NOTINHAS PÓS-RODADA



Abrindo a vigésima jornada do BR-12:

* Um gol casual de Rafinha deu ao Coritiba (1 x 0 no Internacional, no Couto Pereira) um pouco de oxigênio, seis pontos acima da marca d’água da tabela.

* O Inter ficou a quatro pontos do G4.

* E após vencer dois clássicos seguidos, o Santos perdeu (Bahia 3 x 1, na Vila Belimiro: André, Souza, Neto e Gabriel) em casa, e de virada.

* Clima ruim (atuação idem) para Ganso na Vila.

* O maior problema do Palmeiras não é a terceira derrota (Portuguesa 3 x 0, no Canindé: Bruno Mineiro-2 e Moisés) seguida, ou a vaga no U4. É parecer um time sem respostas.

* O plano de contragolpe da Portuguesa foi perfeitamente aplicado.

* Olha o Náutico (3 x 2 no Figueirense, nos Aflitos: Caio, Aloísio, Elicarlos-2 e Souza) em nono lugar, e com oito vitórias.

* Detalhe: o Figueirense vencia por 2 x 0.

* O Atlético Mineiro (2 x 2 com a Ponte Preta, no Independência: Danilinho, Cicinho-2 e Guilherme) teve chances para vencer. Sofreu o empate aos 37 do segundo tempo.

* O lateral Cicinho personificou a raça da Ponte.

* O gol de Fred, já no fim do jogo, fez justiça a uma noite em que o Fluminense (1 x 1 com o Corinthians, no Engenhão: Emerson e Fred) não merecia perder.

* A defesa do Corinthians levou mais um gol em jogada em que a linha de impedimento falhou.

* O Grêmio não só ganhou (2 x 0 no Vasco, no Olímpico: Marcelo Moreno e Kleber) o jogo. Ganhou a rodada.

* Terceira derrota seguida do Vasco. Um ponto nas últimas cinco.

* O Cruzeiro (2 x 0 no Atlético Goianiense, no Serra Dourada: Borges e Wellington Paulista) entrou na órbita do G4.

* O Atlético ficou cinco rodadas sem perder.

______

Na Espanha, o Real Madrid (2 x 1 no Barcelona, no Bernabéu) conquistou a Super Copa, pelo critério dos gols marcados como visitante.

O primeiro tempo – em que fez 2 x 0 e criou para fazer mais – foi o melhor do time branco contra o grande rival nos últimos anos.

Não é fácil transformar o Barcelona num time desequilibrado na defesa e impotente no ataque, e foi exatamente essa a impressão que ficou após dois gols (Higuain e C. Ronaldo) que tiveram o mesmo roteiro.

Bola pelo alto e falha individual (Mascherano e Piqué).

O belo gol de falta de Messi saiu quando o Barcelona tinha um jogador a menos (Adriano, corretamente expulso), e criou uma dúvida em relação ao comportamento do Madrid no segundo tempo.

Em casa e com dupla vantagem, o time de Mourinho novamente foi conservador e recuou.

O Barcelona teve mais posse – e chances para empatar – mesmo em inferioridade numérica na casa do adversário.

No final das contas, o gol de Di Maria no Camp Nou, segundos após Casillas impedir um gol de Messi que muito provavelmente seria definitivo no confronto, decidiu a Super Copa.

Futebol.



MaisRecentes

Arturito



Continue Lendo

Terceirão



Continue Lendo

“Algumas tapas”



Continue Lendo