FIZ QUE FUI…



Ao final do que deveria ter sido o “Dia do Fui” de Ricardo Teixeira, aqui estão as últimas coisas que ouvi:

A decisão de renunciar e se mandar do Brasil por uns tempos foi tomada há várias semanas.

Os motivos estão no pacote já devidamente divulgado pelos jornalistas que tratam esse assunto como ele deve ser tratado: ISL, porta fechada por Dilma Roussef, saco cheio pela ressonância das denúncias no âmbito familiar…

Só que a articulação dos presidentes das federações estaduais, salivando com a sucessão na CBF, deixou o presidente ressabiado.

Info crucial: a última eleição na Confederação teve influência decisiva da Fifa. Cartolas votaram em Teixeira com o cardápio da Copa do Mundo de 2014 em mãos.

Para eles, tudo o que foi combinado vale se o status quo se mantiver. Se o presidente sair de cena, eles querem cuidar do caso.

Mas a ideia de Teixeira é “dirigir” a sucessão, claro.

Dessa forma (e você já deve ter lido/ouvido isso hoje), o cenário mais provável agora é mais uma licença, mais um afastamento temporário. Ganha-se tempo e congela-se a cartolada, que já estava esfregando as mãos.

O anúncio deve – DEVE – ser feito nesta sexta-feira.

Mas, como hoje, pode ser que nada aconteça.



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