CAMISA 12



(publicada ontem, no Lance!)

MAÇÃS E LARANJAS

A primeira sensação que se tem ao entrar num estádio de futebol americano, onde o Super Bowl será realizado em questão de horas, é o assombro. A segunda é a tristeza. A terceira é uma dúvida que resulta das duas anteriores. Uma dúvida absolutamente natural para quem vive em outra realidade quando o assunto são competições esportivas e tudo que as cerca: por que estamos tão distantes?

A pergunta é, também, um erro. Devemos nos impor metas? Lógico. Sem elas, não avançamos. Devemos pensar em metas com ousadia? Sim, sonhar nos ajuda a crescer. Mas é preciso reconhecer que há limites. É preciso reconhecer o impossível. Não há sentido em olhar para o Super Bowl e pensar na final do Campeonato Paulista. Ou Carioca, Mineiro, Gaúcho, Cearense…

A NFL é a liga mais bem sucedida do país que melhor lida com esportes neste planeta, em todo e qualquer aspecto. Como se não bastasse tudo o que ela faz em seu campeonato, ainda consegue que mais de 200 países se interessem por um jogo que não existe em nenhum outro lugar. Tente encontrar algo parecido.

Para não falar do esporte, falemos do show. Do show do intervalo. Falemos da capacidade de montar um espetáculo daquele nível – com um palco daquele tamanho e com tantos recursos técnicos – em apenas meia hora. Sem prejuízo do jogo. O show, apenas o show, é um bom exemplo da distância entre o Super Bowl e o que já conseguimos realizar no Brasil. Algo que só se pode medir em anos-luz.

Também é necessário observar que a NFL não é um oásis. Trata-se da indústria do esporte (e do entretenimento) dos Estados Unidos. Um monstro que não atingiu o tamanho que tem por sorte. Enquanto lá as temporadas das diferentes modalidades não concorrem entre si, aqui o calendário do futebol joga o torcedor contra a Seleção Brasileira.

A NFL está para nós como a exploração do espaço. A única coisa a fazer é aplaudir. Nosso atraso como sociedade e os dirigentes que produzimos – não só no esporte – nos impedem de agir de outra forma.

O que deveríamos fazer, por exemplo, é descobrir por que o Campeonato Paulista tem jogos em pistas de motocross.

CARIDADE

Quanto Madonna cobrou para se apresentar no intervalo? A inacreditável quantia de US$ 0. Quanto ela ganhou? Bem, pense que um comercial de 30 segundos custou US$ 3,5 milhões e o show durou 12 minutos. Lógico que a conta não é essa, mas a exposição e as oportunidades que o Super Bowl oferece fazem com que astros cantem de graça. E não deve estar longe o dia em que alguém pagará para estar no palco, diante de tamanha audiência.

MENTALIDADE

Ainda no gramado do estádio Lucas Oil, após a festa do New York Giants, um brasileiro se aproxima. Estudante de marketing esportivo numa universidade americana. Engatamos uma conversa sobre o crescimento do setor no Brasil, e os desafios nessa área nos próximos anos, com Copa e Olimpíada chegando. “A responsabilidade é enorme. Mas se todo mundo continuar apenas pensando em ganhar dinheiro, nada vai mudar”. Retrato preciso.

 



  • Leandro Costa

    Excelente coluna André, porém com algumas ressalvas. Jogo futebol Americano (amadoramente) mas nos campeonatos que jogamos existem times bem mais organizados com atrações do que muitos times profissionais (e isso num esporte amador onde não existem patrocinadores). Por exemplo, atualmente a economia brasileira está melhor que a europeia, tendo em vista a quantidade de jogadores top de linha que estão voltando ao Brasil. Não é preciso fazer isso nos campeonatos regionais, inclusive acredito que os regionais deve ser deixado a times pequenos, do interior, os grandes deveriam jogar apenas o campeonato nacional e libertadores, com o ajuste do calendários, mas porque seria difícil fazer a final do campeonato brasileiro em um Super Bowl. Um país que tem a pretenção de organizar uma copa deveria muito bem saber organizar uma final de nacional. O soccer (futebol) está ficando obsoleto. O Futebol Americano e o MMA já estão em franca ascensão, enquanto o soccer fica cada vez mais desfigurado, com torcedores se matando, cambistas a torto e direito, sem ações promocionais nos estádios, sem atrações na véspera que envolvem um jogo importante e principalmente sem uma comunicação legal. Comunicação falha, parcial, especulativa e sem compromisso com o evento. bom, é algo que eu vejo que o que falta para o esporte se transformar num evento completo, como o Super Bowl. Mas claro, como você disse, isso irá demorar anos luz, pois a nossa cultura é defasada.

