, lembrou que o Barcos sofreu penalti antes de por a mão na bola.
    Isso não se fala, mas fácil chamar o Palmeiras de medíocre.

    Se o recurso eletrônico vale, deveria ter sido marcado o penalti. O Palmeiras foi assaltado pela arbitragem nesse campeonato mais uma vez. O mais incrível é que ‘erraram’ contra o Palmeiras até quando estavam certos.

    • Edouard

      Lembraram, sim. Alguém até mencionou que o escanteio que gerou o pênalti, que gerou a mão na bola, que gerou a confusão do árbitro era, na verdade, tiro de meta.
      Não se trata do Palmeiras. Não se trata do resultado da jogada. Ninguém está aqui debatendo se o Palmeiras será rebaixado porque o gol foi anulado (pessoalmente, acho que estes pontos serão decisivos).
      Trata-se de discutir se, diante do gol com a mão, é correto ao árbitro anulá-lo se souber da ilegalidade por interferência externa.
      Um abraço.

  • LEandro

    Sensacionalista, porque não fala do pênalti sofrido pelo Barcos????? Ou agarrar o adversário para que ele não pule também é permitido?????
    Aliás, contra o Palmeiras, tudo vale, né!

    • Edouard

      Sensacional é você achar que seu time é perseguido porque teve um gol de mão anulado. Um abraço.

  • Marcelo

    O lance em si está fora da discussão. É irrelevante para a discussão a mão do Barcos, até porque no mesmo lance ele sofre claro penalti do Indio que o agarra com as duas mãos impedindo ele de subir. Discutir se foi penalti, se o agarrão o levou a levantar a mão, se quis iludir o arbitro, faz parte da discussão sobre os fatos e não é isso que está em pauta.

    O foco deve permanecer no “erro de direito”, no desrespeito a regra 5 da FIFA, no que diz respeito estritamente a aceitação ou não da ajuda externa para validar o lance. Se a regra não permite, houve erro de direito. Se permite, então todos os outros erros de arbitragem no campeonato deveriam ser revistos. O critério deve ser o mesmo para todos os erros de arbitragem do campeonato, caso contrário temos direcionamento de resultados.

    Quanto a punição do Barcos, também está fora de questão uma vez que se o lance nao foi visto pelo sexteto de arbitragem, ninguém pode ser punido com cartão que só pode ser aplicado a lances flagrados pela arbitragem.

    AK: “É irrelevante para a discussão a mão do Barcos”. Terminamos aqui. Um abraço.

    • Bruno

      Acabei de ver o lance da mão. Enfim, pelo que escreveste estava supondo que Barcos pôs a mão na bola devido ao empurrão de Índio, o que, com muita boa vontade, até “justificaria” a infração.

      Mas ele está ACINTOSAMENTE com o braço ACIMA da cabeça. Ele só faria aquele gol sem ser empurrado se tivesse mais uns 30 centímetros.

      Índio, experiente, com certeza foi esperto ao ficar fora da linha de visão do árbitro para poder dar alguma “puxadinha” que ainda não tenha conseguido ver, mas nada justifica Barcos reclamar da anulação estando ele com os braços àquela altura acima do corpo.

  • Teobaldo

    Sem querer apagar o fogo com gasolina, mas algum frequentador deste espaço viu o gol do Lúcio Flávio no jogo PARANÁ X ABC, pela 33ª rodada da Série B? É certo que o ABC venceu o jogo, mas imaginem se ele tivesse perdido ou empatado…. E se o capetinha entra em ação e o ABC, lá na frente, for rebaixado por um gol, no saldo de gols….

  • Wagner

    É vergonhoso vc entrar em um campeonato sabedor que não se pode utilizar o recurso eletronico, ser prejudicado diversas vezes com impedimentos inexistente, penaltys não marcados e de uma hora para outra utilizarem do recurso que vc não pode utilizar… não se trata de ignorar que o gol foi de mão… trata-se de excluir o imcopetente (cego) juiz e excluir o delegado que (copiando o Felipão) teve um orgasmo (pela foto divulgada , estava curtindo com a cara de todo mundo)…. estas pessoas,, NUNCA MAIS deveriam participar de outra partida de futebol….em tempo sou Palmeirense, e acho que não deveriam marcar outra partida, mas que estão tratando injustamente um time , isto é fato.

