COLUNA DOMINICAL



(publicada ontem, no Lance!)

GÊNESE

Especialistas nos negócios do futebol acreditam que é possível calcular o valor de um título. Utilizam figuras como o prêmio que o clube recebe pela conquista e o impacto no orçamento com novas cotas na temporada seguinte. Computam a valorização de jogadores que se destacaram e o aumento nas vendas de camisas e outros produtos licenciados. Projetam o crescimento do “público consumidor” da marca do clube campeão, por sexo, idade, classe social e quantidade de bocejos após as 22 horas. Tudo para colar uma etiqueta com um número num instante.

O instante pode ser o segundo em que você percebeu o título chegando. Pode ser o apito do árbitro finalizando o último jogo. Pode ser o gesto do capitão levantando a taça. São momentos distintos, mas símbolos do mesmo fato. Fato que não aceita um código de barras. Relacioná-lo a cifrões é um exercício interessante, válido, mas condenado ao erro de subestimar o alcance de uma conquista. O valor sentimental de um título não se mede, e é uma pena que nem todos sejam capazes de ao menos compreendê-lo.

O erguer de um troféu dispara uma série de eventos que o desprestigiam. Há o dirigente abençoado que não consegue pensar em nada que não seja o próprio ego. O agente ganancioso que já tecla mensagens para rediscutir contratos. O jogador descompromissado que só quer saber de festa. Por mais próximos que estejam, eles não fazem a mais pálida ideia do que acabou de acontecer. Perderam – se é que um dia a tiveram – a capacidade de sentir.

Pense no que o coração palmeirense experimentou na quarta-feira. Mais de uma década sem um título de peso, tempo suficiente para que uma geração de torcedores não conhecesse a sensação de ser o melhor. Os mais antigos, que sorriram tanto, há anos tentavam reencontrar a fagulha, a tensão, a antecipação, o grito, a lágrima. Palmeirenses de todas as idades, sob óticas totalmente diferentes, viveram uma noite de resgate daquilo que os define. Ao acordarem no dia seguinte, não saberiam dizer quanto vale a taça nas mãos de Marcos Assunção.

Ela vale a camisa que permanecia na gaveta. Dobrada como a última faixa de campeão, escondida como a alegria de torcer, empoeirada como as lembranças de quando o Palmeiras ganhava. Vesti-la e mostrá-la é orgulho restaurado para os mais velhos, inédito para os mais novos. Entre todas as paixões possíveis a um ser humano, a que ele nutre por seu time é a única que se renova, pois não acaba nunca. Títulos como o que o Palmeiras conquistou na quarta-feira dão vida à expressão “lavar a alma”, algo que sabemos reconhecer, mas nunca saberemos explicar.

O negócio do futebol só tem razão de ser se não cortar o cordão umbilical do sentimento. Times artificiais e itinerantes estão aí para nos mostrar o que acontece quando não há conteúdo dentro da embalagem. Grandeza e tradição dependem da representatividade que inexiste sem o componente humano, alimentado por instantes como o que a torcida do Palmeiras celebrou em Curitiba.

Instantes que não têm preço.



