NEYMAR E MAIS DEZ



Correta convocação da Seleção Brasileira, para o primeiro amistoso do ano (Bósnia, dia 28, em St. Gallen/SUI).

A cada vez que o time se reúne, fica claro que só há um jogador que não pode ser esquecido: Neymar.

Nos outros casos, haverá quem discorde ou reclame, mas nada que seja incompreensível.

Ronaldinho Gaúcho está jogando bola para ir para a Seleção? Não.

Ganso? Não.

Mas pela ausência de nomes brilhantes nessas posições, talvez Mano Menezes esteja certo ao chamá-los, mais pelo que podem fazer do que pelo que estão fazendo.

E falando especificamente de Ronaldinho, ele ainda deve funcionar como chamariz para que habitantes de uma cidade suíça comprem ingressos para ver o Brasil.

Fora isso, não resta muito a discutir.

É falta de opção mesmo. O que diz o bastante a respeito do estágio da Seleção no ano que precisa ser o da formação de uma equipe confiável, competitiva, no mínimo.

Na coletiva de MM, o único momento em que o técnico pareceu meio contrariado foi quando teve de responder sobre a ausência de Kaká. O meia foi convocado em novembro do ano passado, mas se machucou e não enfrentou Gabão e Egito.

Disse Mano: “Não tenho uma explicação para todos os jogadores que não foram convocados. É uma questão de opinião. São questões de avaliação, talvez a sequência tenha me mostrado algo que eu queria ver e não vi”.

É fato que não há necessidade de explicar os motivos para todos os não-convocados. Mas não creio que isso se aplica a Kaká.

Mano tem a explicação, sim. Só não quis dizer.



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