  • O TRATAMENTO TEM QUE SER IGUAL ATÉ NO ERRO

    É claro que é um absurdo u árbitro validar um gol com a mão. Mas não é isso que o Palmeiras está a reclamar, mas sim a falta de um tratamento igual com todos os times do campeonato quando o árbitro valida um gol irregular. O erro de arbitragem, infelizmente, faz parte do jogo.

    E para que a organização do campeonato ofereça a todos times igualdade de competitividade, isso tem que ocorrer até quando o árbitro erra, isto é, o procedimento tem que ser igual para todos quando há reclamação do rival num supostos gol irregular.

    Todos os times do brasileiro pontuaram marcando gols irregulares, com raríssimas exceções. Em nenhum deles teve a interferência de um delegado do jogo para reverter o erro validado. Por que? Porque a regra proíbe.

    Não é justo ganhar ou empatar com gol de mão, mas não é justo também dar tratamento diferente apenas para um time quando o árbitro erra ao validar um gol irregular. Esse papinho furado e hipócrita que foi com a mão e não com o pé não tem base. A diferença entre um gol irregular feito com o pé ou com a mão é zero. Gol irregular é gol irregular.

    Então, o Palmeiras reclama da falta de tratamento igual quando há um gol irregular validado a favor e contra. Não pode num campeonato dessa grandeza dar tratamentos diferentes. Nenhum dos gols irregulares do Inter “validados”, o árbitro foi consultar o delegado após as reclamações do time adversário. O árbitro do jogo entre Flu x Ponte também não foi.

    Eu não acho justo gol com a mão, gol impedido, gol que bate na linha e não entra. Mas também não acho justo quebrar a regra somente para um time e anular um gol irregular validado enquanto todos os outros times e seus gols irregulares validados não tiveram o mesmo tratamento.

    Para se ter justiça, é preciso aplicar a regra pra todos, até mesmo no erro.

  • Rossi

    AK, você está coberto de razão. Um erro jamais pode justificar outro. Acredito que a interferência externa já venha ocorrendo há muito tempo, vivendo na informalidade. Ou se muda ou se mantém como está e se respeita as regras do jogo. De boas intensões o inferno está cheio. Porque tanta dificuldade em se respeitar os regulamentos? Porque tanta dificuldade em ser transparente e ser honesto?

  • Marcio

    Caro AK,
    Acho que seria ótimo a utilização de recursos eletrônicos, porém isto deve ser utilizado de uma forma regulamentada pela Fifa. Enquanto isto não ocorre, o que deve prevalecer é a decisão do árbitro.
    Quantos impedimentos absurdos não marcados tivemos no campeonato? quantos penaltis não marcados? quantos penaltis inexistentes marcados? Quantos pontos invertidos tivemos no campeonato por erros da arbitragem?
    Toda semana existem diversos erros que, enquanto perdurarem essas regras arcaicas da Fifa, continurão ocorrendo.
    O Palmeiras deve exigir tratamento isonomico, se nunca foi utilizado recurso eletronico para decidir uma marcação da arbitragem, que assim continue, pois esta é a regra.
    Se a regra é arcaica, que se mude a regra, e não utilize meios ilicitos para que os erros de arbitragem sejam corrigidos.
    Alias, realmente o Barcos deveria avisado a arbitragem que tocou com a mão na bola, assim como o Indio tambem deveria ter avisado que fez penalti no Barcos. A foto de capa do lancenet mostra claramente o Indio segurando o Barcos pelo ombro, impedindo o mesmo de saltar.
    O cartão o arbitro não deu porque não viu o lance e não sabia quem tocou com a mão na bola, nem o 4º arbitro que supostamente viu o toque do Barcos.

  • André Cervelin

    É ridícula a hipocrisia e parcialidade de vários jornalistas esportivos. Em alguns casos, vai de pai pra filho. Eu queria saber pq um jogador que faz gol com a mão é um golpista, enquanto o jogador que simula falta não é? Porque um gol com a mão pode sofrer interferência externa, e um impedimento mal marcado ou um pênalti mal marcado não acontece a mesma coisa? E pq as opiniões mudam de acordo com a cor da camisa do time?