    Abraço,

    Leandro Costa

    AK: Obrigado. Mas preciso discordar:

    1) Não, a economia brasileira não está melhor do que a europeia, no que diz respeito ao mercado do futebol. Não existe comparação entre os salários pagos lá e aqui (não vale citar Neymar, ele é a exceção).

    2) Nenhuhm jogador “top de linha” voltou ao Brasil. Nenhum.

    3) Não há como comparar nossas competições nacionais com a temporada da NFL. O Campeonato Brasileiro – ainda bem – é por pontos corridos. A Copa do Brasil é decidida em dois jogos, um em cada casa. Não temos o hábito de decidir campeonatos em jogo único e em sede “neutra”, escolhida com antecedência.

    4) O futebol está “obsoleto”? Você está falando sério? É simplesmente o esporte mais popular do mundo. E onde é bem organizado e comercializado (Alemanha e Inglaterra, por exemplo), é um sucesso absoluto. O que está obsoleto é o modo de “pensar” o futebol que temos aqui no Brasil.

    Um abraço.

  • Anna

    Também achei o show do intervalo bárbaro e a capacidade que os americanos têm de organizar um evento como esse. Até comentei com meu professor de Patrocínios, na pós, na aula de ontem. Eles têm uma visão de vanguarda. Acho que nunca teremos um espetáculo como esse por aqui, mesmo em se tratando de futebol. Bom final de semana, Anna

  • Matheus Brito

    Bom dia AK,

    Como sempre, excelente coluna. Nem sempre concordo com todas as suas opiniões, mas não tenho como negar que você tem muito mais embasamento e por isso pode falar com muito mais propriedade sobre os temas discutidos aqui. Falando da coluna, tenho hoje 29 anos, desde os meus 19 ou 20 anos escuto falar no Super Bowl, no espetáculo, na organização e nas cifras envolvidas. E sempre escuto as mesmas perguntas da mídia:”Por que não conseguimos fazer isso com os nossos “espetáculos”?”. Sempre se discute qualidade dos estádios, da organização, da segurança. Discute-se o acesso aos ingressos, a ação dos cambistas, o acesso aos estádios, o transporte, enfim. Discute-se uma infinidade de situações que colocam em xeque nossa capacidade de organizar eventos. O Interessante é que não são eventos novos, estamos falando de eventos que acontecem há décadas e continuarão a ocorrer por muitos anos. Para que desse certo, alguns “pilares” deveriam andar juntos: Dinheiro, boa vontade, honestidade, respeito e competência. Ao contrário do que muitos dizem, inclusive pessoas influentes da mídia, não vejo como uma coisa simples transformar nossos “Panis et Circenses” em mega eventos como o Super Bowl. É uma questão pra lá de complexa, que mexe com situações quase dogmáticas, mas há sim solução. Dentre os pilares que citei, se tivermos os quatro últimos, o primeiro se verá obrigado a aparecer, até pelo momento favorável da nossa economia. Com relação ao comentário do Leandro, talvez ele ache que Vagner Love, Wagner, Tiago Neves, Alex Silva, Jadson, Douglas, Wesley, e outros desse nível sejam jogadores “Top”, mas não são. Esse pensamento mostra como estamos anos luz de realizarmos algo que se compare ao sucesso das ligas americanas. Leandro, eles são bons jogadores apenas, e muitos deles estão voltando porque não tem oportunidades em seus clubes na Europa.

