NOTINHAS PÓS-RODADA



A quarta rodada do BR-12:

* E o Flamengo ganhou (3 x 1 no Coritiba, no Enganhão: Vagner Love, Luiz Antonio, Emerson e Hernane) a primeira no campeonato.

* O artilheiro do amor tem um gol por jogo.

* Na estreia de Ronaldinho Gaúcho, o Atlético Mineiro (1 x o no Palmeiras, no Pacaembu: Jô) deu sequência ao início promissor.

* O camisa 49 do Galo não brilhou, mas também não atrapalhou.

* Primeira vitória da Portuguesa (2 x 0 no Atlético Goianiense, no Canindé: Ricardo Jesus e Moisés), também.

* Gols de Jesus e Moisés, na rodada de Corpus Christi.

* Pouco a dizer sobre o 0 x 0 entre Fluminense e Internacional (no Engenhão), com ambos os times desfalcados.

* O Vasco (2 x 1 no Bahia, no Pituaçu: Juninho Pernambucano, Diego Souza e Júnior) faz campanha perfeita, 12 pontos.

* Juninho e Diego, só golaço.

* O Grêmio jogou só meia hora para vencer (2 x 0, no Olímpico: Marco Antonio e André Lima) os reservas do Corinthians.

* De todos os times envolvidos em outras competições, o Corinthians faz a pior campanha. Lanterna.

* No clássico paulista esvaziado, o São Paulo venceu (1 x 0, no Morumbi: Paulo Miranda) o misto do Santos.

* Foi por uma falha num jogo contra o Santos que Paulo Miranda, autor do gol de ontem, foi sequestrado da concentração pela diretoria do São Paulo.

* Após dois empates, o Cruzeiro venceu (1 x 0 no Sport, em Varginha: Wellington Paulista) duas seguidas.

* Roth justificando a fama de produzir resultados imediatos.

* O 0 x 0 entre Figueirense e Ponte Preta (no Orlando Scarpelli) teve 32 finalizações.

* O Náutico (3 x 2, nos Aflitos: Araújo, Lucio, Marcio Azevedo, Cesinha-contra e Derley) impôs ao Botafogo a segunda derrota seguida.

* Primeira vitória do time pernambucano.



  • O Vasco está aproveitando esse início do campeonato para ganhar pontos importantes para o final do campeonato… Corinthians já começa o campeonato quatro rodadas atrás e se descuidar pode ser maior a diferença e aí será difícil recuperar..

    De qualquer forma, não lembro da história do Brasileiro de pontos corridos, o começo tão ruim dos clubes paulistas..

    Abs..

  • E o Júnior fez o gol do Bahia… #ficaadica

    Abraço!

  • Anna

    Dois golaços do Vasco.Difícil saber qual é o mais bonito: de Juninho Pernambucano ou de Diego Souza. Feliz com a volta de Dedé. Mais uma vez orgulhosa do Vasco e de Cristóvão Borges. Boa semana a todos, Anna

  • Massara

    Como joga feio esse time do Cruzeiro. Dos piores que já vi na vida. Tomara que continue somando pontos, mas que melhore o futebol.

    Abs.

  • leonardoatleticano

    André, acho que cabe uma avaliação da arbitragem no jogo do Galo, coisas estranhas aconteceram.
    Seria troco pela contratação do Galo? No meio de semana Ronaldo já não foi inscrito por uma jogada suja. Gostaria de uma opinião sua.

    AK: Erro da arbitragem contra o Atlético. Como muitos outros que aconteceram e vão continuar acontecendo, em quase todos os jogos. Um abraço.

  • Fred

    Sem querer desmerecer o Cruzeiro e o Náutico, foi o Botafogo que praticamente “entregou” as vitórias, que nitidamente eram para ser suas e foram para os adversários.

    Em termos de arbitragem, se continuar neste ritmo, este ano teremos um recorde de erros e absurdos. Concordo que, em pontos corridos, acontecem erros para todos os lados, mas, com campeonatos decididos por apenas 1 ponto, no final das contas, com certeza, haverá desequilíbrio entre times prejudicados e beneficiados.