    AK: É ridícula a incapacidade de compreensão e a mania de perseguição de vários torcedores. Em alguns casos, deve ir de pai para filho. Eu queria saber por que você não apareceu aqui para comentar a coluna que escrevi sobre jogadores que simulam faltas. Minha opinião está lá. Ou a coluna, mais recente, sobre a postura de Barcos. Minha opinião sobre ele está lá. Eu queria saber quando foi que eu escrevi que alguns lances “podem ter interferência externa” e outros, não. Se você tivesse lido o texto que pretendeu comentar, não faria perguntas sem sentido. E queria saber quais são as minhas opiniões que mudaram de acordo com a camisa do time. Vamos debater.

    • André Cervelin

      Na verdade eu comecei o texto demontrando a minha insatisfação com vários jornalistas, não sei se compreendeu. Portanto, o meu comentário não era apenas sobre o que vc escreveu, mas sobre várias opiniões que li e ouvi no começo da semana. Sobre o que vc escreveu, achei um grande exagero chamar de golpe o fato do jogador tentar tirar vantagem de uma forma ilegal, como se fosse muito diferente dele cavar um pênalti ou simular dor no rosto quando levou uma bolada na barriga. Ou vc, nesse seu post, que não li, contra jogadores que simulam faltas, chamou algum deles de golpista? E o delegado da partida, tb não aplicou um golpe ao descumprir as recomendações de forma dolosa? Se achou, vc não escreveu. Aliás, será que vc nunca vibrou com uma vitória do seu time, mesmo que tenha sido com um pênalti mal marcado?

      AK: Você enviou um comentário para este blog. E fez uma referência ao que passa de pai para filho, cuja intenção é clara. Estava, portanto, falando de mim. Chamado a apresentar argumentos, desconversou e mudou de assunto. É típico, aliás. Não chamei o Barcos de golpista e, se esse fosse o seu problema, lhe faria a sugestão de se preocupar com coisas mais sérias. Como por exemplo a tendência a comparar o que não tem comparação. Achei que seria possível debater, mas encerramos por aqui. Um abraço.

      • Matheus Brito

        “Sobre o que vc escreveu, achei um grande exagero chamar de golpe o fato do jogador tentar tirar vantagem de uma forma ilegal, como se fosse muito diferente dele cavar um pênalti ou simular dor no rosto quando levou uma bolada na barriga”

        É AK, não foi só a arbitragem que faliu. Não se trata mais de diferenciar o certo do errado. Nós, na verdade, sabemos o que é certo e o que é errado, mas por conveniência, por ser melhor pra nós em detrimento de outros, escolhemos o incorreto, a fraude, o jeitinho. Alguns ainda dirão no futuro que histórias como as desse jogo são folclóricas, e que fazem parte da magia do futebol(aliás já tem gente falando). Pouco gente compara, por exemplo, ao lance em que Klose confessou ter usado a mão para se beneficiar, permitindo ao juiz voltar atrás sem polêmicas. Já imaginou se na hora o Barcos confessa? O que será que a torcida do Palmeiras falaria dele?

        • André Cervelin

          Não sei o que o vc leu no meu comentário que o fez generalizar a tal falência do apito. Eu, no comentário que vc abriu aspas, apenas considero erros da mesma gravidade o sujeito fazer o gol com a mão, simular faltas, simular agressão, etc. Todos estão tentando tirar vantagem de um lance ilegal. Ou imoral. Mas não vejo ninguém dar tanta ênfase, ficar tão indignado com esses lances quanto ficaram no gol do Barcos. Nem mesmo em lances parecidos, como no gol do Adriano contra o próprio Palmeiras e o gol do Luis Fabiano na Copa. Talvez vc tenha que repensar a conveniência a qual vc citou. Agora a confissão do Klose, louvável, é exceção a regra, mesmo na Europa.