  • leonardoatleticano

    André, a qualidade da grama sintética impressionou, e até confundiu quem estava ao lado dela. Não da para pensar como alternativa definitiva para esses pastos que temos por aqui?
    Foi um baita jogo, um mega intervalo e uma grande transmissão. Você sempre profissional e sério, Paulo e Everaldo muito bem entrosados e com uma transmissão leve e alegre. Show de bola (oval). Abraço.

    AK: Pois é. O que houve de fato foi uma pequena confusão de idiomas, somada a uma suposição equivocada (que, obviamente, não deveria ter sido feita). O importante foi a correção. Tratando da sua pergunta, o uso da grama sintética – aprovada pela Fifa – já é comum no futebol. O problema é que, assim como os gramados naturais, ela também precisa de manutenção. Obrigado pela companhia na transmissão. Um abraço.

  • Leandro Azevedo

    O problema, como foi bem frisado na sua conversa ao fim da coluna, está no pensamento sempre de ganhar dinheiro mas da forma errada. Enquanto no Brasil os times tentam máximizar a marca individual, a NFL tem como objetivo a promoção do esporte e da marca NFL, que sendo promovida traz junto os times envolvidos.

    Isso sem falar que os donos dos times são homens de negócios, que tem sucesso empresarial e não amadores que por serem torcedores se acham capacitados a gerir um clube e acabam comprometendo receitas que não tem para pagar jogadores salários absurdos.

    Enquanto a NFL evolui cada vez mais, com GMs e donos cada vez mais bem formados para gerir tais entidades, o futebol brasileiro mesmo tendo alguns profissionais capacitados, ainda sofre com o clubismo e a falta de profissionalismo. E a tendência, mesmo com o dinheiro entrando em quantidade maior, é que o abismo entre os dois esportes (NFL e futebol brasileiro) só aumente. Acho que já passou da hora dos clubes serem clubes e virarem empresas.

  • André Bastos

    AK, concorda que quem mais chega perto de fazer algo como o SB, guardando as devidas proporções, é a UEFA, com a final UCL?

    Tirando o show, que no caso do futebol da bola rendonda precisaria ser no início da partida, a atmosfera não é lá tão diferente assim. Jogo decisivo único, quase sempre em campo neutro, até bola especial para a ocasião é feita, movimentação intensa na cidade que recebe o evento, cobertura monstruosa da imprensa.

    Nossa meta, pelo menos a imediata, deve ser pensar o produto, no caso uma final ou o campeonato como um todo, como os europeus. É inspirador ter a NFL como parâmetro, mas isso é outro departamento.

    Nem a Libertadores consegue ser sedutora, quando se analisa por este prisma. Até para cobrar um lateral o jogador precisa de escudo da polícia para se proteger, isso quando a polícia demonstra alguma “caridade”. No programa GE fizeram uma música ridícula para indicar o torneio, parodiando o hino da UCL.

    Acho que não reverenciamos mais o futebol como este deve ser. Não há uma liturgia, se é que posso usar o termo.
    E quem perde com isso somo nós, os amantes do futebol.

    SRN

    AK: De acordo em relação à UCL. Um abraço.

  • Alexandre

    O Brasil teria muito a aprender com a organização esportiva americana, mas tratando especificamente do Super Bowl (o evento todo, não só a partida), acho meio “over” para o meu gosto.
    A gente vê aquilo tudo e entende perfeitamente o que significa a expressão “sociedade de consumo”.
    O esporte em si acaba ficando em segundo plano, e é por isso que “mais de 200 países se interessem por um jogo que não existe em nenhum outro lugar”.
    É muito, muito melhor do que o que temos por aqui, claro, mas não creio que devesse ser o ideal a ser perseguido.

  • Alexandre

    Ah, mas tem algo que me fascina na NFL, que é o formato de distribuição dos direitos de TV.