    abç,

  • Luiz

    Acompanho muito de perto a carreira de Ronaldinho Gaúcho. Vi a maioria dos seus jogos desde que chegou ao Barcelona, encantado que fiquei com o futebol dele a partir do PSG/Brasil 2002 até o último no Flamengo, passando pelo Milan e idas e vindas na seleção. RG no Barcelona foi o jogador mais brilhante que já vi jogar e do alto dos meus 47 anos, posso dizer que vi Maradona, Zico e outros do começo ao fim. Dois pontos de vista me marcaram na semana passada: Tostão no domingo ao dizer que deveriamos parar de nos perguntar o porque da decadência e passar a nos questionar sobre aqueles 3 anos fabulosos de Barcelona como exceção – perfeito como só o Tostão consegue ser, lembrando que ele foi um dos grandes admiradores de Ronaldinho – e outro do Marcos Caetano, ressaltando que RG entrará para a história como talvez o maior desperdicio de talento da história do futebol – o que também endosso. Posto isso, quero ressaltar que minha visão se tornou bastante critica a respeito dele, mas ao mesmo tempo observar que o seu “não atrapalhou” revela um pouco de má vontade em relação a atuação dele, provocada talvez por uma infindável sucessão de tolices e irresponsabilidades fora de campo e expectativas frustradas dentro dele. Fossem do Ganso essas jogadas, sobre o qual julgo há uma supervalorização, inclusive da sua parte e tenho certeza que você talvez visse com outros olhos essa atuação de Ronaldinho. Acho importante separarmos o pessimo exemplo e legado que ele vem deixando do futebol que ele joga. Por que? Porque buscar a imparcialidade é um dever de todos nós.

  • Rafael Wuthrich

    A AURORA DE UM CRAQUE

    Quando a Ucrânia foi escolhida como co-sede da Euro/2012, Andriy Schevchenko passava por fase complicadíssima na carreira. Assolado por lesões, fora pouco aproveitado pelo Chelsea, para em seguida ser emprestado ao Milan. Os anos seguintes foram de poucos gols e decisão de retornar ao Dinamo em 2009, provavelmente para encerrar a carreira no clube onde foi formado, foi mais um indício que o genial ucraniano se tratava de mais um ex-jogador em atividade.

    Muitos o criticaram quando disse que seria um sonho jogar a Euro/2012. Quando a Ucrânia o convocou, o técnico Blokhin foi contestado duramente por chamar um atacante que não vinha tendo seqüencia e pouca efetividade, além de já avançada idade. Antes do jogo contra a Suécia, todos davam a Ucrânia como a zebra da chave, e Schevchenko era tido como provável reserva. Mas eis que Blokhin, craque ucraniano da era URSS, o escalou não apenas como titular, como também o capitão da equipe.

    Empurrados pelos torcedores, a Ucrânia surpreendia. Encurralava a Suécia, pressionava, e perdia chances. Schevchenko não jogava mal, mas também pouco aparecia. Até que a Suécia abriu o placar, no início do segundo tempo. Todos pensaram: “por que o técnico não coloca um atacante mais rápido e novo? Por que manter um ex-craque que não está fazendo nada em campo?”

    Foi aí que o futebol, em mais uma prova de que redime os craques, transformou, após duas bolas, o jogo. Na primeira, um contra-ataque com um cruzamento despretensioso. Schev era o único ucraniano na área, no meio de 4 defensores suecos. Ele não parecia que alcançaria a bola, mas de repente, jogou-se na frente do zagueiro, como se colocasse suas últimas forças naquele lance, se antecipando e cabeceando com força. 1×1. Lá estava ele. O técnico estava certo. Estava?

    Jogo duro, torcida empurrando pela virada. Alguns minutos se passam. Blokhin olha para o banco. Mas ele confia em seu capitão. A Ucrânia pressiona. Escanteio. Os suecos, tradicionalmente excelentes defensores, aprendem a lição – colocam dois, um em cada trave, e colam um zagueiro em Schev. O escanteio é cobrado, é curto. Parece que não haverá espaço – o camisa 7 está bem marcado nas costas. Ele vem em direção a bola, e rapidamente gira a cabeça, colocando a bola no único espaço possível, entre a trave, o zagueiro e o goleiro. 2×1.

    Ele vibra, corre, com o braço estendido, como nos tempos de Milan. Como Zico. Como Platini. Como um craque.

    O tempo passa. Ele já não corre. Está cansado. O técnico chama a substituição. A torcida aplaude de pé. Ele agradece, emocionado. O jogo continua. 5 minutos. Três minutos. “Quanto de acréscimo?” “Acaba logo” “Tira essa bola!” Ele olha para o relógio. Olha parta a torcida. Vê o juiz apitar. Pula, abraça o companheiro. Todos vão cumprimentá-lo. A vitória é dele. De sua seleção, em casa, mas principalmente dele. Não precisa fazer mais nada. Já terá cumprido sua missão. Mas jamais se esquecerá desse jogo.

  • Alberto Pereira

    A chuva constante me prendeu em casa, então vi todos os jogos possiveis, e posso dizer, as arbitragens foram todas, eu disse “todas” de um nivel lamentável! Até onde vai esse despreparo dos árbitros? Afinal eles não ganham tão pouco assim por atuação, não dá para arranjar outros mais qualificados? Me parece uma grande “panela”!!!

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