      • André Cervelin

        Não sei pq vc disse que eu desconversei, se na minha primeira resposta, depois de eu começar o texto criticando vários jornalistas, dentre eles vc e seu pai, eu demonstrei claramente a minha discordância em relação ao seu texto, que foi a forma que vc tratou o lance, no caso gol(pe), do jogador Barcos. De outros textos seu que li, nunca vi vc se referindo a uma simulação de falta, pênalti como golpe, simulação de agressão como golpe, e nem a intervenção ilegal e dolosa de um delegado de partida como golpe. Nem os gols de Luis Fabiano, na Copa e do Adriano, contra o próprio Palmeiras eu vc dizer que foi um gol(pe). Mas aí vc acha que esses lances não tem comparação, e eu acho esses lances conceitualmente muito parecidos.

        AK: Já te disse: se você está preocupado com o “gol(pe)”, está exagerando. Também já disse: escrevi uma coluna com o que penso sobre jogadores que simulam faltas. Também já disse: escrevi uma coluna com o que penso sobre Barcos. E o que ainda não tinha dito: na Copa, escrevi que o gol do Luis Fabiano deveria ter sido anulado. Ainda aguardo pelas minhas opiniõe que mudaram “pela cor da camisa”. Um abraço.

  • Edivan

    Como é dificil ter q ver q um blogueiro coloca o coração em frente a razao…..se fosse o corinthians em campo o sr. nao estaria aqui falando do gol de mao…. estaria pedindo para anular por causa de informaçao extra campo….. e é isso q esta acontecendo… ninguem do palmeiras nega q o gol foi de mao, e ninguem esta querendo anular o jogo pq anularam um gol de mao…. e sim pelo fato do juiz e do bandeirinha (cegos ) terem dado o gol…. pq vc nao fala do gol mal anulado do vasco contra o corinthians na libertadores desse ano no primeiro jogo…. isso sim q é arbitragem falida…..

  • rafael

    Direto ao ponto

    Não é necessário estabelecer comparações ou elaborar metaforas para analisar o acontecimento mais polemico da atual edição do campeonato brasileiro.

    Temos que olha-lo como um lance, de um jogo de futebol, de um campeonato nacional, estabelecido sob as normas de uma federeção.

    Essas normas, que determinam que um jogador não pode colocar a mão na bola a não ser que seja goleiro, e esse somente dentro de uma área específica do campo, determinam

    também que somente os integrantes do quadro de arbitragem do jogo podem analisar os lances da partida, sem direito de reve-los por meio de imagens gravadas.

    Chegamos assim, a conclusão de que foram feridas as duas regras destacadas acima e, portanto, o gol foi irregular e sua anulação também foi irregular.

    Como um erro não justifica outro, é fundamental que não se misturem os apsectos que acabaram por criar a polemica.

    Helio Schwartsman, alega que a tentativa de analogia utilizada para defender os protestos palmeirenses “é boa, mas não me convence”, no que tem razão, mas se equivoca ao utiliza-la em sua argumentação.

    Ao se valer da metafora, faz com que sua lógica de que “A razão para não tolerarmos provas ilegais na vida real não se aplica ao esporte bretão”, soe boa mas também não convença.

    E não convence por que o jogador não reclama sua privacidade, da mesma forma que o clube não pleiteia que a mão na bola deixe de ser uma infração. O interesse – e não cabe nessa disputa saber se pode ” competir com o de apurar o

    que de fato ocorreu na jogada”, apenas se é legitimo – é de que não seja permitido que um jogo aconteça sob normas diferentes das aplicadas a todos os outros prelios do campeonato.

    Se é capaz de perceber “absurda a insistência da Fifa em banir ferramentas tecnológicas que possam melhorar a qualidade da arbitragem”, que entenda absurdo a utilização da tecnologia em apenas uma partida.

    Afinal, se a não utilização de imagens, sensores e outros recursos tecnicos prejudica a apuração do “que de fato ocorreu na jogada”, a reinvindicação de que sejam adotados tais suportes não pode partir de um episódio que,

    por mais que reflita o que lhe parece ser uma abritragem mais precisa, beneficiou um time. Porque o resultado da ação tomada pelo delegado da partida não foi um prejuizo ao Palmeiras, mas antes um beneficio ao Internacional, único time que de

    sofrer com um equivoco da péssima arbitragem brasileira pela utilização do recurso eltronico.