  • Renato Mello

    André,
    Tenho aguardado algum comentário seu sobre o time do GALO, que, diferentemente dos últimos anos, faz uma campanha espetacular no Brasileiro deste ano, com direito a vencer o Palmeiras em SP, o Corinthians (que muitos da imprensa disseram estar com o time reserva, mas só não tinha 3 titulares, enquanto o GALO também não tinha 3 titulares e 3 reservas), que acaba de vencer a LA,o Grêmio no Olímpico (com direito a 2 chapéus de Bernard e o complemento de voleio de Jô), a Ponte, que faz boa campanha, no Moisés Lucarelli, o Figueirense, ontem, com direito a uma virada fantástica, fazendo 3 gols em 9 minutos no 2º tempo… creio que o time merece um pouco mais de atenção por parte da mídia,não? LIDERA o campeonato de forma incontestável,mantém uma base do ano passado com contratações pontuais, tem sido notícia na europa (essa semana jornais e sites italianos noticiam que o GALO pode ser o futuro de Robinho, por exemplo)… o que ocorre que somente por aqui o Clube Atlético Mineiro é colocado de lado independente do que faça? Acho interessante o comportamento de determinados “jornalistas” (patota da qual, CLARO, você está FORA, ou não escreveria aqui), como um senhor que participa do “bem amigos”, que simplesmente desmerecem o trabalho realizado na Cidade do Galo. Esse senhor, na última 2a feira, disse que o Galo continuaria em cima da tabela “até os 2 (Ronaldinho e Jô) começarem as festas. Acho isso um absurdo! Na época do “império do Amor”, no time vermelho e preto, não se ouvia nada parecido. Era tudo lindo e maravilhoso. E deu no que deu.Agora pegam um time que paga em dia (na verdade, no dia 1º de cada mês),que realiza um trabalho sério, que tem arrebentado os adversários, com investimentos certos somente para as posições que precisa, mesmo que tenha de arrancar titulares de concorrentes (Junior César, LE, era titular no FLA; Victor,GOL, era titular no Grêmio…), um time que tem um técnico que não é da “turma de sempre”, mas é sério pra caramba e muito trabalhador… e vem ou ignorar ou zoar? Eu, particularmente, tanto como uma pessoa que gosta de esportes e futebol, quanto como ATLETICANO, acho esse comportamento da mídia brasileira de forma geral, ridículo,absurdo,e antiético. Por todos esses motivos venho ao SEU blog, justamente por considerá-lo um jornalista FORA desse perfil, e que respeito muito. Caso seja possível, gostaria que comentasse a respeito tanto do time em si e da campanha que faz, quanto do porque desse tratamento “diferenciado” recebido pelo GALO pelos seus “companheiros” (???) de profissão.
    Saudações Atleticanas, e grande abraço,
    Renato Mello 😉

    AK: A campanha do Atlético até agora é, obviamente, ótima. No início das últimas edições do Campeonato Brasileiro, vimos times diferentes ocuparem as primeiras posições. O campeonato é longo, tem momentos distintos, e um início forte não garante – a ninguém – um final feliz. Dessa forma, não vejo algo fora do normal. Desculpe, não vou comentar o que outras pessoas disseram ou deixaram de dizer. Mas permita-me um comentário: no jornalismo esportivo que eu consumo, se elogia e se critica com critério e levando em conta o merecimento. O julgamento sobre a campanha do Atlético deve ser feito no fim do campeonato. Um abraço.

  • Renato Mello

    André,creio q me compreendeu errado;não pedi para comentar o q outros disseram. Pedi para comentar o “porque desse tratamento “diferenciado” recebido pelo GALO pelos seus “companheiros” de profissão”, como escrevi acima. Sem precisar se referir a nenhum fato específico (comentário de outrem). Apenas isso. EU sim, dei um exemplo de uma fala infeliz de um “jornalista” acima, ok, mas o que pedi NÃO seria para você comentar esse tipo de coisa. E sim o fato de IGNORAREM (de forma geral) ou desprezarem, “fingirem” que o GALO não está aí fazendo um bom trabalho. Só.
    Só um detalhe: A torcida está com os pés no chão. Sabemos que não ganhamos ABSOLUTAMENTE NADA. Bem como que 9 de 38 rodadas é ínfimo. Apenas cri que, comentar a respeito de um time que chegou ao campeonato totalmente desacreditado, “candidato” a lutar para não cair (só fora de MG), e que agora faz a campanha que faz, seria (ou poderia ser) interessante.
    No mais, um abraço.
    Renato Mello 😉

  • Matheus Brito

    A sensação experimentada pelos Palmeirenses esse ano foi a mesma que experimentei ano passado quando o Vasco ganhou ao mesmo título e havia ficado quase uma década sem vencer nada. Não há como medir ou quantificar. Me lembro que gritei e chorei muito porque não foi só o título, representava a ressurreição de um gigante. Tal qual o Palmeiras, experimentamos o amargor da segundona, passamos pelo inferno com bravura e dignidade e voltamos no campo, na bola. Enfim, eu sei bem o que você propôs no post. Eu senti isso. Às favas com as cifras, eu quero ver meu time campeão ou perdendo com honra como perdeu ano passado e na Libertadores desse ano.