  • Luiz

    Uma provocação:
    Por acaso o maior espetáculo da terra não é o desfile das escolas de samba no carnaval do Rio de Janeiro? Quem organiza? Canadenses, Chineses, Norte-americanos????

    AK: Se é o maior espetáculo da Terra, não sei. Mas você acha que existe comparação? Um abraço.

  • Leandro Azevedo

    “O esporte em si acaba ficando em segundo plano”

    Isso passa longe de ser verdade. Claro que por conta do show no intervalo e dos comerciais bolados para o jogo, o público casual que não assistiria se interessa para aquele jogo, mas o assunto na semana antes, no domingo e na semana seguinte é e sempre foi o jogo.

  • Luiz

    Entendi, complexo de vira-lata…

  • Edouard Dardenne

    Excelente texto. Além de constatar a óbvia distância que separa nossas entidades de organização desportiva da NFL, você propõe, e nisso se distingue, que comecemos a pensar de modo mais sério e coordenado nas causas desse abismo.
    O fato é que o esporte, em geral (e o futebol na Alemanha e na Inglaterra, e o ‘football’ nos EUA, em especial), dá certo quando não há ilegalidade no lucro. Nestes exemplos, o esporte faz sucesso porque a busca por soluções que atraem o público e o desenvolvimento de métodos eficientes para “vender o peixe” não têm por destinatário o bolso dos cartolas, mas os clubes, gerenciados como empresas.
    Não há quase personificação dos beneficiários dos resultados financeiros obtidos senão os próprios atletas e funcionários das equipes. É claro que os comissários da NFL e os donos das franquias não devem ganhar pouco dinheiro. Mas a lógica é a de que essas regalias financeiras advém do trabalho duro ou do risco assumido no empreendimento.
    Aqui, os cartolas pensam em tirar uma grana dos times de maneira fácil e escusa, desviando bilheteria ou cobrando favores para autorizar transferências.
    Pessoalmente, não vejo perspectiva de mudanças.
    Um abraço.

  • Emerson

    André, como se dá a participação das esferas de governo americanas em eventos como NFL, isto é, há injeção direta de dinheiro público, seja para a construção de arenas, e ou através dos velhos incentivos fiscais, como ocorrem num certo país que conhecemos bem?

    AK: É frequente o uso de dinheiro de impostos em construções de estádios. O Lucas Oil, que recebeu o Super Bowl, é um exemplo. O que não significa que esteja certo e que não haja oposição. Um abraço.

  • Luiz Felipe

    É amigo. Nâo é só no superbowl. Qualquer coisa que se faça nos eua gera reflexão e frustração quando comparada ao brasil.

    um abraço

    PS: quanto tu falas de futebol americano, falas de tudo menos futebol americano!!!

    AK: Não entendi o PS. Abraço.

  • Murilo

    André,
    Estive com minha esposa no Superbowl esse ano (tive o prazer de conhecer vc e toda a equipe sa ESPN) no aeroporto de Miami.
    Posso dizer que o Superbow foi a mais espetacular experiência de entretenimento que eu já tive em toda a minha vida. Já estive numa copa do mundo e em outros grandes eventos esportivos mas confesso que nunca vi nada parecido. O superbowl village, a Nfl experience, a organização em geral e o culto e a reverência que eles fazem ao esporte … Fantástico.
    Parei o carro a 100 metros da porta do estádio e não fiquei nem 1 minuto no trânsito ou em filas. Sai com a triste sensação que os nossos eventos são absolutamente amadores quando comparados ao que eles fazem por lá.
    Até New Orleans!
    Obs: notei que por lá não existe muito essa história de “blindar” os jogadores antes do jogo, ao contrário daqui. Alèm do media day, vi os jogadores absolutamente abertos a imprensa e participando de programas de televisão de forma que os fãs via seus ídolos falando diariamente nos dias antes do jogo. Qual sua visão sobre isso?