    Dessa forma, se fosse me aproveitar da analogia que estabeleceu o filosofo que tem o nome do astro que orbitamos, como prova o Galileu, diria que na luneta estão lances como o do referido gol, que o juiz

    equivocadamente validaria, e o rival doutrinado que se recusa a olha-la é a FIFA.

    AOS PALMEIRENSES:

    Percebam que, apesar de concordar com o posicionamento oficial do clube nessa materia, essa diretoria tacanha não olha a luneta para não ver as evidencias de que a politica belicosa e as ações conservadoras que praticam estão destruindo o

    alviverde inteiro.

    Vamos Palmeiras!

    Rafael Blanco Frydman

    • Teobaldo

      “Se é capaz de perceber “absurda a insistência da Fifa em banir ferramentas tecnológicas que possam melhorar a qualidade da arbitragem”, que entenda absurdo a utilização da tecnologia em apenas uma partida”.

      Gostei desta parte de seu argumento, Rafael e entendi que “as duas atitutes” (o gol de mão e a óbvia utilização das imagens da TV, essa última difícil de se provar) foram (são) ilegais sob a ótica da regulamentação do futebol. Então, sob essa ótica, o pedido de anulação da partida pelo Palmeiras não parece-me absurdo. Ou é absurdo?

      Aliás, e apesar da indignação de muitas pesoas, o recurso do Palmeiras, a aceitação do mesmo pelo STJD e consequente marcação do julgamento pelo tribunal (o resultado do julgamento pelas circunstâncias é óbvio, por covardia dos árbitros, que mentiram na súmula – não existe a prova, eu sei, mas tem que ser muito ingênuo de acreditar que eles não utilizaram das imagens da TV e mentiram na súmula) também parece-me absolutamente normal num estado democrático, uma vez que uma das partes sentiu-se prejudicada em seu direito.

      Um abraço!

    • Edouard

      Boa. Bem ponderados e colocados os seus argumentos. Mas não me convencem porque a decisão do árbitro – e qualquer que fosse ela, iria contra as leis do jogo – preservou o que de fato ocorreu em campo. A premissa fática é importantíssima, e não é possível analisar o que se passou isolando apenas a decisão do árbitro que anulou o gol com base em imagens de TV. Se, em um dado jogo, o árbitro parasse tudo para ver pela TV o que ocorreu antes de tomar uma decisão, eu estaria de acordo. Mas não foi o que ocorreu. Ele assinalou o gol e, em razão da confusão, tomou conhecimento de que fora feito com a mão. Diante desse cenário, em que ele precisava escolher se violava a Regra nº 5 ou a Regra nº 12, entendo que agiu corretamente porque preservou o que, de fato, ocorreu em campo.
      Eu não questiono o direito – em sentido estrito – do Palmeiras de impugnar o jogo no STJD. É direito que toca a todos os times. Mas acho imoral fazê-lo porque a decisão do árbitro não prejudicou o time, apenas deixou de beneficiá-lo por erro anteriormente cometido.
      No fundo, a argumentação é assim: todo mundo se beneficia com erro de arbitragem; quando chega a minha vez, o árbitro volta atrás?
      É absurda. Já que está na moda fazer parábolas com situações jurídicas muito mais graves, é como se o Palmeiras dissesse: todo mundo rouba; quando chega a minha vez, a polícia investiga?
      Eu espero que em 100% das vezes em que o árbitro tome conhecimento da ilegalidade de uma jogada, se tempestivamente, ele a corrija. Ainda que tenha sido avisado por alguém que viu na TV. Porque aqui há uma colisão de regras de igual importância, e tanto melhor que a violação de uma delas se justifique pela preservação do que de fato ocorreu em campo.
      Um abraço.

  • Matheus

    Não sei se está passando batido à percepção de todo mundo, mas tem gente justificando até a não marcação de um pênalti em Barcos. Não aparecerá a confissão de ninguém sobre a ajuda da TV, do mesmo modo que não apareceu a confissão do Barcos durante o jogo para acabar a polêmica. Se não aparecer a confissão ou algo que comprove o óbvio, e aí não estou dizendo que não aconteceu, não vejo como o jogo ser anulado. A única coisa que foi comprovadamente irregular foi o gol.
    AK, para diminuir essa interferência (enquanto ela não é legítima) não seria correto tirar do campo aquelas dúzias e dúzias e dúzias de repórteres que, inclusive (não todos), comeram gol desse ou daquele time? Não me entenda mal, não estou culpando a tal “mídia”, estou dizendo que há pessoas que teoricamente estão ali para trabalhar, mas não são profissionais o suficiente para tanto.