    Renato Mello, O Galo tem um grande time titular e até agora faz grande campanha. O problema de se ter 11 grandes jogadores apenas será visto agora, quando o campeonato entrará naquela fase de 2 jogos por semana. Aí sim veremos quem tem um time e quem tem elenco.

  • Lippi

    André, a sensação desse jogo foi semelhante à que os palmeirenses tiveram com o paulista de 93.
    Acho que a crise que começou em 2009 com a perda do Brasileiro acabou nessa copa do Brasil.

  • Luiz

    Matheus, o CAM ta com ótimo elenco. Ele citou o Jô e o Gaúcho irem pra farra, mas os reservas deles são Guilherme e André, que ao meu ver deveriam ser titulares. Pros lados, saindo Danilinho ou Bernard tem Escudero e Berola. No meio jogam Pierre e Donizete, mas creio que o titular deveria ser o Serginho e o Richarlyson é outra opção válida, assim como sobre bem a LE. Na direita ta o Serginho, mas o Marcos Rocha faz bom campeonato tbm. Na zaga o Rafael Marques tem sido seguro, Leonardo Silva tbm e o Rever é o melhor deles. E no gol além do Victor tem o Renan Ribeiro. Sim, o Galo tem elenco. Meu receio é quanto aos times do Cuca. Eles costumam perder fôlego no final. Mas não me lembro dele trabalhar com elenco desse. Hora de provar que os rótulos são falsos.

  • Joao CWB

    O Coritiba está virando especialita em levantar defuntos.

    Foi o Vasco ano passado e o Palmeiras esse ano.

    André, além da alegria dos torcedores palmeirenses, a conquista da semana passada também valeu para os atleticanos, ultimamente tão castigados, darem um pouco de risada dos rivais. Mais um fator que pode ser colocado na conta de um título.

    Vice, vice, doido.

    Abraço

  • Sérgio

    Ow torcedor do Galo, tinha Copa Libertadores com final com o Corinthians envolvido pela primeira vez e Copa do Brasil com o Palmeiras depois de 12 anos sem ganhar títulos!!! Fica dificil falar de Brasileiro quando coisas como essas ocorrem. Sou corinthiano, simpatizo demais com o Galo, principalmente por causa da torcida, que é fanática demaaais, mas posso falar: ano passado enquanto o Santos não ganhou a Libertadores, pouco se falou sobre o Corinthians na liderança. Fique tranquilo meu amigo, isso é bom pro teu time. Quanto menos falam, mas o galo avança. E aí quem sabe depois das 38 rodadas estejamos realmente concordando que o mundo pode acabar? (afinal Galo campeão brasileiro, Palmeiras de volta ao cenário nacional, e Corinthians campeão da Libertadores em um ano só vai ser o suficiente, nem alinhamento de planeta nenhum vai ser mais forte que isso! rs!)

  • gustavo

    Muito boa essa coluna. Muito boa mesmo.

  • LM_RJ

    Andre
    eu só queria entender uma coisa
    que eu saiba o estadio é apenas alugado ao alvinegro certo?
    pq então o nome do engenhao tem q ser de um botafoguense se o estadio foi construido sem um unico centavo do botafogo sendo usado 100% de $$ publico?
    cada uma
    só no brasil

  • Marcel de Souza

    não sou palmeirense, que mas que texto bonito esse! André, você não pensa em reunir suas colunas num livro no futuro? 1 abraço!

  • Dyl Blanco

    Inverter a ordem das coisas na melhor das hipoteses dificulta o desenvolvimento de qualquer operação. Alguns especialistas chamam de autofagia administrativa, um nome complicado para explicar situações como essa de teu comentário. A situação é séria e preocupante. Demonstra um descaso com as convicções e tradições dos clubes, renegados a condição de meras vitrines. Vivemos isso, guardadas as devidas proporções, no mercado da surfwear nos anos 80. O “boom do surf” encontrou centenas de empresários despreparados, que se acharam mais importantes que as marcas que representavam, e pior que isso,mais importantes que os atletas. Após meia duzia de anos pouquíssimas marcas sobreviveram, e as que conseguiram tiveram que alterar profundamente seu foco. Se a valorização do negócio futebol passa pelo consumo direto do torcedor, o cuidado tem que ser redobrado. Manipulação de massas costuma ser especialidade de gente inescrupulosa. Alertar o torcedor, divulgar os fatos com lisura e formar opiniões com responsabilidade não está sendo uma tarefa simples. Mas é fundamental para a saúde desse negócio apaixonante, o futebol. Ânimo e boa sorte.