    AK: O “media day” (na terça-feira) é apenas um dos compromissos obrigatórios dos jogadores na semana do SB. Eles também devem comparecer a sessões de entrevistas na quarta e na quinta, e são multados se não o fizerem. Tudo faz parte de um evento que só tem o tamanho que tem por causa do seu alcance. E a mídia tem muito a ver com isso. Há também um outro lado, que é o da dificuldade de se manter a concentração numa semana em que tanta coisa acontece nos dias anteriores ao jogo. É preciso lidar com isso. Um abraço e até New Orleans.

  • Matheus Brito

    AK,

    As vezes me pego pensando em muitas coisas ditas pela mídia sobre nosso futebol, e como já disse aqui, muitos na mídia dizer ser fácil transformar nossos campeonatos, quase sempre monótonos durante a maior parte deles, em grandes ligas rentáveis. Todo clube brasileiro mesmo sendo campeão nacional acaba fechando o ano no vermelho. Parafraseando o grande José Roberto Mália: “Nada contra, ao contrário. Mas não deixa de ser quiçá interessante, e por que não dizer elogiosamente estapafúrdio” o modo como os nossos campeonatos são conduzidos principalmente o modo como eles são conduzidos financeiramente falando. O clube começa o campeonato sabendo que vai estar no vermelho no final dele. Seja porque estão pagando salários absurdamente inflacionados, ou seja porque não conseguem mesmo atrair público e patrocinadores devido a sua incompetência. Enfim, voltando ao evento em si, não é fácil como muitos dizem e não há condições a curto ou a médio prazo de fazer algo que seja o sucesso que é o SB. Muitos dos que dizem ser fácil não conseguem sugerir nada que não tenha sido tentado(mesmo que sem competência).
    Mudando um pouco de assunto, já percebeu que os salários dos jogadores estão tão absurdamente altos que já estamos falando que jogadores ganhando R$200.000,00 em alguns caso estão com salários defasados, pois fulano ganha mais no outro time e ciclano ganha o dobro naquele lá. Enfim, estamos aderindo a essa loucura toda. Por exemplo, se T.Neves, Deco, fred e Wagner merecem R$700.000,00 mensais, o Neymar tem que pedir aumento com urgência no Santos, pois seu salário está “defasado”. Grande abraço, sou um grande fã seu.

  • AK,

    Parabéns pelo seu trabalho.

    Como propagador de idéias na Internet, você sabe muito bem o caminho penoso que precisamos trilhar até obtermos boa visualização.

    Deixo aqui o meu convite para que possa conhecer o início de um projeto que estou desenvolvendo, relacionado o mundo do futebol, o http://www.futzbol.com

    Obrigado, um grande abraço e desejos de muito sucesso para você.

  • Diego Presti

    André, sei que o assunto é futebol americano, mas venho aqui falar sobre NBA. Creio que deva ter assistido LAkers e Knicks. De onde veio aquele Jeremy Lin? O que jogou o moleque ontem foi demais. O que mais me impressionou foi a personalidade do garoto, chamando a responsabilidade, batendo bola, inflitrando (deu giro para cima do Derek Fisher monstruoso) encarando um time que tem ninguém mais ninguém menos que o melhor jogador da atualidade. Espero que o jogo dele não caia com o retorno de CArmelo e Stoudemire já que eles são os donos do time. Agora se o garoto com os dois continuar mostrando o que vem fazendo… segura o time da Big Apple. E com uma semana de atraso (estou num curto período de férias), e mesmo já cansado de ter ouvido isso, aproveito para dar os parabéns pela cobertura do Superbowl. Ano que vem torçerei para os Saints ganharem em casa.
    Ps: voltando a NBA, demais o cartaz Yellow Mamba se referindo ao Lin. Ssensacional.
    Abraços

  • Paulo Eduardo

    Meio macaquice, não acha? Tem show, tem disputa, tem emoção. Mas tem “anabolizante” pacas, igual ao outro esporte preferido deles, o beisebol. Menos, André, menos…

    AK: O que isso tem a ver com o texto? Santa incompreensão.

  • Rodolfo

    Paulo Eduardo,

    Cara, não viaja.

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