    AK: O que acho que é que um repórter de televisão que esteja dentro do campo não deveria dar informações (a técnicos, jogadores ou árbitros) sobre lances duvidosos. Um abraço.

  • Danilo Xis

    André,

    Eu quero deixar bem clara a minha opinião sobre a tecnologia no futebol (câmera exclusiva ou eagle eye).

    Obviamente acho que seria BEM melhor para o esporte se isso fosse adotado. Mas isso leva a outra questão, como seria termos uma câmera na 1a e 2a Divisões e nas demais não ter nada, apenas o olho humano?

    Seria justo com os outros caras que praticam o mesmo esporte?

    Posto isso, vamos ao lance do Barcos, que obviamente foi ilegal. Sendo assim temos 2 “irregularidades” no mesmo lance, o gol e posteriormente a revogação do gol com interferência externa. Logo, eu manteria o resultado do jogo e aplicaria uma punição ao Barcos exemplar (vários jogos afastado), pois a atitude dele fere demais a lisura do esporte em si.

    E meu último comentário vai para a SE Palmeiras, que no futuro vai se envergonhar de brigar por 3 pontos e sujar a reputação, ao simplesmente jogar na lama a lisura, o fair play e tudo o que importa no esporte. Desculpe, mas como um clube que deveria ser o primeiro a enquadrar o Barcos se sujeita a isso?

    Desculpe André, mas isso é o que eu penso de tudo o que foi dito essa semana, o maior perdedor dessa semana foi o esporte em geral…

    AK: Por que a tcnologia tem de estar presente em todos os campeonatos? Todos os torneios de tênis usam o olho do falcão? A tecnologia na linha de gol, já aprovada, será usada no Mundial de Clubes. Depois, ficará a critério de quem quiser usar. Não há nenhum problema nisso. Um abraço.

    • Danilo Xis

      André eu acho que a tecnologia têm de estar em todos os campeonatos, pelo simples fato de todos concorrerem com as mesmas chances em todos os locais do mundo. Não adianta colocar na UCL, Copa do Mundo e Libertadores e esquecer os campeonatos que levam até o prato principal.

      Como eu disse no primeiro comentário, sou totalmente a favor da tecnologia, desde que seja igual para todos. E respeito a sua opinião.

      Mas que a instituição Palmeiras esta sujando o seu nome, está…

      AK: Novamente: a tecnologia na linha do gol não estará em todos os campeonatos. Assim como os rádios para comunicação dos árbitros não estão. Assim como os assistentes atrás dos gols não estão. O futebol não é igual em todos os lugares. Um abraço.

      • Paulo Pinheiro

        Pois é, Danilo: “desde que seja igual para todos”, você afirmou. Mas sequer nessa partida entre Internacional e Palmeiras ela foi usada para todos. Ela foi usada apenas para o Internacional, entende?

        Eu não sou palmeirense. Sou flamenguista e talvez até para o meu time seria melhor que as coisas ficassem como estão.

        Mas preocupa-me muito como cada vez mais as arbitragens tem sido tendenciosas a favor do time mandante (as chamadas arbitragens “caseiras”).
        Admitir que um lance seja invalidado pelos repórteres locais, através do quarto árbitro (local), por sua vez através do árbitro da partida seria uma institucionalização dessa tendência (e isso tudo que eu falei hipoteticamente teria que ser provado).

        Então, mesmo não tendo interesse direto como torcedor eu desejo muito que o Palmeiras tenha sucesso nessa empreitada.

        Em tempo: também acho que além da anulação da partida o Barcos tem que ser punido exemplarmente.
        Mas o procurador do STJD tem também que analisar todos os lances da partida pra ver se não houve conduta anti-desportiva de qualquer outro atleta (inclusive do Internacional).

        Abraço

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