  • Américo

    Eu concordo Plenamente que a mídia em geral é a favor de times do RIO e SP. Há única vez q falaram do Galo foi na Contratação do Gaúcho e mesmo assim metendo o pal nele falando q é o KALLIL Era louco de trazer ele pro TIME, E qm falou isso agora deve estar pagando Língua pq até o agora o cara tem arrebentado a boca do balão.

    Idaí q o PALMEIRAS estava Envolvido com COPA o time q jogou era TITULAR .

  • Leandro Azevedo

    “This also comes at a time when Brazil are struggling for footballing identity. The point was well made recently by Andre Kfouri, one of the country’s best football writers, who described Euro 2012 as “the triumph of the intelligent midfielder”.

    http://www.bbc.co.uk/blogs/timvickery/2012/07/brazils_dual_football_mission.html

    Só pra quem pode…

    Abraço

    AK: Gentileza do Tim Vickery, de quem sou leitor. Um abraço.

  • Teobaldo

    Já vi o meu GALO conseguir façanhas absurdas: perder um título jogando uma semi-final em que os outros três clubes eram Brasil de Pelotas, Bangu e Coritiba (eliminou-nos jogando no Mineirão quando precisávamos de uma vitória simples; tínhamos João Leite, Nelinho, Luisinho, Renato ex-Guarani, Reinaldo, Elzo, Eder); jogar em casa precisando de vitória simples e perder as semi-finais de brasileirão contra Santos (82); Coritiba (85); Guarani (88); Corinthians (90); perder de 4 quando podería perder de 3 (Rosário Central); jogar em casa perder o brasileirão de 77 (ser vice-campeão invicto com 10 pontos vantagem sobre o campeão (essa é a cereja do bolo; pior mesmo só o Botafogo que também saiu invicto do mesmo campeonato de 1977 eliminado pelo GALO).

    Por essas e por outras, prezados, reucuso-me a acreditar, embora continue torcendo, e muito. Só comemorarei quando a taça estiver em Lourdes (se ela chegar lá, é claro), mas reconheço: estamos no caminho certo.

    Quanto ao fato de não recebermos apoio da imprensa (não adianta perguntar, prezado AK, eu não sei quem é “a imprensa”) acho que é um fato normal (não deveria, mas é), uma vez que tudo no Brasil gira em torno de São Paulo (maior centro financeiro do país) e Rio de Janeiro (ex-capital federal e, no meu entendimento, maior centro cultural). E isso não um caso de IUPST.

    Um abraço e desculpe-me pelo “testamento”.

  • Marcos Vinícius

    Assunto totalmente off topic,mas chamou-me a atenção.

    “Contra o São Paulo, Além dos Dois, o Técnico Cristovão Borges nao poderá Contar com Renato Silva, Que FOI à China negociar um parágrafo liberação não Shandong Luneng (CHI), clube com o qua temperatura Contrato comeu o Fim do Ano, parágrafo Poder Assinar com o Vasco. O zagueiro Rodolfo, Que si recupera de artroscopia UMA sem Esquerdo Joelho, tambem desfalque Sera. Eduardo Costa, com Dores não Esquerdo pé, Dúvida é.”

    Fala a verdade…

    Não parece que foi escrito pelo Mestre Yoda?

  • José A. Matelli

    “O erguer de um troféu dispara uma série de eventos que o desprestigiam.”

    Vide o comportamento do Coritiba. Tá certo que ser mau perdedor é inato na cultura esportiva brasileira, mas o choro coxa-branca passa muito longe do limite do razoável.

  • adecio

    Na minha opinião o galo eh mais um cavalo paraguaio que jaja vai cair de produção e se colocar emseu verdadeiro lugar, ali entre o quarto e oitavo lugar, assim como cuca um técnico que nao ganha nada nunca e nao sei como pode dirigir tanto time grande assim.

