PRÉVIA DA COPA (Boca Jrs. x Corinthians)



Alguns aspectos que podem decidir o jogo de logo mais:

1 – Riquelme

Você o conhece. Ele é o comandante, o jogador que pensa, que faz o Boca funcionar. É o falso lento, o falso dorminhoco, o falso desatento. Marcar Juan Román Riquelme é absolutamente crucial para as pretensões do Corinthians. Como sabe o torcedor do Fluminense, o camisa 10 do Boca não precisa de mais de um lance para causar dano. Se Riquelme for bem vigiado, as saídas do time argentino pelos lados do campo e a possibilidade do passe surpreendente pelo meio ficarão prejudicadas. A boa notícia para o Corinthians é, como sempre, a presença de Ralf e Paulinho. Ambos contiveram Neymar, nas semifinais. Têm nova missão agora, ao se depararem com um jogador menos habilidoso, menos veloz, mas mais inteligente.

2 – O contra-ataque do Boca

Este Boca não é o time avassalador, em casa, de outras épocas. Ao contrário, prefere utilizar o “fator Bombonera” de outra forma. O adversário chega com a cabeça feita de que não pode recuar, precisa ter coragem e atacar. Quando o faz, deixa espaços em seu campo e paga o preço. O primeiro jogo das semifinais, contra a U. de Chile, foi exemplar nesse aspecto. Os chilenos ficaram com a bola, levaram um gol, continuaram com a bola, levaram mais um. O Corinthians não precisa se expôr. A chave é a solidez defensiva.

3 – A Bombonera e os nervos do Corinthians

Não há dúvida de que o Corinthians será pressionado nos minutos iniciais. Lembremos que o time não saiu do Brasil nas últimas duas fases da Libertadores. Esteve em São Januário e na Vila Belmiro, dois estádios onde evidentemente não é fácil jogar, mas dois ambientes conhecidos. A Bombonera é diferente e é possível que alguns jogadores demorem algum tempo para “entrar no jogo”. Sim, o Corinthians parece preparado para esse tipo de situação desde o início da caminhada. A ideia é não perder a concentração.



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