  • Joao CWB

    Adecio

    Estranho como o Cuca nunca ganha nada mas é sempre lembrado para salvar times à beira do rebaixamento e na sequência monta bons times.

    Técnico que “ganha tudo” são dois ou três, times são trocentos e apenas um é campeão. Mesmo que todos os times tivessem um Guardiola no comando, no final apenas uma torcida sairia feliz.

    Abraço

  • Mario

    Eu sou corinthiano mas vejo o galo mineiro como um time consistente e com muita raça. O Cruzeiro tem contratado muito mas a maioria jogadores regulares e para se formar um time de expressão terão que esforçar muito.

  • William

    Ak, Muito bom seu post, todos os jornalistas poderiam ser como ti, imparciais!

    Acredito que a alegria de todos os palestrinos como eu não cabe em 1 dia de comemoração, em 1 festa ou 1 ano. O resgate do orgulho, da paixão, do herói do título, da emoção da disputa, do calafrio na barriga, do corpo arrepiado não tem preço. Esse é o amor pelo futebol, pelo clube que torcemos, e que queremos que seja sempe campeão. Como explicar pra uma criança de 2 anos que seu pai de 30, tá chorando? Como falar pra um garoto de 12 anos que ele é campeão, ou como mostrar pra um senhor de 60 que ele pode soltar o grito na garganta novamente. Isso tudo chama-se PAIXÃO. Os jogadores do Palmeiras podem até não ser Palmeirenses, mas nesses dias que se passaram desde a vitória, com ctz sentiram vontade de ser, tem uma admiração maior pelo clube, e o respeito, da torcida, imprensa e adversários. E digo mais, o Palmeiras é muito maior do que a mídia divulga, pena que a imprensa o diminui, o rebaixa, mas hj, todos os críticos maldosos, têm-se que calar e bater palmas pra aquele dia que disseram ser ridículo, que não ganharia nada. A técnica no futebol brasileiro é muito importante, mas a garra, o brio, a força de vontade, a dedicação e a determinação, também são fundamentais para a conquista de um título, e se o Palmeiras não foi campeão com um futebol bonito, foi campeão, na raça, dedicação e perseverança. Parabéns à todos os jogadores, torcedores e comissão técnica por essa conquista. Vcs resgataram minha alegria, meu sorriso no rosto, e o principal, meu orgulho de ser Palmeirense.

  • PETER PALMEIRENSE

    Parabéns ao blogueiro, confesso que nunca o li antes, talvez pelo fato de algum preconceito ante ao seu parentesco com um certo comentarista tendenciosamente e escandalosamente corintiano.
    Mas acabo me rendendo à imparcialidade demonstrada e também ao belo post muito bem construído, escancarando o sentimento Palmeirense devido à mais essa conquista com a marca registrada do Verdão.
    Acho que muito do que o Palmeiras tem passado desde 2000, deve-se 90% às péssimas administrações (Mustaphas, Belluzzos, Tirones, Frizzos, Giltos e outras tralhas), 9% a comandos infelizes (Muricy lidera a lista, sem dúvida, nunca vi um técnico tão sem empatia e identificação com o Palmeiras quanto esse sujeito, vide o resultado do Brasileirão de 2009) e 1% às más intenções de justiça desportiva, escolha de árbitros suspeitos e outras mazelas típicas deste esporte.
    Dado o tamanho do Palmeiras no cenário mundial do futebol, haja vista sua projeção no exterior, essa fase é inadmissível e tinha que ter um fim imediato.
    Não se iludam, porém, Palmeirenses, de que estamos no céu, nosso time é limitado, sem banco e precisa urgentemente sair da zona de rebaixamento para poder projetar uma Copa Sulamericana e Brasileiro de alto nível neste ano, além do que, atrair a atenção e desejo de jogadores de nível para compor o elenco para 2013.
    Além disso, Famiglia Palestrina, rezemos a San Gennaro nos trazer um presidente competente nas próximas eleições de Janeiro, alguém que, mais do que Palmeirense (como Belluzzo), seja visionário e administrador, um comandante como não vemos há décadas nas alamedas do Palestra.
    Avanti, Palestra, retomando seu lugar de onde jamais deveria ter saído !!!!!

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